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	<title>Arquivos direito - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos direito - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Medicamentos de alto custo: ações judiciais garantem acesso e direito de pacientes</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/medicamentos-de-alto-custo-acoes-judiciais-garantem-acesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 00:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ações Judiciais]]></category>
		<category><![CDATA[Alto Custo]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[Pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando precisam buscar tratamentos específicos, muitos não têm condições financeiras para arcar com o valor dos remédios. Medicamentos de alto custo: Imagine conviver com uma doença rara, daquelas que o diagnóstico pode levar anos e o tratamento custar milhões de reais. É com essa situação que 5% da população em todo o planeta precisa lidar, [&#8230;]</p>
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<h4 class="wp-block-heading">Quando precisam buscar tratamentos específicos, muitos não têm condições financeiras para arcar com o valor dos remédios.</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medicamentos de alto custo:</strong> Imagine conviver com uma doença rara, daquelas que o diagnóstico pode levar anos e o tratamento custar milhões de reais. É com essa situação que 5% da população em todo o planeta precisa lidar, segundo dados da <strong>Organização Mundial de Saúde</strong>. Só no Brasil, 13 milhões de pessoas foram diagnosticadas com alguma doença considerada rara, a maioria delas, crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso aos medicamentos de alto custo e tratamentos, muitas famílias precisam entrar na Justiça. Normalmente, é feito um pedido liminar para que o remédio ou recurso terapêutico seja concedido. “Quem precisa recorrer à Justiça nessas situações não pode esperar anos até o julgamento de uma ação. Por isso, precisamos de um relatório médico bem fundamentado explicando o por quê é imprescindível e urgente que o medicamento seja concedido”, explica. Além disso, é preciso provar que outros métodos não são eficientes para tratar a doença e que o paciente não tem condições de arcar com esses custos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“É comum que seja solicitada uma perícia judicial para avaliar a necessidade do medicamento. Esse procedimento é feito por um médico definido pelo Judiciário e é de extrema importância, pois o juiz se baseia nele para dar a sentença”, esclarece a advogada. Luciana conta que já teve um circunstância em que o cliente possuía uma doença que causava graves lesões na pele, conhecida como dermatite atópica. Como o caso dele era severo, o tratamento precisava ser feito com um remédio chamado Dupilumabe e o custo seria de R＄ 10 mil por mês. “O SUS não disponibilizou a medicação, nós entramos com uma ação em face do Estado de São Paulo e conseguimos uma liminar. Ao final, a ação foi julgada procedente e o Estado fornece mensalmente o medicamento”, revela a especialista em Direito do Consumidor.<a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/medicamentos-de-alto-custo-acoes-judiciais-garantem-acesso-e-direito-de-pacientes#banner-apoiadores"></a><a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/medicamentos-de-alto-custo-acoes-judiciais-garantem-acesso-e-direito-de-pacientes#banner-apoiadores"></a></p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Remédio mais caro do mundo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Usado para tratar a Atrofia Muscular Espinhal (AME), o Zolgensma custa, atualmente, R＄ 6 milhões. A doença, considerada rara, é degenerativa e hereditária, e impede que crianças tenham movimentos considerados comuns, como mexer braços e pernas, engolir ou respirar sem a ajuda de aparelhos. Recentemente foi anunciada a incorporação do medicamento ao Sistema Único de Saúde (SUS), mas Luciana acredita que não faz sentido o Estado pagar um valor astronômico em um tratamento e que isso denota um abuso de poder econômico da empresa farmacêutica. “Por pertencer a uma linha tecnológica que está totalmente monopolizada &#8211; a dos medicamentos de terapia genética &#8211; ele tem esse preço injustificável”, elucida a advogada.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=15240&amp;action=edit"><strong>Guarda de animais domésticos em casos de separação</strong></a></li>



<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=15236&amp;action=edit"><strong>Prisão por não pagamento de pensão: o que fazer em caso de descumprimento da ordem judicial</strong></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista acredita que o SUS forneça uma quantidade muito grande de medicamentos de alto custo e que, por isso, o Zolgensma não estaria quebrando uma barreira. Ela ainda aponta que uma saída para casos que necessitam do remédio mais caro do mundo, por exemplo, seria o Estado usar ferramentas como a quebra da patente ou a derrubada do preço mediante poder regulatório. “Mas para salvar a vida dessas crianças, o Estado teve que se submeter ao crime que é o preço do Zolgensma”, conclui Luciana de forma taxativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a Berardini Sociedade de Advogados &#8211; A Berardini nasceu de um grupo de advogados com carreiras consolidadas em escritórios de prestígio, que se uniram com o propósito de defender, de fato, o Direito do Consumidor. Inconformados com as injustiças realizadas pelos planos de saúde, sistema bancário, companhias aéreas, construtoras, entre outras, os sócios têm o objetivo de se tornarem referência nacional na sua área de atuação, posicionando-se ao lado de quem merece ser defendido. Para mais informações clique aqui e acesse o <a href="https://sociedadedeadvogados.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a> da Berardini Sociedade de Advogados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/medicamentos-de-alto-custo-acoes-judiciais-garantem-acesso-e-direito-de-pacientes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: Plano de saúde, medicamentos, medicamentos de alto custo, ações judiciais, advogado plano de saúde rj, advogado rj, advogado rio de janeiro, advogado saúde rj</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prisão por não pagamento de pensão: o que fazer em caso de descumprimento da ordem judicial</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/prisao-por-nao-pagamento-de-pensao-o-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 22:17:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[pensão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prisão por não pagamento de pensão: A pensão alimentícia é um tema que envolve uma série de questões legais e emocionais. Trata-se da obrigação legal de uma pessoa prover recursos financeiros a outra para garantir o sustento, alimentação, saúde, educação e outras necessidades básicas. É uma questão que pode ser requerida tanto para filhos menores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prisão por não pagamento de pensão:</strong> A pensão alimentícia é um tema que envolve uma série de questões legais e emocionais. Trata-se da obrigação legal de uma pessoa prover recursos financeiros a outra para garantir o sustento, alimentação, saúde, educação e outras necessidades básicas. É uma questão que pode ser requerida tanto para filhos menores como para maiores de idade, desde que comprovada a necessidade de auxílio financeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pensão alimentícia é uma obrigação imposta por lei e decorre do dever de solidariedade entre os membros da família, buscando assegurar a dignidade humana e o bem-estar dos envolvidos. Neste contexto, é fundamental compreender como funciona a regulamentação da pensão alimentícia no Brasil, a fim de garantir que os direitos das partes envolvidas sejam respeitados e atendidos de forma justa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um dos assuntos mais importantes e sensíveis dentro do Direito de Família. E também pode ser requerida por um dos cônjuges em caso de separação ou divórcio, desde que comprovada a dependência econômica.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Obrigação de pagar pensão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O advogado explica que a obrigação de pagar a pensão alimentícia é imposta por lei e decorre do dever de solidariedade entre os membros da família, sendo um direito que busca assegurar a dignidade humana e o bem-estar dos envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a pensão alimentícia é regulamentada pelo Código Civil e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A pensão deve ser fixada em percentual sobre o salário ou renda mensal do devedor, e pode ser alterada em caso de mudanças nas condições financeiras das partes envolvidas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Caso o devedor não cumpra com a obrigação de pagar a pensão alimentícia, ele poderá ser penalizado com multas e até mesmo prisão, de acordo com a gravidade do caso”, ressalta Issei Yuki Júnior.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto,&nbsp; segundo ele, é importante ressaltar que a prisão não é a primeira medida adotada pelo judiciário, ela é considerada uma medida extrema e só é aplicada em último caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prisão por não pagamento de pensão alimentícia pode ocorrer em duas situações: na hipótese de prisão civil por dívida alimentar e na hipótese de prisão penal por abandono material.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=15233&amp;action=edit"><strong>Plano de saúde deve custear insumos indispensáveis na internação domiciliar</strong></a></li>



<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14543&amp;action=edit"><strong>Idosa vai receber medicamento para tratar doença com risco de insuficiência respiratória aguda</strong></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na prisão civil por dívida alimentar, a pessoa que não paga a pensão alimentícia é presa por descumprimento de uma ordem judicial, que determinou o pagamento da pensão. Nesse caso, a prisão tem caráter coercitivo, ou seja, visa obrigar o devedor a cumprir a ordem judicial e pagar a pensão alimentícia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já na prisão penal por abandono material, a pessoa que deixou de prestar alimentos pode ser presa pelo crime previsto no artigo 244 do Código Penal, que pune o abandono material, ou seja, a falta de prestação de alimentos em relação a cônjuge ou descendente, que pode resultar em pena de detenção de um a quatro anos. Nesse caso, a prisão tem caráter punitivo, ou seja, visa punir o devedor pelo crime cometido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em qualquer caso, para que a prisão seja decretada, o advogado assegura que é necessário que o devedor seja citado para pagar a dívida e não o faça, mesmo tendo condições para tanto. Além disso, é preciso que seja comprovado que a pessoa tem capacidade financeira para pagar a pensão e que o não pagamento está prejudicando o alimentado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“É importante enfatizar que a pensão alimentícia é um assunto delicado e que envolve emoções e conflitos. Por isso, é sempre recomendado buscar o auxílio de um advogado especializado em Direito de Família para orientação e ajuizamento da ação judicial, buscando garantir que os direitos das partes envolvidas sejam respeitados e atendidos da melhor forma possível”, finaliza o advogado.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.rotajuridica.com.br/prisao-por-nao-pagamento-de-pensao-o-que-fazer-em-caso-de-descumprimento-da-ordem-judicial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rota Jurídica</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: pensão, pagamento de pensão, pensão alimentícia, prisão por pensão, Advogado direito de família rj, advogado família rj</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hospital Cristo Redentor deve indenizar paciente  que sofreu uma reação alérgica</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-deve-indenizar-paciente-que-sofreu-uma-reacao-alergica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Sep 2022 22:11:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou decisão que condenou o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) a pagar indenização de R$ 8 mil para um homem de 27 anos que sofreu uma reação alérgica por erro médico. Ele foi tratado com medicamento ao qual é alérgico quando foi atendido no Hospital Cristo Redentor, integrante [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) confirmou decisão que condenou o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) a pagar indenização de R$ 8 mil para um homem de 27 anos que sofreu uma reação alérgica por erro médico. Ele foi tratado com medicamento ao qual é alérgico quando foi atendido no Hospital Cristo Redentor, integrante do GHC, após sofrer acidente de trânsito. A 3ª Turma, por unanimidade, entendeu que houve falha no serviço, pois os profissionais do hospital não observaram o prontuário médico, onde constava a informação sobre a alergia. A decisão do colegiado foi proferida ontem (30/8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi ajuizada pelo homem, morador de Viamão (RS). Ele narrou que, em maio de 2016, sofreu um acidente enquanto conduzia a sua motocicleta, ocasionando lesões graves, e foi encaminhado para o Hospital Cristo Redentor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No hospital, ele informou ser alérgico ao medicamento cetoprofeno, um anti-inflamatório usado para combater sintomas como dor e febre. Segundo o homem, mesmo tendo sido registrada no boletim de atendimento a restrição, bem como tendo sido colocada uma pulseira vermelha com o nome do remédio, a equipe médica acabou ministrando o cetoprofeno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor alegou que, após ter sido liberado, foi para casa e teve uma reação alérgica, necessitando retornar ao hospital. Ele pediu indenização por danos morais no valor de R$ 176 mil, argumentando que houve negligência dos profissionais que não realizaram a leitura do prontuário médico e nem observaram a pulseira identificadora da alergia.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><em>Leia também:</em></h4>



<ul class="wp-block-list"><li><strong><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14413&amp;action=edit">Hospital indenizará casal por não proceder à internação de gestante de alto risco</a></strong></li><li><strong><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14410&amp;action=edit">Planos de saúde não poderão limitar sessões de fono, fisioterapeuta e psicólogo a partir de hoje</a></strong></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em junho de 2020, a 1ª Vara Federal de Porto Alegre condenou o GHC a pagar indenização de R$ 8 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ambas as partes recorreram ao TRF4. O homem pleiteou o aumento da quantia indenizatória, defendendo que não deveria ser inferior a R$ 15 mil. Já o Grupo Conceição requisitou a redução da indenização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª Turma manteve a decisão de primeira instância. A relatora, desembargadora Marga Barth Tessler, destacou que “do conjunto probatório apresentado aos autos restou comprovada a existência de falha no serviço e na conduta do hospital, através de seus prestadores de serviços de saúde. Estes, mesmo diante da informação do autor de que era alérgico ao cetoprofeno, ministraram-no ao mesmo, razão pela qual teve reação alérgica que fez com que tivesse que retornar ao hospital para pronto atendimento”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a quantia da indenização, a magistrada ressaltou: “o valor fixado é adequado para o caso concreto, em que houve reação alérgica, embora não grave, mas causadora de dano que ultrapassa mero aborrecimento. Valor maior seria excessivo, e menor seria aviltante”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.trf4.jus.br/trf4/controlador.php?acao=noticia_visualizar&amp;id_noticia=26172" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TRF4</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags: Advogado direito saúde, Advogado especialista plano de saúde, Plano de saúde liminar, Advogado plano de saúde, Liminar contra plano de saúde, Advogado especialista em direito da saúde, Advogado plano saúde, Plano de saúde advogados, Advogado especialista na área da saúde, Advogado área da saúde, Advogada contra plano de saúde, Advogado de plano de saúde, Advogado direito da saúde, Medicamento sus, Advogado bariátrica, Advogado especialista em direito de saúde, Hospital</em>, <em>reação alérgica</em>,<em> alergia</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sou médico, tenho direito à aposentadoria especial?</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/sou-medico-tenho-direito-a-aposentadoria-especial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 15:35:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[EC 103/2019]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[Regime Próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Súmula Vinculante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aposentadoria especial do servidor que atua exposto a agente nocivo sempre foi objeto de grande controvérsia no âmbito do Regime Próprio, ante a ausência de normas estabelecendo os critérios e requisitos para a concessão do benefício. Omissão legislativa essa que, em razão da existência de previsão constitucional estabelecendo que o benefício deveria observar a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="text-article">
<p>A aposentadoria especial do servidor que atua exposto a agente nocivo sempre foi objeto de grande controvérsia no âmbito do Regime Próprio, ante a ausência de normas estabelecendo os critérios e requisitos para a concessão do benefício.</p>
<p>Omissão legislativa essa que, em razão da existência de previsão constitucional estabelecendo que o benefício deveria observar a norma infraconstitucional, levou o Supremo Tribunal Federal a editar a <a href="https://juridmais.com.br/sumulas-vinculantes-33" target="_blank" rel="noopener">Súmula Vinculante n.º 33</a> determinando que os Entes Federados observem as regras do Regime Geral na concessão da inativação especial.</p>
<p>Essa situação perdurou, na União, até o advento da <a href="https://juridmais.com.br/emenda-constitucional-n--103-2019--reforma-previdenciaria-1" target="_blank" rel="noopener">Emenda Constitucional n.º 103/19</a> que regulou o benefício para os servidores federais e continua a existir naqueles Estados ou Municípios que ainda não promoveram a sua reforma previdenciária.</p>
<p>Assim, tomando por base o período anterior à reforma de 2.019 e também a situação daqueles que ainda não fizeram reforma, ao se considerar as normas do INSS verifica-se que até Abril de 1.995 a exposição a agentes nocivos era aferida tomando por base apenas e tão somente o cargo ou função ocupado pelo servidor, sendo que o médico, encontrava-se contemplado em tal regramento.</p>
</div>
<div class="text-article">
<p>Razão pela qual, para o período anterior à dita data faz-se necessário apenas e tão somente a comprovação da atuação como médico.</p>
<p>Já para o período posterior, passou-se a exigir a efetiva comprovação a agente nocivo, mediante a avaliação das condições ambientais de trabalho, portanto, a partir desse momento, a exposição a agente nocivo independe do cargo ocupado mas impõe que de fato ocorra a exposição.</p>
<p>Impedindo com isso que o direito ao benefício seja reconhecido apenas pelo cargo ocupado.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p><strong>Saiba mais:</strong></p>
<h4><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/direito-medico-preventivo/">Direito Médico Preventivo</a></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p>Situação que foi reforçada pela <a href="https://juridmais.com.br/emenda-constitucional-n--103-2019--reforma-previdenciaria-1" target="_blank" rel="noopener">Emenda Constitucional n.º 103/19</a> que ao trazer as normas gerais da aposentadoria especial vedou expressamente que os Entes Federados tragam previsão legal de que a mesma seria concedida em razão do cargo ou função ocupada pelo servidor.</p>
<div class="text-article">
<p>Assim, é possível afirmar que o tempo especial até Abril de 1.995 é reconhecido apenas pelo cargo ocupado, enquanto que períodos posteriores exigem a efetiva comprovação da exposição, fazendo com que o fato de se ocupar o cargo de médico não se constitua, por si só, em fator preponderante para a concessão da aposentadoria especial.</p>
<h4>Por Bruno Sá Freire Martins.</h4>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/colunas/previdencia-do-servidor/sou-medico-tenho-direito-a-aposentadoria-especial" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
<p>Tags:  direito a saúde, médico, direito médico, plano de saúde, aposentadoria especial, advogado de plano de saúde RJ, advogado de plano de saúde no Rio de Janeiro</p>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Condomínio não pode proibir animais sem risco à segurança e higiene, decide STJ</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/condominio-nao-pode-proibir-animais-sem-risco-a-seguranca-e-higiene-decide-stj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2019 12:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[condomínio]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=5497</guid>

					<description><![CDATA[<p>Convenção de condomínio não pode proibir animais de estimação que não afetem a segurança ou a higiene dos moradores. Com esse argumento, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça acolheu recurso de mulher que pretendia ter um gato em condomínio que não permitia que seus moradores tivessem animais de estimação. Venceu o voto do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Convenção de condomínio  não pode proibir <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/animais-de-estimacao-sao-alvos-de-disputa-na-justica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="animais de estimação (abre numa nova aba)">animais de estimação</a> que não afetem a segurança ou a  higiene dos moradores. Com esse argumento, a 3ª Turma do Superior  Tribunal de Justiça acolheu recurso de mulher que pretendia ter um gato  em condomínio que não permitia que seus moradores tivessem animais de  estimação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Venceu o voto do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. Segundo ele, 
nada no caso demonstrou que o gato atrapalhasse a harmonia dos 
moradores. O condomínio, segundo ele, sequer demonstrou razões concretas
 para a proibição. Cueva afirma que regras de condomínio que proíbam 
animais devem ser anuladas, a não ser em casos que não se 
preservem&nbsp;segurança,&nbsp;higiene, saúde e&nbsp;sossego coletivos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A morada
 venceu na primeira instância e perdeu na segunda. Em sua decisão, 
inclusive, o ministro Villas Bôas disse que a&nbsp;questão da permanência de 
animais em condomínio apresenta decisões diferentes&nbsp;nos tribunais de 
justiça e&nbsp;que isso merece análise mais aprofundada do&nbsp;Superior Tribunal 
de Justiça, para estabelecer as balizas para uniformizar o tratamento da
 interpretação da lei federal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>REsp 1.783.076</strong><br> <strong>Clique <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.conjur.com.br/dl/condominio-nao-proibir-animal-nao.pdf" target="_blank">aqui</a> para ler o voto do relator</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Conjur (abre numa nova aba)" href="https://www.conjur.com.br/2019-mai-14/condominio-nao-proibir-animais-risco-seguranca-higiene" target="_blank"><strong>Conjur</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cobrança de taxa de conveniência na venda de ingressos online é ilegal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2019 12:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Dano Moral Coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Ingresso]]></category>
		<category><![CDATA[Online]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Conveniência]]></category>
		<category><![CDATA[Venda Casada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O colegiado considerou que a taxa não poderia ser cobrada dos consumidores pela mera disponibilização de ingressos em meio virtual, constatando que a prática configura venda casada e transferência indevida do risco da atividade comercial do fornecedor ao consumidor, pois o custo operacional da venda pela internet é ônus do fornecedor. A Terceira Turma do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O colegiado considerou que a taxa não poderia ser cobrada dos consumidores pela mera disponibilização de ingressos em meio virtual, constatando que a prática configura venda casada e transferência indevida do risco da atividade comercial do fornecedor ao consumidor, pois o custo operacional da venda pela internet é ônus do fornecedor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) restabeleceu sentença que reconheceu a ilegalidade da taxa de conveniência cobrada pelo site Ingresso Rápido na venda online de ingressos para shows e outros eventos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado considerou que a taxa não poderia ser cobrada dos consumidores pela mera disponibilização de ingressos em meio virtual, constatando que a prática configura venda casada e transferência indevida do risco da atividade comercial do fornecedor ao consumidor, pois o custo operacional da venda pela internet é ônus do fornecedor. A ministra Nancy Andrighi, relatora do recurso julgado, explicou que a sentença restabelecida foi proferida no âmbito de uma ação coletiva de consumo, e por isso tem validade em todo o território nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na origem do caso julgado pela Terceira Turma, a Associação de Defesa dos Consumidores do Rio Grande do Sul (Adeconrs) moveu a ação coletiva em 2013 contra a Ingresso Rápido e obteve sentença favorável na 16ª Vara Cível de Porto Alegre.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Venda casada</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS) reformou a sentença por entender que a aquisição dos ingressos on-line é uma opção ao consumidor, haja vista se tratar de alternativa à compra presencial, que também é oferecida pela Ingresso Rápido, não sendo sua utilização obrigatória. Para o TJRS, o oferecimento dos ingressos na internet é uma comodidade adicional que gera custos que justificariam a cobrança da taxa, sob pena de enriquecimento ilícito do consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Nancy Andrighi, uma das formas de violação da boa-fé objetiva é a venda casada, a imposição de uma contratação indesejada de um intermediário escolhido pelo fornecedor, limitando a liberdade de escolha do consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora citou julgado repetitivo da Segunda Seção que adotou o entendimento de que, nos casos de intermediação por meio de corretagem, como não há relação contratual direta entre o corretor e o terceiro (consumidor), quem deve arcar, em regra, com a remuneração do corretor é a pessoa com quem ele se vinculou, ou seja, o fornecedor.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Transferência indevida do risco</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a relatora, “a venda do ingresso para um determinado espetáculo cultural é parte típica e essencial do negócio, risco da própria atividade empresarial que visa o lucro e integrante do investimento do fornecedor, compondo, portanto, o custo embutido no preço”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela acrescentou que a venda dos ingressos pela internet alcança interessados em número infinitamente superior ao da venda por meio presencial, privilegiando os interesses dos promotores do evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nancy Andrighi destacou que a cobrança da taxa de conveniência pela mera disponibilização dos ingressos na internet transfere aos consumidores parcela considerável do risco do empreendimento, pois os serviços a ela relacionados, remunerados pela taxa de conveniência, deixam de ser suportados pelos próprios fornecedores. Para a ministra, o benefício fica somente para o fornecedor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vantagem que o consumidor teria ao poder comprar o ingresso sem precisar sair de casa, segundo a ministra, acaba sendo “totalmente aplacada” quando ele se vê obrigado a se submeter, “sem liberdade”, às condições impostas pelo site de venda de ingressos e pelos promotores do evento, o que evidencia que a disponibilização de ingressos via internet foi instituída exclusivamente em favor dos fornecedores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra lembrou que no, caso analisado, não há declaração clara e destacada de que o consumidor está assumindo um débito que é de responsabilidade do incumbente – o promotor ou produtor do espetáculo cultural – “não se podendo, nesses termos, reconhecer a validade da transferência do encargo”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dano moral coletivo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nancy Andrighi afirmou que o dano moral coletivo pedido na ação não ficou caracterizado, já que a ilegalidade verificada não atinge valores essenciais da sociedade, configurando mera infringência à lei ou ao contrato em razão da transferência indevida de um encargo do fornecedor ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/cobranca-de-taxa-de-conveniencia-na-venda-de-ingressos-online-e-ilegal" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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		<title>Rescisão unilateral de plano de saúde coletivo só é válida com motivação idônea</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/rescisao-unilateral-de-plano-de-saude-coletivo-so-e-valida-com-motivacao-idonea/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 16:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[plano de saúde coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É preciso motivação concreta e idônea para ser válida a utilização da cláusula que permite a rescisão unilateral de contrato de plano de saúde coletivo, reiterou a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao negar provimento ao recurso de uma operadora. No recurso, a operadora do plano pedia a reforma de um acórdão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">É preciso motivação concreta e idônea para ser válida a utilização da cláusula que permite a rescisão unilateral de contrato de plano de saúde coletivo, reiterou a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao negar provimento ao recurso de uma operadora. No recurso, a operadora do plano pedia a reforma de um acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que impediu a rescisão unilateral de um contrato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, durante tratamento contra tumor cerebral, uma beneficiária foi comunicada da rescisão unilateral do contrato coletivo do qual fazia parte. Para reverter a rescisão, ela ajuizou ação contra a operadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença julgou procedente o pedido da paciente, e o TJSP negou provimento à apelação do plano de saúde sob o argumento de que a rescisão unilateral imotivada é abusiva e fere o Código de Defesa do Consumidor (CDC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao apresentar recurso ao STJ, a operadora alegou que os planos de saúde coletivos não são para toda a vida do beneficiário, diferentemente do que ocorre com os planos individuais. Afirmou ainda que não há nenhuma disposição legal que imponha uma perpetuidade unilateral do contrato, pois o segurado pode rompê-lo a qualquer tempo, ao passo que à operadora se pretende impor a renovação compulsória do vínculo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Condutas abusivas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora, ministra Nancy Andrighi, ressaltou ser inadmissível a rescisão unilateral imotivada que coloca em situação de desvantagem exagerada o beneficiário do plano com tratamento em curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, a operadora que decidir rescindir o contrato unilateralmente deve apresentar motivação concreta, para que o consumidor vulnerável possa ser efetivamente informado e, eventualmente, possa buscar socorro judicial em situações de ilegalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra lembrou que a Terceira Turma, no julgamento do&nbsp;<strong><a href="https://ww2.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ITA&amp;sequencial=1415167&amp;num_registro=201102294922&amp;data=20150615&amp;formato=PDF">REsp 1.510.697</a></strong>, decidiu que o contrato de plano de saúde coletivo se caracteriza como uma estipulação em favor de terceiro, em que a pessoa jurídica figura como intermediária da relação estabelecida substancialmente entre o indivíduo integrante da classe ou empresa e a operadora (artigo 436, parágrafo único, do Código Civil).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Isso porque a estipulação do contrato de plano de saúde coletivo ocorre, naturalmente, em favor dos indivíduos que compõem a classe/empresa, verdadeiros beneficiários finais do serviço de atenção à saúde”, frisou a ministra.</p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Falsa legalidade</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra destacou ainda que o colegiado, tratando de planos coletivos de até 30 beneficiários, &nbsp;já se manifestou em pelo menos duas ocasiões (<strong><a href="https://ww2.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ITA&amp;sequencial=1684093&amp;num_registro=201702544167&amp;data=20180309&amp;formato=PDF">REsp 1.701.600</a></strong>&nbsp;e&nbsp;<strong><a href="https://ww2.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ITA&amp;sequencial=1685050&amp;num_registro=201502162821&amp;data=20180320&amp;formato=PDF">REsp 1.553.013</a></strong>) acerca do caráter abusivo da conduta de operadoras ao rescindir contratos de forma unilateral e imotivada, “sem observar as normas próprias do sistema de saúde suplementar, em desprestígio inclusive do CDC”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relatora apontou que a autorização conferida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em matéria contratual permite que as operadoras façam rescisões unilaterais. Todavia, tal autorização “pode ser uma forma de falsa legalidade para a realização de verdadeiras injustiças aos usuários dos planos de saúde”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Nancy Andrighi, o entendimento firmado pela Terceira Turma tem tentado equilibrar o controle normativo dos planos de saúde, “coibindo condutas abusivas por parte das operadoras e estimulando a oxigenação hermenêutica da legislação federal infraconstitucional afeta à saúde suplementar, em cumprimento da missão constitucional atribuída ao STJ e sempre em prestígio à relevante atuação da ANS”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Surpresa</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra destacou que, no caso em análise, a paciente estava no meio de um tratamento e foi surpreendida pela “conduta unilateral e imotivada da operadora” acerca da rescisão.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Não se pode admitir que a rescisão do contrato de saúde – cujo objeto, frise-se, não é mera mercadoria, mas bem fundamental associado à dignidade da pessoa humana – por postura exclusiva da operadora venha a interromper tratamento de doenças e ceifar o pleno restabelecimento da saúde do beneficiário enfermo”, disse.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Ao negar provimento ao recurso, por unanimidade, a turma decidiu que, em tese, deve ser mantida a validade da cláusula contratual que permite a rescisão unilateral do contrato de plano coletivo por adesão, desde que haja motivação idônea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado destacou também que, no caso analisado, o vínculo contratual entre as partes deve ser mantido, pois a operadora não apresentou motivação idônea para a rescisão. Leia o <strong><a href="https://ww2.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ITA&amp;sequencial=1791959&amp;num_registro=201702674836&amp;data=20190215&amp;formato=PDF">acórdão</a></strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="STJ (abre numa nova aba)" href="http://www.stj.jus.br/sites/STJ/default/pt_BR/Comunica%C3%A7%C3%A3o/noticias/Not%C3%ADcias/Rescis%C3%A3o-unilateral-de-plano-de-sa%C3%BAde-coletivo-s%C3%B3-%C3%A9-v%C3%A1lida-com-motiva%C3%A7%C3%A3o-id%C3%B4nea" target="_blank"><strong>STJ</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>SP aprova projeto de lei que garante a paciente terminal o direito a recusar tratamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 19:39:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Garantia]]></category>
		<category><![CDATA[PL 231/2018]]></category>
		<category><![CDATA[Recusa]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o texto, paciente deve ter acesso a todas as informações e sua decisão deve ser respeitada pelos médicos e serviços de saúde. Projeto vai para sanção do governador. A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto de lei que garante ao paciente com uma doença terminal aceitar ou recusar tratamentos ou interrompê-los, mediante [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Segundo o texto, paciente deve ter acesso a todas as informações e sua decisão deve ser respeitada pelos médicos e serviços de saúde. Projeto vai para sanção do governador.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto de lei que garante ao paciente com uma doença terminal aceitar ou recusar tratamentos ou interrompê-los, mediante informação adequada dos profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De autoria do deputado estadual Carlos Neder (PT), o PL foi aprovado na semana passada e agora segue para sanção do governador Márcio França (PSB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto de lei PL 231/2018 tem como objetivo regular e proteger o exercício do direito das pessoas quanto à informação e à tomada de decisão durante o processo de enfermidade terminal, de modo prévio ou durante o tratamento, os deveres e direitos dos profissionais de saúde e as garantias que os serviços de saúde públicos e privados estão obrigados a oferecer nesse processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale tanto para paciente em hospitais públicos como em particulares ou mesmo quem está sendo tratado em casa. O projeto de lei garante ao paciente grave &#8220;sua autonomia, intimidade, confidencialidade de seus dados de saúde sob todas as formas e liberdade na expressão de sua vontade, em acordo aos seus valores, crenças e desejos&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;O consentimento informado ou a negativa esclarecida do paciente, livremente revogável a qualquer tempo, deve ser feito de modo documentado, assinado por si ou por seu representante, devendo essa manifestação do paciente ser anotada em seu prontuário clínico para compor a sua história clínica&#8221;, diz o texto.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto prevê também para o caso de o paciente ser menor de idade. &#8220;As pessoas menores de idade, na forma da lei, em seu processo de enfermidade terminal, têm o direito de receber informações adaptada à sua idade, maturidade, desenvolvimento intelectual e psicológico, sobre o conjunto de tratamento médico e cuidados paliativos e as perspectivas positivas que estes lhes oferecem. As decisões dos representantes das pessoas menores de idade devem ser tomadas a favor de sua vida e saúde e quando pairar qualquer dúvida ao contrário, deverá ser dado conhecimento à autoridade competente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua justificativa, o deputado diz: &#8220;O sofrimento e a morte são partes do processo natural de vida e os avanços tecnológicos da medicina precisam de adequado uso durante o processo de enfermidade terminal. O respeito à autonomia do paciente precisa ser respeitado e regulado em relação à atenção clínica, paliativa, à terapia da dor, para proteger as preferências do paciente e sua tomada de decisão&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parecer da comissão que aprovou o projeto indicou que considera &#8220;positiva a ideia nele disposta, pois garante o direito do enfermo de receber as informações disponíveis e decidir livremente sobre os tratamentos de doença em fase terminal, respeitando-se a vontade do indivíduo em momento atual e em momento futuro&#8221;.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Na Itália</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro do ano passado, o senado italiano aprovou uma lei que dá ao paciente, com doença grave, o direito de escolher que tipo de tratamento quer receber, antes que ele não consiga mais se manifestar ou tomar decisões. Com a lei aprovada, a vontade do paciente, com doença incurável, deve prevalecer sobre a decisão do médico ou da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre em uma nova aba)" href="https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/healthcare-female-nurse-pushing-elderly-person-683056504?src=jtxBv5vN8-j5ziRaJMxLFA-1-96" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>TJRS permite que criança inclua sobrenome da avó em sua certidão</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjrs-permite-que-crianca-inclua-sobrenome-da-avo-em-sua-certidao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2018 13:44:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Avó]]></category>
		<category><![CDATA[Avó materna]]></category>
		<category><![CDATA[Certidão]]></category>
		<category><![CDATA[certidão de nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Embora a legislação faculte ao interessado a alteração voluntária de elementos componentes do nome, desde que sem prejuízo, no prazo de um ano, a partir da maioridade, há, igualmente, previsão de flexibilização do princípio da imutabilidade em casos especiais, como o presente”. Com essa interpretação, o desembargador Ricardo Moreira Lins Pastl, da 8ª Câmara Cível [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="col-md-12 bar-share">
<div class="row">“Embora a legislação faculte ao interessado a alteração voluntária de elementos componentes do nome, desde que sem prejuízo, no prazo de um ano, a partir da maioridade, há, igualmente, previsão de flexibilização do princípio da imutabilidade em casos especiais, como o presente”. Com essa interpretação, o desembargador Ricardo Moreira Lins Pastl, da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (TJRS), membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família &#8211; IBDFAM, determinou a inclusão do sobrenome da avó materna na certidão de uma menina que, por não ter sido registrada pelo pai, tinha apenas o último sobrenome da mãe.</div>
</div>
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<div class="texto">
<p>A decisão deu provimento ao recurso de apelação de uma menina, interposto por sua mãe, contra sentença de improcedência proferida nos autos da ação de retificação de registro civil. A pretensão da filha era incluir, em seu registro de nascimento, o segundo sobrenome da sua genitora. A menina alegou, segundo consta nos autos, que sofria uma série de constrangimentos, principalmente na escola que frequenta, por ter apenas um sobrenome, já que não possui pai registral.</p>
<p>Segundo o desembargador, em entrevista ao Portal IBDFAM, a própria Lei de Registros Públicos (Lei nº 6.015/73) prevê que, em casos especiais, o princípio da imutabilidade deve ser flexibilizado (exegese dos arts. 57 e 109). “No caso (que fora objeto da AC nº 70077063196), não havia razão para a adoção de um rigorismo absoluto, já que a pretensão era de simples acréscimo de sobrenome de ascendente da linhagem materna, o que, ao cabo, facilitava a identificação com o grupo familiar, justamente uma das razões de ser dos registros. Além disso, o acréscimo pretendido não acarretaria qualquer prejuízo a terceiros”, disse.</p>
<p>Para ele, a relativização do princípio da imutabilidade no nome não compromete a segurança jurídica. “Em casos especiais, seguindo os ditames da lei e não havendo prejuízos a terceiros, a flexibilização desse princípio não implica malferimento à segurança jurídica. Aliás, em alguns casos, como, por exemplo, a pretensão consiste em substituir o prenome pelo apelido público notório, a retificação vai ao encontro da segurança jurídica”, comenta Pastl.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.ibdfam.org.br/noticias/6826/TJRS+permite+que+crian%C3%A7a+inclua+sobrenome+da+av%C3%B3+em+sua+certid%C3%A3o" target="_blank" rel="noopener">IBDFAM</a></strong></p>
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		<title>Teve problemas na Black Friday? Saiba o que fazer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 19:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[Black Friday]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Animado com vendas, comércio mantém descontos até fim do mês Rio &#8211; Apesar de não ser mais sexta-feira, a Black Friday continua. Com aumento de quase 6% nas vendas em relação a 2017, o comércio esticou as ofertas que chegam a 90% desconto até o fim do mês. Mas nem todas as promoções foram sucesso. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Animado com vendas, comércio mantém descontos até fim do mês</strong></h2>
<p>Rio &#8211; Apesar de não ser mais sexta-feira, a Black Friday continua. Com aumento de quase 6% nas vendas em relação a 2017, o comércio esticou as ofertas que chegam a 90% desconto até o fim do mês. Mas nem todas as promoções foram sucesso. O Procon Carioca, que notificou nove lojas por falta de clareza nas vendas, reforçou as orientações, com especialistas, sobre o que o consumidor deve fazer caso tenha sido lesado nas compras.</p>
<p class="texto">Para o advogado Gilberto Bento Jr., da Bento Jr. Advogados, a regra é bem clara: não é porque o cliente adquiriu algo com valor mais em conta que pode estar com defeito. Ele deve reclamar.</p>
<blockquote>
<p class="texto">&#8220;É preciso atentar às obrigações relativas a produto ou serviço defeituoso, conforme o Código de Defesa do Consumidor. Caso isso ocorra, é direito do cliente a reparação dos danos&#8221;, explica.</p>
</blockquote>
<p class="texto">O especialista pede atenção aos prazos. Trinta dias é o período para reclamação e exigência da reparação de defeitos aparentes no produto. Caso o item adquirido seja durável, vai a 90 dias.</p>
<p class="texto">Os prazos têm início a partir da efetiva entrega do produto ou da execução do serviço. Lembrando que o consumidor que se arrepender da compra, em até sete dias seguidos, pode pedir cancelamento e ter retorno do dinheiro.</p>
<p class="texto">De acordo com alerta do Procon Carioca, se não houver solução em até 30 dias, o cliente pode exigir seu dinheiro de volta, a troca por outro produto equivalente ou pedir o abatimento proporcional do preço. Reclamações são recebidas via Facebook e Twitter (proconcarioca), ligando 1746 ou pelo www.1746.rio.</p>
<h3 class="texto"><strong>Promoções até dia 30</strong></h3>
<p class="texto">Algumas lojas esticaram as promoções até a próxima sexta-feira. Na Hering do West Shopping, por exemplo, o cliente paga R$ 39 nas bermudas masculinas. Na Sonho dos Pés, a rasteirinha, que antes custava R$ 89,90, sai por R$ 59,90. Na PickNick a Blusa infantil é vendida por R$ 29,50.</p>
<p class="texto">No Américas Shopping, no Recreio dos Bandeirantes, o jogo de cama 600 fios, de R$249,99, sai por R$179,99 na First Class. A calça jeans reta está custando R$49,99 na South e Co do Center Shopping. Para quem vai sair de férias, vale passar na Bagaggio do Bangu Shopping: a mala média sai a R$ 149.</p>
<p class="texto">No Santander, as promoções podem ser conferidas no www.santander.com.br/blackweek até amanhã.</p>
<h3 class="texto"><strong>Zere dívidas em mutirão em Bangu</strong></h3>
<p class="texto">Conforme <strong>O DIA</strong> antecipou no último dia 16, o Mutirão de Conciliação do Procon Carioca vai reunir desta terça a quinta-feira cerca de 30 empresas, cujos representantes devem analisar a situação dos inadimplentes. O atendimento será no Bangu Shopping, que fica na Rua Fonseca 240, próximo à estação da Supervia, das 10h às 16h. É preciso levar faturas em atraso e documento de identificação.</p>
<p class="texto">Algumas das empresas que vão participar do mutirão: Caixa Econômica Federal, Santander, Bradesco, Crefisa, Americanas.com, Shoptime.com, Submarino.com e Soubarato.com, Cedae, Light, CEG, Nextel, TIM, Vivo/GVT, Claro (Embratel, Claro TV e NET), Oi e Sky, entre outras.</p>
<p class="texto">Cada empresa negocia de acordo com a situação financeira e o tipo de operação de crédito dos clientes. Uma das opções da Caixa Econômica, por exemplo é renovar os contratos para aumentar o prazo e reduzir o valor da prestação mensal da dívida.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-50514-teve-problemas-na-black-friday-saiba-que-fazer" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
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