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	<title>Arquivos dpvat - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<title>Arquivos dpvat - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Bolsonaro edita medida provisória que extingue o DPVAT a partir de 2020</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2019 17:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[direito de trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[dpvat]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Advogado de direito de trânsito RJ emite notícia sobre DPVAT O presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou nesta segunda-feira (11) a edição de uma medida provisória que extingue o seguro obrigatório DPVAT e o DPEM a partir de 2020. O primeiro indeniza vítimas de acidente de trânsito e o segundo vítimas de danos causados por [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="560" height="315" src="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2019/12/DPVAT.jpg" alt="" class="wp-image-5871" srcset="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2019/12/DPVAT.jpg 560w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2019/12/DPVAT-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Advogado de direito de trânsito RJ emite notícia sobre DPVAT</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da República, Jair Bolsonaro, anunciou nesta segunda-feira (11) a edição de uma medida provisória que extingue o seguro obrigatório DPVAT e o DPEM a partir de 2020. O primeiro indeniza vítimas de acidente de trânsito e o segundo vítimas de danos causados por embarcações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia Mais:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/comissao-aprova-aumento-de-pena-de-profissionais-por-embriaguez-ao-volante/">Comissão aprova aumento de pena de profissionais por embriaguez ao volante</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Medida Provisória tem o potencial de evitar fraudes no DPVAT, bem como amenizar/extinguir os elevados custos de supervisão e de regulação do DPVAT por parte do setor público (Susep, Ministério da Economia, Poder Judiciário, Ministério Público, TCU), viabilizando o cumprimento das recomendações do TCU pela SUSEP&#8221;, informou o governo em nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://g1.globo.com/carros/noticia/2019/11/11/entenda-o-seguro-dpvat-que-devera-ser-extinto-a-partir-de-2020.ghtml">Veja perguntas e respostas sobre Seguro DPVAT</a><br> O anúncio foi feito em cerimônia no Palácio do Planalto de lançamento de programa que tenta estimular a contratação de jovens. A medida provisória, porém, não está relacionada ao programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida provisória que acaba com o DPVAT e com o DPEM entra em vigor assim que for publicada no &#8220;Diário Oficial da União&#8221;. Porém, se não for aprovada pelo Congresso em 120 dias perde a validade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o seguro DPEM, o governo diz não haver seguradora que o oferte e que o mesmo está inoperante desde 2016.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, relacionado ao DPEM, &#8220;há o Fundo de Indenizações do Seguro (FUNDPEM), cujo responsável é a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF) e tem por objetivo indenizar os acidentes causados por veículos não identificados e inadimplentes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Seguradora Líder, gestora do DPVAT, no primeiro semestre de 2019 foram pagas:</p>



<p class="wp-block-paragraph">18.841 indenizações por morte;<br>
103.068 indenizações por invalidez permanente;<br>
33.123 indenizações para despesas médicas.<br>
De acordo com o governo, a medida não vai desamparar os cidadãos em caso de acidentes, já que o Sistema Único de Saúde (SUS) presta atendimento gratuito e universal na rede pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para os segurados do INSS, também há a cobertura do auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e de pensão por morte. E mesmo para aqueles que não são segurados do INSS, o Governo Federal também já oferece o Benefício de Prestação Continuada – BPC, que garante o pagamento de um salário mínimo mensal para pessoas que não possuam meios de prover sua subsistência ou de tê-la provida por sua família, nos termos da legislação respectiva&#8221;, afirma o governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os acidentes ocorridos até 31 de dezembro ainda seguem cobertos pelo DPVAT, de modo que a atual gestora do seguro, a Seguradora Líder, continuará até 31 de dezembro de 2025 responsável pelos procedimentos de cobertura dos sinistros ocorridos até 31 de dezembro de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o dia 31 de dezembro de 2025, a União sucederá a seguradora nos direitos e obrigações envolvendo o DPVAT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o governo, o Consórcio do DPVAT contabiliza um total de R$ 8,9 bilhões; sendo que o valor estimado para cobrir as obrigações efetivas do seguro até o fim de 2025 é de aproximadamente R$ 4,2 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quanto ao valor restante, cerca de R$ 4,7 bilhões, para o qual não há previsão de pagamento de indenização, será destinada, em um primeiro momento, à Conta Única do Tesouro Nacional, sob a supervisão da SUSEP, em três parcelas anuais de R$ 1,2 bilhões, em 2020, 2021 e 2022. Tais parcelas são suficientes para compensar as estimativas de repasse ao SUS e ao Denatran, em atendimento ao art. 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal&#8221;, explica o governo em nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo afirma que, caso a seguradora Líder não esteja atendendo aos interesses públicos na defesa dos recursos remanescentes do DPVAT, a Susep deverá transferir as pendências para outra administradora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019, o valor a ser pago pelo seguro DPVAT varia de R$ 16,21 (automóveis e camionetas ​​particulares /oficiais, missão diplomática, corpo consular e órgão internacional, táxis, carros de aluguel e aprendizagem) a R$ 84,58 no caso de motos e similares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por lei, o DPVAT protege motoristas, passageiros e pedestres em caso de acidente de trânsito em todo o território nacional. As indenizações podem ser requeridas em casos de: morte, invalidez permanente ou para pagamento de despesas médicas suplementares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano passado foram arrecadados R$ 4,6 bilhões com o seguro obrigatório DPVAT. Do valor arrecadado:</p>



<p class="wp-block-paragraph">45% foram usados no financiamento do SUS: R$ 2,1 bilhões;<br>
5% foram usados pelo Denatran para financiamento de programas de educação no trânsito: R$ 233,5 milhões;<br>
50% foram usados para pagamentos de prêmios do DPVAT: R$ 2,3 bilhões.<br>
Também em 2018, de acordo com a seguradora Líder, foi pago um total de R$ 1,9 bilhões em 328.142 indenizações. Foram identificados também 11.898 casos de fraude no seguro. De 2008 a 2018, o Fundo Nacional de Saúde (do SUS) recebeu R$ 33,3 bilhões do DPVAT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/11/11/bolsonaro-edita-medida-provisoria-que-extingue-o-dpvat-a-partir-de-2020.ghtml">G1</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: direito de trânsito, DPVAT, advogado de trânsito RJ, advogado de trânsito no Rio de Janeiro</p>
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		<item>
		<title>Detran-RJ já permite parcelamento de multas, IPVA e DPVAT no cartão de crédito, em até 12 vezes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 11:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de credito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Interessados precisam comparecer a postos do órgão que tenham guichês do programa Parcele Tudo RIO &#8211; O Detran-RJ lançou o programa Parcele Tudo, que permite o parcelamento de débitos via cartão de crédito. A modalidade possibilita o pagamento de multas, IPVA e seguro obrigatório (DPVAT) para veículos licenciados no Estado do Rio em até 12 [&#8230;]</p>
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<h3 class="wp-block-heading">Interessados precisam comparecer a postos do órgão que tenham guichês do programa Parcele Tudo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">RIO &#8211; O Detran-RJ lançou o programa Parcele Tudo, que permite o parcelamento de débitos via cartão de crédito. A modalidade possibilita o pagamento de multas, IPVA e seguro obrigatório (DPVAT) para veículos licenciados no Estado do Rio em até 12 vezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os interessados podem comparecer a pontos do Detran-RJ que tenham um guichê do programa, sejam postos de vistoria ou Unidades de Serviços de Veículos (USVs). São eles: sede (Avenida Presidente Vargas 817, Centro do Rio); posto de vistoria Francisco Bicalho (Rua Idalina Senra 35, em São Cristóvão); USV Jacarepaguá (Estrada do Gabinal 313, 2º piso, Rio Shopping, na Freguesia); USV Guadalupe (Avenida Brasil 22.155, Shopping Jardim Guadalupe); USV Campo Grande (Estrada do Mendanha 555, West Shopping, em Campo Grande); USV Vilar dos Teles (Rua Aldenor Ribeiro de Mattos 175, Shopping Jeans); e USV Barra da Tijuca (Avenida das Américas 500, Shopping Downtown).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para saber quais são os débitos pendentes e verificar as possibilidades de parcelamento, o motorista precisa informar a placa e o número de Renavam do veículo, assim como apresentar a identidade e o CPF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez efetuado o parcelamento, a regularização dos débitos ocorrerá quando houver a compensação bancária, em geral, em 24 horas. Se o pagamento for feito no fim de semana, a compensação se dará em dois dias úteis. No caso do seguro obrigatório DPVAT, o prazo será de 72h. Somente após esse período máximo, os serviços do Detran-RJ poderão ser agendados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Débitos que não podem ser parcelados</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Vale destacar, no entanto, que não poderão ser pagos de forma parcelada, no cartão, os débitos já inscritos na Dívida Ativa, assim como os parcelamentos inscritos em cobrança administrativa e os pagamentos referentes a veículos licenciados em outros estados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Regulamentação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A autorização e os procedimentos adotados para o parcelamento de débitos do veículo no cartão de crédito constam da Resolução 736 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e da Portaria 149 do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em fevereiro deste ano, o Detran-RJ já havia divulgado a possibilidade de pagamento de multas de forma parcelada, no cartão de crédito (ou à vista, no débito), abrindo o credenciamento para as empresas interessadas em oferecer o serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho, saíram as regras do Contran e do Denatran, que passaram a permitir também a quitação de outros débitos referentes ao veículo, como o IPVA, utilizando esse meio de pagamento. Agora, houve a implementação no Estado do Rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Fonte: O Globo (abre em uma nova aba)" href="https://oglobo.globo.com/rio/detran-rj-ja-permite-parcelamento-de-multas-ipva-dpvat-no-cartao-de-credito-em-ate-12-vezes-23312898?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=Social&amp;utm_campaign=O%20Globo" target="_blank"><strong>O Globo</strong></a></p>
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		<title>Saiba as diferenças entre os três tipos de cobertura do Seguro DPVAT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2018 15:09:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[dpvat]]></category>
		<category><![CDATA[Seguro DPVAT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vítimas de acidentes de trânsito podem dar entrada na indenização por morte, invalidez permanente e reembolso de despesas de assistência médica e suplementares Você sabia que o Seguro DPVAT é um direito de todos os brasileiros em caso de acidentes de trânsito? Não é preciso ter carro para pedir a indenização, disponível a todas as [&#8230;]</p>
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<p class="has-regular-font-size has-cyan-bluish-gray-color wp-block-paragraph">Vítimas de acidentes de trânsito podem dar entrada na indenização por morte, invalidez permanente e reembolso de despesas de assistência médica e suplementares</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você sabia que o Seguro DPVAT é um direito de todos os brasileiros em caso de acidentes de trânsito? Não é preciso ter carro para pedir a indenização, disponível a todas as vítimas, seja motorista, passageiro ou pedestre. Há três tipos de coberturas: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas de assistência médica e suplementares (DAMS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dar entrada no Seguro DPVAT na cobertura de invalidez permanente é possível quando, depois de concluído o tratamento médico, é constatada a impossibilidade de recuperação ou reabilitação da área afetada. A invalidez permanente, parcial ou total, precisa ser atestada em laudo definitivo indicando as sequelas. Uma tabela prevista em lei serve como base para calcular o valor da indenização, que varia de acordo com a gravidade da lesão e pode chegar a R$ 13.500.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto estive em tratamento e tiver despesas na rede particular de saúde, a vítima pode pedir o reembolso desses gastos. A sigla DAMS (Despesa de Assistência Médica e Suplementares) identifica esse tipo de cobertura do Seguro DPVAT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter direito à indenização, que pode chegar a R$ 2.700, quem sofreu o acidente precisa apresentar notas fiscais e recibos originais de serviços como cirurgias, exames, consultas e fisioterapia para receber o reembolso. Gastos com medicamentos também são elegíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terceira categoria de cobertura pelo Seguro DPVAT é em caso de morte da vítima. A indenização, paga aos herdeiros legais da vítima de acidente de trânsito, é de R$ 13.500.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Seguro ajudou Patrícia a voltar ao trabalho</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Há quase dois anos, a mototaxista Patrícia Brito Mendes levava um passageiro até o bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro, quando se chocou de frente com um carro que trafegava na contramão. O acidente causou fraturas em seus dois braços e mãos, e na perna direita. Quatro cirurgias e muita fisioterapia depois, ela retornou ao trabalho, não sem a ajuda essencial do Seguro DPVAT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“29 de setembro de 2016”. A mototaxista responde assim, com a data exata, sem titubear, à pergunta de quando foi o acidente que mudou sua vida. Naquele dia, estava de folga em casa quando um passageiro ligou, pedindo que fizesse uma corrida. Como Patrícia não recusa trabalho, foi. Mas acabou batendo de frente com um carro que trafegava na contramão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como Patrícia não recusa trabalho, saiu de casa para fazer a corrida. Não esperava, porém, bater de frente com um carro que trafegava na contramão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram várias lesões graves que exigiram que Patrícia passasse por uma série de procedimentos cirúrgicos. Quando deixou o hospital soube que poderia pedir a indenização do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Interessada, buscou mais informações com amigos, juntou os documentos necessários e resgatou a indenização, que foi crucial para a sua recuperação. O dinheiro foi importante para custear as sessões de fisioterapia que a ajudaram a recuperar boa parte dos movimentos e voltar a conduzir seus passageiros pelo Rio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda o Seguro DPVAT</h2>



<h3 class="wp-block-heading">O que é</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Seguro DPVAT é garantido para todos os brasileiros em caso de acidentes de trânsito. “Ele é pago uma vez por ano pelos proprietários de veículos automotores e indeniza vítimas de acidentes de trânsito ocorridos em território nacional”, explica o superintendente de Operações da Seguradora Líder, Arthur Fróes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem tem direito</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O seguro é direito de qualquer pessoa envolvida em acidentes automotivos terrestres que envolvam carros, motos, caminhões, caminhonetes, ônibus e tratores. Não é preciso ter veículo e pagar o seguro para ter direto à indenização.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como solicitar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">entrada no Seguro DPVAT é gratuito e os próprios beneficiários podem solicitar a indenização em um dos mais de 8 mil pontos de atendimento no Brasil. Para cobertura pleiteada há uma lista de documentos que devem ser entregues em um desses pontos. Todas as informações estão disponíveis no <a href="http://estamosaquiparavoce.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EstamosAquiParaVoce.com.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Seguro DPVAT conta com uma ampla rede de atendimento. Para informações e consultas de andamento de processos de indenização, é preciso entrar em contato com a Central de Atendimento, das 8h às 20h, através dos telefones 4020-1596, para Regiões Metropolitanas, e 0800 022 12 04 para outras regiões. No caso de reclamações ou sugestões, o SAC está disponível 24 horas por dia no 0800 022 81 89. As pessoas com deficiência auditiva e de fala podem entrar em contato com o 0800 022 12 06.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://g1.globo.com/especial-publicitario/seguro-dpvat/noticia/2018/08/23/saiba-as-diferencas-entre-os-tres-tipos-de-cobertura-do-seguro-dpvat.ghtml" target="_blank" rel="noopener">G1</a></strong></p>
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		<title>Comprador de moto é condenado a pagar indenização a ex-dono por não transferir o veículo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/comprador-de-moto-e-condenado-pagar-indenizacao-ex-dono-por-nao-transferir-o-veiculo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2018 22:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[CNH]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
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		<category><![CDATA[Motos]]></category>
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		<category><![CDATA[Transferência]]></category>
		<category><![CDATA[Trânsit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem a transferência da moto, multas e pontos foram para a CNH do antigo dono. Um homem que comprou uma moto e não transferiu o veículo para o seu nome junto aos órgãos competentes terá que pagar R$ 5 mil ao antigo dono, que vem recebendo multas e cobranças indevidamente. Para a juíza Gabriela Jardon [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Sem a transferência da moto, multas e pontos foram para a CNH do antigo dono.</em></p>
<p>Um homem que comprou uma moto e não transferiu o veículo para o seu nome junto aos órgãos competentes terá que pagar R$ 5 mil ao antigo dono, que vem recebendo multas e cobranças indevidamente. Para a juíza Gabriela Jardon Guimarães, a situação ultrapassa o mero dissabor, causando abalo psíquico ao ex-proprietário.</p>
<p>A juíza condenou ainda o comprador a pagar todas as multas, impostos e taxas, bem como a assumir as pontuações geradas pelas infrações cometidas, a partir da data que houve a negociação. Também determinou que o Detran e a Secretaria de Fazenda do Distrito Federal efetivem a transferência da moto, independente de vistoria, bem como de todos os débitos oriundos do veículo, a partir de 13 de dezembro de 2015.</p>
<p>Na ação, o autor disse que vendeu a moto em dezembro de 2015, após colocar anúncio na internet. A negociação e a entrega do bem foram efetivadas num domingo, motivo pelo qual as partes combinaram de se encontrar no dia seguinte no cartório para reconhecimento de firma das assinaturas constantes da Autorização para Transferência de Propriedade de Veículo (ATPV), a fim de possibilitar a transferência junto ao Detran.</p>
<p>Porém, o comprador desapareceu e não atendeu mais às ligações do vendedor. Segundo o autor, desde então, ele continua recebendo cobranças relativas ao veículo, como multas, IPVA e DPVAT. Na ação, pediu a condenação do comprador no dever de indenizá-lo pelos danos sofridos. Apesar de ter sido citado, o réu não apresentou contestação e foi considerado revel.</p>
<p>Para a juíza Gabriela Guimarães, a situação gerou o dever de indenizar. &#8220;O autor vem recebendo a cobrança de infração de trânsito, do IPVA, do seguro obrigatório, tendo se passado quase dois anos da data da venda da motocicleta, o que exacerba a naturalidade dos fatos da vida, causando ao autor abalo psíquico, aflição e angústia, inclusive quanto à possibilidade de suspensão do seu direito de dirigir, estando presentes, assim, os requisitos para a configuração dos danos morais&#8221;, concluiu.</p>
<p><b>Processo: 2016.01.1.097387-6</b></p>
<h4>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/comprador-de-moto-e-condenado-a-pagar-indenizacao-a-ex-dono-por-nao-transferir-o-veiculo" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></h4>
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		<title>Apreensão do carro por IPVA atrasado é ilegal e pode gerar dever de indenização</title>
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		<pubDate>Sun, 28 May 2017 18:02:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A irregularidade no pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), cobrado anualmente em todo o país, não pode ser motivo exclusivo para apreensão de veículos. E mais: advogados consideram que, dependendo da situação, a apreensão pode até gerar direito à indenização para o proprietário do carro. O especialista em Direito Público Luiz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A irregularidade no pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), cobrado anualmente em todo o país, não pode ser motivo exclusivo para apreensão de veículos. E mais: advogados consideram que, dependendo da situação, a apreensão pode até gerar direito à indenização para o proprietário do carro.</p>
<p>O especialista em Direito Público Luiz Fernando Prudente do Amaral explica que “a prática de confiscação dos veículos em blitz por causa do atraso do IPVA tem aumentado em todo o Brasil”. No entanto, o advogado considera que a apreensão exclusivamente devido ao tributo atrasado é inconstitucional.</p>
<p>Para Amaral, é possível recorrer a outras formas de cobrança do imposto, sem precisar ofender o direito à propriedade, garantido pela Constituição Federal. “O Estado não pode executar de ofício, isto é, sem o Judiciário, o débito que o contribuinte tenha”, afirma o advogado. Ele explica que o Supremo Tribunal (STF) Federal já tomou decisões no sentido de que o Estado não pode fazer apreensão de bens para cobrar dívidas tributárias. Contudo, as decisões se referem a questões comerciais, por isso o entendimento de que isso se aplicaria ao IPVA não é pacificado.</p>
<h2>Indenização</h2>
<p>A possibilidade de indenização ocorreria pelo abuso de autoridade nos casos em que a apreensão do veículo ocorrer exclusivamente por falta de pagamento do IPVA. O artigo 37 da Constituição, parágrafo 6º, define que “as pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros”.</p>
<p>Para o advogado Gustavo Perez Tavares, com base nesse trecho da Constituição, caberia ao Estado indenizar o particular afetado pelos atos de seus agentes.</p>
<p>Segundo Tavares, seria necessária, ainda, a comprovação dos prejuízos que o proprietário do carro teve devido à sua apreensão, com a apresentação de recibos de táxi. Profissionais que utilizam o carro para trabalhar, como taxistas ou entregadores têm mais facilidade para fazer essa comprovação.</p>
<h2>Licenciamento</h2>
<p>O tributarista Carlos Eduardo Pereira Dutra explica que “existe uma relação de causa e efeito entre a falta de pagamento do IPVA e apreensão do veículo”. O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CLRLV), conhecido como licenciamento, é obrigatório para o livre tráfego ao veículo, e a liberação desse documento ocorre apenas após a quitação de todas as dívidas perante o departamento de trânsito, inclusive o IPVA.</p>
<p>Conforme o Chefe da 1ª Ciretran, Valmir Moreschi, os agentes do Detran do Paraná não apreendem veículo por atraso de IPVA, mas sim pela falta de documento de licenciamento, que é o único de porte obrigatório para evitar a apreensão o veículo.</p>
<p>Em caso de apreensão do carro, de acordo com as normas do Detran, é necessário que o motorista vá até o pátio onde o veículo está apreendido, portando o Certificado de Registro do Veículo (CRV) em branco e Certificado de Registro de Licenciamento Veicular atual.</p>
<p>Para isso é preciso portar RG, CPF e estar com o IPVA, licenciamento e DPVAT em dia e outros débitos, caso haja. São cobrados o valor da estadia e da taxa de remoção. Após 60 dias, se não houver manifestação e quitação dos débitos do proprietário o veículo será conduzido para leilão.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.amodireito.com.br/2016/11/apreensao-do-carro-por-ipva-atrasado-e.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Amo Direito</a></strong></p>
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		<title>Saiba como solicitar o pagamento do seguro DPVAT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2017 13:06:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, conhecido pela sigla DPVAT, é uma indenização a que têm direito todas as vítimas de acidente de trânsito no Brasil. Podem solicitar o seguro motoristas, passageiros e até pedestres. O seguro tem três tipos de cobertura: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, conhecido pela sigla DPVAT, é uma indenização a que têm direito todas as vítimas de acidente de trânsito no Brasil. Podem solicitar o seguro motoristas, passageiros e até pedestres. O seguro tem três tipos de cobertura: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas e hospitalares. Para pedir o seguro, o acidentado ou o parente da vítima fatal tem de se dirigir a um ponto oficial de atendimento. A solicitação é feita gratuitamente.</p>
<p>Não é preciso contratar despachante para requerer o seguro DPVAT. De acordo com a Seguradora Líder-DPVAT, responsável pela administração do seguro em todo o território nacional, despachantes ou intermediários oferecem seus serviços para obter o pagamento do benefício em troca de comissões que chegam até a 30% do valor da indenização. A vítima do acidente tampouco precisa constituir advogado para acessar o seguro.</p>
<p>Em algumas regiões, advogados têm levado a solicitação do benefício à Justiça em nome dos beneficiários, o que atrasa o pagamento e reduz o valor eventualmente pago. A judicialização da demanda acarreta a destinação de parte do valor do seguro DPVAT ao pagamento de honorários. Além disso, a tramitação desse tipo de processo judicial leva três anos, em média, segundo informações da Seguradora Líder-DPVAT.</p>
<p>Após cumprir todos os requisitos (veja passo a passo abaixo) exigidos por lei, o segurado recebe o benefício em 30 dias, na média, sem precisar desembolsar um centavo. Os valores pagos variam de acordo com a consequência do acidente de trânsito – R$ 13,5 mil em caso de morte, até R$ 13,5 mil quando o acidente resultar em invalidez permanente e até R$ 2,7 mil para reembolso de despesas médicas e hospitalares decorrentes do sinistro.</p>
<p><strong>Passo a passo para solicitar o pagamento do Seguro DPVAT:</strong></p>
<p>1 – Dirigir-se a um ponto oficial de atendimento. Clique <a href="https://www.seguradoralider.com.br/" rel="alternate">aqui</a> para conhecer a rede de atendimento ou ligue para 0800 022 1204. Também é possível fazer seu pedido de indenização do Seguro DPVAT nas agências próprias dos Correios;</p>
<p>2 – Reunir a documentação correspondente ao tipo de cobertura pretendido – morte, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas e hospitalares.</p>
<p>3 – Preencher o pedido em um local oficial de atendimento e entregar a documentação.</p>
<p><strong>Indenizações</strong> – Em 2008, quando a Seguradora Líder-DPVAT assumiu a administração do seguro, foram pagas 272 mil indenizações. Esse número chegou a 652 mil no ano passado. A maior parte dos benefícios pagos se refere a casos que resultaram em invalidez permanente. Os recursos utilizados no pagamento dos benefícios têm origem na arrecadação do seguro obrigatório, cobrado anualmente de todos os proprietários de veículos automotores no país.</p>
<p><strong>Distribuição</strong> – Em 2015, o valor arrecadado foi de R$ 8,654 bilhões. Desse montante, 50% servem ao pagamento das indenizações, 45% ao Sistema Único de Saúde (SUS), para o atendimento médico-hospitalar de acidentes de trânsito, e 5% ao Ministério das Cidades, para o financiamento de programas de prevenção de acidentes.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.cnj.jus.br/noticias/cnj/84161-cnj-servico-entenda-como-solicitar-o-pagamento-do-seguro-dpvat" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CNJ</a></p>
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