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	<title>Arquivos ação contra banco - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos ação contra banco - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Banco é condenado a pagar danos morais por cobrança abusiva de dívida inexistente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2019 15:38:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[ação contra banco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Advogado de direito do consumidor RJ e ação contra banco A 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal manteve decisão de 1ª instância, por unanimidade, e condenou o Banco Santander ao pagamento de danos morais por ter feito cobranças insistentes e abusivas a uma mulher que não contraiu dívida junto à instituição financeira. [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2019/10/ação-contra-banco.jpg" alt="" class="wp-image-5734"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Advogado de direito do consumidor RJ e ação contra banco</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal manteve decisão de 1ª instância, por unanimidade, e condenou o Banco Santander ao pagamento de danos morais por ter feito cobranças insistentes e abusivas a uma mulher que não contraiu dívida junto à instituição financeira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A autora da ação contou que vinha recebendo ligações do banco há quatro anos para quitação de dívida de uma pessoa chamada Ana, que não é a proprietária da linha telefônica. A requerente esclareceu que adquiriu o número de telefone em 2007 e, desde então, nunca cedeu ou emprestou a referida linha. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após ter feito contato com a instituição bancária, por diversas vezes, para informar o equívoco, a autora disse que as ligações não pararam e que “a situação tornou-se insuportável por se tratar de uma dívida que não contraiu e por desconhecer a pessoa a quem era direcionada a cobrança”. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em defesa, o Santander afirmou que o telefone da autora foi utilizado por terceiro, ao efetivar cadastro junto ao banco, e que a instituição não pode ser responsabilizada pela má-fé da pessoa que utilizou o número do telefone da requerente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator, ao analisar o caso, entendeu que a alegação do réu de culpa exclusiva de terceiros não prospera. “Diante da informação da autora de que o número de celular não pertencia à suposta devedora, o banco deveria ter direcionado a cobrança para outros meios adequados, a fim de receber o crédito devido”, declarou o juiz. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o magistrado, ficou claramente demonstrado que, ao longo de quatro anos, a parte autora informou ao banco que o número não pertencia à devedora Ana, o que foi ignorado pela ré. “Esse comportamento há muito tempo extrapolou o mero aborrecimento do cotidiano para atingir os direitos da personalidade do consumidor, se enveredando para o ilícito, retirando seu sossego e fazendo com que perdesse tempo atendendo a telefonemas que não deveriam ser feitos”, concluiu o relator. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o colegiado manteve a sentença do 3º Juizado Especial Cível de Brasília que condenou o Banco Santander ao pagamento de danos morais no valor de R$ 2.000,00 e determinou o cancelamento das cobranças encaminhadas ao telefone da autora, sob pena de multa diária no valor de R$ 100,00 até o limite de R$ 1.000,00. </p>



<p class="wp-block-paragraph">PJe2: 07206929520198070016</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2019/outubro/santander-e-condenado-a-pagar-danos-morais-por-cobranca-abusiva-e-equivocada">TJDFT</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: direito do consumidor, ação contra banco, advogado de direito do consumidor RJ, advogado de direito do consumidor no Rio de Janeiro</p>
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