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	<title>Arquivos CDC - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos CDC - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Clínica e médico terão de indenizar paciente por não entregar resultado prometido</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/clinica-e-medico-terao-de-indenizar-paciente-por-nao-entregar-resultado-prometido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 May 2021 16:46:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Médico]]></category>
		<category><![CDATA[CC]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Procedimento Facial]]></category>
		<category><![CDATA[restituição]]></category>
		<category><![CDATA[Valores Pagos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A clínica e o médico deverão devolver os R$ 5 mil pagos pelo procedimento, acrescidos de R$ 10 mil, pelos danos morais causados. Uma clínica de estética e um médico dermatologista foram condenados a ressarcir um paciente que contratou os serviços da empresa para um procedimento facial e não obteve os resultados esperados. Os réus [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">A clínica e o médico deverão devolver os R$ 5 mil pagos pelo procedimento, acrescidos de R$ 10 mil, pelos danos morais causados.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">Uma clínica de estética e um médico dermatologista foram condenados a ressarcir um paciente que contratou os serviços da empresa para um procedimento facial e não obteve os resultados esperados. Os réus terão, ainda, que pagar, solidariamente, uma indenização de R$ 10 mil, a título de danos morais ao autor. A decisão foi mantida, por unanimidade, pela 4ª Turma Cível do TJDFT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os autos, o paciente procurou o profissional réu, há cerca de dois anos, para tratamento de envelhecimento da pele do rosto com peeling de fenol. Foi submetido a três sessões, com intervalo de uma semana entre elas. No entanto, após a conclusão do atendimento, o autor apresenta uma série de cicatrizes distróficas na face, conforme atestado por perito oficial. O exame físico aponta, ainda, diagnósticos de cicatrizes de acne, envelhecimento intrínseco e extrínseco e discromia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os réus alegam que o resultado não foi alcançado por culpa exclusiva do autor, que não completou as sessões previstas no plano de tratamento. Além disso, sustentam que a perícia se baseou em fotografias que comprometem a precisão da avaliação. Defendem que restou reconhecida a qualificação técnica do profissional e as adequadas condições de funcionamento da clínica; bem como não houve culpa nem relação de causalidade com o tratamento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao avaliar o caso, o desembargador relator observou que, de acordo com o <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código de Defesa do Consumidor</a>, o <a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código Civil</a> e a Jurisprudência do STJ, a responsabilidade civil médica é de natureza subjetiva e, por isso, depende de conduta dolosa ou culposa, dano e relação de causalidade para que haja o dever de indenizar. O mesmo se aplica aos casos de cirurgia ou tratamento estético.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/sancionada-lei-que-estende-validade-de-pedidos-medicos-para-gravidas/">Sancionada lei que estende validade de pedidos médicos para grávidas</a></h5>



<p class="wp-block-paragraph">“Na hipótese de tratamento de ‘peeling de fenol’, [&#8230;] cabe então ao dermatologista e à clínica demonstrar que, a despeito de não se ter atingido o resultado programado, não houve falha na prestação dos serviços”, explicou o magistrado. Conforme se extrai dos autos, o tratamento não alcançou o fim desejado, qual seja, rejuvenescimento facial, com remoção de marcas de expressão. De outro lado, as sessões causaram ao autor dor, sofrimento e afastamento por tempo demasiado do trabalho. Sobre a clínica recaem, ainda, acusações de que não dispunha de estrutura adequada e que o médico, além de não ser capacitado para o procedimento, teria usado produtos vencidos no paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do exposto, os desembargadores concluíram não haver dúvidas a respeito da falha nos serviços prestados pelos réus, na medida em que o procedimento não alcançou o resultado esperado, além de ter sido prolongado sem que o paciente fosse esclarecido previamente acerca das suas etapas. “Tal fato, como é evidente, causou danos ao autor, que mediante promessa de melhora em sua estética facial, submeteu-se a tratamento doloroso que, ao final, revelou-se ineficaz”. Por fim, restou consignado que não há evidência alguma de que o autor tenha contribuído para o resultado diverso do pretendido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim, a Turma manteve a sentença em seus exatos termos. A clínica e o médico deverão devolver os R$ 5 mil pagos pelo procedimento, acrescidos de R$ 10 mil, pelos danos morais causados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi unânime.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe2:  0016453-18.2016.8.07.0009</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/clinica-e-medico-terao-de-indenizar-paciente-por-nao-entregar-resultado-prometido" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: direito médico, clínica de estética, médico dermatologista, advogado de direito médico RJ, advogado de direito médico no Rio de Janeiro, advogado de plano de saúde Rj</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Passageiro deve ser indenizado por cruzeiro cancelado sem comunicação prévia</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/passageiro-deve-ser-indenizado-por-cruzeiro-cancelado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2021 21:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Cancelamento]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Cruzeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Falha]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Prestação de Informações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão é do juiz do 3º Juizado Especial Cível de Taguatinga. A empresa de turismo MSC Cruzeiros do Brasil foi condenada a indenizar por danos materiais e morais um cliente por falha na prestação de informações sobre cancelamento de viagem devido à pandemia da Covid-19. A decisão é do juiz do 3º Juizado Especial [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">A decisão é do juiz do 3º Juizado Especial Cível de Taguatinga.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa de turismo MSC Cruzeiros do Brasil foi condenada a indenizar por danos materiais e morais um cliente por falha na prestação de informações sobre cancelamento de viagem devido à pandemia da Covid-19. A decisão é do juiz do 3º Juizado Especial Cível de Taguatinga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos autos, o autor requer o reembolso dos valores pagos pelo pacote de cruzeiro, que, segundo ele, foi cancelado sem aviso prévio. O requerente afirma que recebeu confirmação da empresa dois dias antes do embarque para Dubai, nos Emirados Árabes, de onde partiria o navio, o que fez com que prosseguisse com o <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/consumidor-podera-remarcar-viagem-contratada-sem-onus/">planejamento da viagem</a>. Ao chegar na cidade, não conseguiu fazer o check-in online. Assim, foi até o porto de Dubai e constatou que a embarcação não se encontrava no local. Diante disso, pleiteia reparação por danos morais e materiais, referente às despesas não previstas, com locação de carro, hotel e alimentação para permanecer na cidade, durante os dias em que ele e sua família deveriam estar no Cruzeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado ressaltou que, no que se refere à suposta falha da comunicação de cancelamento da viagem, o fornecedor responde pelos danos decorrentes da falha na prestação de serviços, conforme o&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código de Defesa do Consumidor</a>. “Em que pese a alegação da ré de que comunicou ao autor sobre o cancelamento do cruzeiro, a aludida comunicação não ficou comprovada nos autos. Ao contrário, da análise da narrativa e do conjunto probatório, verifica-se que o autor foi diligente em acompanhar a confirmação da viagem junto à ré, verificando e printando por diversas vezes as telas de confirmação da viagem emitidas pela requerida”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz observou que a empresa de turismo sabia da impossibilidade de realização do cruzeiro em razão da pandemia e, mesmo assim, permitiu que o autor saísse de Brasília com destino a Dubai, onde daria continuidade à viagem planejada com a família. “A situação vivenciada pelo autor gerou angústia e frustração que ultrapassam a esfera do mero aborrecimento, atingindo atributos da personalidade do requerente, o que causou dano moral”, concluiu o magistrado. Dessa maneira, a empresa foi condenada a pagar R$ 3 mil pelos danos morais e R$ 879,88 pelos danos materiais sofridos pelo autor. “Não há como acolher o pedido de restituição das demais despesas alegadas por falta de comprovação específica nos autos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe: 0700677-64.2021.8.07.0007</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/passageiro-deve-ser-indenizado-por-cruzeiro-cancelado-sem-comunicacao-previa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags:&nbsp; direito do consumidor, cruzeiro, cruzeiro cancelado, viagem, viajar, advogado consumidor no Rio de Janeiro</em>, advogado consumidor RJ</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Consumidor deve ser indenizado por interrupção do sinal de TV antes de jogo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/indenizacao-por-interrupcao-do-sinal-de-tv-antes-de-jogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 20:03:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Falha]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
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		<category><![CDATA[prestação de serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Sinal de TV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os desembargadores da 3ª Turma Cível do TJDFT entenderam que houve falha na prestação do serviço, uma vez que o consumidor estava em dia com a obrigação contratual. A Sky Brasil Serviços terá que indenizar um consumidor que ficou sem sinal de TV por assinatura momentos antes da partida da Seleção Brasileira pelas oitavas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os desembargadores da 3ª Turma Cível do TJDFT entenderam que houve falha na prestação do serviço, uma vez que o consumidor estava em dia com a obrigação contratual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Sky Brasil Serviços terá que indenizar um consumidor que ficou sem sinal de TV por assinatura momentos antes da partida da Seleção Brasileira pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2018, disputada na Rússia. Os desembargadores da 3ª Turma Cível do TJDFT entenderam que houve falha na prestação do serviço, uma vez que o consumidor estava em dia com a obrigação contratual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor relata que convidou familiares e amigos para assistir ao jogo entre Brasil e México, pelas oitavas de final do Mundial. Pouco antes da partida, no entanto, o sinal da TV ficou fora do ar. Ao entrar em contato com a ré, o autor foi informado que a interrupção do sinal ocorreu por suposta inadimplência contratual. O autor sustenta que estava em dia com o contrato e que sofreu danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na 1ª instância, o pedido foi julgado improcedente. Porém, ao analisar o recurso, os desembargadores observaram que estava evidente tanto a falha na prestação do serviço quanto a ocorrência de dano extrapatrimonial, ressaltando que a ré reconheceu que o consumidor estava adimplente com suas obrigações contratuais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/academia-e-condenada-a-devolver-valor-cobrado-indevidamente/">Academia é condenada a devolver valor cobrado indevidamente</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, &#8220;Se o consumidor estava adimplente, o fato de haver corte de fornecimento fundado nessa alegação e consequente frustração da expectativa legítima de haver assistido o jogo da copa do mundo deve ser reconhecido como vício do serviço prestado, na forma do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-20" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Art. 20</a>&nbsp;do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CDC</a>”, explicaram. Os magistrados entenderam também que a conduta da ré extrapolou o mero aborrecimento. “O consumidor, além da ausência do serviço contratado, ficou impedido de assistir a partida do mundial de futebol, bem como passou por situação vexatória perante familiares e convidados ante a alegação de inadimplência sustentada pela ré”, pontuaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a Turma, por unanimidade, deu provimento ao recurso para reformar a sentença e condenar a SKY ao pagamento de R$ 5 mil a título de danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe2: 0716167-58.2019.8.07.0020</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/consumidor-deve-ser-indenizado-por-interrupcao-do-sinal-de-tv-antes-de-jogo-da-copa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags:&nbsp; direito do consumidor, consumidor, tv por assinatura, SKY, advogado do consumidor RJ, advogado consumidor no Rio de Janeiro</em></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/indenizacao-por-interrupcao-do-sinal-de-tv-antes-de-jogo/">Consumidor deve ser indenizado por interrupção do sinal de TV antes de jogo</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plano de saúde deve custear fertilização in vitro de paciente</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-deve-custear-fertilizacao-in-vitro-de-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Médico]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Custeio]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilização in Vitro]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou operadora de plano de saúde a cobrir procedimento de fertilização in vitro de paciente portadora de endometriose, baixa reserva de óvulos e infertilidade. Na inexistência de clínica na rede credenciada, o ressarcimento das despesas deve ocorrer nos limites do contrato. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="text-article">
<p>A 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou operadora de plano de saúde a cobrir procedimento de fertilização in vitro de paciente portadora de endometriose, baixa reserva de óvulos e infertilidade. Na inexistência de clínica na rede credenciada, o ressarcimento das despesas deve ocorrer nos limites do contrato. A ré deverá, ainda, reembolsar os valores pagos pela paciente em clínicas particulares.</p>
<p>De acordo com os autos, a autora não pode engravidar sem realizar procedimentos cirúrgicos. Ao entrar em contato com a operadora de seu plano de saúde, foi informada que devido ao grau de complexidade do problema, não há especialista na rede credenciada. A mulher, então, buscou atendimento em clínicas particulares, onde lhe sugeriram que se submetesse à reprodução assistida, mas a ré negou a cobertura.</p>
<p>Para o relator do recurso, desembargador A.C Mathias Coltro, apesar de existir, no contrato de prestação de serviços, cláusula que determina a exclusão de cobertura do plano para inseminação artificial e outras técnicas de fertilização, o Código de Defesa do Consumidor estabelece a nulidade de cláusulas contratuais relativas ao fornecimento de produtos e serviços que estabeleçam obrigações consideradas abusivas ou que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada. “Saliente-se que se cuida de contrato de adesão, no qual pouco resta à parte para opinar no momento do acerto, sendo inviável a elaboração de contrato individual, tendo a contratante que optar por aquele que lhe é mais conveniente, mas nem sempre é aquele por ela pretendido e, sempre é o que convém às empresas, tanto que para amparar tais situações desiguais é que se editou o Código de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-deve-indenizar-consumidora-por-falha-na-entrega-de-produto/">Defesa do Consumidor</a>.”</p>
</div>
<div class="text-article">
<p>O magistrado ainda frisou que “não há que se falar em legalidade de negativa por parte da requerida em razão de o procedimento não constar no rol de procedimentos da ANS, pois este rol constitui referência básica para cobertura assistencial mínima e não pode se sobrepor à <a href="https://juridmais.com.br/planos-de-seguros-privados-e-assistencia-a-saude-1" target="_blank" rel="noopener">Lei Federal nº 9656/98</a>, não sendo taxativo, mas sim exemplificativo, não podendo as operadoras de plano de saúde restringir ou negar suas autorizações a este rol”.</p>
<p>O julgamento, de votação unânime, teve a participação dos desembargadores Erickson Gavazza Marques e J.L. Mônaco da Silva.</p>
<p><b>Dia do Consumidor (15 de março) –</b> Para marcar a data, que tem origem em um discurso proferido pelo presidente norte-americano John F. Kennedy em 1962, o portal do TJSP publica ao longo da semana notícias de decisões relacionadas à proteção dos direitos dos consumidores.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/plano-de-saude-deve-custear-fertilizacao-in-vitro-de-paciente" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
</div>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-deve-custear-fertilizacao-in-vitro-de-paciente/">Plano de saúde deve custear fertilização in vitro de paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Site de reserva de hotéis é condenado a indenizar cliente por má prestação de serviço</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/site-de-reserva-de-hoteis-e-condenado-a-indenizar-cliente-por-ma-prestacao-de-servico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 15:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[hotel]]></category>
		<category><![CDATA[Má Prestação de Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O autor da ação contratou estadia na cidade de Porto Alegre/RS e, chegando ao local, percebeu que as acomodações não eram compatíveis com o que foi oferecido pelo site de viagens. A juíza substituta do 4º Juizado Especial Cível de Brasília condenou site de reserva Booking.com ao pagamento de danos morais pela má prestação de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">O autor da ação contratou estadia na cidade  de Porto Alegre/RS e, chegando ao local, percebeu que as acomodações  não eram compatíveis com o que foi oferecido pelo site de viagens.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza  substituta do 4º Juizado Especial Cível de Brasília condenou site de reserva Booking.com ao pagamento de danos morais pela má prestação de serviço  relativo à reserva de hotel. O autor da ação contratou estadia na cidade  de Porto Alegre/RS e, chegando ao local, percebeu que as acomodações  não eram compatíveis com o que foi oferecido pelo site de reserva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele  contou que pagou três diárias em um <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/decolar-com-indenizara-por-furto-nos-eua-durante-lua-de-mel-de-turistas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="hostel (abre numa nova aba)">hostel</a>, por meio do site de  reservas, com direito à cama de solteiro em dormitório misto, incluindo  ar condicionado e café da manhã. Quando chegou ao destino, ele foi  informado de que não havia café da manhã nem ar condicionado e que os  lençóis de cama e as toalhas não seriam fornecidos. Além desses  inconvenientes, a cama disponibilizada ficava localizada próxima a fios  elétricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta
 nos autos que o responsável pelo site não compareceu à audiência de 
conciliação para sua defesa, o que “induziu ao efeito de serem tidos 
como verdadeiros os fatos narrados pelo autor da ação”. A juíza, ao 
avaliar o caso, constatou que as informações disponibilizadas no 
documento de reserva do Booking.com não foram suficientes para que o 
autor pudesse ter a exata noção das acomodações que contratou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada destacou que, de acordo com o <a rel="noreferrer noopener" href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank">Código de Defesa do Consumidor</a>,  o cliente deve ter acesso &#8220;à informação adequada e clara sobre os  diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade,  características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço,  bem como sobre os riscos que possam apresentar&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Estou  convicta de que a insuficiência de informação fornecida pelo site  frustrou as reais expectativas do usuário com relação ao contrato  estabelecido. Dessa forma, considero que os fatos narrados acarretam a  obrigação da empresa de reparar os danos morais suportados pelo  requerente”, concluiu.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa foi condenada a pagar o autor R$ 1.500,00 a título de danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe: 0719935-04.2019.8.07.0016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/site-de-reserva-de-hoteis-e-condenado-a-indenizar-cliente-por-ma-prestacao-de-servico" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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		<title>Paciente deverá ser indenizada por plano de saúde que recusou cobrir exame oftalmológico</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/paciente-devera-ser-indenizada-por-plano-de-saude-que-recusou-cobrir-exame-oftalmologico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2018 17:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[CC]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
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		<category><![CDATA[Exame Oftalmológico]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O valor da indenização por danos morais foi fixado em R$ 1 mil. Juíza substituta do 4º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil – Cassi a pagar indenização por danos morais à beneficiária, que teve negado o tratamento indicado por seu médico. O quadro delineado nos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O valor da indenização por danos morais foi fixado em R$ 1 mil.</h3>
<p>Juíza substituta do 4º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil – Cassi a pagar indenização por danos morais à beneficiária, que teve negado o tratamento indicado por seu médico. O quadro delineado nos autos revelou que a autora teve negada, pela segunda vez, cobertura contratual pelo plano de saúde, administrado pela empresa ré, para realização de exame oftalmológico denominado Tomografia de Coerência Óptica &#8211; OCR. A autora havia pleiteado, liminarmente, a realização do exame, o que foi deferido no curso do processo.</p>
<p>A magistrada registrou que dentre os vários princípios protegidos pelo <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noopener">Código de Defesa e Proteção ao Consumidor</a> estão o da confiança, disposto nos <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-8" target="_blank" rel="noopener">arts. 8</a>, <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-10" target="_blank" rel="noopener">10</a> e <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-31" target="_blank" rel="noopener">31</a>, e o princípio da boa-fé objetiva, existente tanto no <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noopener">CDC</a> como no <a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-1" target="_blank" rel="noopener">Código Civil</a>. “Ao contratar um plano de saúde, a pessoa tem a legítima expectativa de ser assistida nos momentos em que tem a saúde fragilizada. Quando ocorre uma negativa de atendimento, como a que está descrita nestes autos, se configura uma frustração de tal expectativa, violando diretamente os princípios retro citados.”</p>
<p>A juíza destacou que o tratamento negado à parte autora fora indicado por médico especialista, o qual possui a competência técnica para tratar o paciente doente conforme as práticas existentes na medicina. “Não pode, portanto, o plano de saúde se sobrepor ao médico e simplesmente vetar o tratamento indicado pelo profissional capacitado. Quando o médico indica um tratamento, qualquer que seja, está buscando a cura do paciente doente ou evitar que ele adoeça ou, ainda, minimizar os riscos de ele voltar a adoecer, em perfeita sintonia com o princípio constitucional da Dignidade da Pessoa Humana”. Desta forma, a magistrada confirmou que negar o tratamento indicado pelo médico viola o princípio constitucional básico do direito à vida e à saúde, configurando um ato ilícito, em razão da abusividade da conduta. Nesse sentido, também trouxe o Acórdão 879894, da 6ª Turma Cível.</p>
<p>Assim, quanto aos danos morais, o Juizado considerou que restaram plenamente caracterizados quando a ré negou o tratamento indicado pelo médico à autora. “Indubitavelmente, a recusa atingiu os direitos de personalidade da autora, eis que foi submetida indevidamente a sentimentos negativos de medo e insegurança, que certamente lhe geraram dor e aflição, que vão muito além dos meros aborrecimentos do cotidiano”. Levando em conta as circunstâncias do caso, os princípios da proporcionalidade e razoabilidade, a magistrada arbitrou o valor do dano em R$ 1 mil.</p>
<p>Cabe recurso da sentença.</p>
<p><b>Processo Judicial eletrônico (PJe do 1º Grau): 0718918-64.2018.8.07.0016</b></p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/paciente-devera-ser-indenizada-por-plano-de-saude-que-recusou-cobrir-exame-oftalmologico" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<title>Consumidor deverá ser indenizado por receber cobranças incessantes destinadas a outra pessoa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2018 23:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Também foi declarada a inexistência de relação jurídica entre as partes e as empresas terão que parar de efetuar cobranças referentes a débitos de terceira pessoa no telefone do autor. Juíza titular do 6º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a Ativos Securitizadora de Créditos Financeiros e o Banco do Brasil a pagarem R$ 2 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Também foi declarada a inexistência de relação jurídica entre as partes e as empresas terão que parar de efetuar cobranças referentes a débitos de terceira pessoa no telefone do autor.</strong></p>
<p>Juíza titular do 6º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a Ativos Securitizadora de Créditos Financeiros e o Banco do Brasil a pagarem R$ 2 mil de indenização por danos morais a um consumidor. Também foi declarada a inexistência de relação jurídica entre as partes e as empresas terão que parar de efetuar cobranças referentes a débitos de terceira pessoa no telefone do autor.</p>
<p>O requerente afirmou que vem recebendo ligações e mensagens de cobrança relativas a dívida de pessoa que desconhece – e que, embora tenha informado os réus sobre o equívoco, as empresas continuaram a realizar a cobrança. A primeira ré ofereceu contestação, porém não compareceu à audiência de conciliação, o que configurou revelia.</p>
<p>O segundo réu arguiu preliminar de ausência de interesse processual. No mérito, pediu a improcedência do pedido, afirmando que não há relação entre as partes; que as cobranças foram endereçadas a outra pessoa, que certamente teria informado o telefone do autor no momento do cadastro; e que o caso configura mero dissabor. Assim, a magistrada confirmou que as ligações sobre a dívida deveriam cessar, já que o autor não é o destinatário das cobranças e que os contatos utilizados pela parte ré não se referem ao real devedor.</p>
<p>Em relação ao pedido de compensação por danos morais, a juíza registrou que, “nas relações de consumo, diferentemente das relações contratuais paritárias, reguladas pelo <a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-1" target="_blank" rel="noopener">Código Civil</a>, o que se indeniza a título de danos morais é o descaso, a desídia, a procrastinação da solução de um pedido do consumidor sem razão aparente por mais tempo do que seria razoável”. A magistrada também lembrou o caráter protetivo do <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noopener">CDC</a>, que busca a equalização das forças contratuais em favor da parte mais fraca, o consumidor, “pois quem detém a possibilidade de resolver o problema que aflige o contratante é o fornecedor”.</p>
<p>No caso dos autos, o Juizado confirmou que a única que poderia resolver o problema do autor era a parte ré. “No entanto, embora comunicada que o terceiro devedor não poderia ser encontrado no número pertencente ao autor, continuou a enviar cobranças, importunando-o sem sossego.” Considerando as circunstâncias do caso e os requisitos jurisprudenciais, a magistrada confirmou a ocorrência do dano moral e definiu o valor indenizatório em R$ 2 mil.</p>
<p>Cabe recurso da sentença.</p>
<p><b>Processo Judicial eletrônico: 0723063-66.2018.8.07.0016</b></p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/consumidor-devera-ser-indenizado-por-receber-cobrancas-incessantes-destinadas-a-outra-pessoa" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<title>Plano de saúde deve aplicar reajuste individual em plano coletivo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-deve-aplicar-reajuste-individual-em-plano-coletivo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jul 2018 14:32:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Para TJ/SP, aumento muito além da inflação sem justificativa fere CDC. Reajuste de plano de saúde coletivo acima do permitido pela ANS para plano individual e muito acima da inflação, sem qualquer fundamentação, fere o CDC. Assim entendeu a 3ª turma Recursal Cível do Colégio Recursal do TJ/SP ao julgar parcialmente procedentes os pedidos de segurada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Para TJ/SP, aumento muito além da inflação sem justificativa fere CDC.</strong></p>
<p>Reajuste de plano de saúde coletivo acima do permitido pela ANS para plano individual e muito acima da inflação, sem qualquer fundamentação, fere o <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noopener">CDC</a>. Assim entendeu a 3ª turma Recursal Cível do Colégio Recursal do TJ/SP ao julgar parcialmente procedentes os pedidos de segurada para declarar nulos aumentos feitos pela operadora responsável pelo convênio médico e determinar que seja aplicado o índice permitido pela ANS.</p>
<p>A beneficiária ajuizou ação alegando que foi ilegal o aumento anual de seu plano de saúde. Requereu, assim, a nulidade da cláusula de aumento prevista no contrato, além da revisão contratual com base nos índices de reajustes individuais vigentes nos anos de 2012 a 2016. Em sua defesa, a parte requerida afirmou que o contrato da beneficiária não é individual – em situação regulamentada pela ANS –, mas coletivo, devendo o reajuste previsto no contrato ser respeitado.</p>
<p>Ao analisar o caso, o relator na 3ª turma Recursal Cível do TJ/SP, Sidney Tadeu Cardeal Banti, considerou que a alegação da parte requerida &#8220;não passa de um sofisma&#8221;.</p>
<p>Segundo o magistrado, &#8220;a razão lógica para que a ANS regulamente o reajuste dos planos individuais é a de que, sendo o consumidor pessoa única, deve haver a tutela de reajuste&#8221;, a fim de se evitar um aumento abusivo, já que o consumidor individual &#8220;não possui nenhum poder de barganha perante a empresa administradora do plano/seguro saúde e a empresa de saúde&#8221;.</p>
<p>Banti considerou que a maior parte dos planos coletivos possuem reajustes muito acima da inflação e superiores ao permitido pela ANS em planos individuais. No entanto, &#8220;a forma como esse índice é apresentado ao consumidor desrespeita todos os princípios de cunho obrigatório determinados no <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noopener">Código de Defesa do Consumidor</a>&#8220;.</p>
<p>&#8220;E, não se demonstra possível, em pleno século 21 e após 20 anos de <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noopener">Código de Defesa de Consumidor</a>, que não existam, por parte dos fornecedores, informações detalhadas e comprovadas sobre o aumento que se impõe de forma potestativa em conjunto pela administradora e empresa de saúde.&#8221;</p>
<p>Com isso, o magistrado julgou parcialmente procedentes os pedidos da beneficiária e declarou nulos os aumentos efetuados no plano de saúde, determinando que os índices aplicados no plano de saúde entre 2012 e 2016 sejam substituídos pelos reajustes definidos pela ANS para planos individuais neste período.</p>
<p><b>Processo: 1010544-28.2017.8.26.0004</b></p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/plano-de-saude-deve-aplicar-reajuste-individual-em-plano-coletivo" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Paciente que ficou com metal no joelho após cirurgia será indenizado por danos morais</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/paciente-que-ficou-com-metal-no-joelho-apos-cirurgia-sera-indenizado-por-danos-morais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2018 13:05:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O valor da indenização foi fixado em R$ 10 mil. A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a obrigação de pagamento de indenização por danos morais, no valor de R$ 10 mil, em favor de paciente que permaneceu com fio de aço no joelho após cirurgia ortopédica. Dez dias após a realização da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>O valor da indenização foi fixado em R$ 10 mil.</strong></p>
<p>A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a obrigação de pagamento de indenização por danos morais, no valor de R$ 10 mil, em favor de paciente que permaneceu com fio de aço no joelho após cirurgia ortopédica.</p>
<p>Dez dias após a realização da cirurgia para reparação dos ligamentos do joelho direito, o paciente ficou impossibilitado de andar, passou a sentir dores e percebeu a falta de cicatrização no local, que começou a apresentar um processo infeccioso. Para retirar o metal do joelho, ele precisou passar por nova cirurgia, sendo submetido a duas anestesias gerais e fisioterapia.</p>
<p>Na ação indenizatória, o paciente alegou que o sofrimento causado pelas dores e pela possibilidade de não conseguir retomar seu trabalho como carteiro configurariam o dano moral.</p>
<p>Segundo o hospital, o fio de aço era pequeno demais para ter sido visto pelo médico durante a cirurgia, só podendo ser detectado por exame de imagens. Além disso, alegou que os serviços hospitalares foram prestados da melhor forma possível e que não houve falha na conduta médica, seja por imprudência ou negligência. Também afirmou que o paciente tinha a intenção de obter lucro ao pedir a indenização.</p>
<p><b>Responsabilidade subjetiva</b></p>
<p>Após análise das provas, o tribunal de segunda instância estipulou o pagamento de R$ 10 mil por danos morais. A relatora do recurso no STJ, ministra Nancy Andrighi, destacou que o acordão foi conclusivo ao registrar o erro do cirurgião. Dessa forma, a análise de eventual inexistência de erro médico esbarra no impedimento da <a href="https://juridmais.com.br/sumulas---superior-tribunal-de-justica-7" target="_blank" rel="noopener">Súmula 7/STJ</a>, pela qual é impossível a revisão dos fatos em recurso especial.</p>
<p>Tendo sido reconhecida a negligência do profissional, a ministra Nancy Andrighi explicou que o hospital deve responder subjetivamente, de forma solidária. “A responsabilidade do hospital somente se configura quando comprovada a culpa do médico integrante de seu corpo clínico, conforme a teoria de responsabilidade subjetiva dos profissionais liberais abrigada pelo <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noopener">Código de Defesa do Consumidor</a>”, afirmou.</p>
<p>Quanto à alegação de que o paciente estaria interessado em obter lucro, Nancy Andrighi ressaltou que “não se pode confundir a propalada ‘indústria do dano moral’ com as situações em que há efetiva violação da esfera íntima da personalidade da vítima, trazendo angústias que ultrapassam sensivelmente o simples dissabor de expectativas não alcançadas no mundo contemporâneo”, concluiu.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/paciente-que-ficou-com-metal-no-joelho-apos-cirurgia-sera-indenizado-por-danos-morais" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Plano de saúde é condenado a custear tratamento de câncer de pele de consumidora</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-e-condenado-custear-tratamento-de-cancer-de-pele-de-consumidora/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 13:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em caso de descumprimento da liminar, multa diária é de R$ 10 mil. Uma consumidora conseguiu na Justiça o direito de ter custeado pelo plano de saúde seu tratamento contra câncer de pele. Liminar é do juiz de Direito Jomar Juarez Amorim, da 2ª vara Cível de Jabaquara/SP. A mulher pleiteava cobertura do medicamento &#8220;Nivolumab&#8221;, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-e-condenado-custear-tratamento-de-cancer-de-pele-de-consumidora/">Plano de saúde é condenado a custear tratamento de câncer de pele de consumidora</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Em caso de descumprimento da liminar, multa diária é de R$ 10 mil.</em></p>
<p>Uma consumidora conseguiu na Justiça o direito de ter custeado pelo plano de saúde seu tratamento contra câncer de pele. Liminar é do juiz de Direito Jomar Juarez Amorim, da 2ª vara Cível de Jabaquara/SP.</p>
<p>A mulher pleiteava cobertura do medicamento &#8220;Nivolumab&#8221;, indicado para o tratamento do melanoma. O juiz concedeu a tutela de urgência por considerar que os elementos evidenciam a probabilidade do direito da autora, haja vista a tutela da saúde e da dignidade humana, os preceitos da legislação aplicável à relação contratual (<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noopener">leis 8.078/90 </a>e <a href="https://juridmais.com.br/planos-de-seguros-privados-e-assistencia-a-saude-1" target="_blank" rel="noopener">9.656/98</a>) e a jurisprudência do TJ/SP sobre a matéria.</p>
<p>Também foi concedida a gratuidade da Justiça. Em caso de descumprimento da decisão, a multa diária é de R$ 10 mil.</p>
<p><b>Processo: 1018175-26.2017.8.26.0003</b></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/plano-de-saude-e-condenado-a-custear-tratamento-de-cancer-de-pele-de-consumidora" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></p>
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