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	<title>Arquivos bafômetro - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Sep 2021 17:29:14 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos bafômetro - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Recusa ao bafômetro não impede constatação de embriaguez</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/recusa-ao-bafometro-nao-impede-constatacao-de-embriaguez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 17:34:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[bafômetro]]></category>
		<category><![CDATA[CTB]]></category>
		<category><![CDATA[Detran]]></category>
		<category><![CDATA[Detran RJ]]></category>
		<category><![CDATA[Embriaguez ao Volante]]></category>
		<category><![CDATA[Impedimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Decisão foi unânime. Recusa ao bafômetro &#8211; A 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios &#8211; TJDFT, por unanimidade, negou provimento ao recurso do réu e manteve a sentença que o condenou pelo crime de embriaguez ao volante e fixou pena de 6 meses e 10 dias de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">A Decisão foi unânime.</h4>



<p><strong>Recusa ao bafômetro</strong> &#8211; A 2ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios &#8211; TJDFT, por unanimidade, negou provimento ao recurso do réu e manteve a sentença que o condenou pelo crime de embriaguez ao volante e fixou pena de 6 meses e 10 dias de detenção, multa e suspensão de carteira de habilitação por 2 meses.</p>



<p>Segundo a denúncia oferecida pelo MPDFT, uma equipe de patrulhamento da polícia militar abordou o acusado, após perceber que ele conduzia seu veiculo em local considerado como ponto de venda de drogas. Durante o procedimento, constataram que o condutor apresentava sinais visíveis de embriaguez, como fala embargada e olhos vermelhos, além de terem encontrado no interior do carro, garrafas e latas de bebidas alcoólicas. O réu foi apreendido e levado para a delegacia, oportunidade em que recusou fazer o teste do etilômetro (bafômetro), mas teria confessado, informalmente, o uso de álcool e drogas. O réu apresentou defesa, na qual argumentou sua absolvição por ausência de provas.&nbsp;<a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/recusa-ao-bafometro-nao-impede-constatacao-de-embriaguez#banner-apoiadores"></a><a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/recusa-ao-bafometro-nao-impede-constatacao-de-embriaguez#banner-apoiadores"></a></p>



<p>Ao proferir a sentença, o juiz titular da 2ª Vara Criminal de Taguatinga explicou que restou comprovado, pelos depoimentos dos policiais “que o réu apresentava sinais de embriaguez, e que, inclusive, no momento da abordagem admitiu ter feito uso de álcool e drogas”. Também acrescentou o auto de constatação de alteração da capacidade psicomotora atestou “que o réu apresentava olhos vermelhos, desordem nas vestes, hálito alcoólico, dificuldade no equilíbrio e fala alterada”. Assim, o condenou pela prática do crime de conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada, previsto no&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-transito-brasileiro-306" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 306</a>, caput, c/c § 1º, II, do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-transito-brasileiro-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código Brasileiro de Trânsito</a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-nega-cesariana-usuaria-sera-indenizada/">Turma aumenta indenização de usuária de plano de saúde que teve cesariana negada</a></h4>



<p>O réu interpôs recurso sob a alegação de que não há prova oficial de que estava sob a influência de álcool ou entorpecente e que sua condenação não pode ser baseada em um documento produzido pelos próprios policiais que o prenderam. Contudo, os desembargadores entenderam que a sentença deveria ser integralmente mantida. O colegiado reforçou os argumentos da sentença e ressaltou “o Auto de Constatação de Sinais de Alteração da Capacidade Psicomotora juntado aos autos é válido e, analisado em conjunto com as declarações do policiais, na fase de investigação e em juízo, não há dúvidas acerca da materialidade e da autoria delitiva, havendo provas suficientes para a condenação de crime de embriaguez ao volante.”</p>



<p><strong>Acesse o Pje2 e confira o processo: 0708595-56.2020.8.07.0007</strong></p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/recusa-ao-bafometro-nao-impede-constatacao-de-embriaguez" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p>Tags: Recusa ao bafômetro, Detran Rj, Direito de Trânsito, Lei Seca, Direito de Trânsito Rio de Janeiro, Direito de Trânsito Rj, Rio de Janeiro</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Anulada multa de motorista que se recusou a fazer teste do bafômetro</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/anulada-multa-de-motorista-que-se-recusou-a-fazer-teste-do-bafometro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 21:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[bafômetro]]></category>
		<category><![CDATA[Detran]]></category>
		<category><![CDATA[lei seca]]></category>
		<category><![CDATA[motorista]]></category>
		<category><![CDATA[Multa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Houve falta de complementação de dados sobre sinais de comprometimento da capacidade do condutor. A juíza de Direito Lucilene Aparecida Canella de Melo, do Juizado Especial da Fazenda Pública de Ribeirão Preto/SP, julgou procedente ação de um motorista que buscava anular multa por ter se recusado a fazer o teste do bafômetro. A magistrada entendeu que houve [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"> Houve falta de complementação de dados sobre sinais de comprometimento da capacidade do condutor. </h3>



<p> A juíza de Direito Lucilene Aparecida Canella de Melo, do Juizado Especial da Fazenda Pública de Ribeirão Preto/SP, julgou procedente ação de um <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/limite-de-pontos-para-suspender-cnh/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="motorista  (abre numa nova aba)">motorista </a>que buscava anular multa por ter se recusado a fazer o teste do bafômetro. A magistrada entendeu que houve falta de complementação de dados referentes a sinais de comprometimento da capacidade psicomotora do condutor. </p>



<p>O motorista ajuizou ação contra o <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/detran-e-condenado-a-indenizar-motorista-que-teve-carro-apreendido-e-leiloado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Detran (abre numa nova aba)">Detran</a>/SP e contra o DER alegando que a mera recusa ao teste do bafômetro não poderia jamais ensejar o seu enquadramento na norma que dispõe sobre infração de quem dirige sob efeito de álcool.</p>



<p>Ao analisar o caso, a juíza verificou que a lei&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13281.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">13.281/16</a>&nbsp;trouxe novas disposições para o&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13281.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CTB</a>e que a recusa do condutor em realizar o teste se deu antes da vigência da nova lei. A legislação que valia à época do auto de infração tratava não da imposição de sanções pela mera recusa, mas, sim, pela possibilidade de indicação, pela autoridade, de outras condições que permitissem concluir pelo uso de álcool ou outra substância psicoativa causadora de dependência pelo condutor do veículo.</p>



<p>Assim, ela entendeu que deve ser invalidado o auto de infração por falta de complementação de dados referentes a sinais de comprometimento da capacidade psicomotora do condutor.</p>



<p>A causa foi patrocinada pelos advogados Luiz Carlos Brisotti, Carlos André Benzi Gil e Marcelo Stocco.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Processo:&nbsp;<a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/show.do?processo.foro=506&amp;processo.codigo=E2000BJIN0000" target="_blank" rel="noreferrer noopener">1027825-43.2017.8.26.0506</a></li></ul>



<p>Veja a&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2019/4/art20190426-08.pdf" target="_blank">íntegra</a>&nbsp;da decisão.</p>



<p><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Migalhas (abre numa nova aba)" href="https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI301248,51045-Anulada+multa+de+motorista+que+se+recusou+a+fazer+teste+do+bafometro" target="_blank"><strong>Migalhas</strong></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lei Seca ficou mais rígida nos últimos anos</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/lei-seca-ficou-mais-rigida-nos-ultimos-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jul 2018 15:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Álcool]]></category>
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		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A única forma segura de escapar de uma blitz da Lei Seca é não beber e dirigir Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação. Em 1997, essa história mudou, mas foi só [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="content-head__subtitle" style="text-align: center;"><strong>A única forma segura de escapar de uma blitz da Lei Seca é não beber e dirigir</strong></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="2">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Antes mesmo do novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), de 1997, a legislação já proibia dirigir depois de beber álcool, embora a fiscalização fosse frágil e sem métodos de comprovação.</p>
</div>
<div class="wall">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 1997, essa história mudou, mas foi só em 2008 que entrou em vigor a chamada Lei Seca, que reduziu a tolerância para a quantidade de álcool no organismo. Desde então, <a href="https://g1.globo.com/carros/noticia/autuacoes-pela-lei-seca-crescem-ano-a-ano-e-ja-passam-de-17-milhao-desde-2008.ghtml">mais de 1,7 milhão de autuações foram feitas no país</a>, segundo um levantamento do <strong>G1</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No entanto, essa lei ainda tinha brechas permissivas, que foram reduzidas em 2012 e 2016, ano em que todas as multas subiram de valor, aumentando o peso da punição.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="5">
<div class="content-intertitle">
<h2>Como é a Lei Seca agora?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o artigo 165 do CTB, o condutor flagrado dirigindo sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência comete uma <strong>infração gravíssima</strong>.</p>
</div>
</div>
<h1 data-track-category="Link no Texto"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4002" src="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min.png" alt="" width="984" height="2174" srcset="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min.png 984w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min-136x300.png 136w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min-463x1024.png 463w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min-768x1697.png 768w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min-695x1536.png 695w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2018/07/leiseca-mudancas-v3-min-927x2048.png 927w" sizes="(max-width: 984px) 100vw, 984px" /></h1>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="10" data-block-id="8">
<div class="content-intertitle">
<h2>Qual é a punição o motorista que for pego embriagado?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Atualmente, a multa gravíssima é de R$ 293,47, mas a nova Lei Seca multiplica esse valor por 10, chegando a <strong>R$ 2.934,70</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além da punição no bolso, o motorista tem a <strong>CNH recolhida</strong> e responde a um processo administrativo que leva a <strong>suspensão do direito de dirigir por 12 meses</strong> &#8211; depois de todos os recursos possíveis. O veículo também é retido até que um outro condutor habilitado se apresente.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se o motorista for flagrado novamente dirigindo embriagado dentro de 1 ano, a <strong>multa será dobrada, para R$ 5.869,40</strong>, e a CNH pode ser cassada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>Mas qual é o limite para beber e dirigir?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><a href="https://g1.globo.com/carros/noticia/brasil-e-um-dos-poucos-paises-com-tolerancia-zero-para-alcool-e-direcao.ghtml"><strong>Não há tolerância</strong> para qualquer nível de concentração de álcool no corpo</a>. Existe apenas uma margem de erro definida pelo Inmetro para os bafômetros, por isso a infração é confirmada se o resultado do teste for igual ou superior a 0,05 mg/L de ar expelido.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="18" data-block-id="15">
<div class="content-intertitle">
<h2>Se eu tiver tomado uma cerveja e meus reflexos parecem estar em perfeitas condições, ainda assim serei multado?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Sim. O motorista que consumir álcool e for flagrado ao volante será punido, mesmo que não esteja dirigindo de forma mais perigosa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="10" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>Quanto tempo leva para o álcool ser eliminado do corpo?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Não há um tempo exato, porque fatores como idade, sexo, peso e estômago cheio, entre outros, podem alterar medição &#8211; em alguns casos até dobrando o tempo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em testes, uma quantidade de uísque de 100 ml, o equivalente a 2 latas de cerveja ou 2 taças de vinho, levou até 5 horas para ser eliminada do organismo, mas algumas pessoas levaram a metade do tempo e outras muito mais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na verdade, como a variação é muito grande de pessoa para pessoa, a única forma segura de escapar do bafômetro é <strong>não beber e dirigir</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2>E se eu comi um bombom de licor?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quantidades pequenas de álcool são eliminadas mais rapidamente. Se você comeu o bombom poucos minutos antes de uma blitz, é possível que o bafômetro acuse algum sinal de álcool suficiente para levar multa. Mas é possível repetir o teste depois de 15 minutos para confirmar a medição.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em testes, voluntários consumiram bombom de licor e usaram enxaguante bucal com álcool. O bafômetro acusou a presença, mas depois de 25 minutos todos registraram zero no teste.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="25">
<div class="content-intertitle">
<h2>E se eu me recusar a soprar no bafômetro?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O motorista que se negar a fazer o teste, mesmo que não aparente embriaguez, é punido da mesma forma que o motorista alcoolizado, ou seja, multa de R$ 2.934,70, suspensão por 12 meses e retenção do veículo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A nova regulamentação também permite que a autoridade possa constatar embriaguez se houver <strong>alteração da capacidade psicomotora</strong>(cambalear, sonolência, hálito, atitude, desorientação, etc) ou até por meio de imagem, vídeo ou testemunho.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para confirmar a alteração, a autoridade deve considerar não somente um sinal, mas um conjunto de sinais, e incluir a descrição no auto da infração.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="29">
<div class="content-intertitle">
<h2>Posso ser preso?</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Sim. O motorista que for flagrado com concentração igual ou superior a 0,3 mg de álcool por litro de ar ou de 0,6 g/L no sangue pode ser multado pelo artigo 165 e também enquadrado em <strong>crime de trânsito (artigo 306)</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Neste caso, a autoridade também pode constatar embriaguez com observação de sinais de alteração da capacidade psicomotora.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se for constatada a embriaguez nestes níveis, o condutor é levado a uma delegacia, onde é aberto um inquérito e o Ministério Público decide se faz uma denúncia, que em seguida é aceita ou não por um juiz.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Se não houver acidente com vítima, o delegado pode estipular uma fiança, e o acusado que pagar responde ao processo em liberdade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pena para esse crime é de <strong>detenção de 6 meses a 3 anos</strong>, multa e suspensão temporária da carteira de motorista ou proibição permanente de se obter a habilitação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No entanto, é muito difícil o motorista voltar à prisão ao final do processo. Mesmo se for condenado, a punição pode ser revertida em prestação de serviço à comunidade ou pagamentos de cestas básicas, por exemplo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="11" data-block-id="36">
<div class="content-intertitle">
<h2>E se o motorista embriagado se envolver em acidente com vítima?</h2>
</div>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="37">Se causar <strong>morte (homicídio culposo)</strong> e for pego em flagrante, o motorista é levado a uma delegacia, mas uma fiança só pode ser estipulada por um juiz durante audiência. Desse modo, a <strong>liberação não é imediata</strong>.</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A lei define <strong>pena de 5 a 8 anos de prisão</strong>, mas ainda pode ser convertida em pagamento de cestas básicas ou trabalho comunitário ao final do processo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos casos em que há <strong>lesão grave</strong> (feridos sem intenção), a punição é de <strong>2 a 5 anos</strong>. Nestes casos, o delegado também não poderá conceder fiança.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Fonte: <a href="https://g1.globo.com/carros/noticia/lei-seca-ficou-mais-rigida-nos-ultimos-anos-veja-o-que-pode-e-o-que-nao-pode.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1</a></strong></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Motorista não pode ser multado por se recusar a fazer o bafômetro</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/motorista-nao-pode-ser-multado-por-se-recusar-a-fazer-o-bafometro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 May 2018 16:09:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta foi a manifestação do Ministério Publico Federal – MPF, em Recurso Especial interposto pelo Detran/ RJ, em um caso envolvendo um motorista que foi multado por se recusar a fazer o teste do bafômetro, quando parado na fiscalização (“blitz”) da denominada “Lei Seca”, realizada no estado do Rio de Janeiro. Tal posicionamento do MPF [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta foi a manifestação do Ministério Publico Federal – MPF, em Recurso Especial interposto pelo Detran/ RJ, em um caso envolvendo um motorista que foi multado por se recusar a fazer o teste do bafômetro, quando parado na fiscalização (“blitz”) da denominada “Lei Seca”, realizada no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Tal posicionamento do MPF sustenta que a simples recusa à realização do teste do bafômetro, não implica, por si só, no reconhecimento do estado de embriaguez, isto porque existe no Brasil a proibição da obrigação do indivíduo se autoincriminar, uma vez que cabe à autoridade fiscalizadora a prova da embriaguez, para a aplicação das sanções previstas no art. 165 do CTB. A prova da embriaguez poderá ser realizada de várias maneiras, de acordo com o previsto no art. 277 do CTB, como, por exemplo, pelo exame pericial, pela prova testemunhal, ou até pela descrição do estado físico e mental do motorista.</p>
<p>Esta manifestação do MPF também teve por base o disposto na Resolução nº 206/2006, do Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, que dispunha que, quando da recusa à realização dos testes, dos exames e da perícia, a infração poderia ficar caracterizada, de acordo com esta Resolução, mediante a obtenção de outras provas, acerca da presença de sinais resultantes do consumo de álcool ou de qualquer substância entorpecente.</p>
<p>No caso em questão, a Oitava Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro cancelou as penalidades impostas ao motorista, anulando a aplicação da multa pela simples recusa em fazer o teste do bafômetro, isto porque, se assim não fosse, caracterizaria uma violação à vedação da autoincriminação, do direito ao silêncio, da ampla defesa e do princípio da presunção de inocência.</p>
<p>Neste mesmo sentido entendeu a 11ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, que anulou o auto de infração e afirmou, em acórdão, que o simples fato do condutor não ter se submetido voluntariamente ao exame de etilômetro, não justifica a sua autuação com as mesmas penas previstas à quem for flagrado dirigindo sob a influência de álcool.</p>
<p>Portanto, com esta decisão do TJ/RJ, agora também cristalizada na manifestação do MPF junto ao STJ, e também com a decisão do TJ/SP, fica evidente que, apesar da luta para se enfrentar o alcoolismo ao volante, não é possível, nem aceitável, num Estado Democrático de Direito, que garantias e princípios, legais e constitucionais, sejam flexibilizados ou desprezados, sob pena de se criar precedentes perigosos de violação às garantias do cidadão.</p>
<p>O Estado deve agir preventivamente para diminuir tantas mortes no trânsito, conscientizando a população, para que jamais beba e dirija; caso isso não resolva, que se puna o infrator, todavia sempre dentro da lei, pois não é permitido ao Estado, por seus agentes, cometer ilegalidades para obrigar o cidadão a cumprir a lei.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/motorista-nao-pode-ser-multado-por-se-recusar-a-fazer-o-bafometro/" target="_blank" rel="noopener">Estadão</a></strong></p>
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		<title>Crime de embriaguez ao volante justifica medida cautelar de recolhimento noturno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jul 2017 23:52:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na hipótese de concessão de prisão domiciliar a pessoa detida por conduzir veículo sob a influência de álcool, não configura constrangimento ilegal a determinação de que o beneficiário da medida permaneça em casa em horário noturno. É o entendimento da presidente do STJ, ministra Laurita Vaz, que indeferiu pedido liminar de suspensão de medida cautelar de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Verdana;"><span style="font-size: small;">Na hipótese de concessão de prisão domiciliar a pessoa detida por conduzir veículo sob a influência de álcool, não configura constrangimento ilegal a determinação de que o beneficiário da medida permaneça em casa em horário noturno. É o entendimento da presidente do STJ, ministra Laurita Vaz, que indeferiu pedido liminar de suspensão de medida cautelar de recolhimento domiciliar noturno.</span></span></span></p>
<h4 align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><strong>O caso</strong></span></h4>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Verdana;">De acordo com os autos, o homem foi preso em flagrante enquanto conduzia alcoolizado um veículo. No entanto, o envolvido não tinha condições financeiras para arcar com o valor arbitrado na multa. Considerando que o homem já havia sido preso anteriormente por crime de trânsito, o magistrado dispensou o pagamento, mas fixou medidas cautelares como </span><span style="font-family: Verdana;">a proibição de frequentar bares e outros estabelecimentos onde exista o consumo de bebidas alcóolicas, e determinou recolhimento domiciliar após as 20h, bem como aos finais de semana e feriados.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Em pedido de HC, a defesa alegou que a imposição de recolhimento domiciliar resulta em severa restrição à liberdade do réu e só poderia ter sido determinada pelo magistrado por motivo devidamente fundamentado.</span></p>
<h4 align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><strong>STJ</strong></span></h4>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">A ministra Laurita Vaz não verificou ilegalidade na decisão da instância ordinária e ressaltou que o STJ já se manifestou no sentido de ser possível o recolhimento domiciliar com base no princípio da proporcionalidade, e, adicionalmente, como forma de aplicar medidas suficientes para a preservação da ordem pública, com carga coativa menor que a prisão ou o pagamento de fiança.</span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">“<em>O estabelecimento de medida cautelar de recolhimento noturno ao paciente, que foi preso em flagrante pela suposta prática do crime de embriaguez ao volante, não se revela, ao menos em juízo de cognição sumária, desproporcional ou inapropriado ao delito por ele, em tese, praticado, notadamente para evitar reiteração delitiva</em>”.</span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">O mérito do HC ainda será julgado pela 5ª turma, sob a relatoria do ministro Felix Fischer.</span></p>
<p align="justify"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI262790,31047-Crime+de+embriaguez+ao+volante+justifica+medida+cautelar+de" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exigência de teste aleatório do bafômetro em trabalhadores não caracteriza dano moral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 May 2017 17:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um motorista procurou a Justiça do Trabalho, alegando que foi submetido a injusto e grave constrangimento que atingiu sua honra e dignidade. Segundo ele, a empresa de engenharia onde trabalhou obrigava seus empregados a participarem de uma seleção para realizar teste do bafômetro e exame toxicológico com a finalidade de detectar eventual uso de bebidas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um motorista procurou a Justiça do Trabalho, alegando que foi submetido a injusto e grave constrangimento que atingiu sua honra e dignidade. Segundo ele, a empresa de engenharia onde trabalhou obrigava seus empregados a participarem de uma seleção para realizar teste do bafômetro e exame toxicológico com a finalidade de detectar eventual uso de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes. O funcionário afirmou que o teste do bafômetro não observava as regras mínimas de higiene, porque os &#8220;canudinhos&#8221; eram de uso coletivo. Com base nesse contexto, pretendia receber uma indenização por danos morais.</p>
<p>O caso foi apreciado pelo juiz Adriano Antônio Borges, titular da 2ª Vara do Trabalho de Itabira. No entanto, o magistrado julgou improcedente o pedido, por considerar, inclusive, que não houve prova de que o profissional tenha sido submetido a testes do bafômetro, tampouco a exames toxicológicos.</p>
<p>De todo modo, o julgador deixou registrada profunda reflexão sobre a matéria, reflexão essa que vem sendo levantada também em outras ações. Ele disse se sentir incomodado diante da “dualidade típica da modernidade”. Ou seja, a objetivação da subjetividade. E explicou: “a partir da descoberta do sujeito, com Descartes, o que não é diferente com o Cristianismo, houve uma cisão em todo o pensamento, pois o mundo passou a ser dividido em sujeito e objeto e o homem em corpo e alma, dualidade que de certa forma desconforta o coração quando surge um conflito entre os dois polos. Com base nisso, diante dos perigos da subjetividade infinita e líquida e das denúncias &#8220;positivas&#8221; de Rosseau, o direito, maior invenção da humanidade, tencionando uma universalidade ética e cultural, entendeu melhor objetivar as ações humanas via positivação da lei, o que adianto, não é suficiente, mas estabelece padrões e princípios fundamentais para a convivência na terra e o controle do caos”.</p>
<p>Prosseguindo em sua reflexão, ponderou que essa cisão, “inscrita no coração da modernidade e na condição humana dos nossos tempos, não se limita ao sujeito e objeto e ao corpo e à alma, mas também se revela na dualidade fé e razão; moralidade e ciência; razão teórica e razão prática; sociedade e Estado; indivíduo e sociedade e por aí vai”.</p>
<p>Para o julgador, hoje, o maior desafio do direito talvez seja respeitar a legitimidade da ação observando a subjetividade do autor. O conflito, de acordo com a decisão, está exatamente na fronteira entre o preservar absolutamente a dignidade subjetiva e individual e o preservar objetivamente a saúde coletiva (produto da soma da &#8220;saúde&#8221; individual, difusa e social) e o meio ambiente do trabalho. O juiz lembrou que o risco de acidente e de morte é alto nas áreas da Vale, beneficiária dos serviços.</p>
<p>“Como &#8220;pastor de nuvens&#8221; que o Estado muitas vezes me obriga a ser, sem embargo dos ensinamentos filosóficos e cristãos acima consignados, recorro-me também aos princípios constitucionais, posto que a sabedoria dos nossos constituintes, como tenho dito por aí, agrada a Deus e a sociedade, notadamente quando preconiza que a higidez do meio ambiente do trabalho e a saúde coletiva são bens insuperáveis de um Estado Democrático de Direito”, destacou na sentença.</p>
<p>E foi, em seus próprios dizeres, “com o coração em paz e alma serena” que o magistrado deu razão para a exigência aleatória do uso do bafômetro e outras medidas que preservem a saúde individual, coletiva e social. Nessa direção, lembrou que o ser humano é um ser de ações e de responsabilidades consigo mesmo e com o outro.</p>
<p>O uso do bafômetro foi considerado válido para preservar o outro e a sociedade contra eventuais condutas provenientes do “vazio existencial que há em cada um de nós”. Ao finalizar, o magistrado ponderou que nenhuma dignidade é maior que a vida e a saúde do meio ambiente do trabalho e da coletividade. Na visão do juiz, por altruísmo, todo o trabalhador deveria se submeter espontaneamente ao bafômetro e aos demais exames exigidos pela empresa.</p>
<p>Com esses fundamentos, julgou improcedente o pedido de indenização por danos morais formulados. Cabe recurso da decisão.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.amodireito.com.br/2017/05/exigencia-de-teste-aleatorio-do.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">AmoDireito</a></p>
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