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	<title>Arquivos Coronavirus - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 Jan 2021 16:33:13 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Coronavirus - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Projeto amplia estado de calamidade até 30 de junho</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-amplia-estado-de-calamidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 16:33:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de calamidade em decorrência da crise provocada pela pandemia do coronavírus se encerrou no último dia 31 de dezembro, conforme previsto no Decreto Legislativo 6/2020. O senador Weverton (PDT-MA), no entanto, acaba de apresentar um novo projeto para que o estado de calamidade tenha validade até o dia 30 de junho (PDL 1/2021). [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O estado de calamidade em decorrência da crise provocada pela <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/veja-as-mudancas-do-inss-durante-a-pandemia/">pandemia do coronavírus</a> se encerrou no último dia 31 de dezembro, conforme previsto no <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/portaria/DLG6-2020.htm#:~:text=DECRETO%20LEGISLATIVO%20N%C2%BA%206%2C%20DE,18%20de%20mar%C3%A7o%20de%202020.">Decreto Legislativo 6/2020</a>. O senador Weverton (PDT-MA), no entanto, acaba de apresentar um novo projeto para que o estado de calamidade tenha validade até o dia 30 de junho (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/146153">PDL 1/2021</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o senador, é notório que as circunstâncias que motivaram a edição do primeiro decreto não só perduram, como se agravaram, e “ameaçam se verticalizar ainda mais no decorrer de 2021, considerando, inclusive, a probabilidade de novas ondas de infecções por covid-19, com acentuado impacto na saúde pública e, em última análise, no cenário econômico do país”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na justificativa do projeto, Weverton admite que as medidas de isolamento são necessárias para o controle da pandemia. Ele pondera, no entanto, que essa situação agrava a crise econômica. Segundo o senador, o desafio, do ponto de vista econômico, reside em ajudar empresas e pessoas, especialmente as mais vulneráveis. Daí a importância do estado de calamidade, que permitiria maior poder de investimento por parte do poder público, sem os riscos jurídicos previstos em lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Weverton diz que o estrito cumprimento do resultado fiscal, conforme previsto na legislação, “seria temerário ou manifestamente proibitivo, com riscos de paralisação da máquina pública, num momento em que mais se pode precisar dela”. Pelo Twitter, o autor registrou que sua proposta “é muito importante para o Brasil”. De acordo com o senador, o texto vai permitir gastos na área de saúde para comprar a vacina contra o coronavírus, por exemplo, e até possibilitar a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Comissão</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto de Weverton também traz de volta a comissão mista de acompanhamento da situação fiscal e da execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas ao combate ao coronavírus — nos mesmos moldes da comissão que <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/2020/12/18/relatorio-final-de-comissao-traz-recomendacoes-para-combate-a-pandemia">encerrou seus trabalhos</a> no último dia 18 de dezembro. A comissão será composta por seis senadores e seis deputados, com o mesmo número de suplentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está prevista uma reunião mensal com um representante do Ministério da Economia. A cada dois meses, a comissão realizará uma audiência pública com a presença do ministro da Economia, para apresentação e avaliação de relatório circunstanciado da situação fiscal e da execução orçamentária. As atividades do colegiado serão realizadas de forma remota. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/01/05/projeto-amplia-estado-de-calamidade-ate-30-de-junho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Senado</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Aprovado sistema de controle de qualidade de vacinas</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/aprovado-sistema-de-controle-de-qualidade-de-vacinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 19:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou a criação do sistema de rastreamento de vacinas (PL 5.217/2020). Todas as etapas, da origem à aplicação, serão fiscalizadas. A proposta também cria uma carteira digital de vacinação e torna obrigatória a divulgação da distribuição geográfica das doses. O autor, senador Eduardo Braga (MDB-AM), lembra que a carteira vai registrar eventuais efeitos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Senado aprovou a criação do sistema de rastreamento de vacinas (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/145490">PL 5.217/2020</a>). Todas as etapas, da origem à aplicação, serão fiscalizadas. A proposta também cria uma <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-cria-rastreamento-de-vacinas-e-carteira-digital-de-vacinacao/">carteira digital de vacinação</a> e torna obrigatória a divulgação da distribuição geográfica das doses. O autor, senador Eduardo Braga (MDB-AM), lembra que a carteira vai registrar eventuais efeitos colaterais, o que vai permitir o monitoramento permanente da qualidade dos imunizantes. A reportagem é de Roberto Fragoso, da Rádio Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2020/12/aprovado-sistema-de-controle-de-qualidade-de-vacinas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Senado</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Senadores cobram do governo início de campanha nacional e plano de vacinação</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/senadores-cobram-do-governo-inicio-de-campanha-nacional-e-plano-de-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Dec 2020 19:34:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ans]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
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		<category><![CDATA[presidente]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A indefinição do governo federal em relação a uma campanha nacional para dar início à vacinação dos brasileiros contra a covid-19 tem gerado críticas e cobranças por parte de senadores. Os parlamentares também exigem uma atuação rápida e segura da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na liberação das vacinas, de forma independente de divergências [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A indefinição do governo federal em relação a uma campanha nacional para dar início à vacinação dos brasileiros contra a <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/anvisa-aprova-regras-para-acelerar-registro-de-vacina-contra-covid/">covid-19</a> tem gerado críticas e cobranças por parte de senadores. Os parlamentares também exigem uma atuação rápida e segura da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na liberação das vacinas, de forma independente de divergências políticas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-ministro da Saúde e senador José Serra (PSDB-SP) considerou inadmissível que a excelente base produtiva de vacinas brasileira, construída, segundo ele, a partir de uma visão estratégica de distintos governos, seja colocada em risco pela &#8220;desastrada e ineficiente condução do Ministério da Saúde&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parlamentar informou que assinou, com outros dez ex-ministros, um artigo com críticas ao governo federal e exigindo vacina para todos, o mais rápido possível.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Por isso nós, ex-ministros, nos unimos para enfatizar que o país necessita de um plano sólido, abrangente, que contemple todas as vacinas que consigam registro na Anvisa, sem qualquer tipo de discriminação, para garantir a imunização de todos ao longo de 2021&#8221;, publicou no Twitter.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ao lembrar que outros países estão muito à frente do Brasil — como o Reino Unido, que já iniciou a imunização dos britânicos —, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) destacou que os brasileiros contam com o SUS e sua longa experiência em programas de vacinação, visto que será necessária uma estratégia bem estruturada e com transparência na definição de prioridades.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Todo meu apoio aos governadores, que cobram do governo a imediata organização de um plano de vacinação. Essa pressão é fundamental para assegurar as providências que Bolsonaro se arrasta para adotar&#8221;, afirmou o parlamentar pelas redes sociais. </p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Explicações</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Outro oposicionista, o senador Rogério Carvalho (PT-SE)&nbsp;disse que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, vai ter que explicar por que, enquanto o mundo inicia o processo de vacinação contra o coronavírus, o Brasil não conta sequer com um plano nacional de vacinação. No mesmo tom, o senador Jaques Wagner (PT-BA) também fez cobranças ao ministério:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;A guerra que o Brasil enfrenta hoje é contra o vírus. A arma definitiva é a vacina. Infelizmente, os generais que comandam a Saúde e a Casa Civil do governo federal não foram treinados para esta batalha e estão jogando contra. E quem perde são os brasileiros&#8221;, lamentou. </p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para o senador Flávio Arns (Podemos-PR), a apresentação de um cronograma de imunização é urgente. Para para Paulo Paim (PT-RS), a lentidão do governo federal é inaceitável.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Autorização tácita</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Antonio Anastasia (PSD-MG) lembrou que o Congresso Nacional aprovou a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/lei/L14006.htm">Lei 14.006/2020</a>, já em vigor, que permite que&nbsp;a importação e distribuição de medicamentos considerados essenciais para o combate à pandemia, desde que já registrados na agência sanitária correspondente dos Estados Unidos, Europa, Japão ou China.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Anastasia destacou que uma emenda de autoria dele, e aprovada,&nbsp;estabelece que essa autorização deverá ser concedida pela Anvisa em até 72 horas, sendo automática caso esgotado o prazo sem manifestação da entidade.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Continuamos atentos e atuantes porque nada é mais importante que a vida, a saúde e a segurança de todos&#8221;, alertou. </p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Otimismo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), reiterou o anúncio feito pelo presidente Jair Bolsonaro de que qualquer vacina&nbsp;certificada pela Anvisa, independente da procedência, fará parte do plano de imunização do Brasil. O parlamentar também destacou a fala do ministro Eduardo Pazuello, que previu autorização especial e rápida para vacinas aprovadas em outros países.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;São notícias promissoras, que mostram o esforço do governo federal para ter acesso às vacinas reconhecidas em outros países e aplicá-las gratuitamente na população brasileira&#8221;, escreveu. </p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Já o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) demonstrou apoio a uma publicação da&nbsp;Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República, dizendo que nenhum país&nbsp;optou pela obrigatoriedade da imunização contra o coronavírus, nem mesmo os ditatoriais. A postagem diz ainda que, no Brasil, há quem queira obrigar a população a tomar às pressas uma vacina cuja segurança e eficácia nem sequer são conhecidas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio Bolsonaro aproveitou também pra reproduzir publicação do presidente, dizendo que o Brasil vai oferecer vacinas de forma gratuita e voluntária após comprovada eficácia e registro da Anvisa.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Vamos proteger a população respeitando sua liberdade, e não usá-la para fins políticos, colocando sua saúde em risco por conta de projetos pessoais de poder&#8221;, disse o presidente da República.&nbsp;</p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Autorização a estados</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Disposto a dar autonomia aos governadores e prefeitos, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou um projeto de lei para que estados e municípios possam, diretamente, adquirir vacinas contra a covid-19 que já foram testadas e estão sendo aplicadas em outros países. Dessa forma, segundo ele, será possível começar quanto antes um programa de imunização.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias?p_p_id=materia_WAR_atividadeportlet&amp;p_p_lifecycle=0&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_tipo=&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_ano=2020&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_numero=5436&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_palavraChave=&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_autor=&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_siglasTipos=&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_pesquisaAvancada=true&amp;_materia_WAR_atividadeportlet_p=1">PL 5.436/2020</a> também prorroga as medidas de enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Mesmo que o governo não queira, nós vamos lutar com todas as nossas forças pela vacina, em defesa da vida dos brasileiros e para que possamos logo nos ver livres do sofrimento — disse.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Polêmica</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Depois que o governador de São Paulo, João Doria, anunciou o início da vacinação contra a covid-19 em 25 de janeiro no estado de São Paulo, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, reuniu-se na terça-feira (8) com um grupo de governadores. Ele afirmou que o imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford deverá ganhar aprovação da Anvisa no fim de fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/12/09/senadores-cobram-inicio-de-campanha-nacional-e-plano-de-vacinacao-do-governo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Senado</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/senadores-cobram-do-governo-inicio-de-campanha-nacional-e-plano-de-vacinacao/">Senadores cobram do governo início de campanha nacional e plano de vacinação</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plano de saúde sobe quatro vezes mais que a inflação em 2020</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-sobe-quatro-vezes-mais-que-a-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2020 15:37:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ans]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convênios que têm reajuste controlado pela ANS subiram 8,14%; inflação até outubro ficou em 2,2% Os custos dos planos de saúde têm pressionado o orçamento dos brasileiros, especialmente na pandemia. Os números mostram que o reajuste dos convênios em 2020 superou em quatro vezes a inflação. De janeiro a outubro, o IPCA (Índice Nacional de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-sobe-quatro-vezes-mais-que-a-inflacao/">Plano de saúde sobe quatro vezes mais que a inflação em 2020</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading"><strong>Convênios que têm reajuste controlado pela ANS subiram 8,14%; inflação até outubro ficou em 2,2%</strong></h5>



<p class="wp-block-paragraph">Os <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-indenizara-paciente/">custos dos planos de saúde</a> têm pressionado o orçamento dos brasileiros, especialmente na pandemia. Os números mostram que o reajuste dos convênios em 2020 superou em quatro vezes a inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De janeiro a outubro, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 2,2%. Já o aumento autorizado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para os <a href="https://agora.folha.uol.com.br/grana/2020/11/suspenso-em-2020-reajuste-de-plano-de-saude-sera-parcelado-em-12-vezes.shtml#:~:text=Ficou%20estabelecido%20em%208%2C14,2020%20a%20abril%20de%202021.">planos cujos reajustes</a> são controlados foi de 8,14%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual foi aplicado aos planos individuais e familiares contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à lei nº 9.656/98.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais convênios não têm a alta acompanhada pela agência, o que faz com que seus preços subam conforme negociação entre a operadora e seus clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o advogado Rafael Robba, especializado em direito à saúde do escritório Vilhena Silva Advogados, falta transparência sobre os reajustes. “Onde estão os critérios que levam a agência a chegar a 8% e os planos coletivos a terem índices que chegam a ser o dobro?”, questiona ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste ano, a agência chegou a <a href="https://agora.folha.uol.com.br/grana/2020/08/planos-de-saude-que-ja-aumentaram-terao-reajustes-suspensos.shtml">suspender o reajuste de parte dos convênios</a>, como medida para amparar os clientes de planos na pandemia. A ação surtiu efeito no IPCA, mas não deve aliviar o bolso dos cidadãos. “Essa determinação não resolveu o problema, só adiou. Em janeiro, o consumidor vai ter que pagar a dívida”, diz ele.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vera Valente, diretora-executiva da FenaSaúde (federação do setor) afirma que “é um erro comparar a variação dos custos da saúde aos índices gerais de preços, ou seja, à inflação ao consumidor”, porque a inflação médica é composta de outros itens, que sobem mais e pressionam os custos da área de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo posicionamento tem a ANS sobre a questão. “Conforme ocorre em outros países, os preços dos serviços de saúde tendem a crescer acima da média dos demais preços da economia”, diz a agência, em nota.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pressão no bolso | Gastos pesam no orçamento</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O reajuste dos planos de saúde neste ano superou em quatro vezes a inflação oficial do país</li><li>Enquanto os convênios com preços controlados pela ANS (agência reguladora do setor) subiram 8,14%, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 2,2% em 12 meses até outubro</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Planos individuais e familiares</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Parte dos planos de saúde do país tem o aumento de preços regulado pela ANS</li><li>É a agência quem define o índice a ser aplicado nos planos individuais e familiares</li><li>Para os convênios individuais ou familiares contratados a partir de janeiro de 1999 ou adaptados à lei nº 9.656/98, o percentual de reajuste ficou em 8,14%</li><li>No caso dos demais planos individuais ou familiares, o reajuste chega a 9,26%, dependendo da operadora</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Estes planos representam 20% do mercado</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Planos coletivos</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>O reajuste não é definido pela ANS nem há qualquer tipo de controle por parte da agência</li><li>O aumento anual é decidido por negociação entre os clientes e as empresas de planos</li><li>Essa regra vale para os convênios empresariais e para os coletivos por adesão, que são planos de sindicatos, por exemplo</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses planos representam 80% do mercado<br>Neste caso, cada empresa vai ter os seu percentual de reajuste</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Suspensão do aumento</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Em setembro, a ANS suspendeu o reajuste dos planos de saúde em 2020</li><li>Não pode haver aumento nem por recomposição de preços nem por faixa etária</li><li>Quem já tinha aplicado reajuste antes deve voltar a cobrar a mensalidade anterior entre setembro e dezembro</li><li>A regra não vale para os planos coletivos com mais de 30 vidas; neste caso, se o aumento já havia sido definido, segue valendo</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como ficará em 2021?</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Em novembro, a agência definiu novos critérios para o aumento dos planos referente ao ano de 2020, que deverá ser cobrado a partir de janeiro de 2021</li><li>A operadora deverá diluir em 12 vezes esse reajuste, nos casos em que houve congelamento das parcelas e de não haver aumento</li><li>Com isso, o consumidor terá um valor muito maior a ser pago, já que terá de arcar com a dívida de 2020 mais o novo reajuste, que deverá ser aplicado em 2021</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Inflação dos planos de saúde, segundo o IPCA</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Dados da inflação oficial do país medida pelo IBGE mostram pressão nos custos dos planos de saúde em 2020</li><li>Mês a mês, havia uma alta crescente a inflação dos planos de saúde na comparação com o índice oficial de preços do país, que foi amenizada em setembro, quando a ANS suspendeu os reajustes</li><li>No ano, a inflação geral teve alta de 2,2% e a inflação dos planos de saúde subiu 2,44%</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Veja o comportamento dos índices, mês a mês</strong></h4>



<figure class="wp-block-table"><table><tbody><tr><td>Mês</td><td>Índice geral (em %)</td><td>Inflação dos planos (em %)</td></tr><tr><td>Janeiro</td><td>0,21</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Fevereiro</td><td>0,25</td><td>0,59</td></tr><tr><td>Março</td><td>0,07</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Abril</td><td>-0,31</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Maio</td><td>-0,38</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Junho</td><td>0,26</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Julho</td><td>0,36</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Agosto</td><td>0,24</td><td>0,60</td></tr><tr><td>Setembro</td><td>0,64</td><td>-2,31</td></tr><tr><td>Outubro</td><td>0,86</td><td>0</td></tr></tbody></table></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que diz a ANS</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>A agência afirma que tecnicamente não é correto comparar reajuste de plano de saúde com a inflação</li><li>O motivo, segundo o órgão, é que o aumento dos planos considera índices de valor do próprio setor</li><li>O órgão diz ainda que como ocorre em outros países, os preços dos serviços de saúde tendem a crescer acima da média dos demais preços da economia</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os itens levados em conta para elevar o valor dos planos estão:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Aumento da frequência de uso</li><li>Elevação de preços dos procedimentos como consultas, exames e internações</li><li>Inclusão de novas tecnologias</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.sosconsumidor.com.br/noticias-54009-plano-saude-sobe-quatro-vezes-mais-que-inflacao-em-2020" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Projeto cria rastreamento de vacinas e carteira digital de vacinação</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-cria-rastreamento-de-vacinas-e-carteira-digital-de-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Nov 2020 15:11:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[ministerio da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Único de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um projeto de lei recém apresentado no Senado cria processos de rastreamento de vacinas e soros no Sistema Único de Saúde (SUS) e uma carteira digital de vacinação. A proposta, do senador Eduardo Braga (MDB-AM), também dá transparência à distribuição territorial das vacinas no Brasil. Um dos objetivos do PL 5.217/2020 é evitar a interferência [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um projeto de lei recém apresentado no Senado cria processos de rastreamento de vacinas e soros no Sistema Único de Saúde (SUS) e uma carteira digital de vacinação. A proposta, do senador Eduardo Braga (MDB-AM), também dá transparência à distribuição territorial das vacinas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos objetivos do <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/145490">PL 5.217/2020</a> é evitar a interferência na autonomia dos estados e no <a href="https://portalarquivos.saude.gov.br/campanhas/pni/">Programa Nacional de Imunizações</a> (PNI), do Ministério da Saúde, que já é&nbsp;considerado bastante eficiente pelo autor da proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar disso, julgamos que se deve melhorar ainda mais as medidas de transparência e de acesso à informação no âmbito dos programas de vacinação, as ações de fiscalização e de controle da qualidade das vacinas e o monitoramento permanente de eventuais efeitos colaterais a elas”, justifica Braga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No texto, o senador ressalta as questões sobre a eficácia e a segurança das vacinas para a covid-19, que têm sido motivo de preocupação e de polêmicas, especialmente com a recente suspensão temporária de estudos relativos a alguns imunizantes para a averiguação de possíveis efeitos colaterais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, o projeto acrescenta ao PNI a carteira digital de vacinação e a transparência e publicidade como novos procedimentos, necessários em razão da<a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/passageiros-devem-ser-reembolsados-por-voo-cancelado-devido-coronavirus/"> pandemia do coronavírus</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O rastreamento se refere à cadeia de movimentação dos produtos utilizados no programa, da origem ao consumo, abrangendo as etapas de fabricação, importação, distribuição, transporte, armazenagem e dispensação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Carteira</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A carteira de vacinação digital conterá a identificação do portador, as vacinas e os soros aplicados e pendentes, os fabricantes e lotes das vacinas e dos soros utilizados e os eventuais efeitos colaterais identificados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na vigência de estado de emergência em saúde pública no país, será dada ampla publicidade, na internet e em outros locais de fácil acesso, das informações sobre a distribuição dos lotes das vacinas e dos soros destinados ao controle da situação de emergência, da população alvo e de outras informações estabelecidas em regulamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que essas medidas serão fundamentais para melhorar a qualidade do Programa Nacional de Imunizações, aumentar o controle social e diminuir as preocupações da população quanto à eficácia e segurança das vacinas, especialmente em períodos de emergência em saúde pública de importância nacional”, defendeu o senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/11/23/projeto-cria-rastreamento-de-vacinas-e-carteira-digital-de-vacinacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Anvisa aprova medidas para acelerar registro de vacina contra Covid-19 no Brasil</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/anvisa-aprova-regras-para-acelerar-registro-de-vacina-contra-covid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Nov 2020 14:23:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[quarentena]]></category>
		<category><![CDATA[vacina covid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Norma permite que empresas interessadas em registrar vacinas no Brasil mandem os dados de estudos aos poucos, sem precisar reunir a documentação de uma vez só. Agência já analisava pedido de aprovação sob esse processo. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na terça-feira (17), medidas que devem acelerar o registro de vacinas contra [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Norma  permite que empresas interessadas em registrar vacinas no Brasil mandem  os dados de estudos aos poucos, sem precisar reunir a documentação de  uma vez só. Agência já analisava pedido de aprovação sob esse processo.</h4>



<p class="wp-block-paragraph"> A <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-so-deve-custear-remedio-registrado-na-anvisa-reafirma-stj/">Agência Nacional de Vigilância Sanitária</a> (Anvisa) aprovou, na terça-feira (17), medidas que devem acelerar o registro de vacinas contra a Covid-19 no Brasil. </p>



<p class="wp-block-paragraph"> Uma norma publicada nesta quarta (18) no Diário Oficial da União autoriza que empresas interessadas em registrar uma vacina enviem dados técnicos sobre os testes de forma contínua.  Com a medida, as empresas não vão precisar ter todos os documentos  reunidos para apresentá-los de uma vez só à Anvisa, como normalmente  ocorre<em>.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"> A proposta que previa essa possibilidade já havia sido divulgada pela agência no dia 29 de setembro. Dois dias depois, em 1º de outubro, a Anvisa anunciou que começaria a análise dos testes da vacina de Oxford, desenvolvida em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, sob o processo de submissão contínua. </p>



<p class="wp-block-paragraph">
 Os diretores da agência também dispensaram, com a adoção da medida, a 
análise de impacto regulatório e a consulta pública, &#8220;devido ao grau de 
urgência e gravidade&#8221; da pandemia. </p>



<p class="wp-block-paragraph"> As medidas só  valem para vacinas contra a Covid-19 e não se aplicam a nenhum outro  medicamento ou vacina. Os imunizantes também precisam estar em fase 3 de  ensaios clínicos – como os quatro que estão sendo testados no Brasil: a de Oxford, a da Pfizer, a da Sinovac e a da Johnson. </p>



<p class="wp-block-paragraph">
 Outro pré-requisito para enviar os dados de forma contínua é que a 
empresa interessada tenha um Dossiê de Desenvolvimento Clínico de 
Medicamento (DDCM) protocolado na Anvisa. O dossiê é um conjunto de 
documentos que dão informações detalhadas sobre a vacina e sobre os 
estudos clínicos de fases 1, 2, e 3. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Como funciona a &#8216;submissão contínua&#8217;:</h3>



<ul class="wp-block-list"><li>Normalmente,
 para o registro de um medicamento ou vacina, as agências exigem todos 
os estudos e informações sobre a segurança, eficácia e conteúdo de uma 
vez só.</li><li>Como o mundo passa por uma pandemia, a submissão 
contínua permite que os técnicos da Anvisa comecem a analisar o que está
 pronto – resultados de estudos iniciais e outros dados, como os 
referentes ao prazo de validade e às condições de armazenamento 
adequadas, por exemplo.</li><li>Os documentos são, então, enviados ao 
longo do tempo à agência. Todos os dados deverão ser analisados, com a 
diferença de que o processo começa antes e em etapas. </li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Chegada de doses</h3>



<p class="wp-block-paragraph">  Na terça-feira (17), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB),  disse em entrevista à &#8220;Rádio Jornal&#8221;, de Pernambuco, que as primeiras  doses da vacina do laboratório chinês Sinovac, a &#8220;CoronaVac&#8221;, chegariam  no Brasil na quinta-feira (19). Na semana passada, Doria havia dito que as doses chegariam na sexta (20). </p>



<p class="wp-block-paragraph">  A Anvisa chegou a suspender, também na semana passada, os testes da  CoronaVac, depois da morte de um voluntário. Dois dias depois,  entretanto, autorizou a retomada dos ensaios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">  Os anúncios sobre a regulamentação das vacinas e a entrega das doses  vêm em um momento em que o Brasil tem alta na média móvel de mortes por  Covid-19. Os casos e as mortes pela doença tiveram as maiores tendências de alta desde maio. </p>



<p class="wp-block-paragraph"> Também na terça (17), o relatório semanal divulgado pelo Imperial College de Londres apontou que a taxa de transmissão da Covid-19 no país está em 1,10, o maior índice desde agosto. </p>



<p class="wp-block-paragraph"> Na semana anterior, o número havia ficado em 0,68, o menor desde o início da pandemia. O período, entretanto, foi o mesmo em que houve um apagão de dados no Ministério da Saúde, que afetou a divulgação de dados sobre casos e mortes por Covid-19. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Fases de testes de uma vacina</h3>



<p class="wp-block-paragraph"> Entenda como funcionam os testes da vacina contra Covid </p>



<p class="wp-block-paragraph">  Nos testes de uma vacina – normalmente divididos em fase 1, 2, e 3 – os  cientistas tentam identificar efeitos adversos graves e se a imunização  foi capaz de induzir uma resposta imune, ou seja, uma resposta do  sistema de defesa do corpo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">
 Os testes de fase 1 costumam envolver dezenas de voluntários; os de 
fase 2, centenas; e os de fase 3, milhares. Essas fases costumam ser 
conduzidas separadamente, mas, por causa da urgência em achar uma 
imunização da Covid-19, várias empresas têm realizado mais de uma etapa 
ao mesmo tempo. </p>



<p class="wp-block-paragraph"> Antes de começar os testes em humanos, as vacinas são testadas em animais – normalmente em camundongos e, depois, em macacos. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://g1.globo.com/bemestar/vacina/noticia/2020/11/18/anvisa-aprova-medidas-para-acelerar-registro-de-vacina-contra-covid-19-no-brasil.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="G1 (abre numa nova aba)">G1</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Passageiros devem ser reembolsados por voo cancelado devido coronavírus</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/passageiros-devem-ser-reembolsados-por-voo-cancelado-devido-coronavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 21:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Reembolso]]></category>
		<category><![CDATA[Voo Cancelado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão é da juíza titular do 5º Juizado Especial Cível de Brasília. As empresas Decolar.com e Air China foram condenadas a restituir a dois consumidores o valor das passagens aéreas canceladas devido ao novo coronavírus. A decisão é da juíza titular do 5º Juizado Especial Cível de Brasília. Os autores adquiriram passagens aéreas para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">A decisão é da juíza titular do 5º Juizado Especial Cível de Brasília.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas  Decolar.com e Air China foram condenadas a restituir a dois consumidores  o valor das passagens aéreas <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/seguro-de-vida-nao-pode-ser-cancelado-por-falta-de-pagamento-sem-notificacao-previa/">canceladas</a> devido ao novo coronavírus. A  decisão é da juíza titular do 5º Juizado Especial Cível de Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os  autores adquiriram passagens aéreas para as Filipinas, junto à ré  Decolar.com, em setembro de 2019. Os voos de ida e de volta seriam  operados pela Air China, em fevereiro de 2020, e fariam conexões em  Pequim. Entretanto, em razão das notícias sobre o surto do coronavírus, os passageiros contataram ambas empresas para verificar a  situação dos bilhetes, sendo submetidos ao desencontro de informações.  Alegaram que em 04/02/2020 a Air China publicou uma nota no sítio  eletrônico, informando que a partir do dia 06/02/2020 até o dia  28/03/2020, todos os voos em rotas da China para as Filipinas estavam  cancelados. Contudo, no aplicativo da ré Decolar.com, a reserva  permanecia confirmada. Por fim, adquiriram novos bilhetes aéreos junto à  agência de viagens, com conexão em Dubai. Narraram que não foram  reembolsados e que experimentaram despesas não previstas, motivo pelo  qual solicitaram a condenação das rés ao pagamento de indenização por  danos materiais, no valor de R$12.557,33, além de indenização por danos  morais no importe de R$10.000,00 para cada um dos autores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em  contestação, a Decolar.com pugnou pela aplicação das medidas  emergenciais, afirmando que atua como mera interveniente. A Air China,  por sua vez, afirmou que desde janeiro de 2020 disponibilizou  orientações para reembolso em seu sítio eletrônico, e defendeu a  aplicação dos tratados internacionais, negando a existência de danos aos  passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao  analisar o feito, a magistrada afirmou que a Air China agiu de acordo  com a Resolução n° 400/2016 da ANAC ao informar aos passageiros sobre o  cancelamento dos voos com antecedência mínima de 72 horas, uma vez que o  voo de ida dos autores estava programada para o dia 09/02/2020.  Ressaltou que “neste período de instabilidade pública e notória,  impõe-se o sacrifício mútuo, visando minimizar a perda financeira do  passageiro e da companhia aérea”. Afirmou que as medidas emergenciais  não podem ser aplicadas no caso, uma vez que o cancelamento das  passagens foi realizado em data anterior à edição da <a rel="noreferrer noopener" href="https://juridmais.com.br/medidas-provisorias-posteriores-a-emc-n--32-2001-73" target="_blank">Medida Provisória 925</a>  &#8211; que dispôs sobre as medidas de emergência para a aviação civil  brasileira em razão da pandemia do coronavírus e negou existência de  danos morais, decidindo que é cabível apenas o reembolso integral do  valor das passagens não utilizadas, no montante de R$ 6.682,86.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso à sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe: 0715226-86.2020.8.07.0016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/passageiros-devem-ser-reembolsados-por-voo-cancelado-devido-ao-novo-coronavirus-2020-10-26" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)">Jornal Jurid</a></strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Plano de saúde deve custear tratamento de paciente com covid-19</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tratamento-de-paciente-com-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2020 14:38:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[remédio]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=6638</guid>

					<description><![CDATA[<p>Paciente teria sido cobrada em R$ 20 mil após internação por uso de medicamento cuja cobertura foi negada pela seguradora.  Plano de saúde terá de custear tratamento com medicamento específico de uma paciente que ficou internada por 20 dias na UTI após ser diagnosticada com covid-19. Decisão é da juíza de Direito Andrea Ferraz Musa, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Paciente teria sido cobrada em R$ 20 mil após internação por uso de medicamento cuja cobertura foi negada pela seguradora. </strong> </h4>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-nao-pode-diferenciar-trabalhadores/">Plano de saúde</a> terá de custear tratamento com medicamento específico de  uma paciente que ficou internada por 20 dias na UTI após ser  diagnosticada com covid-19. Decisão é da juíza de Direito Andrea Ferraz  Musa, da 2ª vara Cível do Foro Regional XI de Pinheiros/SP. A  determinação se deu inicialmente por liminar, e foi mantida em acordo  extrajudicial realizado pelas partes.                                        </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a defesa da paciente, depois de já recuperada da doença, ela 
foi pega de surpresa ao receber uma conta de R$ 20 mil após internação 
em um hospital em São Paulo. O plano de saúde teria se negado a pagar o 
custo de um medicamento utilizado no tratamento durante a internação, 
ainda que o remédio utilizado conste do rol da ANS, sob a alegação de 
que o tratamento de covid-19 não estava previsto na bula do medicamento 
(utilização &#8220;off label&#8221;). O remédio em questão é o Pentaglobin, 
responsável por auxiliar nas defesas do organismo. Inconformada com a 
cobrança, a paciente recorreu à Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada anotou que &#8220;o uso de determinados medicamentos, haja 
vista suas características intrínsecas e a necessidade de uso conjunto 
com o tratamento médico indicado o caracteriza como tratamento, não 
sendo, assim, simples medicação&#8221;, e que, no caso, ficou demonstrada a 
existência da doença e a necessidade do tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Frisou, ainda, que &#8220;o tratamento não é experimental, representando 
apenas o avanço da medicina no combate da doença que o autor é portador.
 Ademais, o medicamento está no rol da ANS&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, deferiu a tutela para determinar que a companhia de seguros 
emita as guias necessárias para cobertura das despesas de internação, 
especialmente referente ao medicamento, sob pena de multa diária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ato contínuo, foi realizado acordo extrajudicial nos termos do que definido na liminar, o qual foi homologado pela juíza.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Defesa</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para a advogada da paciente,&nbsp;<strong>Fernanda Glezer Szpiz</strong>, especialista em Direito à Saúde e Consumidor do escritório&nbsp;<strong>Rosenbaum Advogados Associados</strong>, a decisão visa proteger os direitos do beneficiário do plano de saúde de ter o melhor tratamento para o seu caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ademais, destaca, &#8220;é sabido que não existe um consenso sobre os 
medicamentos capazes de combater o covid-19, de forma que qualquer 
medicamento utilizado poderia ser considerado experimental (ou off 
label)&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Os Tribunais vêm entendendo que cabe aos médicos responsáveis  pelo paciente determinar o melhor tratamento e que, se for um  medicamento devidamente regirado na Anvisa, como é o caso do medicamento  em questão, não há motivos para que os planos de saúde neguem sua  cobertura.&#8221;</p></blockquote>



<ul class="wp-block-list"><li>Processo:&nbsp;<a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/show.do?conversationId=&amp;dadosConsulta.localPesquisa.cdLocal=11&amp;cbPesquisa=NUMPROC&amp;dadosConsulta.tipoNuProcesso=UNIFICADO&amp;numeroDigitoAnoUnificado=1006933-41.2020&amp;foroNumeroUnificado=0011&amp;dadosConsulta.valorConsultaNuUnificado=10069334120208260011&amp;dadosConsulta.valorConsulta=&amp;uuidCaptcha=sajcaptcha_21e55ed5cd5b44d0a8aaf03512b68934&amp;g-recaptcha-response=03AGdBq246k86QCVfSVEkWYjw4UPZTc0EbyqaVmL6gwLFRNLEWnVGb_M6Nba9S8XZJR5Dc3ej60YXDIgWz9g6vDlvjGP-EaSvY9PQOnoXvsyUCuDGXicnNumc0YUhsIrbVtohfDiGa9LIYZabVjsR1IYUzoBXP-NxTWjaB6ijrblUcjS1eIXe9ZAKwZiyyEjQDL82veK1tA7RcV907bkzsDG5puhjlo_wO-Dk9hxDmg0XCScfz0qZs6pgrL-ASktdCTZLXR-ZV8CzSC6vcRH1-rZl3MJ-gw-FPg-EGnyp0SHCauBK3CFlYJGi31SyRHgZzU5vAUJhxBH8cD7ZF9BQq5D4OK_Pp7eieQQ-4RM6g5CRuBpNbDlTVqmLnlbL15OObL1YjtCgVZinjFUWWe-tUrQoPEOLeXtpNo97EGj_JxOxoGdB1Rcmb7S7slH5V9Ras9VynY491rw13&amp;processo.codigo=0B0016G200000" target="_blank" rel="noreferrer noopener">1006933-41.2020.8.26.0011</a></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a <a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2020/9/F55AD59AD778B0_Liminar2.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">liminar</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: Migalhas</strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Auxílio Emergencial: veja como saber quantas parcelas de R$ 300 você terá direito a receber</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/auxilio-emergencial-veja-quantas-parcelas-de-r-300-voce-tera-direito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Oct 2020 16:17:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Auxílio Emergencial]]></category>
		<category><![CDATA[beneficio]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Prorrogação]]></category>
		<category><![CDATA[recebimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem está no lote que teve a 5ª parcela paga entre 28 de agosto e 30 de setembro conseguirá receber as quatro parcelas de R$ 300, desde que continue enquadrado nas condições do benefício. A prorrogação do Auxílio Emergencial no valor de R$ 300 vale somente para quem já está recebendo o benefício de R$ [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Quem está no lote que teve a 5ª parcela  paga entre 28 de agosto e 30 de setembro conseguirá receber as quatro  parcelas de R$ 300, desde que continue enquadrado nas condições do  benefício.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A prorrogação  do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/auxilio-emergencial-sera-prorrogado-ate-dezembro/">Auxílio</a> Emergencial no valor de R$ 300 vale somente para quem já está  recebendo o benefício de R$ 600. No entanto, o número de parcelas, cujo  limite é de quatro, depende de quando o trabalhador fora do Bolsa  Família começou a receber o Auxílio de R$ 600.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso
 porque o Auxílio Emergencial de R$ 300 começa a ser pago somente após o
 recebimento das cinco parcelas de R$ 600 e vai só até o final de 
dezembro. E não há novas inscrições: só quem foi aprovado para as 
parcelas de R$ 600 poderá receber as de R$ 300.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Beneficiários do Bolsa Família</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No
 caso dos trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, todos os 
aprovados que continuaram elegíveis terão direito a quatro parcelas de 
R$ 300 &#8211; pagas sempre nos últimos 10 dias úteis de cada mês, de setembro
 a dezembro. Cerca de 3 milhões de beneficiários desse grupo, no 
entanto, deixaram de receber o Auxílio Emergencial nessa fase de 
extensão e voltaram a receber o Bolsa Família.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Beneficiários fora do Bolsa Família</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Já
 no caso de quem não faz parte do Bolsa Família, é preciso saber qual o 
número da parcela que o trabalhador recebeu no Ciclo 2 do Auxílio 
Emergencial, cujos pagamentos começaram em 28 de agosto e terminaram em 
30 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A
 quantidade de parcelas de R$ 300 dependerá de quantas de R$ 600 foram 
recebidas até o final do calendário do Ciclo 2. Apenas quem recebeu a 5ª
 parcela nesse ciclo, entre 28 de agosto e 30 de setembro, conseguirá 
receber todas as quatro parcelas de R$ 300. Essas datas se referem ao 
depósito em poupança social digital da Caixa, e não à liberação do saque
 em dinheiro (veja mais abaixo como fica).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>MAS ATENÇÃO:</strong>
 isso vale apenas para os trabalhadores que continuarem atendendo aos 
critérios do programa. Cerca de 5,7 milhões de beneficiários foram 
excluídos do programa nessa prorrogação, e não vão receber nenhuma 
parcela de R$ 300, independente de quantas parcelas de R$ 600 já 
receberam. O trabalhador só vai saber se foi excluído do programa no 
momento do pagamento, dentro do aplicativo Caixa TEM, de acordo com o 
presidente da Caixa, Pedro Guimarães.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O
 beneficiário pode ainda verificar no aplicativo ou site do Auxílio 
Emergencial até quando está previsto para ele receber o benefício, ou 
ainda ligar no 111 e perguntar se vai receber as parcelas adicionais de 
R$ 300. No entanto, a situação pode mudar, já que será feita uma 
reavaliação mensal dos beneficiários para verificar se eles ainda se 
enquadram nos critérios para receber o benefício (veja mais abaixo nesta
 reportagem os critérios para exclusão do programa).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Veja como ficam os pagamentos:</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem recebeu a 5ª parcela de R$ 600 entre 28 de agosto e 30 de setembro &#8211; vai receber 4 parcelas de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem recebeu a 4ª parcela de R$ 600 entre 28 de agosto e 30 de setembro &#8211; vai receber 3 parcelas de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem recebeu a 3ª parcela de R$ 600 entre 28 de agosto e 30 de setembro &#8211; vai receber 2 parcelas de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem recebeu a 2ª parcela de R$ 600 entre 28 de agosto e 30 de setembro &#8211; vai receber 1 parcela de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem recebeu a 1ª parcela de R$ 600 entre 28 de agosto e 30 de setembro &#8211; não vai receber parcelas de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Quem não recebeu nenhuma parcela de R$ 600 até nesse período &#8211; não vai receber nenhuma parcela de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os
 aniversariantes de janeiro devem ficar atentos, pois receberam duas 
parcelas entre 28 de agosto e 30 de setembro. A segunda, no entanto, já 
era parte do Ciclo 3 de pagamentos &#8211; a parcela que deve ser considerada,
 portanto, é a recebida no dia 28 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja abaixo as datas em que foram feitos os pagamentos do Ciclo 2, de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/mNm-HsfBWgboB5Xnsp1jGw3H-Wk=/0x0:1370x737/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2020/O/w/orRRtrQmejh2MDDFxDDQ/capturar.png" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Calendário de pagamentos do Ciclo 2 do Auxílio Emergencial — Foto: Reprodução</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Critérios mais rígidos</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Só  vai ter direito às parcelas de R$ 300 o trabalhador que não for  excluído na reavaliação mensal que passou a ser feita pelo governo. Os  novos critérios excluem os beneficiários nas seguintes situações:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Possua indicativo de óbito nas bases de dados do governo federal</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Tenha menos de 18 anos, exceto em caso de mães adolescentes</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Esteja preso em regime fechado</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Tenha sido declarado como dependente no Imposto de Renda de alguém que se enquadre nas hipóteses dos itens 5, 6 ou 7 acima</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211;
 No ano de 2019 recebeu rendimentos isentos não tributáveis ou 
tributados exclusivamente na fonte cuja soma seja superior a R$ 40 mil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Tinha em 31 de dezembro de 2019 a posse ou a propriedades de bens ou direitos no valor total superior a R$ 300 mil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Recebeu em 2019 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Mora no exterior</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Tem renda mensal acima de meio salário mínimo por pessoa e renda familiar mensal total acima de três salários mínimos</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211;
 Recebeu benefício previdenciário, seguro-desemprego ou programa de 
transferência de renda federal após o recebimento de Auxílio Emergencial
 (exceto Bolsa Família)</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; Conseguiu emprego formal após o recebimento do Auxílio Emergencial</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto,
 quem estava recebendo as parcelas de R$ 600, mas voltou para análise 
devido a reavaliação, terá de esperar o resultado da revisão e pode não 
ter direito às parcelas de R$ 300.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Prorrogação do Auxílio abrange 42,4 milhões</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">No
 total, estão dentro dessa prorrogação do pagamento do Auxílio de R$ 300
 um total de 42,4 milhões de pessoas que não estão no Bolsa Família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pouco
 mais da metade desse total vai receber todas as quatro parcelas: 27 
milhões de pessoas, o equivalente a 63,6%. Já o total de pessoas que vai
 receber apenas uma parcela é de 1,4 milhão. Veja abaixo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; 27 milhões receberão as quatro parcelas de R$ 300</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; 8,1 milhões de pessoas receberão três parcelas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; 5,9 milhões receberão duas parcelas</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8211; 1,4 milhão receberá uma parcela</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa do Ministério da Cidadania é que 5,7 milhões de pessoas não devem receber nenhuma das quatro parcelas de R$ 300.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo  o secretário-executivo do Ministério da Cidadania, Antônio José  Barreto, essa redução é motivada pelas regras mais restritas para a  prorrogação do pagamento benefício, além de melhorias que foram feitas  no cruzamento dos dados dos beneficiários.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/auxilio-emergencial-veja-como-saber-quantas-parcelas-de-r-300-voce-tera-direito-a-receber" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)">Jornal Jurid</a></strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto prevê parcelamento de dívidas trabalhistas em até 60 meses</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-preve-parcelamento-de-dividas-trabalhistas-em-ate-60-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 18:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[crise economica]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Chico Rodrigues (DEM-RR) apresentou ao Senado um projeto (PL 4.552/2020) para dar aos empresários a possibilidade de dividir em até 60 meses o pagamento de dívidas trabalhistas, caso a execução for iniciada durante a vigência do estado de calamidade pública causado pela pandemia de coronavírus (ou seja, de 20 de março até 31 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O senador Chico Rodrigues (DEM-RR) apresentou ao Senado um projeto (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144665">PL 4.552/2020</a>) para dar aos empresários a possibilidade de dividir em até 60 meses o pagamento de dívidas trabalhistas, caso a execução for iniciada durante a vigência do estado de calamidade pública causado pela pandemia de coronavírus (ou seja, de 20 de março até 31 de dezembro de 2020), ou até dez meses após seu término.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto especifica que cada uma das parcelas deve ter o valor mínimo de um salário mínimo (hoje em R$ 1.045). Sobre o valor parcelado, incidirá correção monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). E caso haja o atraso no pagamento de duas parcelas consecutivas, ocorrerá o vencimento antecipado do restante da dívida, acrescida de multa de 20% sobre as parcelas em atraso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Meu objetivo é permitir a sobrevivência das empresas cujas finanças foram severamente atingidas pela pandemia e, também, garantir o pagamento das causas trabalhistas. A proposta possibilita a sobrevivência das empresas, em especial das <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/garantido-o-pagamento-de-seguro-desemprego-a-trabalhadora-que-se-tornou-microempreendedora-individual/">microempresas</a>, que são intensivas em mão de obra&#8221;, explica o senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rodrigues ressalta que a pandemia paralisou diversos empreendimentos, em muitos setores econômicos, que ficaram impedidos de ter qualquer rendimento nos períodos em que os governos estaduais e municipais determinaram seus fechamentos. A crise teria inviabilizado o cumprimento de decisões trabalhistas e, para o senador, o projeto garante que os trabalhadores recebam o que merecem, e que os empresários não fechem definitivamente suas portas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/09/18/projeto-preve-parcelamento-de-dividas-trabalhistas-em-ate-60-meses" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-preve-parcelamento-de-dividas-trabalhistas-em-ate-60-meses/">Projeto prevê parcelamento de dívidas trabalhistas em até 60 meses</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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