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	<title>Arquivos Atraso - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Atraso - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Atrasar aviso de férias não dá direito a pagamento em dobro, diz TST</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/atrasar-aviso-de-ferias-nao-da-direito-a-pagamento-em-dobro-diz-tst/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 19:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Atraso]]></category>
		<category><![CDATA[Aviso]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamento em Dobro]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamação Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O entendimento é da 4ª Turma. Atrasar o aviso de férias não dá o direito de o trabalhador receber o período em dobro. Com esse entendimento, a 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu da condenação imposta a uma empresa o pagamento em dobro a uma servente de limpeza que não recebeu o aviso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O entendimento é da 4ª Turma.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Atrasar o aviso de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/pagamento-do-adicional-de-1-3-sobre-ferias-vendidas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="férias (abre numa nova aba)">férias</a> não dá o  direito de o trabalhador receber o período em dobro. Com esse  entendimento, a 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu da  condenação imposta a uma empresa o pagamento em dobro a uma servente de  limpeza que não recebeu o aviso de férias com a antecedência prevista na  lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o colegiado, o <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--134" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 134</a> da <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>,
 que trata do pagamento em dobro, não abrange a hipótese de 
inobservância do prazo de 30 dias para comunicação prévia das férias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Admitida
 em 2007 para prestar serviços ao município de Curitiba, a servente 
afirmou que, em 2014, a empresa, ao perder a licitação e a fim de 
diminuir o prejuízo decorrente, concedeu férias a todos os empregados a 
partir de 15 de outubro. No entanto, segundo ela, o aviso só foi 
entregue no dia 13, com data retroativa a 15 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O  Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) manteve a sentença em  que fora deferido o pagamento em dobro, ao aplicar analogicamente o <a rel="noreferrer noopener" href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--137" target="_blank">artigo 137</a> da <a rel="noreferrer noopener" href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank">CLT</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Pagamento indevido</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">No
 recurso de revista, a empresa sustentou o não cabimento da condenação 
apenas por ausência de comunicado prévio se o empregado tiver usufruído 
das férias e recebido o valor corretamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator, ministro Alexandre Luiz Ramos, explicou que o <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--137" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 137</a> da CLT prevê o pagamento de férias em dobro nos casos de descumprimento do prazo previsto no <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--134" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 134</a>,
 ou seja, quando as férias não são concedidas dentro de 12 meses após o 
período aquisitivo. O prazo de 30 dias de antecedência para a 
comunicação das férias, por sua vez, está disposto no <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--135" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 135</a> da CLT.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Nesse  contexto, ao deferir o pagamento em dobro das férias pela inobservância  do prazo de 30 dias para a comunicação prévia das férias, o Tribunal  Regional contrariou a jurisprudência do TST”, concluiu, ao citar  precedentes de diversas turmas no mesmo sentido.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo: 1906-60.2014.5.09.0001</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/atrasar-aviso-de-ferias-nao-da-direito-a-pagamento-em-dobro-diz-tst" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Companhia aérea indenizará passageira por atraso em voo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/companhia-aerea-indenizara-passageira-por-atraso-em-voo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 22:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Atraso]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Falha]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[prestação de serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Voo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valor foi fixado em R$ 10 mil. A 38ª Câmara de Direito Privado aumentou, de R$ 5 mil para R$ 10 mil, valor de indenização a ser pago por companhia aérea a passageira, em razão de atraso em voo. O montante foi fixado a título de danos morais. Consta dos autos que a autora comprou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Valor foi fixado em R$ 10 mil.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A 38ª Câmara  de Direito Privado aumentou, de R$ 5 mil para R$ 10 mil, valor de  indenização a ser pago por companhia aérea a passageira, em razão de  atraso em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-de-transporte-aereo-deve-indenizar-passageiras-que-tiveram-voo-cancelado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="voo (abre numa nova aba)">voo</a>. O montante foi fixado a título de danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta
 dos autos que a autora comprou bilhete para viagem entre São Paulo e 
Brasília, que sofreu atraso superior a doze horas. A passageira ajuizou 
ação alegando que a empresa deixou de prestar as informações necessárias
 e que não deu assistência material durante o período em que ficou 
aguardando sua realocação em outra aeronave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o 
relator do recurso, desembargador Mario de Oliveira, ficou evidenciado 
nos autos a falha na prestação do serviço e o consequente dever de 
indenizar. “Levando-se em consideração a intensidade dos danos 
ocasionados, a condição financeira das vítimas e do ofensor, cabe a 
majoração da indenização ao importe de R$ 10.000,00.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento, unânime, teve a participação dos desembargadores Fernando Sastre Redondo e Flávio Cunha da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apelação nº 1026013-86.2018.8.26.0002</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/companhia-aerea-indenizara-passageira-por-atraso-em-voo" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Passageiro será indenizado por atraso em viagem de ônibus</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/passageiro-sera-indenizado-por-atraso-em-viagem-de-onibus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Aug 2018 16:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[Atraso]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[passageiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consumidor receberá R$ 1 mil por danos morais após atraso de mais de três horas. O juiz de Direito Rubens Hideo Arai, da 1ª vara do Juizado Especial Cível de SP, condenou uma viação a indenizar em R$ 1 mil, por danos morais, um passageiro que chegou ao destino com mais de três horas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consumidor receberá R$ 1 mil por danos morais após atraso de mais de três horas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz de Direito Rubens Hideo Arai, da 1ª vara do Juizado Especial Cível de SP, condenou uma viação a indenizar em R$ 1 mil, por danos morais, um passageiro que chegou ao destino com mais de três horas de atraso, passando por diversos transtornos durante a viagem. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os autos, o passageiro dquiriu passagem de ônibus interestadual, partindo de São Paulo/SP, no dia 18/12/17 às 15h45 horas, com destino à Realeza/MG. No entanto, na hora marcada, não conseguiu embarcar em razão do tumulto causado pelo excesso de passageiros, constatando-se a venda de passagens acima da capacidade do veículo (“overbooking”).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi providenciado um ônibus reserva, que partiu com cerca de 2h45 de atraso. O ônibus reserva estava em más condições, chegou a quebrar e o autor foi obrigado a mudar para outro ônibus em Volta Redonda/RJ. Em razão de tais percalços, chegou ao destino com cerca de 3h20 de atraso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o magistrado, a empresa apenas alegou a impossibilidade de venda de passagens em duplicidade, e que tudo transcorreu em normalidade. No entanto, apesar de terem sido informados na inicial os prefixos de todos os veículos envolvidos, não impugnou especificamente a alegação de que a saída destes do terminal se deu com atraso em relação ao horário contratado, instruindo a sua defesa com cópia dos respectivos discos de tacógrafo e/ou do relatório do sistema de rastreamento, a fim de comprovar a regularidade do serviço prestado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o juiz, independentemente da discussão acerca da ocorrência ou não de overbooking, restou incontroverso nos autos que a ré iniciou o transporte do autor com atraso de 2h45 em relação ao horário inserto no bilhete, sem qualquer comprovação de caso fortuito ou força maior, sendo patente, portanto, a falha na prestação do serviço.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Neste particular, cumpre ressaltar que a responsabilidade do transportador é objetiva, e, sendo o transporte um contrato de adesão, basta que a vítima prove somente dois requisitos para que haja a configuração do inadimplemento contratual: fato do transporte e o dano.”</em></p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz pontuou que o mero inadimplemento contratual não enseja dano moral. Contudo, no caso dos autos, à vista de todas as circunstâncias, segundo ele, “tem-se caracterizado abalo à honra subjetiva do autor, a merecer a correspondente reparação.” </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Com efeito, a frustração gerada pelo impedimento em embarcar no horário esperado, resultando em tumulto e confusão generalizada, exclusivamente em razão da desorganização da empresa ré, sem qualquer suporte ou compensação por parte desta pelo atraso de quase três horas, configura grave desrespeito para com o consumidor, efetivamente capaz de causar raiva, humilhação, revolta e indignação, o que ultrapassa o mero aborrecimento, passando ao dano moral.</em>”</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Desta forma, o magistrado condenou a empresa ao pagamento do dano moral, arbitrando a indenização pelos danos morais no montante de R$ 1 mil. Iniciado o cumprimento de sentença, a empresa não efetuou o pagamento voluntário, de modo que iniciou o cumprimento forçado. Foi penhorado na conta da empresa, por meio do sistema Bacenjud, valor suficiente para garantir a execução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa apresentou embargos à execução, alegando, em suma, que está em recuperação judicial e o crédito deveria ser remetido ao juiz universal da falência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os embargos foram julgados improcedentes com base nos seguintes argumentos: (i) porque se cuida de crédito não sujeito à recuperação (porquanto posterior ao pedido), (ii) porque a constrição não incidiu sobre bem de capital, e (iii) porque a contrição incidiu sobre montante ínfimo (de pouco mais de mil reais), a revelar sua irrelevância para o sucesso da recuperação, tem-se que não é necessário submeter o ato de penhora ao juízo da recuperação, inexistindo notícia, ademais, que ele tenha deliberado especificamente sobre o dinheiro bloqueado nestes autos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O escritório <strong>Piza Advogados Associados</strong> representou o passageiro no caso. </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Processo: 1001283-14.2018.8.26.0001</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-49861-passageiro-sera-indenizado-por-atraso-em-viagem-onibus" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Segurado pode mover ação por atraso em aposentadoria</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/segurado-pode-mover-acao-por-atraso-em-aposentadoria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 02:07:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
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		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Previdenciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhador precisa comprovar prejuízo por demora na concessão do benefício Rio &#8211; A demora na concessão de aposentadoria por tempo de contribuição pelo INSS pode render um dinheiro a mais para os trabalhadores que amargam longa espera. O prazo previsto em lei para liberação é de 45 dias e caso não haja cumprimento do tempo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph" style="color:#6f6f6f"><strong>Trabalhador precisa comprovar prejuízo por demora na concessão do benefício</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://i2.wp.com/costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/08/1_previdencia_social_fachada_330652-6227669.jpg?fit=500%2C336" alt="" class="wp-image-4088" width="500" height="336" srcset="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/08/1_previdencia_social_fachada_330652-6227669.jpg 700w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/08/1_previdencia_social_fachada_330652-6227669-300x201.jpg 300w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Rio &#8211; A demora na concessão de aposentadoria por tempo de contribuição pelo INSS pode render um dinheiro a mais para os trabalhadores que amargam longa espera. O prazo previsto em lei para liberação é de 45 dias e caso não haja cumprimento do tempo e provoque prejuízo financeiro, o segurado tem como mover ação judicial por danos morais, dizem especialistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O INSS tem 45 dias para dar uma resposta aos pedidos de benefícios. Mas, claro que esse prazo não funciona na prática&#8221;, critica Adriane Bramante, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A falta de servidores e a sobrecarga contribuem para descumprir o prazo&#8221;, acrescenta Herbert Alencar, do escritório Cincinatus Alencar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Questionado pelo DIA sobre o tempo de espera para concessão de aposentadoria no Rio, o INSS não retornou até o fechamento desta edição.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Mas para entrar com ação não basta ter o atraso na concessão, é preciso que esse prazo tenha causado algum dano financeiro ao trabalhador&#8221;, ressalta Adriane.</p></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Não adianta o segurado entrar com ação no 46º de atraso do INSS. É necessário comprovar o prejuízo com documentos&#8221;, afirma a advogada. Por exemplo: se a demora na concessão provocou dívidas, levou o nome a ficar sujo, causou transtornos na conta bancária, cabe ação judicial pleiteando indenização. &#8220;Prova do desemprego e do nome no Serasa, cheque devolvido, receituários médicos com problema de saúde causados por conta desse atraso são evidências&#8221;, exemplifica Adriane.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para entrar com a ação judicial, acrescenta Herbert Alencar, é preciso apresentar os documentos pessoais do segurado, como identidade, CPF, comprovante de residência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um outro ponto é essencial, mas tem que ser solicitado ao INSS: o processo administrativo protocolado com pedido do benefício.&#8221;A cópia integral do processo administrativo da solicitação do benefício ou revisão deve ser requerida na agência pelo próprio segurado&#8221;, orienta Alencar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que diz a lei</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação prevê prazo máximo de 30 dias para concluir processos administrativos previdenciários. E que é prorrogável por igual período com expressa motivação, segundo Art. 49 da Lei 9.784 de 29 de janeiro 1999, que regula o processo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Já o Art. 174 do Decreto 3.048 de 6 de maio de 1999 define que o prazo para efetuar o primeiro o pagamento é de até 45 dias após a apresentação de toda a documentação&#8221;, explica Alencar.</p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Valor maior à morosidade</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A demora na concessão da aposentadoria pode resultar no aumento do benefício. Isso porque, em alguns casos, o intervalo entre a solicitação e o atendimento no posto da Previdência, os segurados podem atingir requisitos para obter benefícios com valores mais altos, como a Regra 85/95, que soma idade e tempo de contribuição &#8211; sendo 85 pontos para mulheres e 95 para homens -, e quando o trabalhador faz aniversário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes casos o segurado deve pedir a reafirmação da Data de Entrada do Requerimento (DER) no posto do INSS para que esse período de espera seja incluído pelo INSS no cálculo da renda mensal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento da idade, por exemplo, tem como compensar a mudança da data. Quanto maior a idade do trabalhador na data da aposentadoria, menor será o desconto do fator previdenciário. Já na Regra 85/95 não há desconto do fator previdenciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://odia.ig.com.br/economia/2018/08/5564649-segurado-pode-mover-acao-por-atraso-em-aposentadoria.html" target="_blank" rel="noopener">O Dia</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Justiça do Trabalho condena faculdade a pagar dano moral por atraso frequente nos salários</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/justica-do-trabalho-condena-faculdade-pagar-dano-moral-por-atraso-frequente-nos-salarios/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/justica-do-trabalho-condena-faculdade-pagar-dano-moral-por-atraso-frequente-nos-salarios/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Dec 2017 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>entença também considerou abusiva a demissão de professora após iniciado o ano letivo A 1ª Vara do Trabalho de Manaus condenou o Centro de Ensino Superior Nilton Lins a pagar indenização por danos morais, no valor de R$ 10 mil, mais multa, a ex-professora que recebeu seus salários com atraso quando trabalhou na instituição, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>entença também considerou abusiva a demissão de professora após iniciado o ano letivo</em></p>
<p>A 1ª Vara do Trabalho de Manaus condenou o Centro de Ensino Superior Nilton Lins a pagar indenização por danos morais, no valor de R$ 10 mil, mais multa, a ex-professora que recebeu seus salários com atraso quando trabalhou na instituição, no período de outubro de 2015 a agosto de 2017. A reclamante comprovou nos autos que o depósito dos salários ocorria com atraso de vários dias todos os meses.</p>
<p>Na sentença, a juíza do trabalho Carolina de Souza Lacerda Aires França destacou que o atraso reiterado de salário é ato ilícito que gera enormes danos ao trabalhador. &#8220;A jurisprudência do TST considera que os atrasos salariais reiterados geram o dano moral, não havendo necessidade de comprovar situação vexatória&#8221;, destacou.</p>
<p>A decisão também considerou abusiva a demissão da professora que foi dispensada em setembro de 2017, após o início do ano letivo, portanto, fora da janela de contratação de professores. Na sentença, a magistrada ressaltou ser perceptível o intento da reclamada em prejudicar a reclamante financeiramente, restando claro o comprometimento do ato ilícito de forma voluntária. Dessa forma, o juízo condenou a faculdade a pagar à reclamante os salários dos meses de outubro, novembro e dezembro de 2017, além de indenização por assédio moral no valor de R$ 10 mil.</p>
<p>Foram deferidos, ainda, os pedidos de pagamento em dobro de dois períodos de férias, devolução de descontos indevidos e o pagamento das contribuições do FGTS (8%) durante todo o período contratual, não recolhidas mensalmente pela faculdade. A magistrada também condenou a Nilton Lins por litigância de má-fé, no valor de R$ 6.032,59, por faltar com a verdade na peça de defesa, em que contestou a ausência dos depósitos do FGTS, mas não comprovou o devido recolhimento.</p>
<p>A sentença também determinou que o Ministério Público do Trabalho fosse notificado da decisão a fim de tomar as providências pertinentes sobre as reiteradas violações da legislação trabalhista. Da decisão ainda cabe recurso.</p>
<p>Processo nº 0001954-57.2017.5.11.0001</p>
<p>Fonte: <a href="https://portal.trt11.jus.br/index.php/comunicacao/noticias-lista/2939-justica-do-trabalho-condena-faculdade-em-manaus-a-pagar-dano-moral-por-atraso-frequente-nos-salarios" target="_blank" rel="noopener">TRT11</a></p>
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