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	<title>Arquivos advogado de trânsito - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<title>Arquivos advogado de trânsito - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Empresa de transportes indenizará família de caminhoneiro atropelado em acostamento</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2018 16:36:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Viúva e três filhos receberão R$ 100 mil cada. A empresa responsável por ônibus que se chocou com outros dois veículos que estavam parados no acostamento da rodovia D. Pedro e causou a morte de um caminhoneiro indenizará a viúva e os três filhos da vítima por danos morais e materiais, cada um no valor [&#8230;]</p>
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<h4 class="wp-block-heading"><strong>Viúva e três filhos receberão R$ 100 mil cada.</strong></h4>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/08/445d0ee20935359198e9d39c5423922c-768x276.jpg" alt="" class="wp-image-4079" width="580" height="208" srcset="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/08/445d0ee20935359198e9d39c5423922c-768x276.jpg 768w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/08/445d0ee20935359198e9d39c5423922c-300x108.jpg 300w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/08/445d0ee20935359198e9d39c5423922c.jpg 835w" sizes="(max-width: 580px) 100vw, 580px" /></figure>
</div>


<p>A empresa responsável por ônibus que se chocou com outros dois veículos que estavam parados no acostamento da rodovia D. Pedro e causou a morte de um caminhoneiro indenizará a viúva e os três filhos da vítima por danos morais e materiais, cada um no valor de R$ 100 mil. Além disso, a viúva irá receber pensão mensal equivalente a 2/3 dos ganhos da vítima, a partir da data em que os filhos completarem 25 anos, até a idade de 65 anos ou falecer. A decisão é da 34ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, que negou recurso apresentado pela companhia de transportes e deu provimento parcial ao recurso da família para estabelecer a pensão.</p>



<p>Costa nos autos que o motorista parou com seu caminhão e carreta no acostamento para tentar consertar o veículo. Dois mecânicos também pararam logo atrás com seu automóvel, para ajudar no conserto. De repente, o motorista do ônibus que trafegava na mesma via perdeu o controle e saiu da pista, causando uma colisão. O caminhoneiro não resistiu ao impacto e faleceu.</p>



<p>A empresa argumentou que o motorista só perdeu o controle do ônibus porque foi fechado por outro veículo. De acordo com o relator, desembargador Soares Levada, isso não a exime da responsabilidade, como está explicado no acórdão: “Irrelevante se foi ‘fechado’ por outra carreta, fato previsível a que todo motorista deve estar preparado, mormente um profissional do volante”.</p>



<p>Além do relator, também participaram da votação unânime os desembargadores Gomes Varjão e L. G. Costa Wagner.</p>



<p><strong>Apelação nº 0004262-23.2011.8.26.0126</strong></p>



<p class="has-very-dark-gray-color"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/empresa-de-transportes-indenizara-familia-de-caminhoneiro-atropelado-em-acostamento" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<title>TJ/SP anula multa de trânsito por falta de notificação de autuação</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tj-sp-anula-multa-de-transito-por-falta-de-notificacao-de-autuacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 May 2018 16:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Detran foi condenado a anular a multa e a Fazenda do Estado indenizará autores por danos morais. A 4ª câmara de Direito Público do TJ/SP manteve sentença que condenou o Detran a anular auto de infração de trânsito e a cancelar as penalidades de multa, pontuação e de inscrição em órgão de cadastro de inadimplentes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">Detran foi condenado a anular a multa e a Fazenda do Estado indenizará autores por danos morais.</h3>
<p>A 4ª câmara de Direito Público do TJ/SP manteve sentença que condenou o Detran a anular auto de infração de trânsito e a cancelar as penalidades de multa, pontuação e de inscrição em órgão de cadastro de inadimplentes aplicadas ao condutor e proprietário de um veículo. O colegiado levou em conta a ausência de notificação da autuação <span style="font-size: medium;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">e condenou a Fazenda do Estado ao pagamento de indenização por danos morais.</span></span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Os autores ajuizaram ação contra o Detran e contra a Fazenda do Estado pretendendo a nulidade da penalidade aplicada, a exclusão da cobrança perante o Cadin e a indenização por danos morais. As partes alegaram que não receberam notificação de autuação, mas apenas a de penalidade para pagamento de multa.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">O juízo de 1º grau reconheceu a nulidade do auto de infração por restar demonstrado que não houve notificação de autuação. Em virtude da inserção indevida dos autores no Cadin, o juízo singular determinou que tanto o Detran quanto a Fazenda indenizassem as partes em R$ 5 mil.</span></span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"><em>&#8220;Sem notificação da autuação a multa não subsiste pela falta de cientificação tempestiva e prévia da autuação para exercício regular do direito de defesa nos termos dos art. 281e 282 do <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI279723,51045-TJSP+anula+multa+de+transito+por+falta+de+notificacao+de+autuacao" target="_self" rel="noopener">Código de Trânsito Brasileiro</a>.&#8221;</em></span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Pretendendo a majoração do quantum indenizatório, os autores apelaram da sentença. Ao analisar o caso, o desembargador Paulo Barcellos Gatti, relator, discriminou as responsabilidades do Detran e da Fazenda do Estado no caso. Para ele, a condenação por danos morais se destina somente à Fazenda, por ela ser a causadora do dano.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Já a declaração de nulidade do auto de infração, com consequente cancelamento do registro no Cadin e penalidades de pontuação e multas aplicadas se destina ao Detran, responsável pela sua emissão.</span></span></p>
<blockquote><p><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;">&#8220;Deve a r. sentença de primeiro grau ser mantida por seus próprios fundamentos, com a observação de que a condenação em danos morais se destina à FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO, vez que causadora do dano, bem como que a declaração de nulidade do auto de infração nº 3B7697836, com consequente cancelamento do registro no CADIN e penalidades de pontuação e multas aplicadas destina-se ao DETRAN/SP, responsável pela sua emissão, devendo a r. sentença de primeiro grau ser mantida tal como lançada.&#8221;</span></p></blockquote>
<ul>
<li>
<div><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;"><u>Processo:</u> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI279723,51045-TJSP+anula+multa+de+transito+por+falta+de+notificacao+de+autuacao" target="_self" rel="noopener">1010119-48.2015.8.26.0302</a></span></span></div>
</li>
</ul>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Veja a <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2018/5/art20180508-09.pdf" target="_blank" rel="noopener">íntegra do acórdão</a>.</span></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI279723,51045-TJSP+anula+multa+de+transito+por+falta+de+notificacao+de+autuacao" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Adolescente que ficou em coma após acidente deve ser indenizado em R$ 100 mil</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/adolescente-que-ficou-em-coma-apos-acidente-deve-ser-indenizado-em-r-100-mil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2017 13:42:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) manteve decisão que condenou a Associação dos Servidores Públicos Brasileiros (Aspbras) a pagar R$ 100 mil de indenização por danos morais para um adolescente vítima de acidente de trânsito. Também terá de pagar pensão vitalícia. A decisão foi proferida nesta quarta-feira (25/10), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) manteve decisão que condenou a Associação dos Servidores Públicos Brasileiros (Aspbras) a pagar R$ 100 mil de indenização por danos morais para um adolescente vítima de acidente de trânsito. Também terá de pagar pensão vitalícia. A decisão foi proferida nesta quarta-feira (25/10), e teve a relatoria do desembargador Teodoro Silva Santos.</p>
<p>De acordo com o processo, em 23 de novembro de 2001, o carro da Associação chocou-se com outro veículo de propriedade do Ministério Público do Ceará (MPCE) no cruzamento da rua Princesa Isabel com Pedro I, no Centro de Fortaleza. Com o impacto, um dos carros bateu no adolescente que estava na calçada e o jogou contra a parede.</p>
<p>O rapaz ficou em coma profundo, situação que perdura até os dias atuais. Por isso, os pais, como representantes dele, ajuizaram ação na Justiça contra o Estado e a Associação, requerendo indenização por danos morais e materiais. Alegaram que passam por problemas psicológicos ao verem o filho, aos 16 anos, em estado vegetativo, e sem condições de seguir uma vida normal de trabalho e estudos.<br />
Na contestação, o Estado argumentou que o único culpado pelo acidente foi o motorista da Associação, Jean Carlos Alves de Oliveira, motivo pelo qual os autores deveriam mover ação contra ele, pois não pode ser responsabilizado.</p>
<p>Já a Aspbras sustentou que o carro não era seu. Explicou que o motorista dirigia o veículo emprestado por terceiro, em momento de folga para fazer um trabalho pessoal, sem qualquer relação com as suas atribuições. Sob esses argumentos, pediu a improcedência da ação.</p>
<p>Ao apreciar a petição da exclusão do Estado da ação, a 5ª Vara da Fazenda Pública de Fortaleza concedeu o pedido por entender que ficou provado nos autos culpa exclusiva do motorista da Associação. Com relação à indenização, o Juízo da 27ª Vara Cível de Fortaleza condenou a Associação a pagar R$ 100 mil por danos morais e pensão vitalícia de dois salários mínimos, a título de danos materiais à vítima.</p>
<p>Para reformar a decisão, ambas as partes interpuseram apelação (nº 9605623-54.2000.8.06.0001) no TJCE. O rapaz solicitou a condenação da Associação também por danos materiais, enquanto a Aspbras pleiteou a exclusão da responsabilidade por ausência de nexo de causalidade.</p>
<p>Ao julgar o caso, a 2ª Câmara de Direito Privado negou provimento a ambos os recursos. “Ao estipular o quantum em R$ 100.000,00 (cem mil reais), observa-se que o Juízo de Primeiro Grau andou em consonância com os precedentes do STJ para casos em que resulta invalidez da vítima em decorrência do evento danoso”, destacou o desembargador Teodoro. Também explicou que, a título de danos materiais, já havia sido fixada pensão vitalícia de dois salários mínimos na sentença de 1º Grau.</p>
<p>Com relação ao argumento de ausência de nexo de causalidade, o relator ressaltou que a responsabilidade da Aspbras pelo ato do seu empregado é objetiva. Ainda conforme o desembargador, o laudo pericial elaborado pelo Instituto de Criminalística concluiu que o veículo da Associação foi o responsável pelo acidente por avançar a preferencial.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.tjce.jus.br/noticias/adolescente-que-ficou-em-coma-apos-acidente-deve-ser-indenizado-em-r-100-mil/" target="_blank" rel="noopener">TJCE</a></p>
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		<item>
		<title>MP não pode pedir que Justiça cancele multas em marginais de São Paulo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/mp-nao-pode-pedir-que-justica-cancele-multas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2017 14:15:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo que o Judiciário considere irregular a diminuição da velocidade nas principais marginais da capital paulista, o Ministério Público não pode pedir o cancelamento de todas as multas durante o período em que valia a regra nem o ressarcimento dos motoristas apenados, pois o direito é individual de cada pessoa que se sentir prejudicada. Assim [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo que o Judiciário considere irregular a diminuição da velocidade nas principais marginais da capital paulista, o Ministério Público não pode pedir o cancelamento de todas as multas durante o período em que valia a regra nem o ressarcimento dos motoristas apenados, pois o direito é individual de cada pessoa que se sentir prejudicada.</p>
<p>Assim entendeu a juíza Carolina Martins Duprat Cardoso, da 11ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, ao afastar pedido do MP estadual em processo contra aumento das velocidades nas marginais Pinheiros e Tietê, na gestão Fernando Haddad (PT) — o limite na pista expressa passou de 90 km/h para 70 km/h, voltando ao original na administração João Doria (PSDB).</p>
<p>O processo foi movido em 2015 pela seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil, mas só retomado neste ano, depois de controvérsias sobre a competência da Justiça comum para julgar o caso. O mérito ainda não foi julgado.</p>
<p>O MP-SP apresentou aditamento na ação, pedindo liminar para que motoristas multados tivessem as multas e os pontos na carteira cancelados, recebendo de volta valores já pagos.</p>
<p>A juíza rejeitou o pedido. Segundo ela, o Superior Tribunal de Justiça já descartou ações civis públicas que tentam proibir cobrança de multas de trânsito em qualquer município, porque o assunto envolve direitos individuais homogêneos “identificáveis e divisíveis” — ou seja, cada ofendido deve entrar na Justiça com um processo diferente.</p>
<p>Carolina afirmou ainda que o pedido de cancelamento de pontuação dos motoristas exigiria o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no polo passivo, órgão que não é parte. O processo agora está pronto para sentença.</p>
<p><strong>Clique <a href="http://s.conjur.com.br/dl/mp-nao-pedir-juiz-cancele-multas.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> para ler a decisão.<br />
1027687-48.2015.8.26.0053</strong></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.conjur.com.br/2017-jul-11/mp-nao-pedir-juiz-cancele-multas-marginais-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener">Consultor Jurídico</a></p>
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		<item>
		<title>Motorista não tem reconhecimento de vínculo empregatício com Uber</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/reconhecimento-de-vinculo-empregaticio-com-uber/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2017 01:47:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O juiz do Trabalho substituto Pedro Paulo Ferreira, da 10ª vara de BH, negou reconhecimento de vínculo empregatício entre um motorista e a plataforma de transporte individual Uber. De acordo com os autos, o homem cadastrou-se na plataforma entre outubro e novembro de 2016, mas iniciou as atividades apenas em dezembro, pois esperava por um emprego [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">O juiz do Trabalho substituto Pedro Paulo Ferreira, da 10ª vara de BH, negou reconhecimento de vínculo empregatício entre um motorista e a plataforma de transporte individual Uber.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">De acordo com os autos, o homem cadastrou-se na plataforma entre outubro e novembro de 2016, mas iniciou as atividades apenas em dezembro, pois esperava por um emprego formal. Em fevereiro, o motorista trocou de carro e ficou mais um mês sem trabalhar e, com isso, recebeu notificação de que seria desativado da plataforma.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">No julgamento, o magistrado adotou como prova emprestada dois depoimentos de casos anteriores. No primeiro, o depoente conta que mantém diversos veículos conduzidos por terceiros, por intermédio do aplicativo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">No segundo depoimento, o homem alega que começou a dirigir pelo aplicativo prestando serviços através da inscrição de um amigo.</span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"><em>&#8220;O motorista inscrito no aplicativo pode ter seu veículo conduzido por outrem durante as corridas, donde se conclui que a prestação não tem natureza personalíssima.&#8221;</em></span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Com isso, o juiz do Trabalho entendeu que a prestação de serviços dos motoristas por meio do aplicativo ocorre com fortes traços de autonomia e negou existência de vínculo empregatício.</span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><u>Processo</u>: 0010729-56.2017.5.03.0010</span></div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Confira a <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2017/6/art20170629-03.pdf" target="_blank" rel="noopener">íntegra da decisão</a>.</span></p>
<p align="justify"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI261198,101048-Motorista+nao+tem+reconhecimento+de+vinculo+empregaticio+com+Uber" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></p>
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		<title>Detran é condenado a pagar indenização por demora para emissão de Carteira de Habilitação (CNH)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2017 12:30:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) foi condenado a indenizar Herlã Machado Vitoriano em R$ 10 mil, a título de danos morais, pela demora para emissão de sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A decisão é da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) que, por unanimidade, seguiu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) foi condenado a indenizar Herlã Machado Vitoriano em R$ 10 mil, a título de danos morais, pela demora para emissão de sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A decisão é da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) que, por unanimidade, seguiu o voto do relator, desembargador Norival Santomé, mantendo a sentença da juíza Ana Maria de Oliveira, da comarca de Caçu.</p>
<p>Na sentença, a magistrada entendeu que o autor, tendo providenciado em tempo hábil a renovação da sua CNH, ficou impossibilitado de dirigir e laborar por erro da administração do órgão. Inconformado, o Detran interpôs apelação cível alegando ausência de requisitos da responsabilidade civil e que a CNH foi expedida antes da propositura da ação, impossibilitando o pagamento de indenização.</p>
<p>Contudo, Norival Santomé informou que o Detran-GO é uma entidade autárquica estadual, possuindo responsabilidade objetiva e direta, devendo responder pelos danos causados, sem necessidade de comprovação de culpa ou dolo. Disse, ainda, que o Detran demorou mais de dois meses para emitir o documento, sem justificativa plausível.</p>
<p>“No caso dos autos, cristalino o nexo causal entre o mau funcionamento dos serviços prestados pelo Detran-GO e o dano moral causado ao apelado, tendo em vista que o requerente, ora apelado, ficou impossibilitado de dirigir veículo por mais de dois meses, sob pena de incorrer na penalidade prevista no artigo 162, inciso V, do Código de Trânsito Brasileiro, fato que lhe causou transtornos familiares e no trabalho”, afirmou o desembargador.</p>
<p>Dessa forma, o magistrado disse que estão presentes, neste caso, os requisitos que compõem o instituto da responsabilidade objetiva dos entes públicos, sendo inegável o sofrimento, a angústia, o desconforto e o prejuízo ocasionado, garantindo reparação à vítima. Votaram com o relator, a desembargadora Sandra Regina Teodoro Reis e o desembargador Jeová Sardinha de Moraes.<a href="http://www.tjgo.jus.br/images/docs/ccs/DetranCNH.PDF"> Veja a decisão</a>. <em>(Texto: Gustavo Paiva – Centro de Comunicação Social do TJGO)</em></p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.tjgo.jus.br/index.php/home/imprensa/noticias/161-destaque1/15672-detran-e-condenado-a-pagar-indenizacao-por-demora-em-emissao-de-cnh" target="_blank" rel="noopener">TJGO</a></p>
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		<title>Pedestre também é responsável pela segurança do trânsito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2017 16:49:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como condutores de veículos motorizados e ciclistas, o pedestre também tem direitos e deveres no trânsito. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê uma série de regras com o intuito de garantir a segurança de quem é a parte mais frágil no trânsito, o pedestre. A condição de se locomover a pé é o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como condutores de veículos motorizados e ciclistas, o pedestre também tem direitos e deveres no trânsito. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê uma série de regras com o intuito de garantir a segurança de quem é a parte mais frágil no trânsito, o pedestre.<br />
A condição de se locomover a pé é o que caracteriza o pedestre, o que significa que todos em algum momento se colocam nessa posição, já que, quando uma pessoa sai do seu veículo e caminha pelas vias, automaticamente se torna pedestre.</p>
<p>Para garantir a própria segurança e evitar os riscos no dia a dia, os pedestres devem cumprir responsabilidades. Dessa forma é fundamental estar sempre atento nas vias, além de ver e ser visto pelos demais participantes do trânsito.<br />
Utilizar a faixa de travessia é essencial para segurança do pedestre, além de evitar atravessar em trechos com curvas ou pela frente de ônibus em pontos de paradas, ao cruzar uma rua o pedestre nunca deve sair detrás de árvores ou outros objetos que dificultem a visão por parte dos motoristas.</p>
<blockquote><p>“Em faixas de travessia sem semáforo é importante pedir passagem sinalizando com a mão. Esse é um gesto que além de facilitar a travessia, estimula que os motoristas contribuam com um trânsito mais cordial, respeitando o mais fraco na mobilidade urbana: o pedestre” ressalta a coordenadora de Educação de Trânsito do Detran, Geny Polanco.</p></blockquote>
<p>Em locais em que houver passagem sinalizada, é obrigação do pedestre obedecer à sinalização dos semáforos. Já em locais sem faixas de travessia ou semáforos, deve-se guardar a passagem do veículo ou que ele pare. O cruzamento de uma calçada à outra deve ser feito em sentido reto e sem correr.<br />
“De acordo com a legislação de trânsito quem está a pé, tem prioridade sobre os veículos, desse modo os motoristas devem cumprir seu papel, tomando atitudes gentis e pacientes no trânsito” enfatiza Geny Polanco.<br />
Pedestre também comete infração de trânsito<br />
Segundo o do Artigo 254 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) o pedestre também comete infrações passíveis de sanções. A legislação diz que o pedestre que comete infrações deve receber multa de 50% do valor da infração de natureza leve, ou seja, cerca de R$ 44 reais. Porém, não existe um sistema que possibilite a aplicação dessa prática.<br />
“Independente da não regulamentação das punições, os cidadãos devem ter consciência que essas regras existem parar garantir a segurança e que não respeitá-las coloca a vida de muitos em risco. Dessa forma ser um pedestre consciente faz diferença no trânsito.” ressalta Geny Polanco.</p>
<p>Fonte: http://www.agencia.ac.gov.br/pedestre-tambem-e-responsavel-pela-seguranca-do-transito/</p>
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		<title>Município terá de indenizar jovem que foi atropelado por ônibus escolar</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/municipio-tera-de-indenizar-jovem-que-foi-atropelado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2017 10:00:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os integrantes da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), por unanimidade, seguiram o voto do relator, o juiz substituto em segundo grau Roberto Horácio Rezende, para reformar a sentença do juízo de Senador Canedo. A decisão condenou o Município a indenizar Marcelo Rodrigues Matias em R$ 10 mil. Ele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os integrantes da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), por unanimidade, seguiram o voto do relator, o juiz substituto em segundo grau Roberto Horácio Rezende, para reformar a sentença do juízo de Senador Canedo. A decisão condenou o Município a indenizar Marcelo Rodrigues Matias em R$ 10 mil. Ele foi atropelado por um ônibus escolar e pisoteado por outras crianças, que tentaram se desviar do veículo.</p>
<p>Marcelo, quando tinha 9 anos de idade, aguardava, junto com outros alunos, o ônibus que faria o transporte para a rede municipal. Ao verem o ônibus, para garantir um lugar, as crianças saíram correndo ao seu encontro. O motorista, então, fez uma manobra de 360º e acabou atingindo Marcelo com a traseira do veículo, que caiu e foi pisoteado pelos colegas.</p>
<p>Marcelo sofreu disjunção de sínfise pubiana após ser pisoteado pelos colegas. Em virtude o ocorrido, ele acionou o Judiciário. O juiz de primeiro grau, no entanto, julgou improcedente o pedido por danos morais, entendendo que a conduta do motorista do ônibus não contribuiu para o desfecho do evento. Contudo, no TJGO, o entendimento foi diferente. Roberto Horácio Rezende afirmou que restou evidenciada a prova de que o motorista “agiu com evidente descuido e imprudência ao atingir a traseira do veículo na criança, que esperava para embarcar”.</p>
<p>O magistrado disse que as outras crianças só pisaram sobre o corpo de Marcelo porque ele estava caído, em decorrência da colisão com o ônibus. “Ou seja, a relação de causalidade está estabelecida entre a conduta imperita do motorista e a queda da criança, que teve o estado agravado pelo pisoteio”, informou.</p>
<p>Ademais, explicou que o município possui responsabilidade objetiva pelos danos causados por seus agentes, em respeito à norma insculpida no parágrafo 6º do artigo 37, da Constituição Federal, e que apesar de o transporte ser terceirizado, era oferecido sob o controle e fiscalização do Município de Senador Canedo. Portanto, para Roberto Horácio, restado evidenciada a prática de ato ilícito e o nexo de causalidade, configura-se o dever de indenizar.</p>
<h4><strong>Danos Materiais e Morais</strong></h4>
<p>Apesar de deferir os danos morais, o juiz substituto em segundo grau disse que Marcelo não comprovou quais seriam as verbas a serem ressarcidas a título de danos materiais, devendo ela só ser fixada quando houver comprovação dos prejuízos suportados pela parte.</p>
<p>Quanto aos danos morais, elucidou que ele “deve se orientar pelos princípios da razoabilidade e proporcionalidade, observando a posição social do ofensor e do ofendido, a intensidade do ânimo de ofender, a gravidade e a repercussão da ofensa, de forma que não se estimule o lesante a praticar nova ofensa ao direito do autor”. Assim, levando em consideração a gravidade do fato e os efeitos gerados por ele, considerou a quantia de R$ 10 mil suficiente para compensar os danos sofridos.</p>
<p>Votaram com o relator, os desembargadores Francisco Vildon José Valente e Olavo Junqueira de Andrade. <a href="http://www.tjgo.jus.br/images/onibusescolar.PDF">Veja a decisão</a>. <em>(Texto: Gustavo Paiva – Centro de Comunicação Social do TJGO)</em></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.tjgo.jus.br/index.php/home/imprensa/noticias/161-destaque1/15464-municipio-tera-de-indenizar-jovem-que-foi-atropelado-por-onibus-escolar-quando-crianca" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TJGO</a></p>
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		<item>
		<title>STJ reduz dano moral que montadora pagará por airbag acionado indevidamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2017 00:41:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após longa discussão, a 3ª turma do STJ reduziu o valor do dano moral devido a um desembargador aposentado que sofreu graves lesões ao ser atingido pelo airbag do carro em acidente de trânsito. O autor da ação narrou que trafegava em avenida de Florianópolis, e ao desviar de um pedestre, colidiu com um poste. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Após longa discussão, a 3ª turma do STJ reduziu o valor do dano moral devido a um desembargador aposentado que sofreu graves lesões ao ser atingido pelo airbag do carro em acidente de trânsito.</span></span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O autor da ação narrou que trafegava em avenida de Florianópolis, e ao desviar de um pedestre, colidiu com um poste. Segundo ele, mesmo em baixa velocidade e usando cinto de segurança, o airbag do carro foi acionado, causando-lhe uma série de danos no rosto, com a perda quase total da visão, tendo que passar por várias cirurgias no olho afetado.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">A relatora do recurso, ministra Nancy Andrighi, votou por manter o acórdão condenatório contra a montadora, destacando que “apesar da alegação da recorrente de que o airbag não é projetado para evitar ferimentos, e sim projetado para tentar evitar o pior”, a própria ré admitiu que a situação teria “sabor excepcional”.</span></span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“<em>O fato da utilização do airbag como mecanismo de segurança de periculosidade inerente não autoriza que as montadoras de veículos se eximam da responsabilidade em ressarcir danos fora da normalidade do uso, e os riscos que razoavelmente dele se espera</em>.”</span></span></p>
</blockquote>
<h4 align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><strong>Redução do dano moral</strong></span></span></h4>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">O tópico que suscitou intenso debate na turma foi a fixação do dano moral ao desembargador. A ministra Nancy ressaltou ser “clara” a necessidade de se arbitrar valor proporcional, mas apontou que os R$ 140 mil fixados pelo TJ/SC chegariam hoje ao valor atualizado de cerca de R$ 550 mil, o que poderia revelar-se excessivo.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">“<em>Como é difícil essa fixação, corta o coração da gente. Mas eu quero ajuda, não quero essa dor sozinha</em>”, lamentou a relatora.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Após sugestões diversas de todos os ministros, eles acordaram com o valor de R$ 100 mil, com correção monetária a partir do acórdão do STJ e juros de mora a partir da data do evento danoso, que foi agosto de 2007.</span></span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><u>Processo relacionado</u>: <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI259273,51045-STJ+reduz+dano+moral+que+montadora+pagara+por+airbag+acionado" target="_self" rel="noopener">REsp 1.656.614</a></span></div>
</li>
</ul>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI259273,51045-STJ+reduz+dano+moral+que+montadora+pagara+por+airbag+acionado" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Migalhas</a></p>
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		<item>
		<title>Motorista que passava por praça de pedágio sem pagar é condenado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 May 2017 20:28:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O motorista goiano Gleideson Calastro Magalhães, dono de um caminhão modelo T112, terá de pagar R$ 7.978 à Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S/A, que administra a BR-116, no trecho que liga os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Ele evadiu das praças de pedágio por 237 vezes entre agosto de 2011 e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O motorista goiano Gleideson Calastro Magalhães, dono de um caminhão modelo T112, terá de pagar R$ 7.978 à Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S/A, que administra a BR-116, no trecho que liga os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Ele evadiu das praças de pedágio por 237 vezes entre agosto de 2011 e dezembro de 2012 sem pagar. A decisão é da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) que, por unanimidade, seguiu voto do relator, desembargador Olavo Junqueira de Andrade.</p>
<p>Segundo consta dos autos, o método utilizado pelo motorista para atravessar as praças de pedágio foi transpor a cancela da praça atrás de outro veículo que passava pelo sistema sem parar (que é um serviço de pagamento eletrônico).</p>
<p>A concessionária alegou que as 237 vezes que o motorista não pagou o pedágio totalizaram um débito de R$ 7.980 e, por isso, ajuizou ação na comarca de Jaraguá, onde mora o dono do veículo. A placa do caminhão foi indentificada nas fotografias acostadas aos autos após consulta no Departamento Estadual de Trânsito (Detran).</p>
<p>A administradora da rodovia também pediu que fosse determinado ao motorista que deixe de repetir a prática, sob pena de multa, além de pedido para que Gelidson fosse condenado por eventuais evasões que viesse a praticar durante o trâmite processual.</p>
<p>A juíza Nina Sá Araújo, da 2ª Vara Cível e Fazendas Públicas de Jaraguá, acatou parcialmente os pedidos da concessionária e condenou Gleidson a pagar R$ 7.978 por atravessar a praça de pedágio sem pagamento. A magistrada estipulou multa em R$ 3 mil para o dono do caminhão, caso ele venha a ultrapassar a praça sem pagar novamente.</p>
<p>Todavia, a concessionária recorreu da decisão. Porém, ao analisar o caso, Olavo Junqueira salientou que “não há de se falar em possibilidade de se vislumbrar as consequências do ato pelo motorista por se enquadrar em evento futuro e incerto”, por isso, segundo disse, o pedido não merece ser acolhido. <a href="http://www.tjgo.jus.br/images/Motorista_que_passava_por_pra%C3%A7a_de_ped%C3%A1gio_sem_pagar_%C3%A9_condenado_em_R_7_mil.PDF">Veja decisão</a> <em>(Texto: João Messias &#8211; Estagiário do Centro de Comunicação Social do TJGO)</em></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.tjgo.jus.br/index.php/home/imprensa/noticias/119-tribunal/15316-motorista-que-passava-por-praca-de-pedagio-sem-pagar-e-condenado-em-r-7-mil" target="_blank" rel="noopener noreferrer">TJGO</a></p>
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