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	<title>Arquivos crédito - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos crédito - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Projeto prevê uso de cartões de crédito para pagamento de pedágios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 15:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cartões de crédito e débito podem ser incluídos como meio pagamento de pedágios em rodovias federais. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) 4.643/2020, que modifica a Lei 8.987, de 1995, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos. A proposta, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), estabelece [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Cartões de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/banco-devera-restituir-valores-debitados-em-cartao-de-credito-clonado/">crédito e débito</a> podem ser incluídos como meio pagamento de pedágios em rodovias federais. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144735">4.643/2020</a>, que modifica a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8987compilada.htm#:~:text=Disp%C3%B5e%20sobre%20o%20regime%20de,Federal%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias.">Lei 8.987, de 1995</a>, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), estabelece que sejam aceitos outros meios de pagamento dos pedágios além do dinheiro, como os cartões de crédito, débito e meios de pagamento digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e mencionado pelo senador, aproximadamente um terço dos consumidores de serviços do país preferem o uso de cartões a dinheiro.&nbsp;Girão lembra que nem todos os motoristas conseguem ter o dinheiro para o pagamento das tarifas de pedágio e podem ser pegos desprevenidos, principalmente no período da noite ou finais de semana, quando não há caixas eletrônicos disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No entanto, as concessionárias de pedágio que atuam nas rodovias federais brasileiras ainda adotam a prática arcaica de apenas aceitar o papel-moeda como meio de pagamento válido. Consequentemente, os motoristas são obrigados a carregar cédulas e moedas apenas para esse fim e, quando não se lembram ou simplesmente desconhecem tal fato, acabam impossibilitados de transitar pela rodovia, sendo obrigados a buscar alguma cidade próxima apenas com o propósito de sacar os valores devidos ao pedágio para conseguirem seguir viagem”, diz o senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/10/27/projeto-preve-uso-de-cartoes-de-credito-para-pagamento-de-pedagios" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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		<title>Banco deverá indenizar consumidora por contrato abusivo de crédito consignado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Aug 2018 17:43:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[crédito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A juíza do 5º Juizado Especial Cível de Brasília condenou o Banco BMG a pagar indenização por danos morais a uma consumidora, bem como a ressarcir, em dobro, os descontos indevidos efetuados mensalmente em seu contracheque, desde outubro de 2015, referentes a empréstimo não contratado pelo autora. A magistrada declarou, ainda, a nulidade do contrato [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A juíza do 5º Juizado Especial Cível de Brasília condenou o Banco BMG a pagar indenização por danos morais a uma consumidora, bem como a ressarcir, em dobro, os descontos indevidos efetuados mensalmente em seu contracheque, desde outubro de 2015, referentes a empréstimo não contratado pelo autora. A magistrada declarou, ainda, a nulidade do contrato de crédito consignado objeto dos autos e suspendeu os descontos na aposentadoria da consumidora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autora alegou que sofreu fraude por parte do banco réu e que jamais contratou o empréstimo de Reserva de Margem para Cartão de Crédito Consignado (RMC) – tendo sofrido descontos de R$ 142,96 em seu benefício, a esse título, por 33 meses. Em contestação, o réu alegou a legalidade e legitimidade da referida contratação e o não dever de ressarcimento e indenização. </p>



<blockquote style="text-align:left" class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Para a magistrada, “o contrato juntado aos autos pelo réu, assinado pela autora, a fim de justificar as cobranças indevidas, configura-se como contrato abusivo, nos termos do art. 51, IV, da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8078.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 8.078/90</a>, pois permite o desconto de parcelas mensais a título de RMC (&#8230;), independentemente de o consumidor fazer uso do cartão de crédito consignado. Assim, assegura vantagem extrema ao Réu, pois os descontos mensais não cessam, na medida em que são abatidos apenas os juros do período e, portanto, não são revertidos ao consumidor de modo a abater o débito ou finalizá-lo, o que, praticamente, por vias oblíquas, deixa o saldo devedor do mútuo bancário aberto indefinidamente e obriga o consumidor a fazer uso constante do cartão contra sua vontade”.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, considerando que o desconto mensal a título de RMC foi abusivo, a juíza entendeu que a autora tem o direito à restituição em dobro dessa quantia, de acordo com o parágrafo único do artigo 42 do Código de Defesa do Consumidor, por não se tratar de engano justificável. Em relação ao pedido de indenização por danos morais, a juíza concluiu que “(&#8230;) Os descontos escusos efetuados no contracheque da autora, de forma ardilosa e abusiva, configura um atentado à dignidade do consumidor, que se fez vítima de prática abusiva e, consequentemente, ilegal, subtraindo seu patrimônio e diminuindo sua renda mensal, já escassa, o que configura dano moral, em sua acepção jurídica”. O valor foi arbitrado em R$ 3 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://pje.tjdft.jus.br/consultapublica/ConsultaPublica/listView.seam" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Processo Judicial eletrônico (PJe):</a> 0729245-68.2018.8.07.0016</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-49977-banco-devera-indenizar-consumidora-por-contrato-abusivo-credito-consignado" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
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		<title>Consumidor será indenizado por negativa genérica de cartão de crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 18:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um consumidor conseguiu na Justiça de SP o direito de ter cartão de crédito oferecido pela Americanas.com, sem anuidade, após o mesmo ter sido negado em seguida à oferta pela empresa. Pelo ocorrido, o cliente também receberá indenização por danos morais. A Americanas.com e outras empresas de comércio eletrônico envolvidas no sistema do cartão negaram o fornecimento do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um consumidor conseguiu na Justiça de SP o direito de ter cartão de crédito oferecido pela Americanas.com, sem anuidade, após o mesmo ter sido negado em seguida à oferta pela empresa. Pelo ocorrido, o cliente também receberá indenização por danos morais.</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">A Americanas.com e outras empresas de comércio eletrônico envolvidas no sistema do cartão negaram o fornecimento do mesmo, por elas antes ofertado, sob a alegação de análise do sistema credit scoring.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">A juíza de Direito Paula da Rocha e Silva Formoso, da 16ª vara Cível de SP, considerou abusiva a prática dos réus, especialmente levando-se em conta a incidência do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8078compilado.htm##LS">CDC</a> e os princípios da boa-fé objetiva.</span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">“<em>Exigir do autor a comprovação de que não se encontra inserido no grupo de risco, sem ter acesso às informações que lhe incluíram em tal grupo, nada mais é do que prova impossível</em>.”</span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">Assim, determinou a emissão do cartão de crédito com anuidade grátis, conforme a oferta inicial, com o fornecimento do produto então escolhido pelo autor para compra, no valor anunciado na oferta, bem como fixou pagamento de R$ 3 mil por danos morais.</span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><u>Processo</u>: <a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/show.do?processo.codigo=2S000QNQ30000&amp;processo.foro=100&amp;uuidCaptcha=sajcaptcha_6b5fcf89542e4b318e5cccc574d4f39a##LS">1068676-81.2017.8.26.0100</a></span></div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">Veja a <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2017/12/art20171211-09.pdf##LS">decisão</a>.</span></p>
<p align="justify"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI270874,51045-Consumidor+sera+indenizado+por+negativa+generica+de+cartao+de+credito" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></p>
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		<title>Consumidor que pagar à vista terá desconto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2017 10:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
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		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alterada pelo Congresso, a MP aprovada no Plenário do Senado precisará passar por sanção presidencial O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (31) a permissão para que comerciantes façam um preço diferente para pagamentos em dinheiro ou cartão de crédito ou débito. A matéria vai à sanção presidencial. O projeto, oriundo da Medida Provisória (MP) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: center;">Alterada pelo Congresso, a MP aprovada no Plenário do Senado precisará passar por sanção presidencial</h5>
<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (31) a permissão para que comerciantes façam um preço diferente para pagamentos em dinheiro ou cartão de crédito ou débito. A matéria vai à sanção presidencial.</p>
<p>O projeto, oriundo da <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/127887">Medida Provisória (MP) 764/2016</a>, também obriga o fornecedor a informar, em local visível ao consumidor, os descontos oferecidos em função do meio e do prazo de pagamento. Se ele não cumprir a determinação, ficará sujeito a multas previstas no <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8078.htm">Código de Defesa do Consumidor</a>.</p>
<p>Apesar de proibida em lei, a prática já era adotada por muitos comerciantes, que ofereciam descontos para quem pagasse com dinheiro. Com a diferenciação na cobrança, eles buscavam evitar as taxas cobradas pelos cartões e a demora para receber o dinheiro.</p>
<p>Editada em dezembro, a MP 764 permite que prestadores de serviços e comerciantes cobrem de seus clientes valores distintos para um mesmo produto, de acordo com o meio de pagamento e com o prazo.</p>
<p>A proposta não obriga a diferenciação de preços, somente oferece essa possibilidade ao comércio. No entendimento do relator da medida provisória, deputado Marco Tebaldi (PSDB-SC), o estímulo ao pagamento à vista e em dinheiro, no entendimento do relator, pode criar uma situação de concorrência que leve as administradoras de cartão a baixar as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais.</p>
<p>Segundo o Executivo, a diferenciação de preços beneficia empresas e consumidores e estimula queda no valor médio dos produtos. A medida também evitaria a prática do chamado subsídio cruzado — quando os consumidores que não utilizam cartão pagam o mesmo preço que os consumidores que utilizam esse sistema de pagamento, sobre o qual incidem taxas.</p>
<p>A MP faz parte de um pacote de medidas microeconômicas do governo federal para aumentar a produtividade do país. Como ela foi alterada pelo Congresso, a MP precisará agora passar pela sanção presidencial.</p>
<p><i>Com informações da Agência Câmara</i></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/05/31/senado-aprova-permissao-para-que-comercio-de-desconto-pela-forma-de-pagamento" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Senado Notícias</a></p>
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