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	<title>Arquivos Cobrança - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Cobrança - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Médico que cobrou por cesariana no SUS é condenado por improbidade administrativa</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/condenado-medico-que-cobrou-por-cesariana-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Improbidade Administrativa]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tribunal não reconheceu a prescrição intercorrente. A 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo afastou a prescrição e condenou um médico por improbidade administrativa decorrente da cobrança de R$ 1 mil para a realização de uma cesariana e laqueadura de paciente atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). As sanções [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Tribunal não reconheceu a prescrição intercorrente.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo afastou a prescrição e condenou um médico por improbidade administrativa decorrente da cobrança de R$ 1 mil para a realização de uma cesariana e laqueadura de paciente atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). As sanções aplicadas foram a perda do montante cobrado, suspensão dos direitos políticos por oito anos, pagamento de multa civil no valor correspondente a três vezes o valor do acréscimo patrimonial e a proibição de contratar com Poder Público por dez anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A demanda foi proposta pelo Ministério Público de São Paulo contra o médico que, na condição de funcionário público, exigiu da paciente e de seu marido a quantia de R$ 1 mil para a realização do parto e laqueadura realizados em hospital público, sendo que somente a cesariana é coberta pelo SUS e o outro procedimento realizado de forma particular. Em primeiro grau o processo foi extinto, sem julgamento do mérito, devido ao reconhecimento da prescrição intercorrente dado à atualização na redação da Lei de Improbidade Administrativa.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14535&amp;action=edit"><strong>Médico é condenado a pagar R$ 100 mil após operar olho errado e deixar idoso cego em MG</strong></a></li>



<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14532&amp;action=edit"><strong>Convênio deve fornecer medicação a criança com dermatite atópica grave</strong></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do recurso, desembargador Kleber Leyser de Aquino, avaliou em seu voto não ser possível o reconhecimento da prescrição intercorrente já que o Supremo Tribunal Federal (STF) deixou claro que “o novo regime prescricional não tem retroatividade, sendo aplicado apenas a partir da publicação da lei”. Em relação ao mérito, o magistrado apontou que o réu não comprovou que o valor pago se referia apenas à laqueadura e completou que esse fosse o caso, “não poderia utilizar o aparato público, mantido com verbas públicas, para cobrar cirurgia particular”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também participaram do julgamento os desembargadores José Luiz Gavião de Almeida e Marrey Uint. A decisão foi unânime.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apelação nº 0002521-36.2019.8.26.0297</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte:<a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/medico-que-cobrou-por-cesariana-no-sus-e-condenado-por-improbidade-administrativa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: SUS, Médico, cesariana, obstetra, gravidez, advogado direito médico rj, advogado plano de saúde rj, advogado médico rj, advogado rj</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Buffet que não realizou festa devido à pandemia não pode cobrar multa de rescisão contratual</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/buffet-que-nao-realizou-festa-nao-pode-cobrar-multa-de-rescisao-contratual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 21:14:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Buffet]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Multa]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Contratual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento não aconteceu por motivo alheio às partes. A 35ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve sentença que declarou rescindido o contrato entre uma consumidora e uma empresa prestadora de serviços de buffet e determinou o reembolso dos valores pagos pela autora. De acordo com os autos, o buffet [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Evento não aconteceu por motivo alheio às partes.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 35ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve sentença que declarou rescindido o contrato entre uma consumidora e uma empresa prestadora de serviços de buffet e determinou o reembolso dos valores pagos pela autora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os autos, o buffet havia sido contratado para uma festa de casamento, que não se realizou em virtude da quarentena decretada no Estado de São Paulo como medida de enfrentamento da pandemia de Covid-19. A autora já havia desembolsado cerca de R$ 4 mil pelos serviços, mas a empresa se recusou a devolver o valor, avocando cláusula contratual que previa a cobrança de multa em caso de rescisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do recurso, desembargador Gilson Delgado Miranda, pontuou que a apelante não possibilitou à autora que o evento fosse remarcado ou o cancelamento com crédito disponível. “Aliás, a proposta de que o valor já pago pela apelada, quase equivalente ao da multa contratual, ficasse ‘como crédito para a contratação de um novo evento no futuro’ apenas foi veiculada em contestação, já de forma tardia, sendo incapaz de apagar do mundo jurídico o ilícito que já estaria caracterizado fosse aplicável tal legislação.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leis mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/habilitacao-devera-registrar-tipo-sanguineo-e-fator-rh-do-condutor/">CNH deverá registrar tipo sanguíneo e fator Rh do condutor, determina projeto</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Gilson Miranda destacou, ainda, que não há que se falar em rescisão unilateral do contrato, uma vez que a festa contratada não pode ser realizada em razão de motivos alheios às partes: a proibição de eventos com aglomerações devido à pandemia. “O caso, então, é resolução (e não mera resilição) do contrato por impossibilidade da prestação, sem culpa de nenhuma das partes”, afirmou o magistrado, completando que tal resolução contratual “opera-se sem incidência de nenhuma cláusula penal, já que ausente culpa (<a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-408" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 408</a>&nbsp;do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código Civil</a>), e com devolução da parte do preço que já havia sido paga (retorno das partes ao &#8216;status quo ante&#8217;).”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram do julgamento, que teve votação unânime, os desembargadores Melo Bueno e Artur Marques.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apelação nº 1004573-57.2020.8.26.0004</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/buffet-que-nao-realizou-festa-devido-a-pandemia-nao-pode-cobrar-multa-de-rescisao-contratual" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags:  direito do consumidor, consumidor, buffet, festa de casamento, casamento, advogado do consumidor RJ, advogado consumidor no Rio de Janeiro</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Vítima de cobrança por dívida inexistente deve ser indenizada</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/cobranca-por-divida-inexistente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 17:50:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida Inexistente]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O valor da indenização por danos morais foi fixado em R$ 3.000,00 (três mil reais). As lojas de departamentos Renner S.A. foi condenada a pagar indenização por danos morais por excesso de cobranças de dívida a uma consumidora que não era devedora da empresa. Além disso, a ré incluiu o nome da autora no cadastro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">O valor da indenização por danos morais foi fixado em R$ 3.000,00 (três mil reais).</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As lojas de  departamentos Renner S.A. foi condenada a pagar indenização por danos  morais por <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/banco-e-condenado-a-pagar-danos-morais-por-cobranca-abusiva-de-divida-inexistente/">excesso de cobranças de dívida</a> a uma consumidora que não era devedora  da empresa. Além disso, a ré incluiu o nome da autora no cadastro de  inadimplentes, o que corrobora o dever de indenizar. A decisão é da  juíza do 5º Juizado Especial Cível de Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A
 autora conta que, em maio/2016, recebeu ligação de cobrança indevida da
 loja em questão, no valor de R$ 1.103,82. Informou que a dívida não era
 sua e solicitou o fim das ligações, o que não ocorreu. A autora 
procurou a Central de Atendimentos da ré, a qual lhe forneceu um 
protocolo de atendimento, mas não resolveu a questão. Numa última 
tentativa, dirigiu-se a uma das lojas, onde foi informada que havia 
vários cartões em seu nome, inclusive como adicional de uma pessoa do 
Rio de Janeiro. A loja orientou, então, que a consumidora contestasse a 
cobrança, o que foi feito, assim como informou seu completo 
desconhecimento sobre cartões da ré. As cobranças, no entanto, não 
cessaram e o CPF da autora foi incluído em cadastros de inadimplentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A
 ré alega que não houve ilícito, apenas exercício regular de seu 
direito. Apresentou, como comprovantes de suas alegações, extratos do 
SPC e do Serasa, mostrando que não consta o CPF da autora. Aduz que, 
caso se admitisse um terceiro, estelionatário, como fraudador, não 
poderia ser responsabilizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A  magistrada considerou que cabia à ré comprovar a contratação do cartão  em nome da autora, prova que facilmente poderia ser produzida, uma vez  que a referida contratação é condicionada à verificação das informações  prestadas por meio de apresentação de documento de identificação e  utilização de recurso de biometria facial. Segundo a julgadora, a ré, no  entanto, não trouxe qualquer comprovação de que a autora solicitou e/ou  contratou seu cartão de crédito, motivo pelo qual as cobranças  efetuadas são indevidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No
 que se refere à culpa exclusiva de terceiro, a juíza avaliou que a ré 
não forneceu a segurança esperada na prestação de seus serviços, 
devendo, pois, responder pelos danos sofridos pela consumidora. “Não 
resta outra medida senão declarar a inexistência de relação jurídica 
entre as partes e a inexistência de débitos em nome da autora perante a 
ré”, concluiu a magistrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim,
 com base nas condições econômicas da ofensora, o grau de culpa, a 
intensidade da lesão, a incidência da inscrição indevida e com vistas a 
desestimular a prática da ré e compensar a vítima, foi fixada 
indenização no valor de R$ 3 mil, a título de dano moral. Ademais, a 
loja ré deverá retirar o nome da autora do cadastro de inadimplentes, 
caso ainda permaneça, sob pena de multa de R$ 200 por dia de 
descumprimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe: 0733905-37.2020.8.07.0016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/vitima-de-cobranca-por-divida-inexistente-deve-ser-indenizada-2020-11-20" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)">Jornal Jurid</a></strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresas de cobrança podem ligar no seu trabalho ou para parentes?</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/empresas-de-cobranca-podem-ligar-no-seu-trabalho-ou-para-parentes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Sep 2018 17:41:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[parentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a pergunta for feita para dez pessoas, é certo que todos responderão que ficar devendo é, no mínimo, uma situação desconfortável e constrangedora. E muitos fornecedores que buscam receber seus créditos acabam se utilizando de práticas de cobrança que colocam o consumidor em situações ainda mais vexatórias, como ligações em excesso e fora dos horários permitidos, para o trabalho [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Se a pergunta for feita para dez pessoas, é certo que todos responderão que ficar devendo é, no mínimo, uma situação desconfortável e constrangedora.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E muitos fornecedores que buscam receber seus créditos acabam se utilizando de práticas de <strong>cobrança</strong> que colocam o consumidor em situações ainda mais vexatórias, como<strong> ligações em excesso</strong> e <strong>fora dos horários permitidos</strong>, para o trabalho do devedor, <strong>para parentes ou pessoas indicadas</strong> como contato no momento da venda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal postura por parte dos credores <strong>é ilegal de acordo com o</strong> <strong>Código de Defesa do Consumidor</strong>, que caracteriza os excessos como prática abusiva e ainda como infração penal. Assim, o credor que exorbitar ou<strong> ultrapassar os limites previstos na legislação está sujeito à pena de detenção</strong> que varia de três meses a um ano. Já o consumidor deve ficar atento e denunciar na delegacia especializada sempre que se encontrar em uma situação como essa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da previsão contida no CDC, a lei 19.498/18 também passou a estabelecer critérios de transparência para a cobrança de dívidas dos consumidores no Estado do Paraná. De acordo com a lei estadual, caso as dívidas sejam cobradas por empresas de cobrança ou por setores internos de empresas de médio e grande portes e quando efetuadas por meio de<strong>ligações telefônicas</strong>, as mesmas deverão ser gravadas, identificando-se a data e o horário do contato. Tais gravações devem ainda ser colocadas à disposição do consumidor quando por este solicitadas, no prazo de até sete dias úteis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a lei obriga àquele que realiza a cobrança de comunicar aos consumidores sobre a obrigatoriedade da gravação das ligações e dos prazos para sua solicitação e entrega ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa lei é de especial importância, pois evita ou ao menos inibe eventuais abusos por parte dos fornecedores que, na tentativa de receber seus créditos, acabam abusando dos consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-50019-empresas-cobranca-podem-ligar-no-seu-trabalho-ou-para-parentes" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresas-de-cobranca-podem-ligar-no-seu-trabalho-ou-para-parentes/">Empresas de cobrança podem ligar no seu trabalho ou para parentes?</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Consumidor deverá ser indenizado por receber cobranças incessantes destinadas a outra pessoa</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/consumidor-devera-ser-indenizado-por-receber-cobrancas-incessantes-destinadas-a-outra-pessoa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2018 23:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[CC]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[cobranças indevidas]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Ligações]]></category>
		<category><![CDATA[Mensagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Também foi declarada a inexistência de relação jurídica entre as partes e as empresas terão que parar de efetuar cobranças referentes a débitos de terceira pessoa no telefone do autor. Juíza titular do 6º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a Ativos Securitizadora de Créditos Financeiros e o Banco do Brasil a pagarem R$ 2 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/consumidor-devera-ser-indenizado-por-receber-cobrancas-incessantes-destinadas-a-outra-pessoa/">Consumidor deverá ser indenizado por receber cobranças incessantes destinadas a outra pessoa</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Também foi declarada a inexistência de relação jurídica entre as partes e as empresas terão que parar de efetuar cobranças referentes a débitos de terceira pessoa no telefone do autor.</strong></p>
<p>Juíza titular do 6º Juizado Especial Cível de Brasília condenou a Ativos Securitizadora de Créditos Financeiros e o Banco do Brasil a pagarem R$ 2 mil de indenização por danos morais a um consumidor. Também foi declarada a inexistência de relação jurídica entre as partes e as empresas terão que parar de efetuar cobranças referentes a débitos de terceira pessoa no telefone do autor.</p>
<p>O requerente afirmou que vem recebendo ligações e mensagens de cobrança relativas a dívida de pessoa que desconhece – e que, embora tenha informado os réus sobre o equívoco, as empresas continuaram a realizar a cobrança. A primeira ré ofereceu contestação, porém não compareceu à audiência de conciliação, o que configurou revelia.</p>
<p>O segundo réu arguiu preliminar de ausência de interesse processual. No mérito, pediu a improcedência do pedido, afirmando que não há relação entre as partes; que as cobranças foram endereçadas a outra pessoa, que certamente teria informado o telefone do autor no momento do cadastro; e que o caso configura mero dissabor. Assim, a magistrada confirmou que as ligações sobre a dívida deveriam cessar, já que o autor não é o destinatário das cobranças e que os contatos utilizados pela parte ré não se referem ao real devedor.</p>
<p>Em relação ao pedido de compensação por danos morais, a juíza registrou que, “nas relações de consumo, diferentemente das relações contratuais paritárias, reguladas pelo <a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-1" target="_blank" rel="noopener">Código Civil</a>, o que se indeniza a título de danos morais é o descaso, a desídia, a procrastinação da solução de um pedido do consumidor sem razão aparente por mais tempo do que seria razoável”. A magistrada também lembrou o caráter protetivo do <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noopener">CDC</a>, que busca a equalização das forças contratuais em favor da parte mais fraca, o consumidor, “pois quem detém a possibilidade de resolver o problema que aflige o contratante é o fornecedor”.</p>
<p>No caso dos autos, o Juizado confirmou que a única que poderia resolver o problema do autor era a parte ré. “No entanto, embora comunicada que o terceiro devedor não poderia ser encontrado no número pertencente ao autor, continuou a enviar cobranças, importunando-o sem sossego.” Considerando as circunstâncias do caso e os requisitos jurisprudenciais, a magistrada confirmou a ocorrência do dano moral e definiu o valor indenizatório em R$ 2 mil.</p>
<p>Cabe recurso da sentença.</p>
<p><b>Processo Judicial eletrônico: 0723063-66.2018.8.07.0016</b></p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/consumidor-devera-ser-indenizado-por-receber-cobrancas-incessantes-destinadas-a-outra-pessoa" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/consumidor-devera-ser-indenizado-por-receber-cobrancas-incessantes-destinadas-a-outra-pessoa/">Consumidor deverá ser indenizado por receber cobranças incessantes destinadas a outra pessoa</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>TIM indenizará consumidor por cobrança indevida</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tim-indenizara-consumidor-por-cobranca-indevida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Aug 2017 16:56:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[cobrança indevida]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Tim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O juiz de Direito Jorge Luís Galvão, do JEC de Jaboticabal/SP, condenou a TIM a indenizar por danos morais um consumidor que teve cobrança indevida de serviço não contratado. Segundo os autos, o homem firmou contrato com a operadora com o plano Liberty Express + 40. Porém, verificou que os créditos acabavam rapidamente, mesmo quando não utilizava [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O juiz de Direito Jorge Luís Galvão, do JEC de Jaboticabal/SP, condenou a TIM a indenizar por danos morais um consumidor que teve cobrança indevida de serviço não contratado.</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Segundo os autos, o homem firmou contrato com a operadora com o plano Liberty Express + 40. Porém, verificou que os créditos acabavam rapidamente, mesmo quando não utilizava o celular.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Após emitir extrato detalhado de consumo, constatou cobrança de &#8220;serviços vas&#8221;, o qual nunca teria sido contratado e</span><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"> realizou reclamações no call center da TIM, mas o problema nunca foi resolvido. Com isso, pleiteou ação na Justiça.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Em defesa, a operadora alegou que os fatos narrados não correspondem à realidade, e que sempre agiu &#8220;<em>dentro da mais perfeita lisura e boa fé, sem lesar qualquer consumidor</em>&#8220;.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Ao analisar o caso, o juiz afirmou que, de acordo com o <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI263798,51045-TIM+indenizara+consumidor+por+cobranca+indevida" target="_self" rel="noopener">CDC</a>, o fornecedor é responsável por esclarecer informações sobre o produto disponibilizado e que, caberia à operadora, comprovar a voluntariedade do consumidor na contratação do denominado &#8220;serviço vas&#8221;.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Como não foi comprovado, o magistrado julgou procedente o pedido de indenização pelas cobranças indevidas e fixou o valor em R$ 5 mil.</span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;">&#8220;O aborrecimento causado ultrapassa o mero dissabor e justifica a imposição de sanção reparatória, inclusive para que parte requerida seja mais diligente em situações semelhantes.&#8221;</span></p>
</blockquote>
<p align="justify">O consumidor foi representado no caso pelo advogado Nathan von Söhsten, do escritório Von Söhsten Advogados.</p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><u>Processo</u>: <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI263798,51045-TIM+indenizara+consumidor+por+cobranca+indevida" target="_self" rel="noopener">1001750-98.2015.8.26.0291</a></span></div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Confira a <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2017/8/art20170816-08.pdf" target="_blank" rel="noopener">íntegra da decisão</a>.</span></p>
<p align="justify"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI263798,51045-TIM+indenizara+consumidor+por+cobranca+indevida" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></p>
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