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	<title>Arquivos Danos Materiais - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Danos Materiais - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Casal deve ser indenizado por negativa de cobertura de parto</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/casal-deve-ser-indenizado-por-negativa-de-cobertura-de-parto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Sep 2022 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Negativa]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O colegiado definiu, por maioria, a indenização em R$ 7.500 para cada autor. Os danos materiais de R$ 13.500 foram mantidos. A 4ª Turma Cível do TJDFT condenou, por maioria, a Qualicorp Administradora de Benefícios de Saúde a indenizar por danos morais um casal que teve negado o parto do filho sob a alegação de [&#8230;]</p>
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<h4 class="wp-block-heading">O colegiado definiu, por maioria, a indenização em R$ 7.500 para cada autor. Os danos materiais de R$ 13.500 foram mantidos.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 4ª Turma Cível do TJDFT condenou, por maioria, a Qualicorp Administradora de Benefícios de Saúde a indenizar por danos morais um casal que teve negado o parto do filho sob a alegação de não cumprimento de carência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O marido afirma que é servidor público federal e foi transferido para Brasília. Com isso, realizou a portabilidade do plano de saúde administrado pela Unimed São José dos Campos Cooperativa de Trabalho para a Administradora Aliança, empresa incorporada pela ré. Afirma que, nas tratativas com os corretores da empresa, foram informados de que haveria aproveitamento de carências, desde que apresentada carta de permanência do plano de saúde anterior, dado fundamental para a contratação do convênio com a seguradora. Informam que a carta foi enviada em 7/3/2019 e o contrato assinado em 11/3 do mesmo ano, com a informação de carência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, no dia do parto, em dezembro de 2019, a autora teve o atendimento de obstetrícia negado, sob o argumento de não ter cumprido o período mínimo de carência. Em virtude disso, o casal desembolsou R$ 13.500 no pagamento de despesas médicas. Judicialmente, pedem indenização pelos danos materiais e morais.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14454&amp;action=edit">Plano de saúde é condenado a indenizar cliente em mais de R$ 13 mil por negar pedido de internação no litoral de SP</a></strong></li><li><strong><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14481&amp;action=edit">Hospital deve indenizar paciente que caiu de maca em UTI</a></strong><a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/casal-deve-ser-indenizado-por-negativa-de-cobertura-de-parto#banner-apoiadores"></a><a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/casal-deve-ser-indenizado-por-negativa-de-cobertura-de-parto#banner-apoiadores"></a></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">A ré não se manifestou. Em primeira instância, foram concedidos os danos materiais. Os autores recorreram para que fosse analisado o pedido integral quanto aos danos morais. Em sua análise, o desembargador relator destacou que o grau de lesividade do ato ilícito foi alto, pois, “embora o plano tenha assumido adequadamente as despesas dos exames e acompanhamento médico antes do nascimento do filho dos autores, no dia do parto negou a cobertura, necessitando que os apelantes arcassem com despesas hospitalares inicialmente não previstas em uma data tão relevante”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o magistrado, o valor da indenização por danos morais tem como função a compensação à pessoa que sofreu o dano e a punição do causador do evento danoso, evitando-se a reiteração da conduta lesiva. Dessa maneira, o colegiado definiu, por maioria, a indenização em R$ 7.500 para cada autor. Os danos materiais de R$ 13.500 foram mantidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acesse o PJe2 e confira o processo: 0710074-05.2020.8.07.0001</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/casal-deve-ser-indenizado-por-negativa-de-cobertura-de-parto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags: Advogado direito saúde, Advogado especialista plano de saúde, Plano de saúde liminar, Advogado plano de saúde, Liminar contra plano de saúde, Advogado especialista em direito da saúde, Advogado plano saúde, Plano de saúde advogados, Advogado especialista na área da saúde, Advogado área da saúde, Advogada contra plano de saúde, Advogado de plano de saúde, Advogado direito da saúde, Medicamento sus, Advogado bariátrica, Advogado especialista em direito de saúde, Hospital</em>, <em>gravida, gestação</em>, <em>parto</em></p>
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		<item>
		<title>Passageiro deve ser indenizado por cruzeiro cancelado sem comunicação prévia</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/passageiro-deve-ser-indenizado-por-cruzeiro-cancelado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2021 21:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Cancelamento]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[Cruzeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Falha]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Prestação de Informações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão é do juiz do 3º Juizado Especial Cível de Taguatinga. A empresa de turismo MSC Cruzeiros do Brasil foi condenada a indenizar por danos materiais e morais um cliente por falha na prestação de informações sobre cancelamento de viagem devido à pandemia da Covid-19. A decisão é do juiz do 3º Juizado Especial [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">A decisão é do juiz do 3º Juizado Especial Cível de Taguatinga.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa de turismo MSC Cruzeiros do Brasil foi condenada a indenizar por danos materiais e morais um cliente por falha na prestação de informações sobre cancelamento de viagem devido à pandemia da Covid-19. A decisão é do juiz do 3º Juizado Especial Cível de Taguatinga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos autos, o autor requer o reembolso dos valores pagos pelo pacote de cruzeiro, que, segundo ele, foi cancelado sem aviso prévio. O requerente afirma que recebeu confirmação da empresa dois dias antes do embarque para Dubai, nos Emirados Árabes, de onde partiria o navio, o que fez com que prosseguisse com o <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/consumidor-podera-remarcar-viagem-contratada-sem-onus/">planejamento da viagem</a>. Ao chegar na cidade, não conseguiu fazer o check-in online. Assim, foi até o porto de Dubai e constatou que a embarcação não se encontrava no local. Diante disso, pleiteia reparação por danos morais e materiais, referente às despesas não previstas, com locação de carro, hotel e alimentação para permanecer na cidade, durante os dias em que ele e sua família deveriam estar no Cruzeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado ressaltou que, no que se refere à suposta falha da comunicação de cancelamento da viagem, o fornecedor responde pelos danos decorrentes da falha na prestação de serviços, conforme o&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código de Defesa do Consumidor</a>. “Em que pese a alegação da ré de que comunicou ao autor sobre o cancelamento do cruzeiro, a aludida comunicação não ficou comprovada nos autos. Ao contrário, da análise da narrativa e do conjunto probatório, verifica-se que o autor foi diligente em acompanhar a confirmação da viagem junto à ré, verificando e printando por diversas vezes as telas de confirmação da viagem emitidas pela requerida”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz observou que a empresa de turismo sabia da impossibilidade de realização do cruzeiro em razão da pandemia e, mesmo assim, permitiu que o autor saísse de Brasília com destino a Dubai, onde daria continuidade à viagem planejada com a família. “A situação vivenciada pelo autor gerou angústia e frustração que ultrapassam a esfera do mero aborrecimento, atingindo atributos da personalidade do requerente, o que causou dano moral”, concluiu o magistrado. Dessa maneira, a empresa foi condenada a pagar R$ 3 mil pelos danos morais e R$ 879,88 pelos danos materiais sofridos pelo autor. “Não há como acolher o pedido de restituição das demais despesas alegadas por falta de comprovação específica nos autos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe: 0700677-64.2021.8.07.0007</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/passageiro-deve-ser-indenizado-por-cruzeiro-cancelado-sem-comunicacao-previa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags:&nbsp; direito do consumidor, cruzeiro, cruzeiro cancelado, viagem, viajar, advogado consumidor no Rio de Janeiro</em>, advogado consumidor RJ</p>
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		<item>
		<title>Plano de saúde deve indenizar paciente por negativa de cobertura de procedimentos cirúrgicos</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-deve-indenizar-paciente-por-negativa-de-cobertura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2021 14:28:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Negativa]]></category>
		<category><![CDATA[paciente]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A julgadora condenou a ré a indenizar a autora em R$ 14.950,00, a título de reparação de danos materiais, e em R$ 5.000,00, a título de danos morais. Uma mulher que arcou com despesas cirúrgicas enquanto aguardava revisão de negativa de plano de saúde deve receber indenização pelos danos morais e materiais sofridos. A decisão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">A julgadora condenou a ré a indenizar a autora em R$ 14.950,00, a título de reparação de danos materiais, e em R$ 5.000,00, a título de danos morais.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Uma mulher que arcou com despesas cirúrgicas enquanto aguardava revisão de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-sobe-quatro-vezes-mais-que-a-inflacao/">negativa de plano de saúde</a> deve receber indenização pelos danos morais e materiais sofridos. A decisão é da juíza titular do 4º Juizado Especial Cível de Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autora, usuária de plano de saúde GEAP, alegou que foi diagnosticada com artrose interapofisária e lesão infiltrativa associada a fratura no corpo vertebral, o que exigia intervenção cirúrgica, conforme indicação de seu médico assistente. Afirmou que, apesar da GEAP ter autorizado a realização do procedimento, o serviço não contemplava os materiais cirúrgicos discriminados na guia de internação: agulhas para biópsia e vertebroplastia com cimento e pinça bipolar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em face de tal negativa, a consumidora solicitou a reapreciação do pedido, o que levou alguns dias para ser analisado. Nesse intervalo de tempo, devido a dores e alteração de percepção da realidade, foi obrigada a se deslocar de ambulância para um hospital, tendo que arcar com os custos do procedimento, no valor de R$ 430,00. Não obstante, o pedido de reconsideração não foi acatado, o que obrigou a paciente a custear os referidos materiais com recursos próprios, o que lhe custou R$ 11.000,00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a cirurgia, foi necessária a realização de exames para confirmar a existência de metástase, a partir do resultado da biopsia anteriormente realizada, que detectara quadro de câncer. No entanto, tal procedimento também não foi coberto pelo plano de saúde, o que exigiu novos dispêndios, desta vez no importe de R$ 3.950,00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autora, ao entender que tais despesas deveriam ter sido arcadas pelo seu plano de saúde, pleiteou a reparação do seu prejuízo material, no valor total de R$ 15.736,44, e dos danos morais, pois a conduta do plano de saúde, além de prejuízo material, imputou-lhe severo sofrimento e abalo psicológico, o que configura danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, a ré afirmou que não houve negativa de cobertura arbitrária ou demora na autorização, pois a demora no atendimento aos pleitos da autora foi causada pelo fato de o hospital não ter apontado situação de urgência no caso concreto, mas indicado tratar-se de cirurgia eletiva. Ressaltou que a negativa do conjunto de vertebroplastia com cimento se deu porque o código utilizado pelo hospital estava incorreto, o que ocasionou a negativa noticiada. Alegou que cabia à autora procurar o Hospital para correção do pedido, o que não ocorreu. Em relação ao exame pós-cirúrgico, alegou que o pedido também foi autorizado, porém a senha foi cancelada pela prestadora do serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a magistrada, tal situação, além de não ter sido demonstrada, revela-se “absolutamente absurda e comprova tão somente o descaso da ré com seus clientes, eis que a ré se apega a questões meramente burocráticas e que podem ser facilmente corrigidas, mas que ganham contornos malévolos em face da negativa perpetrada por tal motivo fútil, quando alguém do outro lado está sofrendo com intensas dores e com uma doença potencialmente fatal”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza observou que o plano de saúde gerido pela ré possui cobertura para os procedimentos que foram arcados pela autora e que incumbe à GEAP o ressarcimento do valor despendido pela autora em seu lugar, eis que o custeio de tais procedimentos desde o início deveriam ter sido assumidos pelo próprio plano de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto ao pedido de indenização por danos morais, a juíza julgou que “o excesso de burocracia por parte da Empresa ré e a negativa descabida de cobertura dos procedimentos demonstra que o sofrimento imputado à autora por suas doenças foi desnecessariamente ampliado, aumentando sua dor e todos os seus desgastes”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A julgadora, portanto, condenou a ré a indenizar a autora em R$ 14.950,00, a título de reparação de danos materiais, e em R$ 5.000,00, a título de danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso à sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe: 0732674-72.2020.8.07.0016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/plano-de-saude-deve-indenizar-paciente-por-negativa-de-cobertura-de-procedimentos-cirurgicos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Passageiros devem ser reembolsados por voo cancelado devido coronavírus</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/passageiros-devem-ser-reembolsados-por-voo-cancelado-devido-coronavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 21:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Reembolso]]></category>
		<category><![CDATA[Voo Cancelado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão é da juíza titular do 5º Juizado Especial Cível de Brasília. As empresas Decolar.com e Air China foram condenadas a restituir a dois consumidores o valor das passagens aéreas canceladas devido ao novo coronavírus. A decisão é da juíza titular do 5º Juizado Especial Cível de Brasília. Os autores adquiriram passagens aéreas para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">A decisão é da juíza titular do 5º Juizado Especial Cível de Brasília.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">As empresas  Decolar.com e Air China foram condenadas a restituir a dois consumidores  o valor das passagens aéreas <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/seguro-de-vida-nao-pode-ser-cancelado-por-falta-de-pagamento-sem-notificacao-previa/">canceladas</a> devido ao novo coronavírus. A  decisão é da juíza titular do 5º Juizado Especial Cível de Brasília.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os  autores adquiriram passagens aéreas para as Filipinas, junto à ré  Decolar.com, em setembro de 2019. Os voos de ida e de volta seriam  operados pela Air China, em fevereiro de 2020, e fariam conexões em  Pequim. Entretanto, em razão das notícias sobre o surto do coronavírus, os passageiros contataram ambas empresas para verificar a  situação dos bilhetes, sendo submetidos ao desencontro de informações.  Alegaram que em 04/02/2020 a Air China publicou uma nota no sítio  eletrônico, informando que a partir do dia 06/02/2020 até o dia  28/03/2020, todos os voos em rotas da China para as Filipinas estavam  cancelados. Contudo, no aplicativo da ré Decolar.com, a reserva  permanecia confirmada. Por fim, adquiriram novos bilhetes aéreos junto à  agência de viagens, com conexão em Dubai. Narraram que não foram  reembolsados e que experimentaram despesas não previstas, motivo pelo  qual solicitaram a condenação das rés ao pagamento de indenização por  danos materiais, no valor de R$12.557,33, além de indenização por danos  morais no importe de R$10.000,00 para cada um dos autores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em  contestação, a Decolar.com pugnou pela aplicação das medidas  emergenciais, afirmando que atua como mera interveniente. A Air China,  por sua vez, afirmou que desde janeiro de 2020 disponibilizou  orientações para reembolso em seu sítio eletrônico, e defendeu a  aplicação dos tratados internacionais, negando a existência de danos aos  passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao  analisar o feito, a magistrada afirmou que a Air China agiu de acordo  com a Resolução n° 400/2016 da ANAC ao informar aos passageiros sobre o  cancelamento dos voos com antecedência mínima de 72 horas, uma vez que o  voo de ida dos autores estava programada para o dia 09/02/2020.  Ressaltou que “neste período de instabilidade pública e notória,  impõe-se o sacrifício mútuo, visando minimizar a perda financeira do  passageiro e da companhia aérea”. Afirmou que as medidas emergenciais  não podem ser aplicadas no caso, uma vez que o cancelamento das  passagens foi realizado em data anterior à edição da <a rel="noreferrer noopener" href="https://juridmais.com.br/medidas-provisorias-posteriores-a-emc-n--32-2001-73" target="_blank">Medida Provisória 925</a>  &#8211; que dispôs sobre as medidas de emergência para a aviação civil  brasileira em razão da pandemia do coronavírus e negou existência de  danos morais, decidindo que é cabível apenas o reembolso integral do  valor das passagens não utilizadas, no montante de R$ 6.682,86.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso à sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe: 0715226-86.2020.8.07.0016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/passageiros-devem-ser-reembolsados-por-voo-cancelado-devido-ao-novo-coronavirus-2020-10-26" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)">Jornal Jurid</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Detran indenizará motorista que teve carro leiloado indevidamente</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/detran-indenizara-motorista-que-teve-carro-leiloado-indevidamente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jul 2019 18:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[Apreensão]]></category>
		<category><![CDATA[Apropriação Indébita]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[Detran]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Leilão Indevido]]></category>
		<category><![CDATA[veículo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veículo foi apreendido para apuração de crime. A 13ª Câmara de Direito Público condenou o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) a indenizar proprietário que teve seu carro leiloado indevidamente. A reparação foi fixada em R$ 47,8 mil, a título de danos materiais. Consta dos autos que o homem emprestou seu carro a um amigo e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Veículo foi apreendido para apuração de crime.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A 13ª Câmara de Direito Público condenou  o Departamento Estadual de Trânsito (<a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/motorista-indenizacao-blitz-da-lei-seca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Detran (abre numa nova aba)">Detran</a>) a indenizar proprietário  que teve seu carro leiloado indevidamente. A reparação foi fixada em  R$ 47,8 mil, a título de danos materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta  dos autos que o homem emprestou seu carro a um amigo e depois de três  dias, sem notícias de ambos, registrou boletim de ocorrência por  apropriação indébita. Algum tempo após o registro do B.O., o veículo foi  apreendido pela Polícia Civil e levado para o pátio do Detran de Osasco  para apuração de possível crime. Após prestar informações à autoridade  policial responsável, o proprietário se dirigiu ao local onde o veículo  estava recolhido para retirá-lo, mas foi informado que já havia sido leiloado, razão pela qual ajuizou ação pleiteando reparação pelos danos  sofridos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator
 da apelação, desembargador Spoladore Dominguez, a negligência em 
relação ao depósito do automóvel e o leilão indevido caracterizam o 
dever de indenizar. “Com efeito, devido à apreensão ter sido feita para 
apuração de crime, não havia razão jurídica para a realização do leilão,
 cuja competência legal para autorização é do Detran, legitimando-o para
 que arque com a indenização. De toda sorte, a hasta pública, no caso, 
foi indevida, ainda que o endereço do autor estivesse completo no 
cadastro. Este fato foi apenas um agravante que impossibilitou sua 
localização a tempo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento teve a participação dos desembargadores Ricardo Anafe e Borelli Thomaz. A decisão foi unânime.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apelação nº 1001591-30.2018.8.26.0428</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/detran-indenizara-motorista-que-teve-carro-leiloado-indevidamente" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Noivo que desistiu do casamento 15 dias antes deve indenizar a ex</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/noivo-que-desistiu-do-casamento-15-dias-antes-deve-indenizar-a-ex/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jun 2018 17:21:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cerimônia]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Desistência]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Ex]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Noivado]]></category>
		<category><![CDATA[noivo]]></category>
		<category><![CDATA[Promessa]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ele pagará R$ 1.894,21, por danos materiais, e de R$ 3 mil por danos morais. Romper promessa de casamento é motivo para indenização por danos morais e materiais; pelo menos é o que o juiz de Direito Adhemar Chúfalo Filho, do JEC de Porto Nacional/TO, achou ao condenar um noivo a indenizar a ex após [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Ele pagará R$ 1.894,21, por danos materiais, e de R$ 3 mil por danos morais.</strong></p>
<p>Romper promessa de casamento é motivo para indenização por danos morais e materiais; pelo menos é o que o juiz de Direito Adhemar Chúfalo Filho, do JEC de Porto Nacional/TO, achou ao condenar um noivo a indenizar a ex após desistir do casamento faltando 15 dias para a cerimônia.</p>
<p>A mulher ajuizou ação contra o ex-companheiro argumentando que namoraram por mais de 10 anos e cerca de 15 dias antes do casamento, o noivo desistiu do matrimônio de forma injustificada. A mulher pediu então o pagamento de danos materiais, a fim de compensar o valor pago pela recepção dos convidados, e de danos morais.</p>
<p>Consta nos autos que o noivo teve oportunidade de defesa, porém não o fez, não comparecendo a audiência de instrução e julgamento, embora regularmente citado e intimado para tanto.</p>
<p>Após constatar a revelia, o juiz reconheceu o ato ilícito e nexo de causalidade entre a conduta do homem e os danos sofridos pela noiva, em razão rompimento matrimonial, e entendeu que a situação enseja o dever indenizatório.</p>
<p>Assim, condenou o ex-companheiro ao pagamento de R$ 1.894,21, por danos materiais, e de R$ 3 mil por danos morais.</p>
<blockquote><p>&#8220;A mulher agravada em sua honra, pela promessa de casamento, tem direito a reparação do dano sofrido, visto que os danos morais são inferidos pela circunstância do caso concreto, apresentado, estando eles apresentados na dor, vergonha, o incômodo e transtorno suportado perante seus familiares, amigos; entendendo-se, assim, que houve conduta inadequada pela reclamada.&#8221;</p></blockquote>
<p><b>Processo: 0001112-84.2018.8.27.2737</b></p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/noivo-que-desistiu-do-casamento-15-dias-antes-deve-indenizar-a-ex" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Empresa de transporte por aplicativo deve indenizar motorista assaltado durante corrida</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-de-transporte-por-aplicativo-deve-indenizar-motorista-assaltado-durante-corrida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2018 15:35:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[Assalto]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[direito de trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
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		<category><![CDATA[motorista]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rj]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ele receberá R$ 17 mil por danos morais e R$ 10 mil pelos danos materiais. A 4ª Turma Cível do Colégio Recursal manteve sentença, da 1ª Vara do Juizado Especial Cível de Campinas, que condenou empresa de transporte por aplicativo a indenizar motorista assaltado após pegar passageiros selecionados pela plataforma. Ele receberá R$ 17 mil [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="row content-head">
<div class="column medium-centered medium-17 large-14 xlarge-16">
<h3 style="text-align: center;">Ele receberá R$ 17 mil por danos morais e R$ 10 mil pelos danos materiais.</h3>
<p>A 4ª Turma Cível do Colégio Recursal manteve sentença, da 1ª Vara do Juizado Especial Cível de Campinas, que condenou empresa de transporte por aplicativo a indenizar motorista assaltado após pegar passageiros selecionados pela plataforma. Ele receberá R$ 17 mil por danos morais e R$ 10 mil pelos <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tjgo-mulher-que-comprou-veiculo-mas-nao-o-transferiu-para-seu-nome-indenizara-antigo-dono/" target="_blank" rel="noopener">danos materiais</a>.</p>
<p>Consta dos autos que o motorista teve seus bens subtraídos e sofreu lesões corporais, o que causou abalo à sua moral. Em sua defesa, a empresa alegou ser parte ilegítima, uma vez que sua responsabilidade se restringiria a aproximar o <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/uber-pode-impedir-cadastro-de-motorista-com-condenacao-criminal/" target="_blank" rel="noopener">motorista</a> do usuário.</p>
<p>Para a juíza Renata Manzini, relatora da apelação, cabe à empresa prestar serviço com a prudência necessária para minimizar os riscos dos motoristas parceiros. “A ré aufere lucro com a intermediação entre motorista e passageiro, e atrai sua clientela sob a alegação de que não há viagens anônimas e que conhece quem está utilizando seu aplicativo, logo, ao ocorrer tamanho dano ao motorista que utiliza a plataforma, deve se responsabilizar por ele, como bem delineado na sentença.”</p>
<p><b>Processo n° 1034896-11.2017.8.26.0114</b></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/empresa-de-transporte-por-aplicativo-deve-indenizar-motorista-assaltado-durante-corrida" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Abandono afetivo de pai não gera indenização por danos morais e materiais</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/abandono-afetivo-de-pai-nao-gera-indenizacao-por-danos-morais-e-materiais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2018 16:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Abandono]]></category>
		<category><![CDATA[Abandono Afetivo]]></category>
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		<category><![CDATA[pai]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vínculo familiar foi oficializado após 30 anos. A 30ª Câmara Extraordinária de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve sentença, proferida pelo juiz Marcos de Jesus Gomes, da Vara Única da comarca de Ipuã, que negou pedido de indenização a título de danos morais e materiais por abandono afetivo proposto por homem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Vínculo familiar foi oficializado após 30 anos.</em></p>
<p>A 30ª Câmara Extraordinária de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve sentença, proferida pelo juiz Marcos de Jesus Gomes, da Vara Única da comarca de Ipuã, que negou pedido de indenização a título de danos morais e materiais por abandono afetivo proposto por homem contra o seu pai.</p>
<p>O autor alegou nos autos que o abandono e a rejeição paternal lhe causaram danos morais e materiais. Afirmou, ainda, que o pai sempre resistiu a conviver com ele e contribuir para seu sustento, apesar de ter reconhecido a paternidade. Em contrapartida, o requerido afirmou que desconhecia a existência do filho por longos anos.</p>
<p>Segundo o relator do recurso, desembargador Enio Zuliani, em tese, os casos em que o pai rejeita o filho e viola os deveres de cuidado exigidos pelo <a href="https://juridmais.com.br/constituicao-federal-227" target="_blank" rel="noopener">art. 227</a>, da <a href="https://juridmais.com.br/constituicao-federal-1" target="_blank" rel="noopener">Constituição Federal</a> são indenizáveis. Entretanto, o magistrado salientou que “a situação dos autos não é propriamente de abandono pelo pai do filho reconhecido, pois não existia filiação declarada até pouco tempo atrás”.</p>
<p>“Não é a hipótese do réu que, embora reconhecido pai da recorrente, somente teve o vínculo constituído após cerca de 30 anos e não poderá responder pelo distanciamento que separou os litigantes, inclusive porque lhe faltava o maior predicado da filiação, qual seja, a autoridade paterna”, escreveu Enio Zuliani em sua decisão. “Não houve abandono material, vez que o autor nunca pleiteou pensão alimentícia. Aliás, o próprio apelante salientou que cabia à genitora ter ingressado com tal ação”, completou o desembargador.</p>
<p>O julgamento teve votação unânime e contou a participação dos desembargadores Maia da Cunha e Carlos Dias Motta.</p>
<p><b>Apelação nº 3000063-28.2013.8.26.0257</b></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/abandono-afetivo-de-pai-nao-gera-indenizacao-por-danos-morais-e-materiais" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/abandono-afetivo-de-pai-nao-gera-indenizacao-por-danos-morais-e-materiais/">Abandono afetivo de pai não gera indenização por danos morais e materiais</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hospital e médico são responsabilizados por gaze esquecida dentro de paciente</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-e-medico-sao-responsabilizados-por-gaze-esquecida-dentro-de-paciente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2018 01:52:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Reparação Abdominal]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indenização foi fixada em R$ 73 mil. A 30ª Câmara Extraordinária de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve condenação de um hospital e de um médico ao pagamento de indenização para paciente que teve uma gaze esquecida no abdômen após cesárea. Foi fixado o pagamento de R$ 30 mil pelos danos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-e-medico-sao-responsabilizados-por-gaze-esquecida-dentro-de-paciente/">Hospital e médico são responsabilizados por gaze esquecida dentro de paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Indenização foi fixada em R$ 73 mil.</em></p>
<p>A 30ª Câmara Extraordinária de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve condenação de um hospital e de um médico ao pagamento de indenização para paciente que teve uma gaze esquecida no abdômen após cesárea. Foi fixado o pagamento de R$ 30 mil pelos danos estéticos e morais e R$ 43 mil pelos danos materiais referentes à cirurgia para reparação abdominal.</p>
<p>De acordo com a decisão, algum tempo após a cesárea a paciente passou a sentir dores, ter sangramentos e perda de peso. Foi submetida a uma tomografia, sendo constatado o esquecimento da gaze. Na cirurgia para reparação foi necessária retirada de parte de seu intestino grosso, fino e apêndice.</p>
<p>Em seu recurso, o médico alegou que no ato do checklist da cirurgia não estava atuando em conjunto com o instrumentador. Afirmou que o cirurgião aguarda a conferência dos materiais para, depois, realizar os procedimentos de fechamento do abdômen com auxílio de médico auxiliar.</p>
<p>No entanto, o relator do recurso, desembargador Ênio Santarelli Zuliani, destacou em seu voto que o réu tinha responsabilidade pela cirurgia. “Ainda que não tivesse feito a contagem era o médico principal, exsurgindo daí sua culpa e o dever de indenizar”, escreveu o magistrado.</p>
<p>O relator também afirmou que ficou caracterizada a negligência das partes: “Quando alguém é vítima de um desleixo médico dessa envergadura a sensação que a pessoa incorpora é a de que, no mínimo, foi desdenhada como ser humano, o que redobra o sentimento de humilhação. Esquecer uma gaze dentro do corpo de um paciente caracteriza método aviltante de atuar”.</p>
<p>O julgamento, que teve votação unânime, também contou com a participação dos desembargadores Maia da Cunha e Carlos Dias Motta.</p>
<h4>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/hospital-e-medico-sao-responsabilizados-por-gaze-esquecida-dentro-de-paciente" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></h4>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-e-medico-sao-responsabilizados-por-gaze-esquecida-dentro-de-paciente/">Hospital e médico são responsabilizados por gaze esquecida dentro de paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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