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	<title>Arquivos Auxilio - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Primeira Turma considera ilegal alta programada para segurados do INSS</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Oct 2017 18:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="corpoDaNoticiaBox" class="conteudo_texto">
<p>Em decisão unânime, a Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu a ilegalidade do procedimento conhecido como &#8220;alta programada&#8221;, no qual o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ao conceder benefício de auxílio-doença, fixa previamente o prazo para o retorno do segurado ao trabalho e o fim do benefício, sem a marcação de nova perícia.</p>
<p>O recurso especial julgado foi interposto pelo INSS contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que entendeu que a cessação do auxílio-doença deve ser obrigatoriamente precedida de perícia médica, em vez de ocorrer em data presumida pela autarquia como sendo a da reabilitação do segurado.</p>
<h4><strong>Imprescindível</strong></h4>
<p>Para o INSS, o acórdão do TRF1 violou o artigo 78, parágrafo 1º, do Decreto 3.048/99, que estabelece que a autarquia poderá fixar, mediante avaliação pericial ou com base na documentação médica do segurado, o prazo que entender suficiente para a recuperação da capacidade para o trabalho.</p>
<p>No STJ, entretanto, o relator, ministro Sérgio Kukina, votou no sentido de negar provimento ao recurso. Segundo ele, a alta programada constitui ofensa ao <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8213cons.htm#art62" target="_blank" rel="noopener"><strong>artigo 62</strong></a> da Lei 8.213/91, que determina que o benefício seja mantido até que o segurado seja considerado reabilitado para o exercício de atividade laboral, constatação que, no entendimento do relator, exige avaliação médica.</p>
<p>“A cessação de benefício previdenciário por incapacidade pressupõe prévia avaliação médica, sendo imprescindível, no caso concreto, que o INSS realize nova perícia, em ordem que o segurado retorne às atividades habituais apenas quando efetivamente constatada a restauração de sua capacidade laborativa”, concluiu.</p>
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<div class="title_destaques_do_dia">Destaques de hoje</div>
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<div class="obj_texto_label_processos"><span class="texto"><span class="destaque"><strong>Processo:</strong> </span></span><span class="obj_textos_rel_processos"><a class="" href="https://ww2.stj.jus.br/processo/pesquisa/?aplicacao=processos.ea&amp;tipoPesquisa=tipoPesquisaGenerica&amp;termo=REsp%201599554" target="janela_processos" rel="noopener">REsp 1599554</a></span></div>
<div><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.stj.jus.br/sites/STJ/default/pt_BR/Comunica%C3%A7%C3%A3o/noticias/Not%C3%ADcias/Primeira-Turma-considera-ilegal-alta-programada-para-segurados-do-INSS" target="_blank" rel="noopener">STJ</a></div>
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		<title>TJRS – INSS não pode cancelar benefício concedido a segurado por decisão judicial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 01:26:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
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		<category><![CDATA[Auxilio]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O benefício em vigor, concedido por tutela antecipada (liminar) ainda vigente, somente poderá ser cancelado mediante análise e suspensão judicial. Com esse entendimento, a 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul atendeu, em parte, a pedido de segurado do INSS que teve o auxílio-doença concedido por decisão judicial cancelado, por meio de decisão administrativa, sem a comunicação ao Poder Judiciário.</p>
<h4><strong>Caso</strong></h4>
<p>O processo tramita na Comarca de Canoas. O auxílio-doença foi deferido ao início do processo, em antecipação de tutela. Na 2ª Vara Cível da Comarca, foi negado o pedido do segurado para que o INSS se abstivesse de suspender o pagamento do benefício, diante da convocação do segurado para exame médico e provável revisão administrativa realizada. Na avaliação do julgador, o INSS tem poder de autotutela na gestão dos benefícios que concede e no próprio controle de legalidade dos seus atos.</p>
<p>Inconformado, o segurado recorreu ao TJ.</p>
<h4><strong>Recurso</strong></h4>
<p>O relator do recurso, Desembargador Tasso Caubi Soares Delabary, considerou que o benefício em vigor alcançado pela tutela jurisdicional só pode ser cancelado por esta via: “Eventual cessação de pagamento, ainda que autorizado pelo exame de saúde ao qual convocado, apenas poderá advir da revogação da tutela de urgência que deferiu o benefício pela via recursal, ou por meio de novas provas que desautorizem a continuidade da percepção pelo ora recorrente a serem submetidas a prudente análise pelo julgador”, afirmou o relator.</p>
<p>Ainda, considerou o Desembargador, a tutela provisória pode ser revisada a qualquer tempo, assim que sobrevir fato novo, mas que deve ser submetido ao crivo judicial, vedada à administração violar a decisão jurisdicional, “haja vista o objeto controvertido tornou-se e permanece litigioso, o qual subtrai parcela do poder de autotutela do Estado”.</p>
<p>Participaram do julgamento os Desembargadores Eugênio Facchini Neto e Carlos Eduardo Richinitti, que acompanharam o voto do relator.</p>
<p>Processo: 70073136384 (Agravo de Instrumento)</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjrs-inss-nao-pode-cancelar-beneficio-concedido-segurado-por-decisao-judicial/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></p>
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