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	<title>Arquivos Direito de Trabalho - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Direito de Trabalho - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Município que esqueceu de aposentar motorista aos 70 anos terá agora de indenizá-lo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2019 18:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Advogado de direito do trabalho RJ e aposentadoria Um motorista de município do litoral norte do Estado que trabalhou dois anos e três meses após completar 70 anos &#8211; quando a legislação estabelece aposentadoria compulsória &#8211; será indenizado pela administração por conta de sua desídia injustificada em implementar o direito do trabalhador. A decisão partiu [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="555" height="370" src="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2019/12/aposentadoria.jpg" alt="" class="wp-image-5876" srcset="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2019/12/aposentadoria.jpg 555w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2019/12/aposentadoria-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 555px) 100vw, 555px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Advogado de direito do trabalho RJ e aposentadoria</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um motorista de município do litoral norte do Estado que trabalhou dois anos e três meses após completar 70 anos &#8211; quando a legislação estabelece aposentadoria compulsória &#8211; será indenizado pela administração por conta de sua desídia injustificada em implementar o direito do trabalhador. A decisão partiu da 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em apelação sob a relatoria do desembargador Luiz Fernando Boller.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia Mais:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/garcom-sera-indenizado-por-ter-sido-vitima-de-assedio-apos-ajuizar-acao/">Garçom será indenizado por ter sido vítima de assédio após ajuizar ação</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/constrangimento-de-pedir-autorizacao-para-ir-ao-banheiro-motiva-indenizacao/">Constrangimento de pedir autorização para ir ao banheiro motiva indenização</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/advogado-de-direito-do-trabalho-rj/">Direito do Trabalho</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, o servidor comemorou seu 70º aniversário mas, sem maior conhecimento na seara previdenciária, permaneceu em suas funções. A prefeitura, ao seu turno, também quedou inerte frente ao caso. E com isso se passaram 27 meses e 21 dias de serviço além do admitido na lei trabalhista. Somente após ser alertado por conhecidos é que o motorista deu entrada em requerimento de aposentadoria, deferido em pouco mais de um mês pela administração municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o desembargador Boller, o Executivo local deve reparar o dano causado ao trabalhador. &#8220;A comuna não acostou nenhum documento capaz de fundamentar &#8211; ou justificar &#8211; o atraso na inativação do requerente, revelando patente a extrapolação do prazo para consecução do objetado ato administrativo&#8221;, pontuou. A base de cálculo deverá ser apurada em liquidação de sentença e terá como parâmetro a remuneração líquida do servidor, descontados os eventuais períodos em que permaneceu afastado das atividades a qualquer título.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator fez questão ainda de afirmar que tal pagamento não caracteriza percepção concomitante de proventos e aposentadoria, prática vedada pela Constituição, mas tão somente direito a indenização pela inércia da prefeitura municipal. A decisão foi unânime (Apelação Cível n. 03026307420148240113).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.tjsc.jus.br/web/imprensa/-/municipio-que-esqueceu-de-aposentador-servidor-aos-70-anos-tera-agora-de-indeniza-lo?inheritRedirect=true">TJSC</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: direito do trabalho, aposentadoria, advogado de direito do trabalho RJ, advogado de direito do trabalho no Rio de Janeiro</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agente afastada por ter sido efetivada em período pré-eleitoral será reintegrada</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/agente-afastada-por-ter-sido-efetivada-em-periodo-pre-eleitoral-sera-reintegrada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 14:30:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O concurso foi homologado um dia antes do prazo previsto em lei. O Município de Canoas (RS) terá de reintegrar a seu quadro de servidores uma agente municipal de saúde que teve seu contrato de trabalho anulado sob alegação de afronta à&#160;Lei de Responsabilidade Fiscal&#160;e à Lei Eleitoral. A decisão, da Oitava Turma do Tribunal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O concurso foi homologado um dia antes do prazo previsto em lei.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Município de Canoas (RS) terá de reintegrar a seu quadro de servidores uma agente municipal de saúde que teve seu contrato de trabalho anulado sob alegação de afronta à&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/lei-de-responsabilidade-fiscal--normas-de-financas-publicas--lc-n--101-2000--lrf-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei de Responsabilidade Fiscal</a>&nbsp;e à Lei Eleitoral. A decisão, da Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho, fundamentou-se na data de homologação do concurso público no qual a agente havia sido aprovada, 181 dias antes do término do mandato do prefeito.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Anulação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A agente de saúde foi admitida em 8/12/2008, mas o processo seletivo e as contratações de pessoal realizadas com base nele foram anuladas pelo sucessor do então prefeito por decreto de 9/2/2009. Após a dispensa, ela ajuizou a reclamação trabalhista buscando a reintegração, mas o pedido foi julgado improcedente pelo juízo de primeiro grau.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), que entendeu que a nulidade do processo seletivo e a dispensa estavam fundamentadas no&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/lei-de-responsabilidade-fiscal--normas-de-financas-publicas--lc-n--101-2000--lrf-21" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 21</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/lei-de-responsabilidade-fiscal--normas-de-financas-publicas--lc-n--101-2000--lrf-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei de Responsabilidade Fiscal</a>&nbsp;(Lei Complementar 101/2000). O dispositivo considera nulo o ato de que resulte aumento da despesa com pessoal expedido nos 180 dias anteriores ao final do mandato do titular do Poder Municipal (prefeito).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Exceção legal</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Segunda Turma do TST, o que vale é a data da homologação do concurso e da classificação dos aprovados. Segundo a ministra Maria Helena Mallmann, relatora do recurso de revista da agente, o&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/lei-n--9-504-1997---normas-para-as-eleicoes-73" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 73</a>, inciso V, alínea “c”, da Lei das Eleições (<a href="https://juridmais.com.br/lei-n--9-504-1997---normas-para-as-eleicoes-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 9.504/1997</a>) ressalva expressamente que não há nulidade nas nomeações dos aprovados em concursos públicos homologados nos três meses que antecedem as eleições e até a posse dos eleitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O texto legal utiliza como marco inicial da possível nulidade do ato a data da homologação do concurso, e não a data da efetiva contratação, como entendeu o TRT”, explicou a relatora. No caso de Canoas, o concurso foi homologado em 4/7/2008, 181 dias antes do fim do mandato do chefe do Poder Executivo Municipal e antes, portanto, dos três meses das eleições municipais de 2008, cujo primeiro turno ocorreu em 5/10.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, a Turma deu provimento ao recurso para determinar a reintegração da servidora ao cargo e para condenar o município ao pagamento dos salários devidos desde o afastamento até a reintegração.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo: 107700-60.2009.5.04.0203</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte:</strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label=" Jornal Jurid (abre em uma nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/agente-afastada-por-ter-sido-efetivada-em-periodo-pre-eleitoral-sera-reintegrada" target="_blank"><strong> Jornal Jurid</strong></a></p>
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		<title>Trabalhador só responde por honorários de perícia que for designada após reforma trabalhista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2018 17:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Juiz determinou que União custeie honorários periciais em que trabalhador pobre ficou sucumbente. A responsabilidade pelo pagamento de honorários periciais é da parte sucumbente na pretensão do objeto da perícia, ainda que beneficiária da justiça gratuita. A regra, no entanto, só vale para perícias requeridas após a vigência da reforma trabalhista. Assim entendeu o juiz do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Juiz determinou que União custeie honorários periciais em que trabalhador pobre ficou sucumbente.</p>
<p>A responsabilidade pelo pagamento de honorários periciais é da parte sucumbente na pretensão do objeto da perícia, ainda que beneficiária da justiça gratuita. A regra, no entanto, só vale para perícias requeridas após a vigência da reforma trabalhista. Assim entendeu o juiz do Trabalho Ricardo Gurgel Noronha, da 1ª vara de Pedro Leopoldo/MG.</p>
<p>A ação trabalhista foi ajuizada pelo empregado de uma prestadora de serviços auxiliares de transporte aéreo. O trabalhador apresentou declaração de pobreza, razão pela qual lhe foram deferidos os benefícios da Justiça gratuita. Ele alegou ter problemas auditivos em razão das atividades de “auxiliar de rampa” que desenvolvia na empresa. Assim, pediu indenizações por danos moral e material e, para tanto, requereu a realização de perícia médica, com o fim de demonstrar a doença relacionada ao trabalho. O médico perito, por sua vez, concluiu que a perda auditiva não se relacionava às suas atividades na empresa, além de não ter sido agravada pelo trabalho, e também não lhe causou incapacidade.</p>
<p>A CLT, em seu <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--790" target="_blank" rel="noopener">artigo 790-B</a>, isentava o empregado beneficiário da Justiça gratuita do pagamento dos honorários do perito, mesmo que ele não fosse vencedor no objeto da perícia realizada na ação trabalhista. Nesse caso, os honorários periciais ficariam a cargo da União. Mas a reforma trabalhista modificou o <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--790" target="_blank" rel="noopener">artigo 790-B</a> da CLT, o qual passou a ter a seguinte redação: <i>“A responsabilidade pelo pagamento de honorários periciais é da parte sucumbente na pretensão do objeto da perícia, ainda que beneficiária da justiça gratuita”.</i></p>
<p>Como foi o trabalhador a parte sucumbente no objeto da perícia, de acordo com a nova lei trabalhista ele teria de arcar com o pagamento dos honorários periciais. No entanto, como a perícia foi designada antes da vigência da lei, o julgador entendeu que o reclamante não pode ser responsabilizado.</p>
<p>“Ainda que fosse aplicada a regra de direito intertemporal prevista no CPC (de forma supletiva e subsidiária), o <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-processo-civil---cpc-2015-1047" target="_blank" rel="noopener">art. 1.047</a> do <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-processo-civil---cpc-2015-1" target="_blank" rel="noopener">CPC/15</a> contempla a aplicação da nova legislação, em relação ao direito probatório, apenas às provas requeridas ou determinadas de ofício pelo juiz a partir da data de início de vigência.&#8221;</p>
<p>O trabalhador foi isentado do pagamento dos honorários periciais, fixados em R$ 1 mil, que ficaram a cargo da União, na forma da resolução 66/2010 do CSJT.</p>
<p><b>Processo: 0010303-26.2016.5.03.0092</b></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/trabalhador-so-responde-por-honorarios-de-pericia-que-for-designada-apos-reforma-trabalhista" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-so-responde-por-honorarios-de-pericia-que-for-designada-apos-reforma-trabalhista/">Trabalhador só responde por honorários de perícia que for designada após reforma trabalhista</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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		<item>
		<title>Loja de móveis é condenada por ameaças de preposto a trabalhadora em rede social</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/loja-de-moveis-e-condenada-por-ameacas-de-preposto-a-trabalhadora-em-rede-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2018 11:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as ameaças estava a de divulgar para outras empresas do ramo o perfil profissional que ele entendia se aplicar à empregada. A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a JL Comércio de Móveis Ltda. (Dell Anno), de São Leopoldo (RS), e a rede de Lojas Perin a pagar indenização a uma trabalhadora [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Entre as ameaças estava a de divulgar para outras empresas do ramo o perfil profissional que ele entendia se aplicar à empregada.</em></p>
<p>A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a JL Comércio de Móveis Ltda. (Dell Anno), de São Leopoldo (RS), e a rede de Lojas Perin a pagar indenização a uma trabalhadora que foi ameaçada pelo preposto da empresa depois de ajuizar reclamação trabalhista. Entre as ameaças estava a de divulgar para outras empresas do ramo o perfil profissional que ele entendia se aplicar à empregada.</p>
<p>Segundo a reclamação trabalhista, o preposto da JL, após ser intimado para comparecer em juízo em outra ação trabalhista ajuizada anteriormente pela empregada, insultou-a e ofendeu-a por telefone e pela ferramenta de mensagens do Facebook, na tentativa de coagi-la a desistir da ação. Na mensagem na rede social, o preposto dizia que avisaria às empresas em que viesse a trabalhar “quem ela era”, e atribuía a ela condutas como executar serviços particulares no horário de trabalho.</p>
<p>Em defesa, as empresas alegaram que os atos foram praticados por empregado na sua página pessoal de rede social, expressando opinião pessoal, fora do ambiente de trabalho e após a extinção do contrato. Segundo o argumento, a conduta foi de caráter privado, e não causou qualquer dano pelas ameaças não concretizadas.</p>
<p>O juízo da 4ª Vara do Trabalho de São Leopoldo (RS) entendeu que as mensagens revelaram conteúdo intimidatório e ameaçador, posturas inadmissíveis no trato profissional mesmo após o término do contrato. Reconhecendo os danos psíquicos decorrentes, condenou as empresas à indenização de R$ 5 mil.</p>
<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), no entanto, reformou a sentença para absolver as empresas da condenação. Para o TRT, a mensagem foi de caráter reservado, sem demonstração de que as ameaças tenham se concretizado nem de que tenham gerado prejuízo psicossocial à trabalhadora.</p>
<p>A decisão, porém, foi reformada no TST pelo ministro Augusto César Leite de Carvalho, que considerou incontroversas as ameaças. “Diante de tais ameaças, não há dúvidas de a empregada ter se sentido constrangida, não sendo razoável exigir comprovação da extensão do dano em sua esfera pessoal”, afirmou.</p>
<p>O ministro observou ainda que o preposto enviou a mensagem depois de receber a intimação judicial para comparecer em juízo, tendo em vista a reclamação trabalhista ajuizada pela trabalhadora contra a empresa. “Por ser o preposto representante da empresa, é da empregadora a culpa pelo ato cometido”, concluiu.</p>
<p>Por unanimidade, a Turma proveu o recurso e restabeleceu a sentença condenatória.</p>
<p><b>Processo: 22144-12.2014.5.04.0334</b></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/loja-de-moveis-e-condenada-por-ameacas-de-preposto-a-trabalhadora-em-rede-social" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/loja-de-moveis-e-condenada-por-ameacas-de-preposto-a-trabalhadora-em-rede-social/">Loja de móveis é condenada por ameaças de preposto a trabalhadora em rede social</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/loja-de-moveis-e-condenada-por-ameacas-de-preposto-a-trabalhadora-em-rede-social/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Empregador que atrasar pagamento de salário do trabalhador até o quinto dia útil do mês pode pagar multa</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/empregador-que-atrasar-pagamento-de-salario-do-trabalhador-ate-o-quinto-dia-util-do-mes-pode-pagar-multa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Feb 2018 00:46:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autor da matéria, o senador Reguffe (DF-sem partido) observa que o trabalhador normalmente é a parte mais frágil na relação trabalhista. Proposta  em tramitação na Comissão Assuntos Sociais (CAS) obriga o empregador que atrasar o pagamento de salário do trabalhador até o quinto dia útil do mês a pagar multa de 5% do salário, acrescido [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Autor da matéria, o senador Reguffe (DF-sem partido) observa que o trabalhador normalmente é a parte mais frágil na relação trabalhista.</em></p>
<p>Proposta  em tramitação na Comissão Assuntos Sociais (CAS) obriga o empregador que atrasar o pagamento de salário do trabalhador até o quinto dia útil do mês a pagar multa de 5% do salário, acrescido de 1% por dia de atraso.</p>
<p>O autor do Projeto de Lei do Senado (PLS) 134/2015,  senador Reguffe (sem partido-DF), ressalta que a medida visa proteger o empregado, que é a parte mais vulnerável na relação de trabalho. Reguffe observa que a <a href="https://juridmais.com.br/sumulas---tribunal-superior-do-trabalho-381" target="_blank" rel="noopener">súmula 381</a> do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determina o pagamento do salário atrasado com correção monetária. Mas o senador argumenta que, por causa do receio do trabalhador de buscar seus direitos, os empregadores acabam fazendo o pagamento no momento que lhes convém, e é preciso coibir essa prática.</p>
<p><b>Juros</b></p>
<p>Ao apresentar o relatório favorável na CAS, o senador Jorge Viana (PT-AC) propôs uma emenda. Segundo Viana, a incidência de juros de mora de 1% ao dia é muito alta. Ele explica que um atraso de salários que totalize trinta dias ensejará a incidência de juros de quase 35%. Ao ano, tal percentual será de 3.494%, muito superior aos juros dos cartões de crédito rotativo, que giram em torno de 425% ao ano.</p>
<p>O relatório de Jorge Viana propõe, então, que o pagamento seja feito, no mais tardar, até o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido, e que em caso de atraso no pagamento do salário, o empregador pague uma multa equivalente a 5% do valor da remuneração mais juros de mora de 10% ao mês, proporcional aos dias de atraso. O relator argumenta que, dessa forma, haverá um estímulo para o pagamento em dia dos salários devidos ao empregado.</p>
<h4>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/empregador-que-atrasar-pagamento-de-salario-do-trabalhador-ate-o-quinto-dia-util-do-mes-pode-pagar-multa" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></h4>
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		<item>
		<title>Funcionário será indenizado por assédio moral ao ser cobrado por metas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jan 2018 17:54:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O gerente praticava cobranças abusivas quando havia queda nas vendas, utilizando gritos e xingamentos. A administradora das empresas Casas Bahia e Ponto Frio deverá indenizar um vendedor que sofria assédio moral para atingir metas. A decisão, unânime, é da 1ª turma do TRT da 21ª região. O vendedor alegou que o gerente praticava cobranças abusivas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>O gerente praticava cobranças abusivas quando havia queda nas vendas, utilizando gritos e xingamentos.</em></p>
<p>A administradora das empresas Casas Bahia e Ponto Frio deverá indenizar um vendedor que sofria assédio moral para atingir metas. A decisão, unânime, é da 1ª turma do TRT da 21ª região.</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">O vendedor alegou que o gerente praticava cobranças abusivas quando havia queda nas vendas, utilizando gritos, xingamentos e falando palavrões. Inclusive, o próprio gestor repetia aos funcionários que “quem não aguentasse pedisse as contas”.</p>
<p>Ao se queixar do comportamento do gerente à ouvidoria da empresa, o empregado disse que passou a ser perseguido, recebendo suspensão por três dias, além de ser retirado da função de líder de setor, excluído de reuniões, impedido de conceder descontos para os clientes, quando os outros vendedores tinham a permissão, e até transferido para uma unidade menor. O que, segundo ele, reduziu em muito sua remuneração.</p>
<p>O juízo de primeira instância considerou o pedido procedente e condenou a empresa a pagar R$ 5 mil pelo assédio moral e as diferenças salariais. No entanto, ela recorreu negando o comportamento do gerente.</p>
<p>Em recurso, o relator desembargador Ricardo Espíndola constatou através de depoimentos de testemunhas que as cobranças abusivas para o cumprimento de metas eram frequentes, e que, inclusive, já havia uma ACP contra o mesmo gestor. Sendo assim, entendeu &#8220;<em>configurado o dano e a culpa patronal a impor responsabilidade civil reparadora, cujo valor definido pela primeira instância não merece redução</em>.” No entanto, negou a restituição por diferenças salariais, não comprovadas.</span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">“<span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"><em>Expressões injuriosas, humilhantes e degradantes com as quais o gerente dirigia-se, habitualmente, aos seus subordinados, ocorria em absoluto desrespeito à honra e dignidade daqueles sob sua direção</em></span>”.</span></p>
</blockquote>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><u>Processo</u>: <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI273162,21048-Funcionario+sera+indenizado+por+assedio+moral+ao+ser+cobrado+por+metas" target="_self" rel="noopener">0000434-83.2017.5.21.0001</a></span></div>
</li>
</ul>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Confira a <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2018/1/art20180126-04.pdf" target="_blank" rel="noopener">íntegra da decisão</a>.</span></p>
<h4>Fonte: <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI273162,21048-Funcionario+sera+indenizado+por+assedio+moral+ao+ser+cobrado+por+metas" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></h4>
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		<title>Mantida condenação de microempresa por falta de anotação do contrato na carteira</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/mantida-condenacao-de-microempresa-por-falta-de-anotacao-do-contrato-na-carteira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Sep 2017 14:53:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 4ª Câmara do TRT-15 deu provimento parcial ao recurso de uma reclamante que trabalhou como atendente de mesa numa lanchonete (um trailer), de 2 de agosto a 23 de dezembro de 2014, sem o registro na carteira de trabalho. O colegiado condenou a reclamada, uma microempresa, a pagar R$ 1 mil a título de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="JUSTIFY">A 4ª Câmara do TRT-15 deu provimento parcial ao recurso de uma reclamante que trabalhou como atendente de mesa numa lanchonete (um trailer), de 2 de agosto a 23 de dezembro de 2014, sem o registro na carteira de trabalho. O colegiado condenou a reclamada, uma microempresa, a pagar R$ 1 mil a título de indenização por danos morais à trabalhadora, além de determinar a anotação, na CTPS, do dia 31 de dezembro de 2014 como a data da dispensa.</p>
<p align="JUSTIFY">A reclamante havia pedido também horas extras e indenização por danos morais por falta de banheiro (era obrigada a usar o banheiro de um &#8220;poliesportivo&#8221; ou de uma pizzaria, próximos ao local de trabalho). Ela ainda acusou o empregador de ter um comportamento discriminatório, principalmente porque estava grávida, e pediu a reversão da justa causa aplicada por abandono de emprego.</p>
<p align="JUSTIFY">A relatora do acórdão, desembargadora Eleonora Bordini Coca, não concordou com a tese da trabalhadora quanto a esses últimos pedidos e, em relação a eles, manteve a sentença proferida pelo juízo do Posto Avançado da Justiça do Trabalho em Espírito Santo do Pinhal.</p>
<p align="JUSTIFY">No que diz respeito às horas extras, o acórdão manteve o entendimento, com base na única testemunha ouvida, de que a trabalhadora atuava de sexta a domingo, das 19h até quase 1h da madrugada, com 30/40 minutos de intervalo. &#8220;Consequentemente, não há motivo para o deferimento de horas extras&#8221;, afirmou o acórdão.</p>
<p align="JUSTIFY">Dos danos morais alegados pela trabalhadora (ausência de sanitários no local de trabalho, demissão apesar de sua condição de gestante e manutenção de vínculo de emprego sem registro em CTPS), a Câmara só reconheceu mesmo o que diz respeito ao vínculo sem anotação. Quanto às duas primeiras questões suscitadas, o acórdão manteve a sentença, nos termos da prova colhida em audiência, &#8220;visto que a ré não praticou ato ilícito&#8221;. Sobre os sanitários, o colegiado ressaltou que não se pode esquecer que &#8220;a empresa reclamada é de pequeno porte e que o estabelecimento, na verdade, é um trailer, onde há venda de refeições&#8221;. Ainda assim, &#8220;a empregadora estava em local que propiciava condições para uso de banheiro nas proximidades, não se cogitando em ofensa à honra da trabalhadora&#8221;, afirmou a decisão.</p>
<p align="JUSTIFY">Em segundo lugar, também não há elementos para concluir pelo comportamento discriminatório do proprietário da reclamada, concluiu a Câmara. O próprio depoimento da reclamante &#8220;afasta a alegação de comportamento discriminatório&#8221;. Segundo disse a trabalhadora, ela mesma &#8220;não se recorda quando comunicou o proprietário da reclamada [sobre a gravidez], mas que isso não aconteceu próximo do seu desligamento&#8221;. Como se não bastasse, a testemunha ouvida afirmou ter trabalhado durante todo o contrato da reclamante e narrou que &#8220;nunca viu o proprietário da reclamada desrespeitar a reclamante em razão da gravidez&#8221;.</p>
<p align="JUSTIFY">Para o colegiado, &#8220;a ruptura contratual não se deu em decorrência da condição da reclamante, pois ela própria reconheceu que informou a ré sobre sua gravidez e, nem por isso, houve ruptura contratual&#8221;. Além disso, pelo depoimento da reclamante, o colegiado entendeu que ela &#8220;participou das ceias de Natal e Ano Novo na casa do proprietário da reclamada&#8221;, o que indica falta de &#8220;discriminação, mas sim estreitos laços de amizade entre os litigantes&#8221;.</p>
<p align="JUSTIFY">Quanto à anotação em carteira, porém, o colegiado concordou com a alegação de danos morais e considerou presentes &#8220;todos os requisitos necessários para a responsabilização do empregador&#8221;, até porque &#8220;houve prática de ato ilícito (manter empregado sem registro em CTPS), decorrente da conduta culposa daquele que se beneficiou da mão de obra da empregada&#8221;. Afirmou ser &#8220;presumível a dor impingida àquele que, embora empregado, não tem o vínculo formalizado&#8221;, vivendo &#8220;sempre preso à insegurança quanto à sua subsistência&#8221;. Assim, o acórdão condenou a empregadora a pagar indenização por danos morais, no valor de R$ 1 mil, e fixou o período de 2 de agosto a 31 de dezembro de 2014, conforme pedido da trabalhadora, mas negou a reversão da justa causa, argumentando que ficou configurado o &#8220;abandono de emprego pela empregada (artigo 482, alínea &#8220;i&#8221;, da CLT)&#8221; e que a empregadora, mesmo tendo agido &#8220;ilicitamente ao empregar a reclamante e não registrá-la em CTPS, pautou seu comportamento, neste processo, de forma regular, com boa-fé, tanto que, em audiência, disponibilizou o retorno da reclamante ao emprego&#8221;.</p>
<p align="JUSTIFY">(Processo 0010449-48.2015.5.15.0034)</p>
<p align="JUSTIFY"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://portal.trt15.jus.br/-/dano-moral-mantida-condenacao-de-microempresa-por-falta-de-anotacao-do-contrato-na-carteira-da-reclamante?redirect=http%3A%2F%2Fportal.trt15.jus.br%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_Ny36%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-2%26p_p_col_count%3D2" target="_blank" rel="noopener">TRT15</a></p>
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		<title>Servidora municipal celetista consegue reduzir jornada para cuidar de filho autista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2017 14:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A juíza do Trabalho Luiza Helena Roson, da vara do Trabalho de Bebedouro/SP, garantiu a uma servidora municipal celetista, mãe de um filho autista, o direito de redução de 25% da jornada de trabalho, sem prejuízo de sua remuneração e sem compensação, enquanto durar a necessidade de acompanhamento da criança. Em sua decisão, a magistrada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A juíza do Trabalho Luiza Helena Roson, da vara do Trabalho de Bebedouro/SP, garantiu a uma servidora municipal celetista, mãe de um filho autista, o direito de redução de 25% da jornada de trabalho, sem prejuízo de sua remuneração e sem compensação, enquanto durar a necessidade de acompanhamento da criança.</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Em sua decisão, a magistrada observou a legislação municipal de Monte Azul Paulista, do qual a autora é servidora, não contém previsão específica para a redução da carga horária pretendida, contudo, segundo ela, o ordenamento jurídico pátrio ampara sua pretensão, mormente no tocante às previsões relativas à proteção da criança e do adolescente, contidas no <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI263289,51045-Servidora+municipal+celetista+consegue+reduzir+jornada+para+cuidar+de" target="_self" rel="noopener">ECA</a>, bem como <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI263289,51045-Servidora+municipal+celetista+consegue+reduzir+jornada+para+cuidar+de" target="_self" rel="noopener">CF</a>, os quais salvaguardam direitos às pessoas com deficiência.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A juíza ressaltou ainda que, excepcionalmente, o art. 98 da <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI263289,51045-Servidora+municipal+celetista+consegue+reduzir+jornada+para+cuidar+de" target="_self" rel="noopener">lei 8.112/90</a>, o qual prevê a redução da jornada nesses casos, para servidores públicos federais, pode ser aplicado por analogia, desde que não acarrete aumento de gastos diretos para a administração.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Desta forma, de acordo com a magistrada, a redução de 25% da jornada de trabalho, sem prejuízo de remuneração e sem compensação, se coaduna com os princípios da razoabilidade, proporcionalidade, isonomia e eficiência, concedendo à autora possibilidade de dispensar maior atenção a seu filho.</span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;">“É o caso de, com base nas normas e nas garantias veiculadas na Convenção que protege a criança com deficiência, equiparada a normas de hierarquia constitucional, reconhecer à reclamante o direito à redução de horário, nos termos da Lei Nº 13.370, de12 de dezembro de 2016, ou seja, sem compensação de horários.”</span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O escritório Yoshimochi Advocacia representou a autora da ação no caso.</span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><u>Processo</u>: 0011675-79.2016.5.15.0058</span></div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Veja a <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2017/7/art20170731-04.pdf" target="_blank" rel="noopener">íntegra da decisão</a>.</span></p>
<p align="justify"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI263289,51045-Servidora+municipal+celetista+consegue+reduzir+jornada+para+cuidar+de" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/servidora-municipal-celetista-consegue-reduzir-jornada-para-cuidar-de-filho-autista/">Servidora municipal celetista consegue reduzir jornada para cuidar de filho autista</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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