<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos consumidor - Costa Queiroz Advogados</title>
	<atom:link href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/consumidor/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/consumidor/</link>
	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Sep 2021 15:24:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.3</generator>

<image>
	<url>https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-ICON_CQ-32x32.png</url>
	<title>Arquivos consumidor - Costa Queiroz Advogados</title>
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/consumidor/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Idoso consegue reembolso de valor após plano de saúde reajustar em 92%</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/idoso-consegue-reembolso-apos-plano-de-saude-reajustar-em-92/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Sep 2021 15:24:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[ans]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste de plano de saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=13874</guid>

					<description><![CDATA[<p>Valor de reajuste será recalculado pelos parâmetros da ANS. O juiz de Direito João José Custodio Da Silveira, da 1ª vara Cível de São José dos Campos/SP considerou abusivo reajuste de mais de 92% em plano de saúde de idoso e determinou o recálculo com aplicação do percentual indicado pela ANS. O valor pago a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/idoso-consegue-reembolso-apos-plano-de-saude-reajustar-em-92/">Idoso consegue reembolso de valor após plano de saúde reajustar em 92%</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Valor de reajuste será recalculado pelos parâmetros da ANS.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz de Direito João José Custodio Da Silveira, da 1ª vara Cível de São José dos Campos/SP considerou abusivo reajuste de mais de 92% em plano de saúde de idoso e determinou o recálculo com aplicação do percentual indicado pela ANS. O valor pago a mais deverá ser devolvido ao cliente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor alegou que teve seu plano de saúde reajustado em desobediência ao CDC e ao estatuto do idoso. Diz que, sem qualquer justificativa, realizou reajuste na mensalidade de 92,82%, passando de R$ 665,27 para R$ 1.282,76 em abril de 2018. Na ação, pretende que seja aplicado reajuste de acordo com o previsto pela ANS (10% de maio de 2018 a abril de 2019, e de 7,35% de maio/19 a abril20), com restituição em dobro do valor cobrado a mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz asseverou que, de fato, o reajuste por faixa etária dos planos é justificado pelos princípios do mutualismo e da solidariedade intergeracional. &#8220;Entretanto, é necessário que referidos reajustes sejam pautados em dados técnicos objetivos, não se bastando juntada de notas técnicas que não explicam o percentual de 92% impugnado pelo autor.&#8221; Justamente para se evitar reajuste desarrazoado é que foi determinada a perícia atuarial, destacou.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-nega-cesariana-usuaria-sera-indenizada/">Turma aumenta indenização de usuária de plano de saúde que teve cesariana negada</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo laudo, não ficou demonstrada a adequação do reajuste adotado. Sendo assim, e observando-se que o contrato é individual, &#8220;há necessidade de que os reajustes observem aqueles aplicados pela ANS&#8221;, disse o juiz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Determinou, assim, que as mensalidades sejam recalculadas no período questionado nos índices autorizados pela ANS, devendo ser restituído ao autor o valor que foi pago a mais, de forma simples, observada a ausência de má-fé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A banca Gimenes &amp; Gonçalves Sociedade de Advogados atua pelo consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.migalhas.com.br/quentes/350569/idoso-consegue-reembolso-de-valor-apos-plano-de-saude-reajustar-em-92" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Migalhas</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: Direito à saúde, plano de saúde, reajuste plano de saúde, ANS, advogado de plano de saúde RJ, advogado de plano de saúde no Rio de Janeiro</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/idoso-consegue-reembolso-apos-plano-de-saude-reajustar-em-92/">Idoso consegue reembolso de valor após plano de saúde reajustar em 92%</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Turma mantém condenação de universidade por atraso na entrega de diploma</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/mantida-condenacao-de-universidade-por-atraso-na-entrega-de-diploma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jul 2021 20:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=13712</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para os desembargadores, o serviço oferecido pela instituição de ensino foi falho. A 6ª Turma Cível do TJDFT manteve a sentença que condenou a Associação Objetivo de Ensino Superior &#8211; ASSOBES a indenizar uma ex-aluna que participava de processo para ocupar cargo público de nível superior pelo atraso de mais de dois anos na entrega [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/mantida-condenacao-de-universidade-por-atraso-na-entrega-de-diploma/">Turma mantém condenação de universidade por atraso na entrega de diploma</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Para os desembargadores, o serviço oferecido pela instituição de ensino foi falho.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 6ª Turma Cível do TJDFT manteve a sentença que condenou a Associação Objetivo de Ensino Superior &#8211; ASSOBES a indenizar uma ex-aluna que participava de processo para ocupar cargo público de nível superior pelo atraso de mais de dois anos na entrega do diploma universitário. Para os desembargadores, o serviço oferecido pela instituição de ensino foi falho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Narra a autora que colou grau no curso de Licenciatura em Pedagogia em março de 2017. Ela conta que, em janeiro de 2019, foi selecionada em processo seletivo para contratação temporária de professor substituto para a rede pública do Distrito Federal e que, para tomar posse, seria necessária a apresentação do diploma, que ainda não havia sido entregue. A ex-aluna afirma que solicitou à instituição o documento por diversas vezes, mas que não o recebeu. O diploma foi entregue em outubro de 2019, cinco dias antes da decisão liminar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Decisão da Vara Cível, de Família e de Órfãos e Sucessões do Recanto das Emas condenou a ré na obrigação de entregar o diploma universitário para a autora e a indenizá-la pelos danos morais. A faculdade recorreu sob o argumento de que a emissão e entrega do diploma de conclusão de curso são atos demorados. Além disso, segundo a ré,  a demora de até dois anos para a entrega do diploma é razoável.<a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/turma-mantem-condenacao-de-universidade-por-atraso-na-entrega-de-diploma#banner-apoiadores"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o recurso, os desembargadores observaram que a instituição demorou mais de dois anos para entregar o documento à autora, o que viola norma do Ministério da Educação que estabelece prazo de 60 dias para expedição de diplomas. O prazo pode ser estendido até 270 dias quando somadas as demais fases do procedimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia também: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/banco-deve-pagar-r-5-mil-por-descontos-indevidos-em-beneficio-de-aposentada/">Banco deve pagar R$ 5 mil por descontos indevidos em benefício de aposentada</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os magistrados, está evidente tanto o ato ilícito quanto o dano extrapatrimonial, uma vez que a autora se viu em situação de abalo emocional claramente indenizável. “O conjunto fático-probatório bem indica que a prestação do serviço oferecido pela apelante foi falho, especialmente porque, em desarmonia com a normativa de regência da matéria, houve considerável atraso na entrega de documento cuja expedição é de praxe, inexistindo justificativa que legitime e supere a mora apresentada”, registrou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os desembargadores pontuaram ainda que, tendo em vista “o considerável período de atraso e o fato de que a autora estava participando de processo seletivo para ocupação de cargo público”, o valor arbitrado em 1ª instância é razoável.&nbsp; Dessa forma, por unanimidade, a Turma manteve a sentença que condenou a universidade ao pagamento de R$ 8 mil a título de danos morais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe2: 0704856-73.2019.8.07.0019</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/turma-mantem-condenacao-de-universidade-por-atraso-na-entrega-de-diploma" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/mantida-condenacao-de-universidade-por-atraso-na-entrega-de-diploma/">Turma mantém condenação de universidade por atraso na entrega de diploma</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresa deve indenizar consumidor em dobro por não fornecer serviços contratados</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-deve-indenizar-consumidor-em-dobro-por-nao-fornecer-servicos-contratados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Mar 2021 13:39:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=7316</guid>

					<description><![CDATA[<p>Advogado de direito do consumidor RJ emite notícia em falha em prestação de serviços A empresa Claro foi condenada a restabelecer o pacote de televisão, internet e telefonia originalmente contratados pelo consumidor, sem custos adicionais, e indenizá-lo pelos danos materiais e morais suportados devido à falha na prestação de serviços. A decisão é da juíza [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-deve-indenizar-consumidor-em-dobro-por-nao-fornecer-servicos-contratados/">Empresa deve indenizar consumidor em dobro por não fornecer serviços contratados</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Advogado de direito do consumidor RJ emite notícia em falha em prestação de serviços</h2>
<p>A empresa Claro foi condenada a restabelecer o pacote de televisão, internet e telefonia originalmente contratados pelo consumidor, sem custos adicionais, e indenizá-lo pelos danos materiais e morais suportados devido à falha na prestação de serviços. A decisão é da juíza titular do 4º Juizado Especial Cível de Brasília.</p>
<p>O autor é consumidor dos serviços prestados pela empresa ré e narrou que aderiu a um upgrade para televisão, internet e celular, em julho de 2019, com internet de 240 MB, três pontos de TV a cabo, telefone fixo com ligações ilimitadas e três chips de celular. Contudo, informou que os serviços não estão sendo prestados na forma como contratados, pois ainda em fevereiro de 2020 a ré sequer havia substituído os equipamentos anteriores. Apresentou, por meio de protocolos, que apenas dois dos três pontos de TV estão funcionando, e os chips dos celulares não foram entregues, de modo que impediu a portabilidade dos seus números. Pleiteou apresentação dos áudios das ligações referentes aos protocolos, cancelamento do upgrade proposto, de modo que retorne ao plano original ou tenha o contrato rescindido. Solicitou a restituição em dobro dos valores decorrentes do upgrade e condenação da ré à indenização a título de danos morais.</p>
<p>A empresa ré, em contestação, alegou que todos os serviços do novo pacote foram regularmente prestados, que os equipamentos foram trocados em julho de 2019, e os pontos passaram a funcionar regularmente nos moldes contratados. Pugnou pela improcedência dos pedidos.</p>
<p>Leia mais:</p>
<h3><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/ficou-mais-de-dez-dias-sem-internet-deve-ser-indenizada/">Consumidora que ficou mais de dez dias sem serviço de internet deve ser indenizada</a></h3>
<p>Em análise das gravações realizadas pelo consumidor e apresentadas pela Claro, a magistrada julgou incontestável a falha na prestação de serviços pela empresa ré. Constatou que o requerente não foi atendido com as visitas técnicas solicitadas e, inclusive, averiguou que um dos funcionários encarregados reportou à empresa ré que o cliente não se encontrava em casa. Segundo a juíza, diante de tais provas “resta incontestável a falha na prestação de serviço da requerida, eis que não resta claro nos autos que os serviços eram regularmente prestados haja vista os inúmeros protocolos de reclamação apresentados pelo autor”. Em relação ao pedido de restituição em dobro dos valores decorrentes do upgrade, a julgadora concluiu, com base no parágrafo único do artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor, que o direito de ressarcimento em dobro é aplicável independentemente da existência ou não de boa-fé. Também comprovou que as falhas na prestação dos serviços acarretaram enorme desgasto ao consumidor, de modo que cabe indenização pelos danos morais suportados.</p>
<p>Desse modo, a empresa foi condenada a efetuar o cancelamento do upgrade proposto e restabelecer o pacote de serviços original do consumidor, sem custos adicionais, no prazo de cinco dias, sob pena de multa diária de R$ 100,00 até o limite de R$ 10.000,00. A Claro deverá, ainda, pagar ao requerente o valor de R$ 1.400,00, a título de indenização por danos materiais, e de R$ 4.000,00, por danos morais.</p>
<p>Cabe recurso à sentença.</p>
<p>PJe: 0706317-55.2020.8.07.0016</p>
<p>Fonte:  Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios – <a href="https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2021/marco/consumidor-que-nao-teve-upgrade-de-pacote-de-servicos-solicitado-devera-ser-indenizado-por-empresa">TJDFT</a></p>
<p>Tags: direito do consumidor, consumidor, falha na prestação de serviços, advogado de direito do consumidor RJ, advogado de direito do consumidor no Rio de Janeiro</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-deve-indenizar-consumidor-em-dobro-por-nao-fornecer-servicos-contratados/">Empresa deve indenizar consumidor em dobro por não fornecer serviços contratados</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plano de saúde sobe quatro vezes mais que a inflação em 2020</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-sobe-quatro-vezes-mais-que-a-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 15:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ans]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=6780</guid>

					<description><![CDATA[<p>Convênios que têm reajuste controlado pela ANS subiram 8,14%; inflação até outubro ficou em 2,2% Os custos dos planos de saúde têm pressionado o orçamento dos brasileiros, especialmente na pandemia. Os números mostram que o reajuste dos convênios em 2020 superou em quatro vezes a inflação. De janeiro a outubro, o IPCA (Índice Nacional de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-sobe-quatro-vezes-mais-que-a-inflacao/">Plano de saúde sobe quatro vezes mais que a inflação em 2020</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Convênios que têm reajuste controlado pela ANS subiram 8,14%; inflação até outubro ficou em 2,2%</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">Os <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-indenizara-paciente/">custos dos planos de saúde</a> têm pressionado o orçamento dos brasileiros, especialmente na pandemia. Os números mostram que o reajuste dos convênios em 2020 superou em quatro vezes a inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De janeiro a outubro, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 2,2%. Já o aumento autorizado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para os <a href="https://agora.folha.uol.com.br/grana/2020/11/suspenso-em-2020-reajuste-de-plano-de-saude-sera-parcelado-em-12-vezes.shtml#:~:text=Ficou%20estabelecido%20em%208%2C14,2020%20a%20abril%20de%202021.">planos cujos reajustes</a> são controlados foi de 8,14%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual foi aplicado aos planos individuais e familiares contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à lei nº 9.656/98.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais convênios não têm a alta acompanhada pela agência, o que faz com que seus preços subam conforme negociação entre a operadora e seus clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o advogado Rafael Robba, especializado em direito à saúde do escritório Vilhena Silva Advogados, falta transparência sobre os reajustes. “Onde estão os critérios que levam a agência a chegar a 8% e os planos coletivos a terem índices que chegam a ser o dobro?”, questiona ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, a agência chegou a <a href="https://agora.folha.uol.com.br/grana/2020/08/planos-de-saude-que-ja-aumentaram-terao-reajustes-suspensos.shtml">suspender o reajuste de parte dos convênios</a>, como medida para amparar os clientes de planos na pandemia. A ação surtiu efeito no IPCA, mas não deve aliviar o bolso dos cidadãos. “Essa determinação não resolveu o problema, só adiou. Em janeiro, o consumidor vai ter que pagar a dívida”, diz ele.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vera Valente, diretora-executiva da FenaSaúde (federação do setor) afirma que “é um erro comparar a variação dos custos da saúde aos índices gerais de preços, ou seja, à inflação ao consumidor”, porque a inflação médica é composta de outros itens, que sobem mais e pressionam os custos da área de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo posicionamento tem a ANS sobre a questão. “Conforme ocorre em outros países, os preços dos serviços de saúde tendem a crescer acima da média dos demais preços da economia”, diz a agência, em nota.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pressão no bolso | Gastos pesam no orçamento</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O reajuste dos planos de saúde neste ano superou em quatro vezes a inflação oficial do país</li><li>Enquanto os convênios com preços controlados pela ANS (agência reguladora do setor) subiram 8,14%, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 2,2% em 12 meses até outubro</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Planos individuais e familiares</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Parte dos planos de saúde do país tem o aumento de preços regulado pela ANS</li><li>É a agência quem define o índice a ser aplicado nos planos individuais e familiares</li><li>Para os convênios individuais ou familiares contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à lei nº 9.656/98, o percentual de reajuste ficou em 8,14%</li><li>No caso dos demais planos individuais ou familiares, o reajuste chega a 9,26%, dependendo da operadora</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Estes planos representam 20% do mercado</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Planos coletivos</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>O reajuste não é definido pela ANS nem há qualquer tipo de controle por parte da agência</li><li>O aumento anual é decidido por negociação entre os clientes e as empresas de planos</li><li>Essa regra vale para os convênios empresariais e para os coletivos por adesão, que são planos de sindicatos, por exemplo</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses planos representam 80% do mercado<br>Neste caso, cada empresa vai ter os seu percentual de reajuste</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Suspensão do aumento</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Em setembro, a ANS suspendeu o reajuste dos planos de saúde em 2020</li><li>Não pode haver aumento nem por recomposição de preços nem por faixa etária</li><li>Quem já tinha aplicado reajuste antes deve voltar a cobrar a mensalidade anterior entre setembro e dezembro</li><li>A regra não vale para os planos coletivos com mais de 30 vidas; neste caso, se o aumento já havia sido definido, segue valendo</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como ficará em 2021?</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Em novembro, a agência definiu novos critérios para o aumento dos planos referente ao ano de 2020, que deverá ser cobrado a partir de janeiro de 2021</li><li>A operadora deverá diluir em 12 vezes esse reajuste, nos casos em que houve congelamento das parcelas e de não haver aumento</li><li>Com isso, o consumidor terá um valor muito maior a ser pago, já que terá de arcar com a dívida de 2020 mais o novo reajuste, que deverá ser aplicado em 2021</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Inflação dos planos de saúde, segundo o IPCA</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Dados da inflação oficial do país medida pelo IBGE mostram pressão nos custos dos planos de saúde em 2020</li><li>Mês a mês, havia uma alta crescente a inflação dos planos de saúde na comparação com o índice oficial de preços do país, que foi amenizada em setembro, quando a ANS suspendeu os reajustes</li><li>No ano, a inflação geral teve alta de 2,2% e a inflação dos planos de saúde subiu 2,44%</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Veja o comportamento dos índices, mês a mês</strong></h4>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Mês</td><td>Índice geral (em %)</td><td>Inflação dos planos (em %)</td></tr><tr><td>Janeiro</td><td>0,21</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Fevereiro</td><td>0,25</td><td>0,59</td></tr><tr><td>Março</td><td>0,07</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Abril</td><td>-0,31</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Maio</td><td>-0,38</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Junho</td><td>0,26</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Julho</td><td>0,36</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Agosto</td><td>0,24</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Setembro</td><td>0,64</td><td>-2,31</td></tr><tr><td>Outubro</td><td>0,86</td><td>0</td></tr></tbody></table></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que diz a ANS</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>A agência afirma que tecnicamente não é correto comparar reajuste de plano de saúde com a inflação</li><li>O motivo, segundo o órgão, é que o aumento dos planos considera índices de valor do próprio setor</li><li>O órgão diz ainda que como ocorre em outros países, os preços dos serviços de saúde tendem a crescer acima da média dos demais preços da economia</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os itens levados em conta para elevar o valor dos planos estão:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Aumento da frequência de uso</li><li>Elevação de preços dos procedimentos como consultas, exames e internações</li><li>Inclusão de novas tecnologias</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.sosconsumidor.com.br/noticias-54009-plano-saude-sobe-quatro-vezes-mais-que-inflacao-em-2020" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-sobe-quatro-vezes-mais-que-a-inflacao/">Plano de saúde sobe quatro vezes mais que a inflação em 2020</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Consumidor que recebe ligações abusivas de telemarketing deve ser indenizado</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/ligacoes-abusivas-de-telemarketing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2020 20:02:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Telemarketing]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=6777</guid>

					<description><![CDATA[<p>O entendimento é da 4ª Turma Cível do TJDFT ao analisar recurso da Editora Abril. A atividade de telemarketing que viola o sossego e a intimidade do consumidor respalda a compensação por dano moral. O entendimento é da 4ª Turma Cível do TJDFT ao analisar recurso da Editora Abril. Consta nos autos que o autor, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/ligacoes-abusivas-de-telemarketing/">Consumidor que recebe ligações abusivas de telemarketing deve ser indenizado</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">O entendimento é da 4ª Turma Cível do TJDFT ao analisar recurso da Editora Abril.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A atividade de telemarketing que viola o sossego e a intimidade do consumidor respalda a compensação por <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/justica-confirma-dano-moral-e-estetico-a-vitima-de-erro-medico-no-sul-do-estado/">dano mora</a>l. O entendimento é da 4ª Turma Cível do TJDFT ao analisar recurso da Editora Abril.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta nos autos que o autor, após cancelar a assinatura de uma das revistas da editora, começou a receber diversas e constantes ligações com ofertas de renovação. Ele conta que as ligações eram feitas por números diferentes, o que impossibilitou que fizesse o bloqueio. Diante disso, requer que a empresa seja condenada a se abster de efetuar ligações telefônicas para o número de sua titularidade e a indenizá-lo pelos danos morais causados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo da 2ª Vara Cível de Brasília julgou procedente o pedido da autora. A editora Abril recorreu, afirmando que não há dano moral a ser indenizado. A ré argumenta que não expôs o consumidor a constrangimento ou ameaça.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Ao analisar o recurso, os desembargadores explicaram que as ações de “telemarketing” são uma estratégia empresarial legítima, mas que podem ser consideradas abusivas quando trazem importunação indevida aos consumidores. Para os magistrados, no caso, houve “exercício abusivo do direito de oferta que resultou em dano moral passível de compensação pecuniária”.</p></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Tem-se por verdadeira, à luz desse regramento legal, a afirmação do apelado de que, por várias semanas, recebeu incontáveis ligações diárias de números diversos realizadas com o fim de demovê-lo da iniciativa de cancelar a assinatura. (&#8230;) Na hipótese em que a atividade de telemarketing viola o sossego, o descanso e a própria intimidade do consumidor, termina por afetar direitos da sua personalidade e, por conseguinte, respalda compensação por dano moral”, ressaltaram.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a Turma deu parcial provimento ao recurso da editora e fixou a compensação por dano moral em R$ 2 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe2: 0730867-96.2019.8.07.0001</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/consumidor-que-recebe-ligacoes-abusivas-de-telemarketing-deve-ser-indenizado" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/ligacoes-abusivas-de-telemarketing/">Consumidor que recebe ligações abusivas de telemarketing deve ser indenizado</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Direito do Consumidor: Como agir em caso de produtos com defeito</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/direito-do-consumidor-como-agir-em-caso-de-produtos-com-defeito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 21:15:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Black Friday]]></category>
		<category><![CDATA[celular com defeito]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[defeiro]]></category>
		<category><![CDATA[desconto]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=6733</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sabe quando você faz aquela compra tão desejada e após algum tempo, aparece alguma falha no produto ou é preciso acionar a garantia? Acredite, isso é mais comum do que se imagina, e por isso falaremos hoje sobre o direito do consumidor em produtos com defeito. Para entender melhor o que está presente no Código de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/direito-do-consumidor-como-agir-em-caso-de-produtos-com-defeito/">Direito do Consumidor: Como agir em caso de produtos com defeito</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Sabe quando você faz aquela compra tão desejada e após algum tempo,  aparece alguma falha no produto ou é preciso acionar a garantia?  Acredite, isso é mais comum do que se imagina, e por isso falaremos hoje  sobre o <strong>direito do consumidor em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/teve-problemas-na-black-friday-saiba-o-que-fazer/">produtos com defeito</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender melhor o que está presente no Código de Defesa do 
Consumidor (CDC) sobre prazo de garantia, restituição de valor pago, 
defeito que causa dano ao cliente e outros pontos, fique conosco até o 
fim do artigo!</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como identificar produtos com defeito e qual é a relação com o direito do consumidor?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O CDC estabelece em seu<strong>&nbsp;artigo 4º, inciso V:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Incentivo à criação pelos fornecedores de meios eficientes de 
controle de qualidade e segurança de produtos e serviços, assim como de 
mecanismos alternativos de solução de conflitos de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos gerais, todo produto ou serviço ofertado deve ser eficiente
 ao ponto de atender a demanda no qual se propõe, além de ser seguro ao 
cliente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que, frequentemente, há casos em que produtos apontam 
problemas em sua utilização ou ainda, são fonte de acidentes de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas circunstâncias, o CDC protege o consumidor, mas estabelece regras diferentes para o&nbsp;<strong>vício</strong>&nbsp;e o&nbsp;<strong>fato</strong>&nbsp;do produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vício do Produto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de imperfeições que afetam o funcionamento do produto adquirido. Há 3 categorias classificadas no CDC:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>&nbsp;o que torna o produto/serviço inadequado ao consumo;</li><li>o que diminui o valor do produto/serviço;&nbsp;</li><li>o decorrente da disparidade das indicações do produto/serviço com aquelas descritas na embalagem ou na oferta publicitária.&nbsp;</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine que, após a compra de um celular novo na loja, o aparelho 
começa a desligar sozinho, sem motivo aparente. Este é um vício do 
produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, o consumidor deve procurar o fornecedor para que este possa corrigir o problema em até 30 dias.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;<strong>artigo 18</strong>&nbsp;do CDC dispõe de três alternativas no 
direito do consumidor para produtos com defeitos, se não houver solução 
para o problema (independentemente da garantia do aparelho):</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>§ 1º</strong>&nbsp;Não sendo o vício sanado no prazo máximo de trinta dias, pode o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>I</strong>&nbsp;– a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas condições de uso;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>II</strong>&nbsp;– a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>III</strong>&nbsp;– o abatimento proporcional do preço.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fato do Produto</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se do produto defeituoso que causa algum dano ao consumidor,&nbsp;<strong>conhecido como acidente de consumo</strong>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para exemplificar, podemos citar um&nbsp;<a href="https://blog.msamorim.com.br/direito-do-consumidor-na-compra-de-veiculos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veículo</a>&nbsp;que soltou uma das rodas e causa um acidente, ou um aparelho de celular que explode no rosto de uma pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São situações em que os produtos com defeito levaram a determinada 
ocorrência, e o que diz o direito do consumidor sobre isso?&nbsp;&nbsp; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fabricante, o produtor, o construtor, nacional ou estrangeiro, e o 
importador respondem, independentemente da existência de culpa, pela 
reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos decorrentes 
de projeto, fabricação, construção, montagem, fórmulas, manipulação, 
apresentação ou acondicionamento de seus produtos, bem como por 
informações insuficientes ou inadequadas sobre sua utilização e riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>§ 1º</strong>&nbsp;O produto é defeituoso quando não oferece a 
segurança que dele legitimamente se espera, levando-se em consideração 
as circunstâncias relevantes, entre as quais:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>I</strong>&nbsp;– sua apresentação;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>II</strong>&nbsp;– o uso e os riscos que razoavelmente dele se esperam;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>III</strong>&nbsp;– a época em que foi colocado em circulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>§ 2º</strong>&nbsp;O produto não é considerado defeituoso pelo fato de outro de melhor qualidade ter sido colocado no mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>§ 3º</strong>&nbsp;O fabricante, o construtor, o produtor ou importador só não será responsabilizado quando provar:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>I</strong>&nbsp;– que não colocou o produto no mercado;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>II</strong>&nbsp;– que, embora haja colocado o produto no mercado, o defeito inexiste;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>III</strong>&nbsp;– a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como visto acima, o fabricante (que é diferente do comerciante ou do 
fornecedor) é que responde pelo fato, e o artigo também informa as 
circunstâncias em que ele não será considerado culpado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E quando o comerciante deverá ser responsabilizado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, o&nbsp;<strong>artigo 13</strong>&nbsp;cita acerca do comerciante/fornecedor:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comerciante é igualmente responsável, nos termos do artigo anterior, quando:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>I</strong>&nbsp;– o fabricante, o construtor, o produtor ou o importador não puderem ser identificados;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>II</strong>&nbsp;– o produto for fornecido sem identificação clara do seu fabricante, produtor, construtor ou importador;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>III</strong>&nbsp;– não conservar adequadamente os produtos perecíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o&nbsp;<strong>artigo 17</strong>&nbsp;estabelece 
que os demais envolvidos prejudicados no acidente de consumo, como por 
exemplo, os passageiros do carro que soltou a roda, são vítimas de igual
 modo, mesmo que não tenham participado diretamente da relação de&nbsp; 
consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dificuldades em garantir seu direito do consumidor após aquisição de produtos com defeito?&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente, quando falamos de produtos com defeito e o direito do 
consumidor para promover a adequada reparação à parte vulnerável,<strong>&nbsp;a dica primordial é:</strong>&nbsp;guarde a nota fiscal e demais informações como protocolos de atendimento e registros de contato com o fornecedor.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, temos o Procon (organização que regulamenta a 
proteção ao consumidor), e é nesse órgão que o cliente poderá registrar 
reclamações contra a empresa, uma vez que já tenha tentado resolutivas 
no SAC ou na ouvidoria interna da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalmente, se ainda não houver solução, saiba que um <strong>advogado especialista </strong>atua para que se cumpra o que está estabelecido em lei. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.sosconsumidor.com.br/noticias-53877-direito-consumidor-como-agir-em-caso-produtos-defeito" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="SOS Consumidor (abre numa nova aba)">SOS Consumidor</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/direito-do-consumidor-como-agir-em-caso-de-produtos-com-defeito/">Direito do Consumidor: Como agir em caso de produtos com defeito</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto prevê uso de cartões de crédito para pagamento de pedágios</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/cartoes-de-credito-para-pagamento-de-pedagios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 15:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de credito]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[pedágio]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Senador Eduardo Girão]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=6676</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cartões de crédito e débito podem ser incluídos como meio pagamento de pedágios em rodovias federais. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) 4.643/2020, que modifica a Lei 8.987, de 1995, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos. A proposta, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), estabelece [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/cartoes-de-credito-para-pagamento-de-pedagios/">Projeto prevê uso de cartões de crédito para pagamento de pedágios</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Cartões de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/banco-devera-restituir-valores-debitados-em-cartao-de-credito-clonado/">crédito e débito</a> podem ser incluídos como meio pagamento de pedágios em rodovias federais. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144735">4.643/2020</a>, que modifica a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8987compilada.htm#:~:text=Disp%C3%B5e%20sobre%20o%20regime%20de,Federal%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias.">Lei 8.987, de 1995</a>, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), estabelece que sejam aceitos outros meios de pagamento dos pedágios além do dinheiro, como os cartões de crédito, débito e meios de pagamento digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e mencionado pelo senador, aproximadamente um terço dos consumidores de serviços do país preferem o uso de cartões a dinheiro.&nbsp;Girão lembra que nem todos os motoristas conseguem ter o dinheiro para o pagamento das tarifas de pedágio e podem ser pegos desprevenidos, principalmente no período da noite ou finais de semana, quando não há caixas eletrônicos disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No entanto, as concessionárias de pedágio que atuam nas rodovias federais brasileiras ainda adotam a prática arcaica de apenas aceitar o papel-moeda como meio de pagamento válido. Consequentemente, os motoristas são obrigados a carregar cédulas e moedas apenas para esse fim e, quando não se lembram ou simplesmente desconhecem tal fato, acabam impossibilitados de transitar pela rodovia, sendo obrigados a buscar alguma cidade próxima apenas com o propósito de sacar os valores devidos ao pedágio para conseguirem seguir viagem”, diz o senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/10/27/projeto-preve-uso-de-cartoes-de-credito-para-pagamento-de-pedagios" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/cartoes-de-credito-para-pagamento-de-pedagios/">Projeto prevê uso de cartões de crédito para pagamento de pedágios</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Senado Aprova: passageiros terão direito de despachar 1 mala de até 23 kg sem pagar</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/senado-aprova-passageiros-terao-direito-de-despachar-1-mala-de-ate-23-kg-sem-pagar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 13:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Constituição]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Infraero]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça e Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Aéreo]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=5512</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (22) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 12/2019, apresentado à Medida Provisória 863/2018, que autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas com sede no Brasil. O texto aprovado pelo Congresso também autoriza cada passageiro a despachar 1 mala de até 23 kg, sem cobrança adicional, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/senado-aprova-passageiros-terao-direito-de-despachar-1-mala-de-ate-23-kg-sem-pagar/">Senado Aprova: passageiros terão direito de despachar 1 mala de até 23 kg sem pagar</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (22) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 12/2019, apresentado à <a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/134935">Medida Provisória 863/2018</a>,  que autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias <a rel="noreferrer noopener" aria-label="aéreas (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tam-linhas-aereas-deve-pagar-r-5-mil-para-professor-que-teve-mala-extraviada/" target="_blank">aéreas</a> com  sede no Brasil. O texto aprovado pelo Congresso também autoriza cada  passageiro a despachar 1 mala de até 23 kg, sem cobrança adicional, nas aeronaves a partir de 31 assentos. Aprovada no último dia de sua  vigência, a matéria será encaminhada à sanção presidencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
Senado manteve as alterações feitas pela Câmara no relatório apresentado
 pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), autor do parecer da comissão 
mista que analisou a MP, editada no final do governo Michel Temer. Os 
deputados retiraram duas emendas apresentadas pelo relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No 
caso do controle das aéreas pelo capital internacional, ficou de fora da
 MP a proposta de condicionar esse controle à operação, por um mínimo de
 dois anos, de 5% dos voos em rotas regionais. Os deputados também 
rejeitaram emenda que previa a operação de voos internacionais por 
tripulantes brasileiros, ressalvada a possibilidade de no máximo 1/3 de 
comissários estrangeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O teor
 das emendas rejeitadas deverá ser incorporado ao Projeto de Lei (PL) 
2.724/2015, aprovado no mês passado na Câmara, que permite ao capital 
estrangeiro controlar empresas aéreas com sede no País e reformula 
regulamentos do setor de turismo. A proposta aguarda votação na Comissão
 de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, onde tramita como
 <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/136000">PL 1.829/2019</a>, sob a relatoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Voos regionais</strong><br></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Defensor
 da MP, o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) 
reiterou em Plenário o compromisso assumido pelo presidente da 
República, Jair Bolsonaro, de editar decreto como forma de impor o 
cumprimento do percentual de 5% em voos regionais pelas companhias 
aéreas, previsto inicialmente no relatório apresentado por Roberto 
Rocha, não acatado pela Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até a edição da MP 863/2018, o Código Brasileiro de Aeronáutica (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7565.htm">Lei 7.565, de 1986</a>),
 alterado pela medida, permitia a participação de capital estrangeiro 
até o limite de 20%. Com a MP, esse controle sem restrições será igual 
ao de países como Argentina, Colômbia, Bolívia e Índia. Austrália, Nova 
Zelândia e União Europeia admitem 100% de capital estrangeiro para 
empresas que atuem somente dentro de seu território.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Franquias</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A 
franquia de até 23 kg é a mesma existente à época em que a Agência 
Nacional de Aviação Civil (Anac) editou resolução permitindo a cobrança 
de bagagens. Essa franquia é prevista para as linhas domésticas e em 
aeronaves a partir de 31 assentos. Em aeronaves de 21 a 30 assentos, o 
passageiro poderá despachar sem custo adicional 18 kg; e em aeronaves de
 até 20 assentos, 10 kg. Em voos com conexão, deverá prevalecer a 
franquia de bagagem referente à aeronave de menor capacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas 
linhas internacionais, a franquia de bagagem funcionará pelo sistema de 
peça ou peso, de acordo com regulamentação específica. Nas linhas 
domésticas em conexão com linhas internacionais, quando conjugados os 
bilhetes de passagem, prevalecerá o sistema e o correspondente limite de
 franquia de bagagem estabelecido para as viagens internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
texto aprovado no Congresso proíbe o uso da franquia de bagagem para 
transporte de animais vivos, e a soma total do peso das bagagens de 
passageiros não pode ultrapassar os limites contidos no manual de voo da
 aeronave.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Preços</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Fernando
 Bezerra disse que a MP facilita o investimento no transporte aéreo, que
 se encontra em crise decorrente da situação falimentar da Avianca 
Brasil. Com isso, afirmou, o país se tornou oligopólio de três empresas 
que abusam do poder econômico para estabelecer o preço que bem entendem 
das passagens aéreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o 
senador Humberto Costa (PT-PE) disse que as mudanças contidas na MP são 
adequadas, e elogiou a decisão de Roberto Rocha de proibir, em seu 
relatório, a cobrança de bagagens com peso superior a 23 quilos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por 
sua vez, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) disse que a MP “é infelizmente
 necessária” em razão da atuação de “apenas duas ou três empresas” no 
mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
senador Jayme Campos (DEM-MT) destacou a importância dos voos regionais,
 e disse que as empresas aéreas “só querem o filé e não comer carne de 
segunda”. Ele afirmou que os cidadãos brasileiros são “extorquidos” 
pelos preços impostos pelas companhias aéreas, que ainda contam com 
benefícios do governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
senador Nelsinho Trad (PSD-MS) apontou avanços com a aprovação da MP, e 
disse que as companhias aéreas precisam olhar para os estados que não 
são considerados “os filés da aviação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 
aprovação da matéria foi também saudada pelos senadores Rodrigo Cunha 
(PSDB-AL), Reguffe (sem partido-DF) e Carlos Viana (PSD-MG).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Controle </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esta 
não foi a primeira vez, em período recente, que a Câmara dos Deputados 
analisa a questão. Em março de 2016, a ex-presidente Dilma Rousseff 
assinou medida provisória que, entre outros pontos, elevava o capital 
estrangeiro nas empresas aéreas para 49% (<a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/124992">MP 714/2016</a>). Durante discussão na Casa, o percentual subiu para 100%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante
 de risco de derrota no Senado, onde a ampliação não foi bem recebida, o
 então presidente Michel Temer fez um acordo com os partidos da base do 
governo para aprovar a MP, com o compromisso de vetar a parte sobre a 
elevação do capital estrangeiro, que seria reenviada por meio de projeto
 de lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A  solução foi uma alternativa para salvar o texto, que continha outros  pontos importantes para o governo, como o perdão de dívidas da Infraero  com a União. Em seguida, em vez de tratar do tema apenas por meio do PL  2.724/15, o Executivo decidiu editar a MPV 863/2018, em 13 de dezembro  do ano passado, após acertos do período de transição de governos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Senado Federal (abre numa nova aba)" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/22/aprovada-mp-que-abre-setor-aereo-ao-capital-estrangeiro-e-restabelece-franquia-de-bagagem?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=MidiasSociaisSenado&amp;fbclid=IwAR0rqfnXKTeQZgyMOFcHs0FOfyaB7f9AGRC0RlBY_BbYitsX3ZyBbh968ig" target="_blank"><strong>Senado Federal</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/senado-aprova-passageiros-terao-direito-de-despachar-1-mala-de-ate-23-kg-sem-pagar/">Senado Aprova: passageiros terão direito de despachar 1 mala de até 23 kg sem pagar</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CAS aprova fim de carência de planos de saúde em casos de urgência</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/cas-aprova-fim-de-carencia-de-planos-de-saude-em-casos-de-urgencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2019 18:38:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[CAS]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Assuntos Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=5500</guid>

					<description><![CDATA[<p>O usuário de planos de saúde pode ficar isento do cumprimento dos prazos de carência nos casos de urgência e emergência. O benefício é proposto no Projeto de Lei do Senado (PLS) 502/2017, aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (15). A proposta, da senadora Rose de Freitas (Pode-ES), altera a Lei dos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/cas-aprova-fim-de-carencia-de-planos-de-saude-em-casos-de-urgencia/">CAS aprova fim de carência de planos de saúde em casos de urgência</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O usuário de <a rel="noreferrer noopener" aria-label="plano de saúde (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/rescisao-unilateral-de-plano-de-saude-coletivo-so-e-valida-com-motivacao-idonea/" target="_blank">planos de saúde</a> pode ficar isento do cumprimento dos  prazos de carência nos casos de urgência e emergência. O benefício é  proposto no Projeto de Lei do Senado (PLS) <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/131941">502/2017</a>, aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (15).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta, da senadora Rose de Freitas (Pode-ES), altera a Lei dos Planos de Saúde (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9656.htm">Lei 9.656, de 1998</a>)
 para vedar mecanismos que dificultem o atendimento de urgência e 
emergência. A iniciativa também reduz para 120 dias o período de 
carência nas internações hospitalares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, os prazos máximos de carência definidos pela legislação 
são os seguintes: 24 horas, para atendimentos de urgência e emergência; 
300 dias, para parto; e 180 dias, para cirurgias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a fixação de períodos de carência proteja as operadoras contra
 eventuais abusos e fraudes do consumidor, Rose argumenta que essa 
restrição não pode inviabilizar o atendimento de saúde em circunstâncias
 excepcionais e imprevisíveis, que exijam solução imediata.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“É o caso das urgências e emergências, que, se não forem tratadas a  tempo, podem acabar por tornar inócua a finalidade primordial do  contrato celebrado entre as partes, qual seja, a de resguardar a saúde e  a vida”, destacou a autora do PLS 502/2017.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O relator, senador Mecias de Jesus (PRB-RR), recomendou a aprovação 
do projeto. Ele considera injustificável o plano de saúde não cobrir um 
problema de saúde que surja nas primeiras 24 horas do contrato e exija 
pronta intervenção médica.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Retirar esse direito do usuário consumidor seria colocar em risco  sua vida ou incolumidade física. Evidentemente, não se trata de permitir  fraudes ao plano de saúde, que, no momento da contratação, poderá  verificar se o potencial consumidor está em situação de urgência ou  emergência previamente constituída”, ponderou.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Mecias apresentou emenda de redação para retirar do texto a palavra 
“regulação”. Ele explicou que o termo poderia gerar interpretação dúbia e
 ser confundido com “proibir classificações de risco e priorização de 
pacientes em serviços de urgência e emergência”, o que poderia causar 
desorganização no atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aprovado em caráter terminativo, caso não haja recurso da decisão da CAS, o projeto seguirá direto para a Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Senado Federal (abre numa nova aba)" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/15/cas-aprova-fim-de-carencia-de-planos-de-saude-em-casos-de-urgencia?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=MidiasSociaisSenado&amp;fbclid=IwAR03-sHKjup3zs5Kti1lScCZ8-1SgN67Q3hZ6EGyxz_jfGPrcUCkU_GrOb4" target="_blank"><strong>Senado Federal</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/cas-aprova-fim-de-carencia-de-planos-de-saude-em-casos-de-urgencia/">CAS aprova fim de carência de planos de saúde em casos de urgência</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Decolar.com indenizará por furto nos EUA durante lua de mel de turistas</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/decolar-com-indenizara-por-furto-nos-eua-durante-lua-de-mel-de-turistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2019 16:11:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Decolar.com]]></category>
		<category><![CDATA[Lua de Mel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=5473</guid>

					<description><![CDATA[<p>Compras de mais de US$ 5 mil estavam no carro do casal. Um casal deve receber indenização de R$ 5 mil por danos morais e US$ 5 mil por danos materiais por ter tido seus pertences roubados no estacionamento de um hotel na Flórida, nos EUA. A decisão é da 14ª câmara Cível do TJ/MG. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/decolar-com-indenizara-por-furto-nos-eua-durante-lua-de-mel-de-turistas/">Decolar.com indenizará por furto nos EUA durante lua de mel de turistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Compras de mais de US$ 5 mil estavam no carro do casal.</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Um casal deve receber indenização de R$ 5 mil por danos morais e US$ 5 mil por danos materiais por ter tido seus pertences roubados no estacionamento de um <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/viagem-frustrada-amigas-hospedadas-em-diferentes-hoteis-serao-indenizadas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="hotel (abre numa nova aba)">hotel</a> na Flórida, nos EUA. A decisão é da 14ª câmara Cível do TJ/MG.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O casal comprou um pacote de passagem aérea e hospedagem por meio do site decolar.com para passar a lua de mel no país norte-americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando chegaram à Fort Lauderdale, na Flórida, fizeram compras de produtos eletrônicos na loja Best Buy no valor de US$ 5.067 e depois foram para o hotel, onde deixaram o carro com seus pertences no estacionamento, enquanto faziam o check-in. Ao buscar as bagagens e as compras, viram que o vidro do carro estava quebrado e que suas compras tinham sido furtadas.<br><br></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Violação da segurança</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O desembargador Estevão Lucchesi deu provimento ao recurso para condenar as empresas a indenizar o <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/medico-deve-indenizar-casal-em-r-7-mil-por-informar-o-sexo-errado-do-bebe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="casal (abre numa nova aba)">casal</a> por danos morais, gastos com tradução de documentos e mais o valor da compra furtada, a ser apurado em fase de liquidação de sentença.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Ao deixar seu veículo no estacionamento de hotel, shopping ou outro estabelecimento do gênero, o consumidor tem a sensação de estar seguro quanto a eventuais condutas desse jaez. Assim, a violação da legítima expectativa de segurança é capaz de causar extrema inquietude e frustração no indivíduo.&#8221;</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O relator considerou também que os eventos ocorreram num país estrangeiro, enquanto os autores se encontravam em lua de mel, “sendo inegável que o desconforto extrapolou o mero aborrecimento”. A decisão do colegiado foi unânime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Processo:<a rel="noreferrer noopener" href="https://www4.tjmg.jus.br/juridico/sf/proc_complemento2.jsp?listaProcessos=10000190150524001" target="_blank">&nbsp;5001290-85.2016.8.13.0027</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="SOS Consumidor (abre numa nova aba)" href="https://www.sosconsumidor.com.br/noticias-51161-decolarcom-indenizara-por-furto-nos-eua-durante-lua-mel-turistas" target="_blank"><strong>SOS Consumidor</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/decolar-com-indenizara-por-furto-nos-eua-durante-lua-de-mel-de-turistas/">Decolar.com indenizará por furto nos EUA durante lua de mel de turistas</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
