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	<title>Arquivos Brasil - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Brasil - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Vacinação contra a Covid-19 no Brasil: veja perguntas e respostas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 16:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Perguntas]]></category>
		<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando começa? É obrigatória? Precisa pagar? Existe vacina melhor do que outra? Tire suas dúvidas. A enfermeira Mônica Calazans foi a primeira pessoa a tomar uma vacina contra a Covid-19 no Brasil sem ser em um teste clínico. Ela recebeu uma dose da CoronaVac em São Paulo minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Quando começa? É obrigatória? Precisa pagar? Existe vacina melhor do que outra? Tire suas dúvidas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira Mônica Calazans foi a primeira pessoa a tomar uma <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/vacinas-contra-a-covid-19/">vacina contra a Covid-19 no</a> Brasil sem ser em um teste clínico. Ela recebeu uma dose da CoronaVac em São Paulo minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial, em Brasília. Além da CoronaVac, a vacina de Oxford também poderá ser aplicada emergencialmente no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, recebe uma dose da vacina CoronaVac contra a Covid-19 no Hospital das Clínicas, em São Paulo, depois que a Anvisa aprovou seu uso emergencial neste domingo (17). Ela foi a primeira pessoa vacinada no país — Foto: Amanda Perobelli/Reuters</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, veja 15 perguntas e respostas sobre a vacinação no Brasil:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1 &#8211; Quando começa a vacinação no Brasil?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que a vacinação contra a Covid-19 deve iniciar a partir da tarde de 18 de janeiro, segunda-feira, em todo o país. A previsão é que a aplicação comece às 17h, segundo Pazuello.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio foi feito após ele sofrer pressão dos governadores, que pediram para antecipar o início da aplicação das doses, inicialmente previsto para esta quarta-feira (20).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num primeiro momento, o governo federal usará a CoronaVac. São 6 milhões de doses importadas da China que já estão no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras 2 milhões de doses da vacina de Oxford devem chegar da Índia, mas não se sabe quando. A operação de translado que seria no fim de semana fracassou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Paulo, o governador João Doria já havia começado a vacinar. Mais de 100 profissionais de saúde foram imunizados no domingo com a CoronaVac. Nesta segunda (18), doses serão enviadas a 6 hospitais de referência no estado. O Hospital das Clínicas, na capital, montou uma megaoperação para vacinar 30 mil funcionários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importante lembrar que a vacinação, no momento, é emergencial e restrita. Há regras específicas (veja aqui). A autorização da Anvisa vale para 8 milhões de doses. Não há como vacinar a população em geral por enquanto.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2 &#8211; Preciso levar algum documento ou me cadastrar em algum site?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Todas as pessoas serão vacinadas, mesmo que não apresentem algum documento. Basta comprovar que pertence ao grupo prioritário correspondente à fase da vacinação. No entanto, para fazer o controle, o Ministério da Saúde diz que é importante informar o número do CPF ou apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) – o Cartão do SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a pessoa não esteja cadastrada nas bases de dados do Ministério da Saúde, o profissional no posto de saúde poderá registrá-lo no momento do atendimento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3 &#8211; É verdade que o Ministério da Saúde está fazendo um agendamento para receber a vacina?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Em nota, o Ministério da Saúde disse que não realiza agendamento para aplicação de nenhum tipo de vacina, e nem envia códigos para celular dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4 &#8211; Quais vacinas serão aplicadas no Brasil?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por enquanto, duas vacinas foram aprovadas para uso emergencial: a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>5 &#8211; Quais serão os grupos prioritários?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o plano nacional de imunização do governo, as prioridades da campanha de vacinação são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; trabalhadores da área de Saúde;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; idosos (acima de 60 anos);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; indígenas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; pessoas com comorbidades;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; professores (do nível básico ao superior);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; profissionais de forças de segurança e salvamento;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; funcionários do sistema prisional;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; comunidades tradicionais ribeirinhas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; quilombolas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; trabalhadores do transporte coletivo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; pessoas em situação de rua;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; população privada de liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo de São Paulo, que tem um plano próprio de vacinação, vai começar com profissionais de saúde, indígenas e quilombolas. Depois, virão pessoas com mais de 75 anos (<a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/01/06/governo-de-sp-preve-vacinacao-contra-covid-19-de-7h-as-22h-de-segunda-a-sexta-e-em-horario-reduzido-aos-finais-de-semana.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veja detalhes</a>).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>6 &#8211; Quais serão as fases de vacinação?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o plano nacional de imunização, as três primeiras fases incluem os seguintes grupos:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Primeira fase:</strong>&nbsp;trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segunda fase:</strong>&nbsp;Pessoas de 60 a 74 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terceira fase:</strong>&nbsp;pessoas com comorbidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não está definido em qual fase serão inseridos os demais grupos prioritários. Segundo o governo, a decisão depende de aprovação das vacinas e disponibilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>7 &#8211; Por que a vacinação é importante?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais gente se vacinar logo no início, mais fácil será tratar eventuais pessoas que ainda não receberam suas doses e precisarão, portanto, de atendimento médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas não garantem que o paciente não terá Covid-19 novamente, apenas diminuem a chance de infecção e também a gravidade da doença em relação às pessoas que não receberam. Por isso, mesmo os vacinados ainda poderão transmitir o coronavírus. O uso da máscara ainda será fundamental, assim como o isolamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nenhuma vacina é 100% eficaz. Você só consegue maior proteção quando a maior parte da população se vacina, porque quando tem muita gente vacinando, o vírus diminui a circulação e, então, acaba protegendo também quem não está vacinado. Por isso que não é &#8216;toma quem quer'&#8221;, disse Denise Garret, epidemiologista e vice-presidente do Instituto Sabin de Vacinas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>8 &#8211; A vacina será gratuita?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A vacina será disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde, sem custos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>9 &#8211; Eu devo tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%? Não é melhor esperar outras?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, você deve tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%. Veja o que disseram os especialistas consultados pelo G1:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Primeiro: vem de graça pelo SUS – por que esperar se pode não esperar? Nada impede. O sistema imunológico vai ser ativado por qualquer vacina&#8221;, lembra Rodrigo Guerra, da UFSM.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em geral, é preferível a vacina que está disponível. É melhor vacinar com uma menos eficaz do que esperar mais tempo por uma mais eficaz. Mas é uma situação bem complexa&#8221;, pondera Lucia Pellanda, da UFCSPA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nenhuma vacina tem eficácia de 100%. Tem eficácia de 90%, nenhuma é 100%. Tem que tomar a vacina que ofereça alguma proteção e que esteja disponível – não adianta sonhar com a vacina de 95% e ela não chegar. O risco a que eu vou ficar exposto em todo esse período é maior do que de já tomar a vacina com eficácia menor, mas com a qual eu garanto uma proteção. Para as formas um pouco mais graves, até foi uma proteção maior. Quem sabe ela proteja mais ainda para formas graves&#8221;, pontua Alexandre Zavascki, da UFRGS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As duas vacinas que estarão provavelmente disponíveis na semana que vem no Brasil [a CoronaVac e a de Oxford] são seguras e este é um fator essencial. Sendo segura, quanto mais pessoas tomarem a vacina, mas diminuímos o risco individual e coletivo e mais rápido chegaremos na imunidade coletiva&#8221;, explica Otavio Ranzani, médico intensivista e epidemiologista da USP.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>10 &#8211; Quanto tempo após tomar a vacina eu estarei imunizado contra a Covid-19?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após as duas doses da vacina, nosso organismo não gera uma resposta imune imediata, explica o infectologista Jose Geraldo Leite Ribeiro, vice-presidente regional da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A proteção se dá um tempo após a aplicação da segunda dose, e esse tempo varia de acordo com cada vacina. Na maioria delas, a imunidade acontece a partir de dez ou vinte dias após a segunda dose”, afirma.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>11 &#8211; A vacinação contra a Covid-19 acabará com o coronavírus?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não se sabe. Em maio, a OMS afirmou que não há como prever quando se o coronavírus irá desaparecer um dia, mesmo com uma vacina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, ainda que a vacina não seja capaz de fazer o vírus desaparecer, ela será capaz de interromper as cadeias de transmissão e conter a disseminação entre as populações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão dos cientistas e da própria OMS é que o coronavírus se torne endêmico: à exemplo do que ocorre com o Influenza, que infecta novas pessoas todos os anos, o vírus continuará em circulação infectando aqueles que estiverem suscetíveis à Covid-19.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>12 &#8211; Posso ser infectado pelo coronavírus ao tomar a vacina?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não, pois nenhuma vacina em testes contém o vírus vivo. “A vacina contra a Covid-19 é uma ‘vacina morta’, ou seja, são inativadas, não contém o vírus vivo. Portanto, é impossível você ser infectado ao se vacinar”, explica Ribeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>13 &#8211; A vacinação será obrigatória?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, as vacinas no Brasil já são &#8216;obrigatórias&#8217;. Em diversos estados e cidades brasileiras, quem quiser matricular filhos em colégios públicos, por exemplo, precisa mostrar cadernetas de vacinação em dia. A necessidade de apresentação de caderneta também é obrigatória para quem quer disputar cargos públicos no Brasil e imunização em dia é ‘condição necessária’ para quem se inscreve no Bolsa Família. Outro exemplo de “obrigatoriedade” é a vacina de febre amarela. Segundo a OMS, 127 países exigem a vacinação contra a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a aplicação de medidas restritivas para quem se recusar a se vacinar contra a Covid-19. Eles entenderam que essas medidas são necessárias porque a saúde coletiva não pode ser prejudicada por decisão individual.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>14 &#8211; Quando teremos imunidade de rebanho com a vacinação?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda é difícil de definir o prazo para atingir a imunidade de rebanho das vacinas contra a Covid-19. Um dos motivos é a falta de definição de qual será a quantidade de doses por mês no Brasil, além de uma certa incerteza dos cientistas com relação à porcentagem da população que é necessária para barrar a transmissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A imunidade de rebanho acontece quando muitas pessoas adquirem anticorpos ou uma resposta imunológica a uma determinada doença infecciosa. O agente patogênico passa a encontrar menos pessoas sem imunidade e encontra dificuldade em se propagar, ou seja a cadeia de transmissão da enfermidade é interrompida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ribeiro, é imprudente estimar quando e em qual taxa de população vacinada ocorrerá a imunidade de rebanho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há autores que, por meio de modelos matemáticos, estimam que pelo menos 60% da população tem que ser vacinada para gerar imunidade de rebanho, mas é uma estimativa teórica. Eu não assinaria embaixo”, explica o infectologista da SBIm.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Geralmente, esse dado só é conhecido depois que se vacina grande parte da população e a acompanha durante 3 ou 4 anos&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator a se considerar é que apenas os grupos de risco serão vacinados em 2021, uma parcela muito pequena da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A vacinação em 2021 não vai interferir na circulação do coronavírus. Além disso, temos que lembrar que nenhuma das vacinas em teste é 100% eficaz. Se uma vacina tem eficácia de 95%, como a da Moderna, por exemplo, quer dizer que a vacina falhou em cinco a cada cem pessoas vacinadas&#8221;, completa Ribeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>15 &#8211; Não sou grupo de risco, não sei quando serei vacinado pelo SUS. Poderei comprar a vacina em uma clínica particular?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não há uma previsão de quando as clínicas particulares conseguirão comprar lotes das vacinas contra a Covid-19 que forem aprovadas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação dos órgão de saúde nacionais e internacionais é que todas as doses produzidas pelos laboratórios neste primeiro momento sejam direcionadas aos governos, com a finalidade de garantir que as pessoas dos grupos de risco sejam imunizadas o mais breve possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a resposta para esta pergunta dependerá, entre outros fatores, da capacidade de produção e entrega pelas farmacêuticas para atender tanto os governos como as clínicas particulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/vacinacao-contra-a-covid-19-no-brasil-veja-perguntas-e-respostas-2021-01-18" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto prevê uso de cartões de crédito para pagamento de pedágios</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/cartoes-de-credito-para-pagamento-de-pedagios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 15:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de credito]]></category>
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		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Senador Eduardo Girão]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cartões de crédito e débito podem ser incluídos como meio pagamento de pedágios em rodovias federais. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) 4.643/2020, que modifica a Lei 8.987, de 1995, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos. A proposta, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), estabelece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Cartões de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/banco-devera-restituir-valores-debitados-em-cartao-de-credito-clonado/">crédito e débito</a> podem ser incluídos como meio pagamento de pedágios em rodovias federais. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144735">4.643/2020</a>, que modifica a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8987compilada.htm#:~:text=Disp%C3%B5e%20sobre%20o%20regime%20de,Federal%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias.">Lei 8.987, de 1995</a>, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), estabelece que sejam aceitos outros meios de pagamento dos pedágios além do dinheiro, como os cartões de crédito, débito e meios de pagamento digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e mencionado pelo senador, aproximadamente um terço dos consumidores de serviços do país preferem o uso de cartões a dinheiro.&nbsp;Girão lembra que nem todos os motoristas conseguem ter o dinheiro para o pagamento das tarifas de pedágio e podem ser pegos desprevenidos, principalmente no período da noite ou finais de semana, quando não há caixas eletrônicos disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No entanto, as concessionárias de pedágio que atuam nas rodovias federais brasileiras ainda adotam a prática arcaica de apenas aceitar o papel-moeda como meio de pagamento válido. Consequentemente, os motoristas são obrigados a carregar cédulas e moedas apenas para esse fim e, quando não se lembram ou simplesmente desconhecem tal fato, acabam impossibilitados de transitar pela rodovia, sendo obrigados a buscar alguma cidade próxima apenas com o propósito de sacar os valores devidos ao pedágio para conseguirem seguir viagem”, diz o senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/10/27/projeto-preve-uso-de-cartoes-de-credito-para-pagamento-de-pedagios" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Votação do projeto que aumenta validade da CNH é adiada</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/validade-cnh-votacao-adiada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 13:33:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Burocracia]]></category>
		<category><![CDATA[CNH]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi retirado de pauta o projeto que amplia para 10 anos a validade da carteira de motorista, CNH (PL 3.267/2019). A votação estava prevista para a sessão remota desta terça-feira (18). Por 39 votos a 31, porém, os senadores decidiram adiar a votação da matéria . Houve também uma abstenção. Os senadores não entraram em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Foi retirado de pauta o projeto que amplia para 10 anos a validade da carteira de motorista, CNH (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/143258">PL 3.267/2019</a>). A votação estava prevista para a sessão remota desta terça-feira (18). Por 39 votos a 31, porém, os senadores decidiram adiar a votação da matéria . Houve também uma abstenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os senadores não entraram em consenso sobre a votação remota do projeto, que faz uma série de alterações no Código de Trânsito Brasileiro (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9503Compilado.htm">CTB – Lei 9.503, de 1997</a>). Vários senadores afirmaram que não houve tempo para o debate da matéria no Senado, além de o projeto não ser urgente e não ter consenso entre as lideranças partidárias. Outros senadores cobraram a votação, como parte de um acordo, e apontaram que o projeto ajuda a modernizar a legislação de trânsito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, admitiu o impasse e decidiu colocar a retirada da matéria para a decisão do Plenário. Davi disse que sempre tenta organizar a pauta com base na conciliação entre as lideranças partidárias. Segundo Davi, a pauta foi comunicada aos partidos há cerca de três semanas. Ele ainda afirmou entender as divergências como naturais, disse confiar no entendimento entre os senadores e destacou que busca atender a todos os partidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Mesmo buscando acordo e entendimento, a unanimidade às vezes é impossível. Sempre tentei e continuarei tentando buscar a harmonia na priorização das agendas — declarou Davi.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mortes no trânsito</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou que o projeto não tem urgência, ainda mais no meio de uma pandemia, e não conta com o consenso entre as lideranças. Para o senador, algumas das alterações propostas no projeto poderão representar um agravamento da violência e da falta de segurança no trânsito, sem contar “a institucionalização da impunidade e o enfraquecimento dos órgãos de trânsito”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Randolfe citou como exemplo o artigo que diminui a punição a quem for flagrado a mais de 50% do limite de velocidade da via. Para o senador, trata-se de um indevido estímulo à impunidade. Outro ponto que merece atenção, acrescentou Randolfe, é o fato de o projeto “expor as nossas crianças e adolescentes a um risco elevadíssimo, ao diminuir as balizas para autorização de condutores de veículos escolares”. Conforme Randolfe, cerca de 60% das infrações são cometidas por apenas 5% dos motoristas, demonstrando que as alterações propostas beneficiariam apenas uma pequena parcela dos cidadãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Esse projeto é uma violência contra todos os brasileiros. Só no ano passado, 40 mil brasileiros perderam a vida no trânsito — registrou o senador, que chegou a apresentar um requerimento para a retirada da matéria.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Hospitais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE), Otto Alencar (PSD-BA) e Styvenson Valentin (Podemos-RN) também pediram que a votação fosse adiada. Styvenson afirmou ver com apreensão as mudanças propostas pelo projeto. O senador Major Olimpio (PSL-SP) declarou não ver urgência na proposta e lamentou o fato de mais uma vez o Senado atuar como “casa carimbadora” — já que não foi aceita nenhuma emenda. Ele disse que a retirada do projeto poderia permitir um debate mais profundo sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— É um projeto que vai fazer média com a população, por causa da pontuação na carteira. Vai ter mais sangue nas ruas e nas estradas — lamentou o senador, que teve uma emenda rejeitada pelo relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o senador Alvaro Dias (Podemos-PR), a flexibilização do projeto é exagerada e justificaria o pedido de retirada de pauta. Ele apontou que os especialistas no assunto não foram ouvidos. Segundo o senador, o Senado é “a casa da maturidade” e precisa levar em conta a vida de milhões de brasileiros — entre mortos, feridos, familiares de vítimas do trânsito e pessoas prejudicadas diante do alto número de leitos hospitalares ocupados pelas vítimas e dos gastos públicos e prejuízos econômicos provocados por esses acidentes. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">— O ideal é que esse assunto seja discutido presencialmente. Ao discutir dessa forma, com essas limitações, não estaremos produzindo uma boa legislação — argumentou Alvaro Dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Jean Paul Prates (PT-RN) observou que é preciso evitar a lotação dos hospitais, especialmente em tempos de pandemia. Boa parte do atendimento nas emergências é voltado para as vítimas de acidentes de trânsito, ressaltou. Com uma legislação de trânsito mais branda, como a proposta, a tendência é o aumento no número de acidentados, tornando ainda mais difícil o combate à covid-19, disse o senador.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Burocracia</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Já o senador Telmário Mota (Pros-RR) afirmou que o projeto é &#8220;meritório e oportuno&#8221;. A seu ver, as punições mais rigorosas dos últimos anos terminaram por &#8220;engessar demais&#8221; a legislação de trânsito. Ele pediu mais medidas contra a burocratização, para deixar “o Brasil mais Brasil para os brasileiros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela liderança do governo, o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) pediu que o projeto fosse votado. Segundo Rodrigues, a matéria atende aos anseios do povo brasileiro, ao flexibilizar regras para o motorista profissional. Os senadores Eduardo Gomes (MDB-TO), Daniella Ribeiro (PP-PB) e Marcelo Castro (MDB-PI) também manifestaram apoio à votação da matéria. De acordo com Castro, as alterações feitas na Câmara foram positivas para o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma linha, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) disse que o projeto ajuda a modernizar a legislação e colabora com o motorista profissional. Em sua opinião, a matéria “dialoga com o interesse dos brasileiros”, já que torna mais acessível a carteira de motorista, CNH.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— A matéria vai desburocratizar e tornar mais barato para o motorista ter a sua carteira de habilitação — declarou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Modernização</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O relator, senador Ciro Nogueira (PP-PI), disponibilizou seu relatório no site do Senado. Segundo Ciro Nogueira,  modernização da legislação de trânsito é muito importante. Ele destacou a ampliação da validade da CNH para 10 anos, como regra geral. Para o senador, quanto mais for reduzida a burocracia “que sobrecarrega os ombros dos cidadãos comuns, mais reduziremos o custo Brasil, com reflexos positivos no crescimento e no emprego”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Após quase 23 anos da aprovação do CTB, são necessárias adequações a esse diploma, em função das rápidas mudanças que acontecem no trânsito — argumentou o relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Ciro Nogueira, outro ponto de grande importância é o uso obrigatório das cadeirinhas infantis, que passa a fazer parte do texto do CTB e não mais apenas de normas infralegais, como é atualmente. O relator fez apenas ajustes redacionais no texto. Ele informou que foram apresentadas 101 emendas, mas apenas uma foi acatada — considerada emenda de redação. Do senador Otto Alencar (PSD-BA), a emenda deixa claro que a cadeirinha deve ser usada por crianças de até 10 anos com base em sua altura e seu peso. A redação aprovada na Câmara citava apenas a idade e a altura.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Alterações</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Entre outras mudanças promovidas pelo projeto, a <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/posso-dirigir-com-a-cnh-vencida-durante-a-pandemia-veja-mitos-e-verdades/">Carteira Nacional de Habilitação </a>(CNH) passa a ter validade de dez anos para condutores com até 50 anos de idade. Hoje, a regra geral é de cinco anos de validade. A proposta também estabelece cinco anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos de idade; e três anos para condutores com 70 anos de idade ou mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto determina ainda que os exames de aptidão física e mental sejam realizados por médicos e psicólogos peritos examinadores, com a titulação de especialista em medicina do tráfego ou em psicologia de trânsito, respectivamente. Há, ainda, regras mais brandas para a retenção da carteira e para exames toxicológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/08/18/votacao-do-projeto-que-aumenta-validade-da-carteira-de-motorista-e-adiada" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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		<title>STJ vai decidir se menina de 9 anos ficará com a mãe no Brasil ou com o pai nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Nov 2017 19:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira, dia 22, o Superior Tribunal de Justiça (STF) vai definir o futuro de uma menina de nove anos de idade. Ela é filha de brasileiros, mas nasceu nos Estados Unidos e foi levada para o Brasil quando ainda era bebê. Conforme relatos da mãe, Flávia Harpaz, esta mudança aconteceu depois que o casal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira, dia 22, o Superior Tribunal de Justiça (STF) vai definir o futuro de uma menina de nove anos de idade. Ela é filha de brasileiros, mas nasceu nos Estados Unidos e foi levada para o Brasil quando ainda era bebê.</p>
<p>Conforme relatos da mãe, Flávia Harpaz, esta mudança aconteceu depois que o casal se passou por um difícil processo de divórcio, que teve até casos de agressões físicas e uma medida protetiva emitida pela justiça dos EUA.</p>
<p>Der acordo com o site UOL, o tribunal vai decidir se a criança ficará no Brasil com a mãe ou se vai morar nos Estados Unidos com o pai.</p>
<p>Ambos cariocas e amigos de escola desde a adolescência, os pais, Flávia, jornalista, e Mauricio Levy Sadicoff, engenheiro que trabalha com desenvolvimento de sistemas para web, se casaram em 2005. Fixaram-se na cidade de Champaign, em Illinois, onde a menina nasceu.</p>
<p>O casamento chegou ao fim em 2009, e Flávia afirma que decidiu levar S. para o Brasil, quando ela tinha 1 ano, por sofrer vários episódios de violência doméstica, até com o bebê no colo. O pai da criança disse que as afirmações da ex-mulher não são verdadeiras e, por isso, na disputa judicial pela criança, ele obteve sucessivas vitórias.</p>
<p>A jornalista recebeu autorização da Justiça dos EUA para ficar 15 dias no Brasil com a menina, mas não retornou mais.</p>
<p>No Brasil, Flávia requereu e ganhou a guarda da filha. No mesmo ano, Sadicoff entrou com pedido de expatriação da criança. A disputa chegou ao STJ em 2015. O tribunal determinou que a criança voltasse aos Estados Unidos, mas Flávia depois conseguiu a suspensão dos efeitos da decisão até novo julgamento.</p>
<p>Segundo a jornalista, o ex-marido nunca procurou a filha no Rio. Agora novamente casado nos Estados Unidos e com dois enteados, Sadicoff a acusa de sequestro internacional. Ele tem recorrido à Convenção de Haia para levar a menina de volta.</p>
<p>&#8220;Durante os últimos nove anos, ele não veio ver a filha nenhuma vez. Tentei contato várias vezes via telefone e WhatsApp, principalmente nos aniversários de S. Eles se falam nos aniversários, e depois o pai desaparece novamente. É um total abandono afetivo. Tentei diversos acordos desde 2009, e ele nega todos.&#8221;</p>
<p>Flávia lançou nas redes sociais uma campanha para chamar a atenção sobre o caso. &#8220;Os avós paternos moram a dez minutos da neta, mas procuram uma ou duas vezes ao ano, no máximo. Sempre permiti 100% o acesso a ela, até tentei estimular. Não entendo isso.&#8221;</p>
<p>O pai afirma que &#8220;as alegações da mãe da minha filha não correspondem à realidade e, por isso mesmo, não foram comprovadas, levando o Judiciário brasileiro a me dar ganho de causa em três diferentes instâncias de julgamento &#8211; e já tendo o próprio STJ confirmado duas vezes a decisão de retorno da S. aos EUA. À parte isso, não comento mais para preservar (a menina), e porque o processo corre em segredo de Justiça.&#8221;</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.ibdfam.org.br/noticias/na-midia/15703/STJ+vai+decidir+se+menina+de+9+anos+ficar%C3%A1+com+a+m%C3%A3e+no+Brasil+ou+com+o+pai+nos+EUA" target="_blank" rel="noopener">IBDFAM</a></p>
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