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	<title>Arquivos Auxilio Doença - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Auxilio Doença - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Confira as mudanças do INSS durante a pandemia</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/veja-as-mudancas-do-inss-durante-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2020 16:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[aposentado]]></category>
		<category><![CDATA[Auxilio Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Calamidade Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com agências fechadas, atendimento online foi ampliado e alguns benefícios foram antecipados As agências do INSS fecharam em março para evitar a propagação da Covid-19 e estão retomando o atendimento presencial aos poucos. Enquanto isso, o instituto federal ampliou seu atendimento pela internet e implantou projetos que pretende manter após a pandemia, como a prova [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"> <strong>Com agências fechadas, atendimento online foi ampliado e alguns benefícios foram antecipados </strong> </h4>



<p class="wp-block-paragraph">As agências do INSS fecharam em março para evitar a propagação da 
Covid-19 e estão retomando o atendimento presencial aos poucos. Enquanto
 isso, o instituto federal ampliou seu atendimento pela internet e 
implantou projetos que pretende manter após a pandemia, como a prova de 
vida digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as adaptações feitas pelo INSS neste ano está o adiantamento de
 benefício por incapacidade antes da realização de perícias médicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o estado de calamidade pública, quem precisa de auxílio-doença pode optar  por agendar a perícia em uma das agências do INSS que estão abertas ou  solicitar a antecipação de um salário mínimo (R$ 1.045, em 2020). Neste  caso, se tiver direito a um valor maior, o segurado irá receber a  diferença após ser atendido pelo médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 3 de novembro, segundo a Previdência, será lançado o projeto-piloto de perícias médicas online.  Segurados serão avaliados pelos médicos peritos a distância, sem  consulta presencial. A medida tem tido bastante resistência por parte  dos profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrega de documentos para destravar um requerimento  também mudou. Algumas agências em São Paulo estão recebendo a  documentação em caixas instaladas na frente do prédio até, pelo menos,  31 de outubro. É preciso agendar a entrega e obedecer o formulário do  instituto.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://f.i.uol.com.br/fotografia/2020/08/17/15977054775f3b0d0510d9c_1597705477_3x2_md.jpg" alt="1- Depois de fazer o login no Meu INSS, se você foi selecionado, aparecerá a nova opção; clique no ícone "/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança mais esperada por muitos aposentados e pensionistas do INSS foi anunciada no dia 1º de outubro. O<a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/consignado-para-aposentados-durante-pandemia/"> aumento do limite do consignado vai até 31 de dezembro deste ano</a> e permite comprometer 35% da renda com empréstimo consignado e mais 5% com o cartão consignado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa máxima de juros do consignado caiu, para 1,80%, e o número de 
parcelas aumentou para 84 prestações. Os bancos também foram autorizados
 a oferecer uma carência de até três meses para o aposentado começar a 
pagar a sua dívida até dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As sete adaptações</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1 &#8211; Pedido do auxílio-doença pela internet com adiantamento de R$ 1.045</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Até o final deste mês, segurados podem solicitar a antecipação do auxílio-doença, no valor de R$ 1.045, pelo Meu INSS</li><li>O pedido deve estar acompanhado de um atestado médico, que será analisado pela área técnica do instituto</li><li>Quem tiver direito a um valor maior vai receber a diferença quando passar pela perícia presencial</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2 &#8211; Perícia médica online</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>No dia 3 de novembro, o governo dará início ao projeto-piloto de perícias médicas online</li><li>Com isso, segurados que precisam do auxílio-doença não terão de ir a uma agência do INSS para serem atendidos pelo médico perito</li><li>O exame será online, totalmente a distância, e valerá apenas para a 
concessão do auxílio por incapacidade temporário voltado para o 
trabalho, novo nome do auxílio-doença</li><li>Na perícia, devem estar presentes, além do segurado, o perito médico
 da Previdência e o médico do trabalho contratado pela empresa que 
participar do projeto-piloto</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3 &#8211; Consignado maior, juros menores e mais parcelas</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>O limite do consignado foi ampliado de 35% para 40%, o prazo máximo 
de parcelamento aumento em um ano e os juros mensais máximos caíram, 
entre outras mudanças</li><li>A margem consignável foi ampliada e, até 31 de dezembro deste ano, é possível comprometer até 40% do benefício com o crédito:</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; 35% para empréstimo pessoal<br>&#8211; 5% para cartão de crédito</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Já a taxa máxima cobrada pelo empréstimo com desconto no benefício passou de 2,08% para 1,80% ao mês</li><li>E o número máximo de parcelas mensais para quitar a dívida foi ampliado de 72 para 84 meses, ou seja, de seis para sete anos</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>4 &#8211; Sem cancelamento de benefício</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Desde março, o INSS não suspende ou corta aposentadorias e pensões que não passaram por recadastramento anual</li><li>A medida deverá ser mantida pelo menos até novembro</li><li>O mesmo ocorre para segurados que estão recebendo benefício por 
incapacidade e deveriam fazer reabilitação. Nesse caso, o benefício está
 garantido e não pode ser cortado até dezembro, por causa do estado de 
calamidade pública</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>5 &#8211; Prova de vida online</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>No país, 500 mil beneficiários estão sendo convocados pelo INSS para fazer a prova de vida online</li><li>O procedimento, em fase de testes, é realizado por meio dos 
aplicativos Governo Digital e Meu INSS, e tira do beneficiário a 
necessidade de ir a uma agência bancária para comprovar que está vivo</li><li>O segurado enviará uma foto e será feito o reconhecimento facial por meio de biometria</li><li>A mensagem via SMS de convocação do INSS será identificada com o 
número 280-41. Em caso de dúvida, o segurado deve ligar para o 135. 
Cuidado com golpistas</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>6 &#8211; Cumprimento de exigência</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Enquanto os postos de atendimento estiverem fechados ou com 
funcionamento prejudicado devido à pandemia, o INSS oferece o serviço de
 “entrega expressa” de documentos complementares para quem precisa 
cumprir exigência</li><li>Ele permite ao segurado que está na fila da aposentadoria entregar 
um envelope contendo cópias simples da documentação solicitada pelo 
órgão em caixas que ficam nas entradas de centenas de agências, de 
segunda a sexta-feira, entre 7h e 13h</li><li>Antes, é preciso agendar a entrega pelo 135 e obedecer o padrão de formulário do INSS</li><li>As cópias recebidas serão digitalizadas e incluídas no sistema 
eletrônico que gerencia os pedidos de benefícios em até um dia útil após
 a entrega</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo suspenso</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>O segurado que não cumprir uma exigência feita pelo INSS dentro de 30 dias poderá ter o seu pedido de benefício indeferido</li><li>Durante a pandemia, o prazo está suspenso para os casos em que o 
INSS considera que existe necessidade de análise de documentos originais</li><li>A avaliação é feita caso a caso</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>7 &#8211; Adiantamento do BPC (Benefício de Prestação Continuada)</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Até 31 de outubro, é possível pedir o adiantamento do BPC, sem perícia</li><li>O valor de R$ 600 de antecipação será devido até 31 de dezembro de 
2020 e o total antecipado será deduzido caso haja a concessão do BPC 
Deficiente ou BPC Idoso ou concessão de outra espécie de benefício que 
não pode ser acumulado</li><li>Para realizar o pagamento, o INSS considera inscrição no CadÚnico (Cadastro Único do Governo Federal) e no CPF</li><li>Além disso, para ter direito à antecipação, o requerente deve se 
enquadrar nas regras de renda relacionadas ao grupo familiar, que pode 
ser de até um quarto do salário mínimo por pessoa (neste ano, R$ 261,25)</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.folha.uol.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Folha Online (abre numa nova aba)">Folha Online</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vale pode retomar posse de casa cedida a empregado em auxílio-doença</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/vale-pode-retomar-casa-cedida-a-empregado-em-auxilio-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 15:33:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[Auxilio Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Doença Ocupacional]]></category>
		<category><![CDATA[Norma Coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Reintegração de Posse]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A norma coletiva previa a reintegração de posse no caso de afastamento por doença comum. A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) autorizou a reintegração de posse pela Vale S/A de um imóvel localizado na Serra dos Carajás (PA) cedido a um empregado em auxílio-doença desde agosto de 2007. Como o afastamento não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">A norma coletiva previa a reintegração de posse no caso de afastamento por doença comum.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (<a rel="noreferrer noopener" aria-label="TST (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tst-empregado-tem-direito-ao-fgts-durante-afastamento-por-doenca-ocupacional/" target="_blank">TST</a>) autorizou a reintegração de posse pela Vale S/A de um imóvel localizado na Serra dos Carajás (PA) cedido a um empregado em auxílio-doença desde agosto de 2007. Como o afastamento não ocorreu em razão de acidente de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/montador-de-moveis-recebera-horas-extras-por-comprovar-controle-de-jornada-em-trabalho-externo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="trabalho (abre numa nova aba)">trabalho</a> ou doença ocupacional, mas por doença comum, a Turma considerou válida a norma coletiva que prevê a retomada do imóvel pela empresa 12 meses depois do início do afastamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Auxílio-Doença</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O operador mecânico argumentou na reclamação trabalhista que havia enfrentado condições extremas no trabalho desde a admissão, em novembro de 1985, constantemente exposto a sol, chuvas, frio, neblina, poeira orgânica ou química, e que a Vale não fornecia os Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) adequados. Por isso, responsabilizava a empresa pelo surgimento de várias doenças no decorrer do contrato e pelo último afastamento, que resultou em aposentadoria por invalidez.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Imóvel</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto questionado foi a norma coletiva que previa que, 12 meses após o início do afastamento previdenciário, o empregado deveria deixar o imóvel cedido pela empresa para moradia. As cláusulas também previam a suspensão de outros benefícios, como plano de saúde, auxílio-alimentação, auxílio-educação e transporte para os dependentes. Segundo a argumentação, o afastamento do trabalho e o recebimento de auxílio-doença não encerram o contrato de trabalho, mas apenas o suspendem por tempo indeterminado, e o corte dos benefícios num momento de necessidade atinge a sua dignidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Ato discriminatório</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para o juízo da 1ª Vara do Trabalho de Parauapebas (PA), a atitude da empresa foi discriminatória, motivada pela redução da capacidade de trabalho do empregado, e a cláusula coletiva é nula de pleno de direito. Assim, negou o pedido de reintegração de posse da Vale e determinou que a empresa voltasse a pagar os benefícios.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Autonomia coletiva</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso ordinário, a empresa que invalidar o acordo coletivo “é ferir o princípio da autonomia coletiva”. A Vale lembrou ainda que o empregado estaria em situação desigual em relação aos demais colegas, que recebem os benefícios, mas pagam um percentual de coparticipação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (PA), no entanto, manteve a sentença, por entender que o poder de autocomposição sofre limitações pelos direitos e garantias fundamentais, entre eles o da dignidade da pessoa humana.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Doença comum</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relator do recurso de revista da Vale, ministro Vieira de Mello Filho, o entendimento do TST tem sido o de impedir a saída do empregado doente do imóvel cedido pela empresa. No caso, no entanto, ele observou que o operador mecânico foi afastado pelo INSS por doença comum, sem caráter ocupacional. “Não se deve repassar à empresa o ônus de garantir a moradia ao empregado em condições não estabelecidas na norma coletiva”, afirmou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/rescisao-unilateral-de-plano-de-saude-coletivo-so-e-valida-com-motivacao-idonea/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Plano de saúde (abre numa nova aba)">Plano de saúde</a></strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Turma, contudo, garantiu a manutenção do plano de saúde durante o afastamento por doença. A decisão, segundo o relator, “condiz com os princípios da proteção, da boa-fé objetiva e da função social do contrato, pois é justamente quando o empregado mais necessita da assistência”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo: 197900-78.2009.5.08.0114</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/vale-pode-retomar-posse-de-casa-cedida-a-empregado-em-auxilio-doenca" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>TJMS – Trabalhador receberá auxílio-acidente devido a tendinopatia</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjms-trabalhador-recebera-auxilio-acidente-devido-a-tendinopatia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2018 14:35:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[Auxilio Doença]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência]]></category>
		<category><![CDATA[tendinopatia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os desembargadores da 2ª Câmara Cível, por unanimidade, deram provimento ao recurso de apelação de J.A.N., que pedia a prorrogação do auxílio-doença em razão de uma tendinopatia no ombro esquerdo. Os desembargadores alteraram ainda o provento para auxílio-acidente, por entenderem que o requerente faz jus a esse benefício. De acordo com o processo, o trabalhador [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os desembargadores da 2ª Câmara Cível, por unanimidade, deram provimento ao recurso de apelação de J.A.N., que pedia a prorrogação do auxílio-doença em razão de uma tendinopatia no ombro esquerdo. Os desembargadores alteraram ainda o provento para auxílio-acidente, por entenderem que o requerente faz jus a esse benefício.</p>
<p>De acordo com o processo, o trabalhador recebeu auxílio-doença durante oito anos e, no dia 1º de março de 2014, teve alta automática do INSS. No dia 13 de março de 2014, com novos laudos, atestados, exames e receituários, postulou a reconsideração do benefício, o que foi negado, sob o fundamento que não havia incapacidade para o trabalho.</p>
<p>O apelante foi vítima de acidente no setor onde trabalhava, em uma empresa de processamento de alimentos no município de Dourados. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) alegou que, mesmo tendo problemas de saúde, o requerente não está incapacitado para exercer trabalho que lhe garanta a subsistência.</p>
<p>Para o relator do processo, Des. Vilson Bertelli, de acordo com o laudo pericial, o autor é portador de tendinopatia do ombro esquerdo, decorrente de acidente de trabalho por equiparação e, por isso, está incapaz para a atividade laborativa exercida no momento do acidente.</p>
<p>Em seu voto, o desembargador apontou que os documentos nos autos mostram que o apelante foi transferido para outra função (almoxarife), logo faz jus ao recebimento do benefício de auxílio-acidente, a partir do dia imediato ao da cessação do auxílio-doença.</p>
<p>Ressalte-se que, com base nos termos do art. 86 da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8213cons.htm">Lei nº 8.213/91</a>, o auxílio-acidente é concedido ao segurado como indenização, quando, após consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza, resultarem sequelas que impliquem redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia.</p>
<p>“Ante o exposto, conheço e dou provimento ao recurso de apelação e julgo procedente o pedido formulado na inicial. Condeno o apelado ao pagamento das parcelas retroativas, de uma só vez, acrescidas de juros moratórios, regidos pelo artigo 1º-F da <a href="http://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1997/lei-9494-10-setembro-1997-365394-normaatualizada-pl.html" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 9.494/97</a>, com a redação dada pela <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2009/Lei/L11960.htm">Lei nº 11.960/09</a>, a partir da citação; e correção monetária, calculada pelo INPC, desde o evento lesivo, ou seja, do vencimento de cada prestação não adimplida”.</p>
<p>Processo nº 0001040-21.2016.8.12.0010</p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjms-trabalhador-recebera-auxilio-acidente-devido-tendinopatia/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Valor de aposentadoria por invalidez deve acompanhar valor do auxílio-doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 01:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[aposentado]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Auxilio Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aposentadoria por invalidez decorrente de conversão de auxílio-doença deve observar o mesmo valor do benefício anterior. A partir desse entendimento, a Segunda Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) decidiu, por unanimidade, que a correção no valor da Renda Mensal Inicial (RMI) do benefício do autor J.L.R.S., realizada pelo Instituto Nacional [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A aposentadoria por invalidez decorrente de conversão de auxílio-doença deve observar o mesmo valor do benefício anterior. A partir desse entendimento, a Segunda Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) decidiu, por unanimidade, que a correção no valor da Renda Mensal Inicial (RMI) do benefício do autor J.L.R.S., realizada pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), é devida.</p>
<p>O pedido do autor era que sua aposentadoria por invalidez fosse restabelecida nos moldes em foi originalmente concedida. Ele conta que seu benefício foi instituído no valor de R$ 2.261,17, e que, posteriormente, foi reduzido pelo INSS para o valor de um salário mínimo.</p>
<p>De acordo com a autarquia previdenciária, o que ocorreu, na verdade, foi uma correção. O INSS explicou que J.L.R.S. recebia auxílio-doença no valor de um salário mínimo e deveria ter recebido a aposentadoria no mesmo valor, e não no valor que foi estabelecido inicialmente.</p>
<p>A desembargadora federal Simone Schreiber, relatora do processo no TRF2, considerou correto o entendimento do juízo de 1º Grau quanto à revisão. “O INSS não só alegou como também apresentou vasta comprovação de que o autor recebia auxílio-doença no valor de um salário mínimo e que a quantia fixada a título de aposentadoria por invalidez foi equivocada”, pontuou a magistrada.</p>
<p>E ainda, quanto ao aspecto da sentença que declarou indevida a cobrança do débito do autor perante o INSS, Schreiber entendeu que representou uma decisão extra petita, ou seja, o juízo de 1º grau foi além do que foi pedido. “O autor, embora tenha mencionado na petição inicial essa cobrança, não pediu a liberação do débito; limitou-se a requerer o restabelecimento do benefício de aposentadoria por invalidez no valor originário (…). Imperativa, portanto, a declaração na nulidade da sentença nesse ponto”, concluiu a relatora.</p>
<p>Processo: 0038574-89.2008.4.02.5151</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/trf-2a-valor-de-aposentadoria-por-invalidez-deve-acompanhar-valor-do-auxilio-doenca/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></p>
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		<title>Atestado particular tem legitimidade para restabelecer benefício do INSS</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/atestado-particular-tem-legitimidade-para-restabelecer-beneficio-do-inss/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2017 23:43:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[Atestado Particular]]></category>
		<category><![CDATA[Auxilio Doença]]></category>
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		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com este entendimento, a 1ª Turma Regional Suplementar de Santa Catarina, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, deferiu antecipação da tutela para determinar a implantação do benefício de auxílio-doença, no prazo de 30 dias, a uma costureira afastada do trabalho. A presunção de legitimidade da perícia médica feita pelo Instituto Nacional do Seguro Social [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Com este entendimento, a 1ª Turma Regional Suplementar de Santa Catarina, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, deferiu antecipação da tutela para determinar a implantação do benefício de auxílio-doença, no prazo de 30 dias, a uma costureira afastada do trabalho.</em></p>
<p>A presunção de legitimidade da perícia médica feita pelo Instituto Nacional do Seguro Social pode ser eliminada diante de provas em contrário, ainda que baseadas em atestados e laudos médicos particulares. Por isso, não há impedimento para que a Justiça conceda a antecipação de tutela, implantando ou restabelecendo um benefício, com base em laudo médico produzido unilateralmente pelo segurado.</p>
<p>Com este entendimento, a 1ª Turma Regional Suplementar de Santa Catarina, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, deferiu antecipação da tutela para determinar a implantação do benefício de auxílio-doença, no prazo de 30 dias, a uma costureira afastada do trabalho.</p>
<p>Na 2ª Vara Cível de Timbó (SC), onde tramita a Ação Ordinária para Restabelecimento de Benefício de Auxílio-Doença, por força da competência delegada, o pedido foi indeferido em sede de liminar. Mesmo de posse de documentos médicos atestando a incapacidade da segurada para o trabalho, juiz disse que não pode tirar conclusões sobre a obrigatoriedade deste pagamento antes da apresentação de um parecer técnico emitido pelo perito judicial. Marcou a audiência de conciliação com o INSS para fevereiro de 2018.</p>
<p>Para derrubar a decisão de origem, a segurada interpôs Agravo de Instrumento no colegiado, que acabou acolhido, em decisão monocrática, pelo desembargador Paulo Afonso Brum Vaz. Para o relator do recurso, aguardar e exigir a perícia judicial, sob o pretexto da presunção da validade do laudo administrativo, como queria o juiz de origem, “aniquilam parcialmente” a tutela de urgência.</p>
<p>Para Vaz, a atividade da autora exige esforço físico e está comprometida pelas doenças relatadas nos atestados. Por isso, neste momento, seria temerário não restabelecer o benefício. “Está-se, sem qualquer sombra de dúvida, diante de situação que requer a tutela de urgência, ou diante de uma real colisão de princípios fundamentais — efetividade e segurança jurídica —, em que se deve privilegiar a efetividade, relativizando a segurança jurídica”, ponderou.</p>
<p>Ainda segundo o desembargador, o princípio da razoabilidade diz que o juiz deve “prestigiar, perseguir e atender os valores éticos, políticos e morais”, implícita ou explicitamente, consagrados na <a href="https://juridmais.com.br/constituicao-federal-1" target="_blank" rel="noopener">Constituição</a>. Afinal, se é compromisso do estado assegurar a vida, a saúde, acabar com a miséria e as desigualdades sociais, e se prestar jurisdição é função do estado, por óbvio, também deve buscar, na exegese da lei, preservar tais valores, sob pena de comprometer a promessa constitucional de “justiça social”.</p>
<p>“A possível irreversibilidade sempre deve ceder ao direito provável e ao perigo de dano. Havendo necessidade de se sacrificar direitos, que recaia o sacrifício sobre o direito menos provável ou sobre o sujeito da relação processual que tenha maior fôlego para suportá-lo. Em outras palavras, é preferível que o juiz erre para obrigar a pagar alimentos aquele que não os deve, do que negar a tutela liminar e privar o alimentando do mínimo existencial”, concluiu na decisão.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/atestado-particular-tem-legitimidade-para-restabelecer-beneficio-do-inss" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></p>
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		<title>Primeira Turma considera ilegal alta programada para segurados do INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2017 18:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Alta Programada]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="corpoDaNoticiaBox" class="conteudo_texto">
<p>Em decisão unânime, a Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu a ilegalidade do procedimento conhecido como &#8220;alta programada&#8221;, no qual o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ao conceder benefício de auxílio-doença, fixa previamente o prazo para o retorno do segurado ao trabalho e o fim do benefício, sem a marcação de nova perícia.</p>
<p>O recurso especial julgado foi interposto pelo INSS contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que entendeu que a cessação do auxílio-doença deve ser obrigatoriamente precedida de perícia médica, em vez de ocorrer em data presumida pela autarquia como sendo a da reabilitação do segurado.</p>
<h4><strong>Imprescindível</strong></h4>
<p>Para o INSS, o acórdão do TRF1 violou o artigo 78, parágrafo 1º, do Decreto 3.048/99, que estabelece que a autarquia poderá fixar, mediante avaliação pericial ou com base na documentação médica do segurado, o prazo que entender suficiente para a recuperação da capacidade para o trabalho.</p>
<p>No STJ, entretanto, o relator, ministro Sérgio Kukina, votou no sentido de negar provimento ao recurso. Segundo ele, a alta programada constitui ofensa ao <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8213cons.htm#art62" target="_blank" rel="noopener"><strong>artigo 62</strong></a> da Lei 8.213/91, que determina que o benefício seja mantido até que o segurado seja considerado reabilitado para o exercício de atividade laboral, constatação que, no entendimento do relator, exige avaliação médica.</p>
<p>“A cessação de benefício previdenciário por incapacidade pressupõe prévia avaliação médica, sendo imprescindível, no caso concreto, que o INSS realize nova perícia, em ordem que o segurado retorne às atividades habituais apenas quando efetivamente constatada a restauração de sua capacidade laborativa”, concluiu.</p>
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<div class="title_destaques_do_dia">Destaques de hoje</div>
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<div class="obj_texto_label_processos"><span class="texto"><span class="destaque"><strong>Processo:</strong> </span></span><span class="obj_textos_rel_processos"><a class="" href="https://ww2.stj.jus.br/processo/pesquisa/?aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;termo=REsp%201599554" target="janela_processos" rel="noopener">REsp 1599554</a></span></div>
<div><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.stj.jus.br/sites/STJ/default/pt_BR/Comunica%C3%A7%C3%A3o/noticias/Not%C3%ADcias/Primeira-Turma-considera-ilegal-alta-programada-para-segurados-do-INSS" target="_blank" rel="noopener">STJ</a></div>
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