<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Economia - Costa Queiroz Advogados</title>
	<atom:link href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/economia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/economia/</link>
	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 06 Jan 2021 16:33:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-ICON_CQ-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Economia - Costa Queiroz Advogados</title>
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/economia/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Projeto amplia estado de calamidade até 30 de junho</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-amplia-estado-de-calamidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 16:33:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=6835</guid>

					<description><![CDATA[<p>O estado de calamidade em decorrência da crise provocada pela pandemia do coronavírus se encerrou no último dia 31 de dezembro, conforme previsto no Decreto Legislativo 6/2020. O senador Weverton (PDT-MA), no entanto, acaba de apresentar um novo projeto para que o estado de calamidade tenha validade até o dia 30 de junho (PDL 1/2021). [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-amplia-estado-de-calamidade/">Projeto amplia estado de calamidade até 30 de junho</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O estado de calamidade em decorrência da crise provocada pela <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/veja-as-mudancas-do-inss-durante-a-pandemia/">pandemia do coronavírus</a> se encerrou no último dia 31 de dezembro, conforme previsto no <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/portaria/DLG6-2020.htm#:~:text=DECRETO%20LEGISLATIVO%20N%C2%BA%206%2C%20DE,18%20de%20mar%C3%A7o%20de%202020.">Decreto Legislativo 6/2020</a>. O senador Weverton (PDT-MA), no entanto, acaba de apresentar um novo projeto para que o estado de calamidade tenha validade até o dia 30 de junho (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/146153">PDL 1/2021</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o senador, é notório que as circunstâncias que motivaram a edição do primeiro decreto não só perduram, como se agravaram, e “ameaçam se verticalizar ainda mais no decorrer de 2021, considerando, inclusive, a probabilidade de novas ondas de infecções por covid-19, com acentuado impacto na saúde pública e, em última análise, no cenário econômico do país”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na justificativa do projeto, Weverton admite que as medidas de isolamento são necessárias para o controle da pandemia. Ele pondera, no entanto, que essa situação agrava a crise econômica. Segundo o senador, o desafio, do ponto de vista econômico, reside em ajudar empresas e pessoas, especialmente as mais vulneráveis. Daí a importância do estado de calamidade, que permitiria maior poder de investimento por parte do poder público, sem os riscos jurídicos previstos em lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Weverton diz que o estrito cumprimento do resultado fiscal, conforme previsto na legislação, “seria temerário ou manifestamente proibitivo, com riscos de paralisação da máquina pública, num momento em que mais se pode precisar dela”. Pelo Twitter, o autor registrou que sua proposta “é muito importante para o Brasil”. De acordo com o senador, o texto vai permitir gastos na área de saúde para comprar a vacina contra o coronavírus, por exemplo, e até possibilitar a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Comissão</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto de Weverton também traz de volta a comissão mista de acompanhamento da situação fiscal e da execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas ao combate ao coronavírus — nos mesmos moldes da comissão que <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/2020/12/18/relatorio-final-de-comissao-traz-recomendacoes-para-combate-a-pandemia">encerrou seus trabalhos</a> no último dia 18 de dezembro. A comissão será composta por seis senadores e seis deputados, com o mesmo número de suplentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está prevista uma reunião mensal com um representante do Ministério da Economia. A cada dois meses, a comissão realizará uma audiência pública com a presença do ministro da Economia, para apresentação e avaliação de relatório circunstanciado da situação fiscal e da execução orçamentária. As atividades do colegiado serão realizadas de forma remota. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/01/05/projeto-amplia-estado-de-calamidade-ate-30-de-junho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Senado</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-amplia-estado-de-calamidade/">Projeto amplia estado de calamidade até 30 de junho</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Governo prevê salário mínimo de R$ 1.088 em 2021</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/governo-preve-salario-minimo-de-r-1-088/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Dec 2020 18:42:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Guedes]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=6802</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em agosto, a projeção era R$ 1.067; mudança se deve ao aumento da inflação e pressiona teto de gastos O governo elevou para R$ 1.088 a projeção de aumento do salário mínimo no próximo ano. Em agosto, a previsão do Ministério da Economia era que o piso salarial subisse do valor atual (R$ 1.045) para R$ [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/governo-preve-salario-minimo-de-r-1-088/">Governo prevê salário mínimo de R$ 1.088 em 2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em agosto, a projeção era R$ 1.067; mudança se deve ao aumento da inflação e pressiona teto de gastos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo elevou para R$ 1.088 a projeção de aumento do salário mínimo no próximo ano. Em agosto, a previsão do Ministério da Economia era que o piso salarial subisse do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/mp-define-regras-para-pagamento-de-beneficio-a-trabalhador-que-tiver-salario-reduzido/">valor atual (R$ 1.045) para R$ 1.067</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta terça-feira (15), o ministro Paulo Guedes (Economia) atualizou a estimativa, diante do aumento da inflação nos últimos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A revisão na projeção de salário mínimo se&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/11/alta-da-inflacao-deve-levar-minimo-a-r-1087-e-elevar-despesas-da-uniao-em-r-74-bi-em-2021.shtml">deve ao cálculo do reajuste, que considera a inflação</a>, sem previsão de ganho real. Diante de uma alta mais acelerada nos preços, o governo espera que o valor do salário mínimo seja maior do que o anunciado anteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em abril, a estimativa era que o piso salarial fosse de R$ 1.079 no próximo ano. Depois, foi revista para R$ 1.067. O aumento para R$ 1.088 representaria uma elevação de R$ 14,4 bilhões nas despesas públicas do próximo ano, como aposentadorias e pensões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo não prevê reajuste do piso em 2021 acima da inflação, como foi feito em gestões anteriores a Jair Bolsonaro (sem partido).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2021, foi mantida a estimativa mais recente, para o crescimento da economia brasileira, com alta prevista de 3,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança na perspectiva para o salário mínimo foi apresentada em ofício enviado por Guedes ao Congresso, pedindo ajustes no projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2021. Essa proposta deve ser votada nesta quarta (16) em sessão conjunta do Congresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O valor exato do novo piso nacional é geralmente decidido nos últimos dias do ano. Assim, o governo tem um panorama mais claro da inflação em 2020 para, então, reajustar o salário mínimo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice usado para corrigir esse valor é o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). No ano, o INPC acumula alta de 3,93% e, nos últimos 12 meses, de 5,2%, segundo o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo, ao longo do ano,&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/08/inflacao-baixa-freia-alta-do-salario-minimo-e-contem-gastos-do-governo.shtml">chegou a projetar que o índice fecharia o ano em 2%.</a>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, para manter o poder de compra do salário mínimo, a estimativa de correção do piso salarial teve que ser ajustada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aceleração da inflação gera efeito nas despesas públicas, elevando os gastos do governo no próximo ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de corrigir o salário mínimo, o INPC é usado para reajustar o abono salarial e o BPC (assistência a idosos carentes e deficientes físicos), e também o impacto em pagamentos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e do seguro-desemprego, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do governo enviados no projeto de LDO, um aumento de 0,1 ponto percentual no INPC aumentaria em R$ 720,8 milhões a despesa pública (já descontando o aumento na arrecadação previdenciária provocado pela reajuste maior do piso salarial).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em agosto, o Orçamento foi elaborado considerando que o INPC fecharia o ano em 2,1%. Por isso, o valor do piso esperado era de R$ 1.067. Guedes, agora, estima que o INPC será de 4,1% em 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, o projeto de Orçamento de 2021 precisa ser ajustado, considerando o salário mínimo em R$ 1.088. São, portanto, mais R$ 14,1 bilhões em gastos com aposentadorias (incluindo aquelas acima de um salário mínimo), pensões e benefícios sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pressiona ainda mais o Orçamento do próximo ano, pois o<a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/07/inflacao-de-213-leva-a-menor-aumento-do-teto-de-gastos-em-2021.shtml">&nbsp;teto de gastos para 2021 foi reajustado&nbsp;</a>com base na inflação, medida pelo IPCA, acumulada nos últimos 12 meses até junho (2,13%). Portanto, abaixo do comportamento do INPC no fechado de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O teto de gastos foi criado em 2016, durante o governo do ex-presidente Michel Temer (MDB), e impede que as despesas públicas cresçam acima da inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o Orçamento de 2021 precisa ser apresentado até o fim agosto, a correção do valor é feita com base no IPCA acumulado até junho, que, nesse ano, somou 2,13% —a taxa mais baixa desde que o limite de despesas começou a vigorar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na época, o Ministério da Economia informou que isso não se traduz diretamente em cortes dos programas de governo nas despesas discricionárias (que não são obrigatórias), pois &#8220;a menor inflação representará também menor aumento das despesas obrigatórias indexadas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a pasta já estuda, agora, como ajustar o projeto de Orçamento de 2021 para acomodar o aumento das despesas obrigatórias, como aposentadorias e benefícios sociais, e, assim, cortar gastos em outras áreas para não estourar o teto de gastos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.sosconsumidor.com.br/noticias-54047-governo-preve-salario-minimo-r-1088-em-2021" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/governo-preve-salario-minimo-de-r-1-088/">Governo prevê salário mínimo de R$ 1.088 em 2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Senado Aprova: passageiros terão direito de despachar 1 mala de até 23 kg sem pagar</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/senado-aprova-passageiros-terao-direito-de-despachar-1-mala-de-ate-23-kg-sem-pagar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 13:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Constituição]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Infraero]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça e Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Aéreo]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=5512</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (22) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 12/2019, apresentado à Medida Provisória 863/2018, que autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas com sede no Brasil. O texto aprovado pelo Congresso também autoriza cada passageiro a despachar 1 mala de até 23 kg, sem cobrança adicional, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/senado-aprova-passageiros-terao-direito-de-despachar-1-mala-de-ate-23-kg-sem-pagar/">Senado Aprova: passageiros terão direito de despachar 1 mala de até 23 kg sem pagar</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (22) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 12/2019, apresentado à <a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/134935">Medida Provisória 863/2018</a>,  que autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias <a rel="noreferrer noopener" aria-label="aéreas (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tam-linhas-aereas-deve-pagar-r-5-mil-para-professor-que-teve-mala-extraviada/" target="_blank">aéreas</a> com  sede no Brasil. O texto aprovado pelo Congresso também autoriza cada  passageiro a despachar 1 mala de até 23 kg, sem cobrança adicional, nas aeronaves a partir de 31 assentos. Aprovada no último dia de sua  vigência, a matéria será encaminhada à sanção presidencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
Senado manteve as alterações feitas pela Câmara no relatório apresentado
 pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), autor do parecer da comissão 
mista que analisou a MP, editada no final do governo Michel Temer. Os 
deputados retiraram duas emendas apresentadas pelo relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No 
caso do controle das aéreas pelo capital internacional, ficou de fora da
 MP a proposta de condicionar esse controle à operação, por um mínimo de
 dois anos, de 5% dos voos em rotas regionais. Os deputados também 
rejeitaram emenda que previa a operação de voos internacionais por 
tripulantes brasileiros, ressalvada a possibilidade de no máximo 1/3 de 
comissários estrangeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O teor
 das emendas rejeitadas deverá ser incorporado ao Projeto de Lei (PL) 
2.724/2015, aprovado no mês passado na Câmara, que permite ao capital 
estrangeiro controlar empresas aéreas com sede no País e reformula 
regulamentos do setor de turismo. A proposta aguarda votação na Comissão
 de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, onde tramita como
 <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/136000">PL 1.829/2019</a>, sob a relatoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Voos regionais</strong><br></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Defensor
 da MP, o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) 
reiterou em Plenário o compromisso assumido pelo presidente da 
República, Jair Bolsonaro, de editar decreto como forma de impor o 
cumprimento do percentual de 5% em voos regionais pelas companhias 
aéreas, previsto inicialmente no relatório apresentado por Roberto 
Rocha, não acatado pela Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até a edição da MP 863/2018, o Código Brasileiro de Aeronáutica (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7565.htm">Lei 7.565, de 1986</a>),
 alterado pela medida, permitia a participação de capital estrangeiro 
até o limite de 20%. Com a MP, esse controle sem restrições será igual 
ao de países como Argentina, Colômbia, Bolívia e Índia. Austrália, Nova 
Zelândia e União Europeia admitem 100% de capital estrangeiro para 
empresas que atuem somente dentro de seu território.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Franquias</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A 
franquia de até 23 kg é a mesma existente à época em que a Agência 
Nacional de Aviação Civil (Anac) editou resolução permitindo a cobrança 
de bagagens. Essa franquia é prevista para as linhas domésticas e em 
aeronaves a partir de 31 assentos. Em aeronaves de 21 a 30 assentos, o 
passageiro poderá despachar sem custo adicional 18 kg; e em aeronaves de
 até 20 assentos, 10 kg. Em voos com conexão, deverá prevalecer a 
franquia de bagagem referente à aeronave de menor capacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas 
linhas internacionais, a franquia de bagagem funcionará pelo sistema de 
peça ou peso, de acordo com regulamentação específica. Nas linhas 
domésticas em conexão com linhas internacionais, quando conjugados os 
bilhetes de passagem, prevalecerá o sistema e o correspondente limite de
 franquia de bagagem estabelecido para as viagens internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
texto aprovado no Congresso proíbe o uso da franquia de bagagem para 
transporte de animais vivos, e a soma total do peso das bagagens de 
passageiros não pode ultrapassar os limites contidos no manual de voo da
 aeronave.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Preços</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Fernando
 Bezerra disse que a MP facilita o investimento no transporte aéreo, que
 se encontra em crise decorrente da situação falimentar da Avianca 
Brasil. Com isso, afirmou, o país se tornou oligopólio de três empresas 
que abusam do poder econômico para estabelecer o preço que bem entendem 
das passagens aéreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o 
senador Humberto Costa (PT-PE) disse que as mudanças contidas na MP são 
adequadas, e elogiou a decisão de Roberto Rocha de proibir, em seu 
relatório, a cobrança de bagagens com peso superior a 23 quilos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por 
sua vez, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) disse que a MP “é infelizmente
 necessária” em razão da atuação de “apenas duas ou três empresas” no 
mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
senador Jayme Campos (DEM-MT) destacou a importância dos voos regionais,
 e disse que as empresas aéreas “só querem o filé e não comer carne de 
segunda”. Ele afirmou que os cidadãos brasileiros são “extorquidos” 
pelos preços impostos pelas companhias aéreas, que ainda contam com 
benefícios do governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
senador Nelsinho Trad (PSD-MS) apontou avanços com a aprovação da MP, e 
disse que as companhias aéreas precisam olhar para os estados que não 
são considerados “os filés da aviação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 
aprovação da matéria foi também saudada pelos senadores Rodrigo Cunha 
(PSDB-AL), Reguffe (sem partido-DF) e Carlos Viana (PSD-MG).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Controle </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esta 
não foi a primeira vez, em período recente, que a Câmara dos Deputados 
analisa a questão. Em março de 2016, a ex-presidente Dilma Rousseff 
assinou medida provisória que, entre outros pontos, elevava o capital 
estrangeiro nas empresas aéreas para 49% (<a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/124992">MP 714/2016</a>). Durante discussão na Casa, o percentual subiu para 100%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante
 de risco de derrota no Senado, onde a ampliação não foi bem recebida, o
 então presidente Michel Temer fez um acordo com os partidos da base do 
governo para aprovar a MP, com o compromisso de vetar a parte sobre a 
elevação do capital estrangeiro, que seria reenviada por meio de projeto
 de lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A  solução foi uma alternativa para salvar o texto, que continha outros  pontos importantes para o governo, como o perdão de dívidas da Infraero  com a União. Em seguida, em vez de tratar do tema apenas por meio do PL  2.724/15, o Executivo decidiu editar a MPV 863/2018, em 13 de dezembro  do ano passado, após acertos do período de transição de governos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Senado Federal (abre numa nova aba)" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/22/aprovada-mp-que-abre-setor-aereo-ao-capital-estrangeiro-e-restabelece-franquia-de-bagagem?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=MidiasSociaisSenado&amp;fbclid=IwAR0rqfnXKTeQZgyMOFcHs0FOfyaB7f9AGRC0RlBY_BbYitsX3ZyBbh968ig" target="_blank"><strong>Senado Federal</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/senado-aprova-passageiros-terao-direito-de-despachar-1-mala-de-ate-23-kg-sem-pagar/">Senado Aprova: passageiros terão direito de despachar 1 mala de até 23 kg sem pagar</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tempo de contribuição e idade mínima são pilares da reforma da Previdência</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tempo-de-contribuicao-e-idade-minima-sao-pilares-da-reforma-da-previdencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2019 19:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria por Invalidez]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Fiscal Independente]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência]]></category>
		<category><![CDATA[Proposta de Emenda à Constituição]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma da Previdência]]></category>
		<category><![CDATA[Salário Mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Público]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores públicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=5484</guid>

					<description><![CDATA[<p>Apresentada para promover uma série de mudanças no sistema previdenciário brasileiro, a proposta de reforma da Previdência (PEC 6/2019)&#160;já está sendo modificada no Congresso Nacional. Mas o governo não parece disposto a abrir mão de&#160;ao menos três itens: a idade mínima para aposentadoria, o tempo mínimo de contribuição e a progressão das alíquotas para servidores [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tempo-de-contribuicao-e-idade-minima-sao-pilares-da-reforma-da-previdencia/">Tempo de contribuição e idade mínima são pilares da reforma da Previdência</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Apresentada para promover uma série de mudanças no sistema previdenciário brasileiro, a proposta de reforma da Previdência (<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2192459">PEC 6/2019</a>)&nbsp;já está sendo modificada no Congresso Nacional. Mas o governo não parece disposto a abrir mão de&nbsp;ao menos três itens: a idade mínima para aposentadoria, o tempo mínimo de contribuição e a progressão das alíquotas para servidores e trabalhadores da iniciativa privada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe técnica do Ministério da Economia alega que a maior parte de economia de R$ 1,2 trilhão prevista com reforma da <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-da-previdencia-elimina-aposentadoria-por-idade-para-deficiente-e-prejudica-mulher/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Previdência (abre numa nova aba)">Previdência</a> virá desses pontos, juntamente com o fim da aposentadoria que leva em conta somente o tempo de contribuição. O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente do Senado (IFI), Felipe Salto, lembra que tais questões são de fato o cerne da proposta e devem ser analisadas com muito cuidado pelos parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— A regra de idade mínima, por exemplo, é o coração da reforma da Previdência porque fará as pessoas se aposentarem com idade um pouco maior. E não é nada absurdo: 65 e 62 anos. Pela PEC, haverá uma correção dessas idades mínimas pela evolução da sobrevida. Se a sobrevida do brasileiro for aumentando, essa idade mínima vai aumentando ao longo do tempo, o que é uma coisa inteligente. Mas é preciso melhorar a redação disso lá na proposta, pois da forma como foi colocada está um pouco difícil de entender isso lá — avalia o economista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Idade mínima</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/resolveuid/390aa970-ba62-4cd4-bc4d-71dc1a62c2cf" alt="" width="177" height="930"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta do governo Jair Bolsonaro decreta o fim da <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/bonus-a-servidor-que-adiar-aposentadoria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="aposentadoria (abre numa nova aba)">aposentadoria</a> somente por tempo de contribuição. Os trabalhadores da iniciativa privada e do setor público terão de ter idade mínima de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens. O governo alega que a iniciativa vai combater as aposentadorias precoces, que beneficiam principalmente os mais ricos, que atualmente se aposentam mais cedo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses patamares são apenas iniciais, visto que a&nbsp;<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2192459">PEC 6/2019</a>&nbsp;prevê revisões periódicas a cada quatro anos, de acordo com a expectativa de vida dos brasileiros, que tende a subir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haverá um período de transição, com três regras para os trabalhadores do setor privado e uma para os servidores públicos. O segurado poderá optar pela forma mais vantajosa. As regras de aposentadoria e pensão permanecem as mesmas para os que já recebem o benefício ou já cumpriram seus requisitos mínimos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tempo de contribuição</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tempo mínimo de contribuição passará dos atuais 15 para 20 anos, tanto para homens quanto para mulheres do setor privado. Na área pública, o tempo mínimo de contribuição foi fixado em 25 anos para homens e mulheres, sendo exigidos ainda 10 anos no serviço público e cinco anos de atuação no cargo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, para ter o direito de se aposentar com 100% de seu benefício, o segurado vai ter de contribuir 40 anos para o sistema previdenciário. Para quem contribuir menos, haverá uma tabela progressiva. A regra vale tanto para o INSS quanto para o regime dos servidores públicos. A intenção do governo é fazer o trabalhador a contribuir por mais tempo se não quiser evitar perdas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse modo, após 20 anos de contribuição, o trabalhador terá direito a 60% do valor do benefício. A partir daí, aumentam-se 2% a cada ano trabalhado. Quem contribuir por 21 anos, por exemplo, garante 62% do benefício integral; quem contribuir 22 anos, fica com 64%, e assim por diante. Técnicos do Ministério da Economia garantem que quem tiver mais de 40 anos de contribuição receberá mais de 100% do valor do benefício a que teria direito.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Alíquotas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A reorganização das alíquotas previdenciárias tanto para o setor público quanto para a iniciativa privada é outro ponto que vem sendo defendido com vigor pelos governistas. O aumento na contribuição por diferentes faixas salariais é certo. A regra, conforme o governo, é cobrar mais de quem ganha mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, no setor privado, por exemplo, as alíquotas vão variar de 7,5% a 11,68%, calculadas conforme a faixa salarial do trabalhador. Atualmente, o valor é de 8% a 11%, calculado sobre todo o salário. Para os servidores públicos, as alíquotas iniciarão em 7,5% para quem ganha até um salário mínimo por mês e poderá chegar a 22% para os que ganham acima de R$ 39 mil. Hoje em dia, a alíquota é única de 11% independente do valor do salário.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/resolveuid/1ab8ca4c-8068-40a5-8f96-3aba5b215da3" alt=""/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Debates</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a proposta ainda estar na Câmara do Deputados, os senadores já debatem o texto. Oposicionistas e governistas acreditam que regras referentes à aposentadoria rural e ao Beneficio de Prestação Continuada (BPC) serão bastante reformuladas ou mesmo retiradas da PEC. Quanto aos temas considerados centrais, não há a mesma convicção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— A aposentadoria rural e BPC sairão da reforma, até porque não se trata de previdência, mas de assistência. A própria Câmara já vai excluir do textos esses dois pontos. Sobre os demais, é importante discutirmos; mas é importante as pessoas saberem que alguém paga a conta. Precisamos ver de onde vem o recurso. Se todos vão pagar por alguns ou se todos vão pagar um pouco mais. É uma discussão que precisa ser feita. Em relação às alíquotas, por exemplo, se tem contribuição maior é porque o benefício é maior. Agora quem vai pagar essa conta se a alíquota for menor? Quem ganha dois ou três salários? Então a gente precisa discutir muito — afirma um dos vice-líderes do governo no Senado, Izalci Lucas (PSDB-DF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vice-líder do PT, Rogério Carvalho (PT-SE), avisa que há alguns pontos inegociáveis, como o BPC, a aposentadoria rural, a desconstitucionalização da seguridade e a adoção do sistema de capitalização para quem ganha até o teto do Regime Geral de Previdência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Esses pontos não discutimos. É questão fechada para o Partido dos Trabalhadores. Os demais pontos como estão, se não combinar tempo de contribuição com idade, também fica difícil a negociação. Portanto, é preciso que o debate ocorra para que nós possamos fazer uma manifestação de forma objetiva dessas outras questões — adverte.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/resolveuid/a85df037-283e-48dd-8e02-3ecb15f240bc" alt=""/><figcaption><br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Senado Federal (abre numa nova aba)" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/06/idade-minima-e-tempo-de-contribuicao-sao-pontos-centrais-da-reforma-da-previdencia?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=MidiasSociaisSenado&amp;fbclid=IwAR1ozLYM3WIFo_hRHW67zkoKGTnMws6y9s3sj_GdUJP-xJGJjHv-mWLIEs4" target="_blank"><strong>Senado Federal</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tempo-de-contribuicao-e-idade-minima-sao-pilares-da-reforma-da-previdencia/">Tempo de contribuição e idade mínima são pilares da reforma da Previdência</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
