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	<title>Arquivos Auxílio Emergencial - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Auxílio Emergencial - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Congresso promulga emenda que permite retomar auxílio emergencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 01:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio Emergencial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As Mesas do Senado e da Câmara promulgaram, nesta segunda-feira (15), proposta que vai permitir ao governo federal pagar um novo auxílio emergencial aos mais vulneráveis. De acordo com a Emenda Constitucional 109,  o valor total gasto com o auxílio poderá até ser maior, mas somente R$ 44 bilhões poderão ficar de fora do teto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As Mesas do Senado e da Câmara promulgaram, nesta segunda-feira (15), proposta que vai permitir ao governo federal pagar um <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/auxilio-para-trabalhador-que-estiver-em-sistema-de-home-office/">novo auxílio emergencial</a> aos mais vulneráveis. De acordo com a Emenda Constitucional 109,  o valor total gasto com o auxílio poderá até ser maior, mas somente R$ 44 bilhões poderão ficar de fora do teto de gastos (<a class="external-link" title="" href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/emecon/2016/emendaconstitucional-95-15-dezembro-2016-784029-publicacaooriginal-151558-pl.html" target="_self" rel="noopener">Emenda Constitucional 95</a>) e da meta de resultado primário (estimada em deficit de R$ 247 bilhões). O texto também prevê regras mais rígidas para contenção fiscal, controle de despesas com pessoal e ainda a redução de incentivos tributários a setores da economia.</p>
<p>Com as alterações aprovadas pelos deputados, foi retirada do texto que originou a Emenda 109 (<a class="external-link" title="" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/139702" target="_self" rel="noopener">PEC 186/2019</a>) a proibição de promoção funcional ou progressão de carreira de qualquer servidor ou empregado público. Essa proibição era um dos pontos criticados pela bancada de militares e policiais.</p>
<p>A mudança beneficia servidores da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, inclusive no caso de se decretar estado de calamidade pública de âmbito nacional. Também se retirou do texto a proibição à vinculação de qualquer receita pública a fundos específicos.</p>
<p>O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco, comemorou a mudança.</p>
<p>— É necessário e urgente que retomemos o pagamento do auxílio emergencial por mais algum tempo, na esperança de que a situação se normalize o mais rápido possível, mas ele não pode ser dar de forma irresponsável, sem que olhemos para as contas públicas — salientou.</p>
<p>Pacheco também destacou que, apesar da retomada do pagamento, é essencial que a população prossiga mantendo os cuidados sanitários e o distanciamento social, quando possível, para diminuir a propagação da covid-19 enquanto a vacina não chega para todos.</p>
<p>— Para vencer em definitivo, não bastará o pagamento do auxílio emergencial. Devemos continuar firmes recorrendo às medidas preventivas de saúde pública, igualmente a urgente vacinação em massa da população, essencial para que consigamos voltar a normalidade que tanto nos falta. Vacina, vacina e vacina. Nosso concidadãos permanecem em nossos pensamentos e orações, sendo nosso dever prosseguir na luta pela vida — acrescentou.</p>
<p>O presidente da Câmara, Arthur Lira, frisou o quanto viabilizar o pagamento de um novo auxílio emergencial é importante para a população. Segundo ele, o gasto não deve comprometer as contas públicas.</p>
<p>— O foco da nação é enfrentar a epidemia, salvando vidas e apoiando aqueles brasileiros que foram mais afetados pela crise. Nesse sentido, a Emenda Constitucional nº 109 permitirá que o Estado pague um novo auxílio emergencial sem aventuras fiscais, sem comprometer as finanças públicas e a moeda nacional. Essa emenda é também uma prova de que o Parlamento brasileiro está pronto para tomar medidas robustas e céleres que respondam ao interesse nacional.</p>
<p class=" ">Compuseram a Mesa da sessão de promulgação os relatores nas duas Casas, senador Marcio Bittar (MDB-AC) e deputado Daniel Freitas (PSL-SC), o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Davi Alcolumbre (DEM-AC), e o primeiro vice-presidente do Senado, Veneziano Vital do Rego (MDB-PB).</p>
<h4><strong>Mudanças</strong></h4>
<p>Além de permitir uma nova rodada do auxílio, o texto, cujo primeiro signatário foi Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), estabelece regras claras para ação em momentos de crise fiscal e de calamidade pública no Brasil, explicou o senador, em participação remota.</p>
<p>Segundo Bezerra, essa maior previsibilidade fiscal tem efeitos positivos sobre os preços da economia, com mais controle da inflação, dos juros e tem como consequência maior geração de emprego e renda para a população. No caso de emergência fiscal, os instrumentos previstos controlam a velocidade de crescimento da despesa e preservam o espaço no Orçamento para investimentos em outras despesas de capital. Quando decretada a calamidade pública pelo presidente da República e validada pelo Congresso Nacional, a União, os estados e os municípios terão capacidade de ação para socorrer a população, preservar a saúde e manter os serviços públicos essenciais.</p>
<p>—A PEC 186 estabelece o compromisso com o equilíbrio das finanças do país olhando para todos os entes da Federação. Com responsabilidade fiscal e social, o Brasil atrairá investimentos que impactam diretamente na geração de emprego e renda das famílias — defendeu.</p>
<p>Bezerra destacou os principais pontos da emenda, além do crédito extraordinário para viabilizar a concessão do auxílio:</p>
<p>. Nova âncora fiscal. A PEC traz uma série de regras fiscais que possibilitam a melhoria do quadro das finanças públicas no país. O nível de endividamento é o verdadeiro indicador de saúde das finanças públicas. A relação dívida/PIB está em 90%, enquanto a média dos países emergentes é de uma dívida de cerca de 50% do PIB.</p>
<p>. Instrumentos de controles de gasto para a União. Serão acionadas medidas de controle de gasto quando a despesa obrigatória ultrapassar 95% da despesa primária total sob o teto de gastos, como a proibição de criação de cargos no serviço público e a realização de concursos. Será permitido o uso de instrumentos de contenção de gastos, antes que as despesas discricionárias sejam zeradas.</p>
<p>. Instrumentos de controle de gastos para governadores e prefeitos em emergência fiscal. Se a despesa corrente for superior a 95% da receita corrente, medidas de controle de gastos obrigatórios podem ser acionadas pelo gestor público. Se o indicador estiver acima de 85%, o administrador já terá a opção de usar os instrumentos por 180 dias e, depois, a continuidade destes deverá ser referendada pelo Legislativo.</p>
<p>. Cláusula de calamidade pública. É o regime extraordinário fiscal inspirado na chamada PEC de guerra, exclusivo para combate à calamidade.</p>
<p>. Redução e avaliação de gastos tributários. Com a promulgação da PEC, o presidente da República terá seis meses para enviar ao Congresso Nacional um plano para reduzir, ao longo dos próximos oito anos, os gastos tributários, que serão isenções e benefícios concedidos a segmentos da sociedade, mas que implicam um custo extra para todos. O objetivo é limitar esse gasto a 2% do PIB, que é a média praticada em outros países. Atualmente, o Brasil gasta cerca de 4%, o que representa mais de R$300 bilhões com essas renúncias tributárias.</p>
<p>. Desvinculação dos recursos de fundos para o controle da dívida. Os recursos de fundos que já tenham sido contabilizados em orçamentos de anos anteriores e integram o superavit financeiro da União serão usados para abater os juros da dívida pública. Esses recursos ficaram por anos empossados e não poderiam reduzir o endividamento do país, explicou o senador. Quando esses recursos ficam presos nos fundos, o Tesouro Nacional precisa emitir mais dívida para financiar as outras despesas, mesmo tendo em caixa recursos carimbados. Quanto maior a necessidade de emissão de dívida, maiores juros pagos pelo país, o que dificulta a gestão da dívida pública.</p>
<h4><strong>Fundos públicos</strong></h4>
<p>A desvinculação dos recursos dos fundos públicos gerou conflitos quanto à redação final da Emenda Constitucional 109, com protestos da bancada da oposição. O texto que saiu do Senado desvinculava as receitas tributárias dos fundos, mas listava cerca de 30 deles para os quais estava vedada a desvinculação. Na Câmara, os deputados suprimiram um trecho da PEC, autorizando o governo a usar cerca de R$ 200 bilhões do superavit dos fundos para amortizar a dívida, mas a supressão acabou derrubando o dispositivo que listava as exceções.</p>
<p>Com isso, abriu-se brecha para que cerca de R$ 65 bilhões de superavit de fundos como o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o Fundo Nacional de Cultura e os Fundos de Segurança e dos militares, que não eram o objetivo original da PEC, também sejam incluídos. O PT quer corrigir o problema com uma PEC paralela.</p>
<p>— Que nós façamos uma intervenção aqui também de caráter propositivo, para que corrijamos isso através de uma PEC complementar, uma espécie de PEC paralela, para restituir a excepcionalização desses fundos, pois em momento nenhum foi deliberada a liberação do seu superávit financeiro — explicou o líder da Minoria, senador Jean Paul Prates (PT-RN).</p>
<p>A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) também lamentou o erro na redação final do texto e que na recriação do auxílio para a população necessitada o Congresso tenha aprovado medidas de arrocho fiscal.</p>
<p>— O auxílio emergencial é necessário, ajuda as micros e pequenas empresas, mas não havia necessidade de o governo federal, mais uma vez, perseguir quem trabalha, inclusive os cientistas, a segurança pública, e esse povo todo se elegeu prometendo segurança pública. E agora até o Fundo Nacional de Segurança Pública, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, todos foram para o pagamento, para aumentar um deficit primário, o mercado financeiro — disse.</p>
<p>Pacheco garantiu não haver problemas para a promulgação e encorajou o PT a apresentar a nova proposta para ampliar o rol das exceções dos fundos que podem ter o superávit atingido pela mudança constitucional.</p>
<p>— Futuras alterações serão amadurecidas nas duas Casas Legislativas, inclusive à guisa de novas propostas de emenda è Constituição, porque é preciso que o Congresso tenha essa vitalidade política de identificar algo que pode ser modificado doravante. Mas, sob o ponto de vista regimental, formal, jurídico e político, a promulgação da proposta de emenda à Constituição é absolutamente adequada, pertinente, e, se houver a necessidade de uma atualização em função desses entendimentos, isso será feito e será muito bem recebido pelo Senado Federal.</p>
<p>Veja aqui <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/03/15/12/camara-conclui-votacao-da-pec-emergencial">mais detalhes</a> da aprovação da PEC 186/2019, finalizada na semana passada pela Câmara.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/03/15/congresso-promulga-emenda-que-permite-retomar-auxilio-emergencial" target="_blank" rel="noopener">Agência Senado</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Auxílio Emergencial: veja como saber quantas parcelas de R$ 300 você terá direito a receber</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/auxilio-emergencial-veja-quantas-parcelas-de-r-300-voce-tera-direito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 16:17:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio Emergencial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem está no lote que teve a 5ª parcela paga entre 28 de agosto e 30 de setembro conseguirá receber as quatro parcelas de R$ 300, desde que continue enquadrado nas condições do benefício. A prorrogação do Auxílio Emergencial no valor de R$ 300 vale somente para quem já está recebendo o benefício de R$ [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Quem está no lote que teve a 5ª parcela  paga entre 28 de agosto e 30 de setembro conseguirá receber as quatro  parcelas de R$ 300, desde que continue enquadrado nas condições do  benefício.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A prorrogação  do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/auxilio-emergencial-sera-prorrogado-ate-dezembro/">Auxílio</a> Emergencial no valor de R$ 300 vale somente para quem já está  recebendo o benefício de R$ 600. No entanto, o número de parcelas, cujo  limite é de quatro, depende de quando o trabalhador fora do Bolsa  Família começou a receber o Auxílio de R$ 600.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso
 porque o Auxílio Emergencial de R$ 300 começa a ser pago somente após o
 recebimento das cinco parcelas de R$ 600 e vai só até o final de 
dezembro. E não há novas inscrições: só quem foi aprovado para as 
parcelas de R$ 600 poderá receber as de R$ 300.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Beneficiários do Bolsa Família</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No
 caso dos trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, todos os 
aprovados que continuaram elegíveis terão direito a quatro parcelas de 
R$ 300 &#8211; pagas sempre nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de setembro
 a dezembro. Cerca de 3 milhões de beneficiários desse grupo, no 
entanto, deixaram de receber o Auxílio Emergencial nessa fase de 
extensão e voltaram a receber o Bolsa Família.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Beneficiários fora do Bolsa Família</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Já
 no caso de quem não faz parte do Bolsa Família, é preciso saber qual o 
número da parcela que o trabalhador recebeu no Ciclo 2 do Auxílio 
Emergencial, cujos pagamentos começaram em 28 de agosto e terminaram em 
30 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A
 quantidade de parcelas de R$ 300 dependerá de quantas de R$ 600 foram 
recebidas até o final do calendário do Ciclo 2. Apenas quem recebeu a 5ª
 parcela nesse ciclo, entre 28 de agosto e 30 de setembro, conseguirá 
receber todas as quatro parcelas de R$ 300. Essas datas se referem ao 
depósito em poupança social digital da Caixa, e não à liberação do saque
 em dinheiro (veja mais abaixo como fica).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MAS ATENÇÃO:</strong>
 isso vale apenas para os trabalhadores que continuarem atendendo aos 
critérios do programa. Cerca de 5,7 milhões de beneficiários foram 
excluídos do programa nessa prorrogação, e não vão receber nenhuma 
parcela de R$ 300, independente de quantas parcelas de R$ 600 já 
receberam. O trabalhador só vai saber se foi excluído do programa no 
momento do pagamento, dentro do aplicativo Caixa TEM, de acordo com o 
presidente da Caixa, Pedro Guimarães.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O
 beneficiário pode ainda verificar no aplicativo ou site do Auxílio 
Emergencial até quando está previsto para ele receber o benefício, ou 
ainda ligar no 111 e perguntar se vai receber as parcelas adicionais de 
R$ 300. No entanto, a situação pode mudar, já que será feita uma 
reavaliação mensal dos beneficiários para verificar se eles ainda se 
enquadram nos critérios para receber o benefício (veja mais abaixo nesta
 reportagem os critérios para exclusão do programa).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Veja como ficam os pagamentos:</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem recebeu a 5ª parcela de R$ 600 entre 28 de agosto e 30 de setembro &#8211; vai receber 4 parcelas de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem recebeu a 4ª parcela de R$ 600 entre 28 de agosto e 30 de setembro &#8211; vai receber 3 parcelas de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem recebeu a 3ª parcela de R$ 600 entre 28 de agosto e 30 de setembro &#8211; vai receber 2 parcelas de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem recebeu a 2ª parcela de R$ 600 entre 28 de agosto e 30 de setembro &#8211; vai receber 1 parcela de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem recebeu a 1ª parcela de R$ 600 entre 28 de agosto e 30 de setembro &#8211; não vai receber parcelas de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem não recebeu nenhuma parcela de R$ 600 até nesse período &#8211; não vai receber nenhuma parcela de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os
 aniversariantes de janeiro devem ficar atentos, pois receberam duas 
parcelas entre 28 de agosto e 30 de setembro. A segunda, no entanto, já 
era parte do Ciclo 3 de pagamentos &#8211; a parcela que deve ser considerada,
 portanto, é a recebida no dia 28 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja abaixo as datas em que foram feitos os pagamentos do Ciclo 2, de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/mNm-HsfBWgboB5Xnsp1jGw3H-Wk=/0x0:1370x737/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/O/w/orRRtrQmejh2MDDFxDDQ/capturar.png" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Calendário de pagamentos do Ciclo 2 do Auxílio Emergencial — Foto: Reprodução</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Critérios mais rígidos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Só  vai ter direito às parcelas de R$ 300 o trabalhador que não for  excluído na reavaliação mensal que passou a ser feita pelo governo. Os  novos critérios excluem os beneficiários nas seguintes situações:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Possua indicativo de óbito nas bases de dados do governo federal</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Tenha menos de 18 anos, exceto em caso de mães adolescentes</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Esteja preso em regime fechado</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Tenha sido declarado como dependente no Imposto de Renda de alguém que se enquadre nas hipóteses dos itens 5, 6 ou 7 acima</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211;
 No ano de 2019 recebeu rendimentos isentos não tributáveis ou 
tributados exclusivamente na fonte cuja soma seja superior a R$ 40 mil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Tinha em 31 de dezembro de 2019 a posse ou a propriedades de bens ou direitos no valor total superior a R$ 300 mil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Recebeu em 2019 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Mora no exterior</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Tem renda mensal acima de meio salário mínimo por pessoa e renda familiar mensal total acima de três salários mínimos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211;
 Recebeu benefício previdenciário, seguro-desemprego ou programa de 
transferência de renda federal após o recebimento de Auxílio Emergencial
 (exceto Bolsa Família)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Conseguiu emprego formal após o recebimento do Auxílio Emergencial</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto,
 quem estava recebendo as parcelas de R$ 600, mas voltou para análise 
devido a reavaliação, terá de esperar o resultado da revisão e pode não 
ter direito às parcelas de R$ 300.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Prorrogação do Auxílio abrange 42,4 milhões</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No
 total, estão dentro dessa prorrogação do pagamento do Auxílio de R$ 300
 um total de 42,4 milhões de pessoas que não estão no Bolsa Família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pouco
 mais da metade desse total vai receber todas as quatro parcelas: 27 
milhões de pessoas, o equivalente a 63,6%. Já o total de pessoas que vai
 receber apenas uma parcela é de 1,4 milhão. Veja abaixo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; 27 milhões receberão as quatro parcelas de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; 8,1 milhões de pessoas receberão três parcelas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; 5,9 milhões receberão duas parcelas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; 1,4 milhão receberá uma parcela</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa do Ministério da Cidadania é que 5,7 milhões de pessoas não devem receber nenhuma das quatro parcelas de R$ 300.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo  o secretário-executivo do Ministério da Cidadania, Antônio José  Barreto, essa redução é motivada pelas regras mais restritas para a  prorrogação do pagamento benefício, além de melhorias que foram feitas  no cruzamento dos dados dos beneficiários.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/auxilio-emergencial-veja-como-saber-quantas-parcelas-de-r-300-voce-tera-direito-a-receber" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)">Jornal Jurid</a></strong></p>
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