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	<title>Arquivos advogado rj - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 May 2019 12:52:48 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos advogado rj - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Condomínio não pode proibir animais sem risco à segurança e higiene, decide STJ</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/condominio-nao-pode-proibir-animais-sem-risco-a-seguranca-e-higiene-decide-stj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2019 12:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[condomínio]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convenção de condomínio não pode proibir animais de estimação que não afetem a segurança ou a higiene dos moradores. Com esse argumento, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça acolheu recurso de mulher que pretendia ter um gato em condomínio que não permitia que seus moradores tivessem animais de estimação. Venceu o voto do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Convenção de condomínio  não pode proibir <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/animais-de-estimacao-sao-alvos-de-disputa-na-justica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="animais de estimação (abre numa nova aba)">animais de estimação</a> que não afetem a segurança ou a  higiene dos moradores. Com esse argumento, a 3ª Turma do Superior  Tribunal de Justiça acolheu recurso de mulher que pretendia ter um gato  em condomínio que não permitia que seus moradores tivessem animais de  estimação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Venceu o voto do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. Segundo ele, 
nada no caso demonstrou que o gato atrapalhasse a harmonia dos 
moradores. O condomínio, segundo ele, sequer demonstrou razões concretas
 para a proibição. Cueva afirma que regras de condomínio que proíbam 
animais devem ser anuladas, a não ser em casos que não se 
preservem&nbsp;segurança,&nbsp;higiene, saúde e&nbsp;sossego coletivos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A morada
 venceu na primeira instância e perdeu na segunda. Em sua decisão, 
inclusive, o ministro Villas Bôas disse que a&nbsp;questão da permanência de 
animais em condomínio apresenta decisões diferentes&nbsp;nos tribunais de 
justiça e&nbsp;que isso merece análise mais aprofundada do&nbsp;Superior Tribunal 
de Justiça, para estabelecer as balizas para uniformizar o tratamento da
 interpretação da lei federal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>REsp 1.783.076</strong><br> <strong>Clique <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.conjur.com.br/dl/condominio-nao-proibir-animal-nao.pdf" target="_blank">aqui</a> para ler o voto do relator</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Conjur (abre numa nova aba)" href="https://www.conjur.com.br/2019-mai-14/condominio-nao-proibir-animais-risco-seguranca-higiene" target="_blank"><strong>Conjur</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto de Lei garante pagamento do adicional de 1/3 sobre férias vendidas</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/pagamento-do-adicional-de-1-3-sobre-ferias-vendidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2019 15:42:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[Abono]]></category>
		<category><![CDATA[Adicional]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[Férias Vendidas]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[PL 1140/19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentada pelo deputado Carlos Bezerra (MDB-MT), a proposta está em análise da Câmara dos Deputados. O Projeto de Lei 1140/19 prevê que o trabalhador que vender dez dias de férias receberá pagamento do adicional de 1/3 de abono referente a esse período. Apresentada pelo deputado Carlos Bezerra (MDB-MT), a proposta está em análise da Câmara [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Apresentada pelo deputado Carlos Bezerra (MDB-MT), a proposta está em análise da Câmara dos Deputados.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei 1140/19 prevê que o trabalhador que vender dez dias de férias receberá pagamento do adicional de 1/3 de abono referente a esse período. Apresentada pelo deputado Carlos Bezerra  (MDB-MT), a proposta está em análise da Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Consolidação das Leis do Trabalho</a>
 (CLT – 5.452/43) assegura ao empregado o direito de converter o 
correspondente a 10 dias de férias em abono pecuniário, mas sem a 
incidência do terço a mais previsto na <a href="https://juridmais.com.br/constituicao-federal-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Constituição</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O
 Tribunal Superior do Trabalho, em julgamento quanto à incidência de 1/3
 sobre o abono pecuário, em 2014, também foi contrário à concessão desse
 direito ao trabalhador.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Paralisação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O  projeto também prevê que o 1/3 adicional de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/ferias-fracionadas-antes-da-reforma-devem-ser-pagas-em-dobro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="férias (abre numa nova aba)">férias</a> seja pago nos casos  de paralisação total ou parcial da empresa por mais de 30 dias. Hoje a <a rel="noreferrer noopener" href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank">CLT</a>  veda o direito de férias ao empregado que deixar de trabalhar,  recebendo salário, por mais de 30 dias, em virtude de paralisação da  empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambas as 
medidas já constaram em projetos que tramitaram na Câmara (PLs 4705/12 e
 7989/14), apresentados pelo próprio Carlos Bezerra.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Tendo  em vista o arquivamento dos projetos e a manutenção do posicionamento  judicial divergente ou em contrário sobre as matérias, reapresentamos  nossas propostas para a análise nesta Casa”, afirma o parlamentar.</p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tramitação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A
 proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de 
Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e 
Justiça e de Cidadania.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>ÍNTEGRA DA PROPOSTA:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a rel="noreferrer noopener" href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2193157" target="_blank">PL-1140/2019</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/projeto-de-lei-garante-pagamento-do-adicional-de-13-sobre-ferias-vendidas" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anulada multa de motorista que se recusou a fazer teste do bafômetro</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/anulada-multa-de-motorista-que-se-recusou-a-fazer-teste-do-bafometro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 21:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[bafômetro]]></category>
		<category><![CDATA[Detran]]></category>
		<category><![CDATA[lei seca]]></category>
		<category><![CDATA[motorista]]></category>
		<category><![CDATA[Multa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Houve falta de complementação de dados sobre sinais de comprometimento da capacidade do condutor. A juíza de Direito Lucilene Aparecida Canella de Melo, do Juizado Especial da Fazenda Pública de Ribeirão Preto/SP, julgou procedente ação de um motorista que buscava anular multa por ter se recusado a fazer o teste do bafômetro. A magistrada entendeu que houve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"> Houve falta de complementação de dados sobre sinais de comprometimento da capacidade do condutor. </h3>



<p class="wp-block-paragraph"> A juíza de Direito Lucilene Aparecida Canella de Melo, do Juizado Especial da Fazenda Pública de Ribeirão Preto/SP, julgou procedente ação de um <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/limite-de-pontos-para-suspender-cnh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="motorista  (abre numa nova aba)">motorista </a>que buscava anular multa por ter se recusado a fazer o teste do bafômetro. A magistrada entendeu que houve falta de complementação de dados referentes a sinais de comprometimento da capacidade psicomotora do condutor. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O motorista ajuizou ação contra o <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/detran-e-condenado-a-indenizar-motorista-que-teve-carro-apreendido-e-leiloado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Detran (abre numa nova aba)">Detran</a>/SP e contra o DER alegando que a mera recusa ao teste do bafômetro não poderia jamais ensejar o seu enquadramento na norma que dispõe sobre infração de quem dirige sob efeito de álcool.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a juíza verificou que a lei&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13281.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">13.281/16</a>&nbsp;trouxe novas disposições para o&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13281.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CTB</a>e que a recusa do condutor em realizar o teste se deu antes da vigência da nova lei. A legislação que valia à época do auto de infração tratava não da imposição de sanções pela mera recusa, mas, sim, pela possibilidade de indicação, pela autoridade, de outras condições que permitissem concluir pelo uso de álcool ou outra substância psicoativa causadora de dependência pelo condutor do veículo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, ela entendeu que deve ser invalidado o auto de infração por falta de complementação de dados referentes a sinais de comprometimento da capacidade psicomotora do condutor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A causa foi patrocinada pelos advogados Luiz Carlos Brisotti, Carlos André Benzi Gil e Marcelo Stocco.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Processo:&nbsp;<a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/show.do?processo.foro=506&amp;processo.codigo=E2000BJIN0000" target="_blank" rel="noreferrer noopener">1027825-43.2017.8.26.0506</a></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2019/4/art20190426-08.pdf" target="_blank">íntegra</a>&nbsp;da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Migalhas (abre numa nova aba)" href="https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI301248,51045-Anulada+multa+de+motorista+que+se+recusou+a+fazer+teste+do+bafometro" target="_blank"><strong>Migalhas</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/anulada-multa-de-motorista-que-se-recusou-a-fazer-teste-do-bafometro/">Anulada multa de motorista que se recusou a fazer teste do bafômetro</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo propõe limite de 40 pontos para suspender carteira de motorista</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/limite-de-pontos-para-suspender-cnh/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2019 11:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[CNH]]></category>
		<category><![CDATA[Detran RJ]]></category>
		<category><![CDATA[suspensão CNH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de dobrar limite de pontos que tiram direito de motorista dirigir, a proposta passa de 5 para 10 anos o prazo de renovação da CNH Parte de um pacote de medidas que têm dividido opiniões de especialistas e motoristas, um projeto de lei, que prevê a ampliação de 20 para 40 pontos o limite [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Além de dobrar limite de pontos que tiram direito de motorista dirigir, a proposta passa de 5 para 10 anos o prazo de renovação da CNH </h4>



<p class="wp-block-paragraph">Parte de um pacote de medidas que têm dividido opiniões de especialistas e <a rel="noreferrer noopener" aria-label="motoristas (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/detran-e-condenado-a-indenizar-motorista-que-teve-carro-apreendido-e-leiloado/" target="_blank">motoristas</a>, um projeto de lei, que prevê a ampliação de 20 para 40 pontos o limite exigido para a <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/suspensao-do-direito-de-dirigir-entenda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="suspensão  (abre numa nova aba)">suspensão </a>da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), será enviado pelo governo federal ao Congresso Nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto, que já está pronto e que esta semana segue para análise do presidente Jair Bolsonaro, também dobra o prazo de renovação da CNH. O período, que hoje é a cada cinco anos, passaria para a cada 10 anos, caso aprovado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O envio do texto do projeto foi anunciado pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas.<br>Ampliar o limite de pontos na <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/devedor-tera-cnh-apreendida-ate-quitar-divida/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Carteira de Habilitação (abre numa nova aba)">Carteira de Habilitação</a> já era um projeto de Bolsonaro em 2011, quando ele era deputado federal. O projeto de lei acabou não avançando, mas a ideia voltou à tona quando ele assumiu a Presidência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para alguns especialistas, essa proposta pode trazer mais insegurança ao trânsito. Segundo o ministro Freitas, os estudos que embasam essas medidas foram concluídos e a proposta exige alteração de dois artigos do Código Nacional de Trânsito. “A intenção é ampliar a validade de cinco para 10 anos até o condutor concluir 50 anos, salvo casos específicos”, disse Tarcísio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro disse, ainda, que pretende dobrar o limite de pontos para uma carteira de habilitação ser suspensa e também quer reduzir o número de instância de recurso nos processos administrativos que envolvem infrações gravíssimas (suspensão direta). Hoje, os recursos passam por até seis instâncias. Com o projeto, serão somente três.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro, a ideia é agilizar a punição às “condutas mais perigosas e aliviar a vida do condutor</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também está em estudo a redução do preço para a expedição das carteiras. Hoje, segundo os técnicos do ministério, a primeira habilitação sai por cerca de R$ 2.500. Para motoristas profissionais, esse custo é ainda mais elevado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 37 mil pessoas morrem no trânsito brasileiro anualmente. O número equivale a uma morte a cada 12 minutos ou à queda de um avião a jato lotado a cada dois dias.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entenda as propostas&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, anunciou que o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) irá enviar ainda esta semana ao Palácio do Planalto uma proposta de projeto de lei que prevê duas alterações no Código de Trânsito Brasileiro: o aumento do tempo de renovação da carteira de habilitação e o aumento da quantidade de pontos para perda da CNH pelo condutor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto está pronto e, após análise do presidente Jair Bolsonaro, deverá seguir para o Congresso Nacional, ainda sem prazo definido para acontecer.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Limite de pontos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Como é hoje</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A suspensão do direito de dirigir pode variar por um período entre seis meses e um ano. Ela pode ser aplicada em duas situações.&nbsp;<strong>Por pontuação</strong>, que é&nbsp;quando o infrator atinge a contagem de 20 pontos no período de 12 meses, somando todas as infrações cometidas ou por&nbsp;<strong>infração gravíssima,</strong>&nbsp;quando o condutor comete uma infração desse tipo, como, por exemplo, dirigir sob a influência de álcool ou drogas, não usar o cinto de segurança ou exceder a velocidade acima de 50% do permitido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Como ficaria</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso da suspensão por pontuação, a proposta do Denatran é aumentar de 20 para 40 pontos. Já em casos por infração, a proposta prevê maior rapidez nos processos administrativos referentes às infrações graves e gravíssimas que tramitam nos Detrans.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o governo federal, hoje, o processo chega a passar por seis instâncias. Com a proposta, ela cairia para três instâncias. Para o governo, a proposta endurece as penalidades referentes às condutas mais perigosas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Renovação da carteira</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como é hoje</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os motoristas entre 18 e 65 anos precisam renovar a carteira de habilitação a cada cinco anos. Já pessoas após essa faixa etária, devem renovar a cada três anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Como ficaria</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao tempo do exame de aptidão física e mental para renovação da carteira de motorista, a proposta é ampliar para 10 anos, até os 50 anos de idade do condutor. A exceção são os casos específicos em que houver indícios de deficiência física, mental ou de progressividade de doença que possa diminuir a capacidade para condução do veículo, o que já é previsto atualmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Tribuna Online (abre numa nova aba)" href="https://tribunaonline.com.br/governo-propoe-limite-de-40-pontos-para-suspender-carteira-de-motorista" target="_blank"><strong>Tribuna Online</strong></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pensão entre ex-cônjuges exige previsão expressa no acordo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/pensao-ex-conuges/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/pensao-ex-conuges/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2019 13:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[Divorcio]]></category>
		<category><![CDATA[ex-companheira]]></category>
		<category><![CDATA[ex-cônjuge]]></category>
		<category><![CDATA[pensão]]></category>
		<category><![CDATA[pensão alimenticia]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O juiz não pode determinar, de ofício, a atualização monetária automática da pensão alimentícia negociada entre ex-cônjuges, se essa correção não foi prevista no acordo. Com base nesse entendimento, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo que negou o pedido de correção do valor [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/pensao-ex-conuges/">Pensão entre ex-cônjuges exige previsão expressa no acordo</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O juiz não pode determinar, de ofício, a atualização monetária automática da <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/participacao-nos-lucros-nao-entra-no-calculo-da-pensao-alimenticia-decide-terceira-turma/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="pensão alimentícia (abre numa nova aba)">pensão alimentícia</a> negociada entre <a rel="noreferrer noopener" aria-label="ex-cônjuges (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/guarda-compartilhada-x-guarda-alternada/" target="_blank">ex-cônjuges</a>, se essa correção não foi prevista no acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nesse entendimento, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo que negou o pedido de correção do valor da pensão por falta de previsão no acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso apresentado ao <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/stj-diz-que-herdeiros-devem-pagar-emprestimo-consignado-de-falecido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="STJ (abre numa nova aba)">STJ</a>, uma das partes sustentou que a correção monetária anual da pensão alimentícia decorreria de expressa previsão legal. O recorrente acrescentou que, por decorrer diretamente da lei, a determinação de correção da pensão pelo juízo, de ofício, não seria decisão <em>extra petita</em> (fora do pedido), mas tão somente o deferimento de pedido implícito.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Contrato</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relator, ministro Marco Aurélio Bellizze, a atualização monetária de obrigações contratuais deve ser feita de acordo com a&nbsp;<strong><a target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10192.htm" rel="noreferrer noopener">Lei 10.192/2001</a></strong>, que expressamente afasta a incidência automática da correção e restringe essa possibilidade às prestações de trato sucessivo com prazo superior a um ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bellizze citou precedentes do STJ mostrando que os acordos firmados voluntariamente entre ex-cônjuges, por se encontrarem na esfera de sua estrita disponibilidade, devem ser considerados como verdadeiros contratos, cuja validade e eficácia dependem exclusivamente da higidez da manifestação de vontade das partes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Reconhecendo-se a natureza consensual do acordo que estabelece a obrigação alimentar entre ex-cônjuges, a incidência de correção monetária para atualização da obrigação ao longo do tempo deve estar expressamente prevista no contrato”, afirmou.</p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Omissão</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O relator ressalvou que, embora a atualização monetária da obrigação alimentar firmada judicialmente seja legalmente determinada por “índice oficial”, a ausência dessa previsão no acordo firmado entre as partes afasta a possibilidade de atualização automática do débito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, segundo Bellizze, é necessário fazer uma interpretação sistemática e harmônica entre a regra prevista no artigo&nbsp;<strong><a target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10406.htm#art1710" rel="noreferrer noopener">1.710</a></strong>&nbsp;do Código Civil – de que as prestações alimentícias, de qualquer natureza, serão atualizadas segundo índice oficial regularmente estabelecido – e a disposição específica acerca da correção monetária (<strong><a target="_blank" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10192.htm" rel="noreferrer noopener">artigo 1º</a></strong>&nbsp;da Lei 10.192/2001).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Na hipótese de omissão quanto a essa exigência de prévia e expressa deliberação, a solução não poderá ser idêntica para os casos de obrigações contratuais e judiciais, uma vez que a regra específica para cada uma delas, extraída da legislação nacional, é diametralmente oposta. Assim é que, uma vez silente o contrato quanto à incidência de correção monetária para a apuração do <em>quantum</em> devido, o valor da obrigação se mantém pelo valor histórico. Por outro lado, silente a decisão judicial quanto ao índice aplicável, deverá a prestação ser corrigida, mantendo-se atualizado o valor historicamente fixado”, observou.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro explicou ainda que a pensão alimentícia não paga no prazo está sujeita à imposição da correção monetária, a qual deve incidir desde a data do vencimento da obrigação, por força da responsabilização do devedor pelos danos decorrentes de sua mora ou seu inadimplemento, conforme preceitua o artigo 395 do Código Civil de 2002.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O número deste processo não é divulgado em razão de segredo judicial.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="STJ (abre numa nova aba)" href="http://www.stj.jus.br/sites/STJ/default/pt_BR/Comunica%C3%A7%C3%A3o/noticias/Not%C3%ADcias/Atualiza%C3%A7%C3%A3o-monet%C3%A1ria-de-pens%C3%A3o-entre-ex%E2%80%93c%C3%B4njuges-exige-previs%C3%A3o-expressa-no-acordo" target="_blank"><strong>STJ</strong></a></p>
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		<title>Trabalhador que acumulou duas funções e sofreu assédio moral será indenizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2018 22:34:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[assédio moral]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Segunda Turma do TRT11 considerou comprovadas as alegações do autor Um ex-funcionário da empresa Metalfino da Amazônia Ltda. que comprovou ter acumulado duas funções durante quase quatro anos e sofrido assédio moral ao longo do vínculo empregatício vai receber diferenças salariais do período pleiteado e R$ 10 mil de indenização por danos morais. Por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Segunda Turma do TRT11 considerou comprovadas as alegações do autor</strong></p>
<p>Um ex-funcionário da empresa Metalfino da Amazônia Ltda. que comprovou ter acumulado duas funções durante quase quatro anos e sofrido assédio moral ao longo do vínculo empregatício vai receber diferenças salariais do período pleiteado e R$ 10 mil de indenização por danos morais.<br />
Por unanimidade, a Segunda Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região &#8211; AM/RR (TRT11) acompanhou o voto da desembargadora Ruth Barbosa Sampaio para acolher em parte os argumentos recursais do trabalhador e rejeitar o recurso da empresa.<br />
Conforme a decisão colegiada ainda passível de recurso, que reformou parcialmente a sentença, o reclamante vai receber plus salarial de 40% referente ao período de 13 de agosto de 2012 a 27 de maio de 2016. Na primeira instância, o acúmulo das funções de encarregado de ferramentaria e supervisor havia sido reconhecido somente a partir de outubro de 2015.<br />
Na reclamação trabalhista, o autor narrou que foi contratado como torneiro mecânico em junho de 1997 e, após algumas promoções, passou a exercer a função de encarregado de ferramentaria B até ser demitido sem justa causa após 19 anos de serviço.<br />
Além do exercício acumulado de duas funções a partir de agosto de 2012, sem o acréscimo salarial equivalente, ele alegou que sofria cobranças ofensivas por parte dos diretores da empresa, que o tratavam aos gritos e o expunham a humilhações diante de seus colegas.</p>
<h3><strong>Acúmulo de função</strong></h3>
<p>Nos termos do voto da relatora, o colegiado considerou que as provas dos autos confirmam as alegações do autor quanto ao acúmulo de função durante o período pleiteado. Conformes relatórios para aquisição de materiais denominados &#8220;ringi-sho&#8221;, anexados aos autos e destacados durante o julgamento, consta expressamente que o empregado ocupava o cargo de supervisor, embora também atuasse como encarregado de ferramentaria e recebesse somente o salário desta função.<br />
A desembargadora Ruth Barbosa Sampaio explicou que as provas testemunhais confirmam do mesmo modo os fatos constitutivos do direito do autor. Apesar de a testemunha arrolada pela empresa afirmar que o funcionário sempre exerceu a função de encarregado de ferramentaria, a relatora enfatizou o trecho do depoimento no qual ela admitiu que o relatório intitulado &#8220;ringi-sho&#8221; somente poderia ser assinado por detentores de altos cargos na empresa (supervisor, gerente, diretores e presidente), o que também foi confirmado no depoimento da testemunha arrolada pelo reclamante.<br />
Os desembargadores da Segunda Turma entenderam que o conjunto probatório comprova que o reclamante passou a exercer um dos mais altos cargos da empresa a partir de agosto de 2012, com elevadas carga de responsabilidade e quantidade de tarefas. Em decorrência, a Turma Julgadora manteve o percentual deferido na sentença, por entendê-lo condizente com a situação fática demonstrada nos autos.<br />
Os cálculos das diferenças salariais serão realizados após a expiração de todos os prazos recursais, no percentual de 40% sobre o salário recebido pelo autor (R$ 8.682,39) com reflexos sobre aviso prévio, 13º salário, férias e FGTS.</p>
<h3><strong>Assédio moral</strong></h3>
<p>Na sessão de julgamento, a desembargadora Ruth Barbosa Sampaio explicou que assédio moral é a conduta abusiva, de cunho psicológico, que atenta contra a dignidade psíquica do indivíduo de forma reiterada, causando-lhe a sensação de exclusão do ambiente e do convívio social.<br />
Ela considerou comprovado durante a instrução processual que o reclamante foi submetido a uma série de situações vexatórias na empresa. “A testemunha arrolada pelo reclamante foi enfática ao afirmar que presenciou várias vezes os diretores da ré tratarem o reclamante com gritos e xingamentos, de forma altamente agressiva”, destacou em seu voto.<br />
Além disso, a magistrada também salientou o depoimento da testemunha arrolada pela empresa, que apesar de afirmar nunca ter havido perseguição contra o autor, informou que já houve envolvimento do sindicato em razão das queixas de maus tratos sofridos pelos empregados da reclamada.<br />
Finalmente, foi indeferido apenas o pedido de honorários advocatícios formulado pelo autor porque a data de ajuizamento da ação é anterior à reforma trabalhista, razão pela qual se aplica o entendimento contido nas Súmulas 219 e 329 do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Para fazer jus à concessão dos honorários de advogado, ele deveria preencher dois requisitos: estar assistido pelo sindicato da categoria e ser beneficiário da justiça gratuita.</p>
<p>Processo nº 0000331-19.2017.5.11.0013</p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://portal.trt11.jus.br/index.php/comunicacao/noticias-lista/3540-trabalhador-que-acumulou-duas-funcoes-e-sofreu-assedio-moral-sera-indenizado" target="_blank" rel="noopener">TRT11</a></strong></p>
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		<title>STJ – Laboratório deverá fornecer tratamento a paciente que participou de testes com remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2018 19:52:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve acórdão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) que condenou o laboratório G. do Brasil Ltda. – e, de forma solidária, o Estado do Rio Grande do Sul – a fornecer o medicamento A. a uma paciente que participou de estudo com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve acórdão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) que condenou o laboratório G. do Brasil Ltda. – e, de forma solidária, o Estado do Rio Grande do Sul – a fornecer o medicamento A. a uma paciente que participou de estudo com a medicação no Hospital das Clínicas de Porto Alegre. O tratamento tem custo mensal estimado de R$ 20 mil.</p>
<p>De acordo com os autos, a paciente sofre de mucopolissacaridose, doença rara e progressiva. Em 2005, a autora foi voluntariamente submetida a estudo clínico promovido pelo laboratório para acesso experimental ao A., fármaco hoje registrado na Anvisa. O tratamento foi ministrado até 2007 pelo Hospital das Clínicas.</p>
<p>Na ação, a paciente alegou que não tem condições de custear o tratamento. Ela também ponderou que o remédio representa a única possibilidade de continuar viva com o mínimo de qualidade, em virtude dos graves problemas causados pela doença.</p>
<h3><strong>Contrato</strong></h3>
<p>Em primeiro grau, o laboratório e o Estado do Rio Grande do Sul foram condenados solidariamente a fornecer o tratamento. A sentença foi mantida pelo TJRS. Para o tribunal, no momento em que a autora consentiu em participar da pesquisa, firmou com a G. um contrato, o que gerou para a empresa a obrigação de prover o tratamento.</p>
<p>Em relação ao poder público, o TJRS entendeu que, no âmbito da saúde, a responsabilidade dos entes federativos é solidária e irrestrita.</p>
<p>Por meio de recurso dirigido ao STJ, o laboratório alegou que não seria parte legítima para compor a ação, pois, além de não ter patrocinado o estudo, o direito à saúde deveria ter sido exercitado contra o ente estadual. Já o Rio Grande do Sul defendeu que o laboratório teria obrigação exclusiva de fornecer a medicação após a conclusão do estudo farmacológico.</p>
<h3><strong>Legitimidade passiva</strong></h3>
<p>Segundo o relator dos recursos, ministro Og Fernandes, o TJRS considerou que, embora a causa de pedir contra o estado fosse diferente daquela lançada contra o laboratório, o objetivo final – o fornecimento de medicamento – era o mesmo. Para o tribunal gaúcho, a situação dos autos está relacionada com a saúde pública, na medida em que se trata de um laboratório que promoveu experiências temporárias com um grupo de pacientes.</p>
<p>“Dessa leitura, extrai-se que o pedido da ação é o de fornecimento do fármaco. A causa de pedir, conforme o aresto, é uma para o estado e outra para o particular. A deste último é o contrato para a participação em pesquisa que, de todo modo, interessa à saúde pública”, apontou o relator.</p>
<p>Estabelecido, pela instância de origem, o vínculo jurídico entre o laboratório e a autora, o julgado afirmou a impossibilidade de se negar a legitimidade passiva da empresa sem o reexame de fatos e provas, providência inadmitida em recurso especial, nos termos da <a href="http://www.stj.jus.br/SCON/sumanot/toc.jsp?livre=(sumula%20adj1%20%277%27).sub." target="_blank" rel="noopener">Súmula 7</a> do STJ.</p>
<p>Além disso, em relação à tese do Estado do Rio Grande do Sul no sentido de que o laboratório, condutor da pesquisa realizada pelo Hospital das Clínicas, comprometeu-se a fornecer exclusivamente o tratamento, Og Fernandes apontou que a análise do argumento esbarraria no mesmo óbice, bem como na vedação constante da <a href="http://www.stj.jus.br/SCON/sumanot/toc.jsp?livre=(sumula%20adj1%20%275%27).sub." target="_blank" rel="noopener">Súmula 5</a>.</p>
<p>O ministro destacou ainda a possibilidade de o Estado se ressarcir de eventual despesa mediante ação de regresso.</p>
<p>Leia os acórdãos nos recursos do <a href="https://ww2.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ITA&amp;sequencial=1754422&amp;num_registro=201602774637&amp;data=20180926&amp;formato=PDF" target="_blank" rel="noopener">laboratório</a> e do <a href="https://ww2.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ITA&amp;sequencial=1754425&amp;num_registro=201602774637&amp;data=20180926&amp;formato=PDF" target="_blank" rel="noopener">Estado do Rio Grande do Sul</a>.</p>
<p>Processo: AREsp 1003212</p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/stj-laboratorio-devera-fornecer-tratamento-paciente-que-participou-de-testes-com-remedio/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></strong></p>
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		<title>Passageiro será indenizado por atraso em viagem de ônibus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Aug 2018 16:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consumidor receberá R$ 1 mil por danos morais após atraso de mais de três horas. O juiz de Direito Rubens Hideo Arai, da 1ª vara do Juizado Especial Cível de SP, condenou uma viação a indenizar em R$ 1 mil, por danos morais, um passageiro que chegou ao destino com mais de três horas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consumidor receberá R$ 1 mil por danos morais após atraso de mais de três horas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz de Direito Rubens Hideo Arai, da 1ª vara do Juizado Especial Cível de SP, condenou uma viação a indenizar em R$ 1 mil, por danos morais, um passageiro que chegou ao destino com mais de três horas de atraso, passando por diversos transtornos durante a viagem. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os autos, o passageiro dquiriu passagem de ônibus interestadual, partindo de São Paulo/SP, no dia 18/12/17 às 15h45 horas, com destino à Realeza/MG. No entanto, na hora marcada, não conseguiu embarcar em razão do tumulto causado pelo excesso de passageiros, constatando-se a venda de passagens acima da capacidade do veículo (“overbooking”).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi providenciado um ônibus reserva, que partiu com cerca de 2h45 de atraso. O ônibus reserva estava em más condições, chegou a quebrar e o autor foi obrigado a mudar para outro ônibus em Volta Redonda/RJ. Em razão de tais percalços, chegou ao destino com cerca de 3h20 de atraso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o magistrado, a empresa apenas alegou a impossibilidade de venda de passagens em duplicidade, e que tudo transcorreu em normalidade. No entanto, apesar de terem sido informados na inicial os prefixos de todos os veículos envolvidos, não impugnou especificamente a alegação de que a saída destes do terminal se deu com atraso em relação ao horário contratado, instruindo a sua defesa com cópia dos respectivos discos de tacógrafo e/ou do relatório do sistema de rastreamento, a fim de comprovar a regularidade do serviço prestado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o juiz, independentemente da discussão acerca da ocorrência ou não de overbooking, restou incontroverso nos autos que a ré iniciou o transporte do autor com atraso de 2h45 em relação ao horário inserto no bilhete, sem qualquer comprovação de caso fortuito ou força maior, sendo patente, portanto, a falha na prestação do serviço.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Neste particular, cumpre ressaltar que a responsabilidade do transportador é objetiva, e, sendo o transporte um contrato de adesão, basta que a vítima prove somente dois requisitos para que haja a configuração do inadimplemento contratual: fato do transporte e o dano.”</em></p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz pontuou que o mero inadimplemento contratual não enseja dano moral. Contudo, no caso dos autos, à vista de todas as circunstâncias, segundo ele, “tem-se caracterizado abalo à honra subjetiva do autor, a merecer a correspondente reparação.” </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Com efeito, a frustração gerada pelo impedimento em embarcar no horário esperado, resultando em tumulto e confusão generalizada, exclusivamente em razão da desorganização da empresa ré, sem qualquer suporte ou compensação por parte desta pelo atraso de quase três horas, configura grave desrespeito para com o consumidor, efetivamente capaz de causar raiva, humilhação, revolta e indignação, o que ultrapassa o mero aborrecimento, passando ao dano moral.</em>”</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Desta forma, o magistrado condenou a empresa ao pagamento do dano moral, arbitrando a indenização pelos danos morais no montante de R$ 1 mil. Iniciado o cumprimento de sentença, a empresa não efetuou o pagamento voluntário, de modo que iniciou o cumprimento forçado. Foi penhorado na conta da empresa, por meio do sistema Bacenjud, valor suficiente para garantir a execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa apresentou embargos à execução, alegando, em suma, que está em recuperação judicial e o crédito deveria ser remetido ao juiz universal da falência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os embargos foram julgados improcedentes com base nos seguintes argumentos: (i) porque se cuida de crédito não sujeito à recuperação (porquanto posterior ao pedido), (ii) porque a constrição não incidiu sobre bem de capital, e (iii) porque a contrição incidiu sobre montante ínfimo (de pouco mais de mil reais), a revelar sua irrelevância para o sucesso da recuperação, tem-se que não é necessário submeter o ato de penhora ao juízo da recuperação, inexistindo notícia, ademais, que ele tenha deliberado especificamente sobre o dinheiro bloqueado nestes autos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O escritório <strong>Piza Advogados Associados</strong> representou o passageiro no caso. </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Processo: 1001283-14.2018.8.26.0001</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-49861-passageiro-sera-indenizado-por-atraso-em-viagem-onibus" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
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		<item>
		<title>TJMG – Operadora de plano de saúde deve indenizar segurada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 20:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por ter se negado a custear tratamento médico recomendado a uma segurada, a U. Uberaba deverá indenizá-la em R$ 10 mil por danos morais. A decisão é da 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e reformou parcialmente sentença da Comarca de Uberaba. Para o Tribunal, a negativa indevida de cobertura [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Por ter se negado a custear tratamento médico recomendado a uma segurada, a U. Uberaba deverá indenizá-la em R$ 10 mil por danos morais. A decisão é da 16ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e reformou parcialmente sentença da Comarca de Uberaba. Para o Tribunal, a negativa indevida de cobertura de procedimentos médicos pela operadora de plano de saúde gera dano moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeira instância, a U. Uberaba foi condenada a fornecer à paciente o medicamento indicado ao seu tratamento e a pagar-lhe R$ 8 mil pelo dano moral. Ambas as partes recorreram da decisão. A segurada questionou o valor da indenização e requereu o aumento da quantia. Já a U. Uberaba alegou que o medicamento em discussão possui caráter experimental, o que afasta o dever de fornecê-lo, pois está ausente o requisito da segurança no tratamento médico. Sustentou que o fornecimento de tratamento diverso daquele previsto pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANSS) não deve ser considerado direito do segurado frente ao plano de saúde. Pediu ainda o afastamento do dano moral, por ausência de lesão à personalidade da autora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segurada submeteu-se à retirada da glândula tireoide, em razão de diagnóstico de câncer, e necessitava completar seu tratamento com administração de iodo-131, que exige alto nível de TSH. Para isso, conforme relatório médico, era necessário retirar o hormônio tireoidiano ou administrar TSH recombinante (Thyrogen), procedimento indicado pelo médico responsável. No entanto, a U. Uberaba negou-se a custear o tratamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fundamento</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu voto, o relator, desembargador Ramom Tácio, ressaltou que, em se tratando de contrato de plano de saúde, a interpretação sobre a cobertura de determinado procedimento, exame ou tratamento deve ser realizada à luz do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8078.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código de Defesa do Consumidor</a>, já que as operadoras de planos de saúde enquadram-se no conceito de fornecedor, sendo seus usuários considerados consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator, a recusa é indevida, porque o entendimento jurisprudencial dominante é que, se o tratamento tiver sido indicado e prescrito pelo médico assistente como o mais adequado à solução do caso, desde que não tenha sido excluído expressamente do contrato, deverá a operadora de plano de saúde proceder à sua cobertura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado destacou ainda que o Superior Tribunal de Justiça consolidou o entendimento de que os planos de saúde podem, por expressa disposição contratual, restringir as enfermidades a serem cobertas, mas não podem limitar o tratamento, a utilização de prótese ou procedimento escolhido pelo médico como o mais adequado à preservação da integridade física do paciente. No caso, argumentou, o relatório médico mostrava que o medicamento era adequado ao tratamento da segurada, uma vez que favorece sua qualidade de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado ressaltou que o tratamento não possui caráter experimental, tendo previsão de cobertura obrigatória no rol da ANSS, o que gera obrigatoriedade de seu fornecimento pelas operadoras dos planos de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a ocorrência de dano moral, o magistrado entendeu que não há o que se questionar, uma vez que a operadora negou à segurada o custeio do procedimento. Ele aumentou o valor da indenização para R$ 10 mil, considerando-o mais adequado às peculiaridades do caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanharam o voto do relator os desembargadores Marcos Henrique Caldeira Brant e Otávio de Abreu Portes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Processo: 0017557-38.2016.8.13.0701</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjmg-operadora-de-plano-de-saude-deve-indenizar-segurada/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></strong></p>
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		<title>Segurado pode mover ação por atraso em aposentadoria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 02:07:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhador precisa comprovar prejuízo por demora na concessão do benefício Rio &#8211; A demora na concessão de aposentadoria por tempo de contribuição pelo INSS pode render um dinheiro a mais para os trabalhadores que amargam longa espera. O prazo previsto em lei para liberação é de 45 dias e caso não haja cumprimento do tempo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph" style="color:#6f6f6f"><strong>Trabalhador precisa comprovar prejuízo por demora na concessão do benefício</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i2.wp.com/costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/08/1_previdencia_social_fachada_330652-6227669.jpg?fit=500%2C336" alt="" class="wp-image-4088" width="500" height="336" srcset="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/08/1_previdencia_social_fachada_330652-6227669.jpg 700w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/08/1_previdencia_social_fachada_330652-6227669-300x201.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Rio &#8211; A demora na concessão de aposentadoria por tempo de contribuição pelo INSS pode render um dinheiro a mais para os trabalhadores que amargam longa espera. O prazo previsto em lei para liberação é de 45 dias e caso não haja cumprimento do tempo e provoque prejuízo financeiro, o segurado tem como mover ação judicial por danos morais, dizem especialistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O INSS tem 45 dias para dar uma resposta aos pedidos de benefícios. Mas, claro que esse prazo não funciona na prática&#8221;, critica Adriane Bramante, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A falta de servidores e a sobrecarga contribuem para descumprir o prazo&#8221;, acrescenta Herbert Alencar, do escritório Cincinatus Alencar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionado pelo DIA sobre o tempo de espera para concessão de aposentadoria no Rio, o INSS não retornou até o fechamento desta edição.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Mas para entrar com ação não basta ter o atraso na concessão, é preciso que esse prazo tenha causado algum dano financeiro ao trabalhador&#8221;, ressalta Adriane.</p></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Não adianta o segurado entrar com ação no 46º de atraso do INSS. É necessário comprovar o prejuízo com documentos&#8221;, afirma a advogada. Por exemplo: se a demora na concessão provocou dívidas, levou o nome a ficar sujo, causou transtornos na conta bancária, cabe ação judicial pleiteando indenização. &#8220;Prova do desemprego e do nome no Serasa, cheque devolvido, receituários médicos com problema de saúde causados por conta desse atraso são evidências&#8221;, exemplifica Adriane.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para entrar com a ação judicial, acrescenta Herbert Alencar, é preciso apresentar os documentos pessoais do segurado, como identidade, CPF, comprovante de residência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um outro ponto é essencial, mas tem que ser solicitado ao INSS: o processo administrativo protocolado com pedido do benefício.&#8221;A cópia integral do processo administrativo da solicitação do benefício ou revisão deve ser requerida na agência pelo próprio segurado&#8221;, orienta Alencar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que diz a lei</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação prevê prazo máximo de 30 dias para concluir processos administrativos previdenciários. E que é prorrogável por igual período com expressa motivação, segundo Art. 49 da Lei 9.784 de 29 de janeiro 1999, que regula o processo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Já o Art. 174 do Decreto 3.048 de 6 de maio de 1999 define que o prazo para efetuar o primeiro o pagamento é de até 45 dias após a apresentação de toda a documentação&#8221;, explica Alencar.</p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Valor maior à morosidade</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A demora na concessão da aposentadoria pode resultar no aumento do benefício. Isso porque, em alguns casos, o intervalo entre a solicitação e o atendimento no posto da Previdência, os segurados podem atingir requisitos para obter benefícios com valores mais altos, como a Regra 85/95, que soma idade e tempo de contribuição &#8211; sendo 85 pontos para mulheres e 95 para homens -, e quando o trabalhador faz aniversário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes casos o segurado deve pedir a reafirmação da Data de Entrada do Requerimento (DER) no posto do INSS para que esse período de espera seja incluído pelo INSS no cálculo da renda mensal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da idade, por exemplo, tem como compensar a mudança da data. Quanto maior a idade do trabalhador na data da aposentadoria, menor será o desconto do fator previdenciário. Já na Regra 85/95 não há desconto do fator previdenciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://odia.ig.com.br/economia/2018/08/5564649-segurado-pode-mover-acao-por-atraso-em-aposentadoria.html" target="_blank" rel="noopener">O Dia</a></strong></p>
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