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	<title>Arquivos empresas - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos empresas - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Projeto prevê parcelamento de dívidas trabalhistas em até 60 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2020 18:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Chico Rodrigues (DEM-RR) apresentou ao Senado um projeto (PL 4.552/2020) para dar aos empresários a possibilidade de dividir em até 60 meses o pagamento de dívidas trabalhistas, caso a execução for iniciada durante a vigência do estado de calamidade pública causado pela pandemia de coronavírus (ou seja, de 20 de março até 31 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O senador Chico Rodrigues (DEM-RR) apresentou ao Senado um projeto (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144665">PL 4.552/2020</a>) para dar aos empresários a possibilidade de dividir em até 60 meses o pagamento de dívidas trabalhistas, caso a execução for iniciada durante a vigência do estado de calamidade pública causado pela pandemia de coronavírus (ou seja, de 20 de março até 31 de dezembro de 2020), ou até dez meses após seu término.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto especifica que cada uma das parcelas deve ter o valor mínimo de um salário mínimo (hoje em R$ 1.045). Sobre o valor parcelado, incidirá correção monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). E caso haja o atraso no pagamento de duas parcelas consecutivas, ocorrerá o vencimento antecipado do restante da dívida, acrescida de multa de 20% sobre as parcelas em atraso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Meu objetivo é permitir a sobrevivência das empresas cujas finanças foram severamente atingidas pela pandemia e, também, garantir o pagamento das causas trabalhistas. A proposta possibilita a sobrevivência das empresas, em especial das <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/garantido-o-pagamento-de-seguro-desemprego-a-trabalhadora-que-se-tornou-microempreendedora-individual/">microempresas</a>, que são intensivas em mão de obra&#8221;, explica o senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rodrigues ressalta que a pandemia paralisou diversos empreendimentos, em muitos setores econômicos, que ficaram impedidos de ter qualquer rendimento nos períodos em que os governos estaduais e municipais determinaram seus fechamentos. A crise teria inviabilizado o cumprimento de decisões trabalhistas e, para o senador, o projeto garante que os trabalhadores recebam o que merecem, e que os empresários não fechem definitivamente suas portas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/09/18/projeto-preve-parcelamento-de-dividas-trabalhistas-em-ate-60-meses" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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		<title>Senado Aprova: passageiros terão direito de despachar 1 mala de até 23 kg sem pagar</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/senado-aprova-passageiros-terao-direito-de-despachar-1-mala-de-ate-23-kg-sem-pagar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 13:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Constituição]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Infraero]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça e Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte Aéreo]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (22) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 12/2019, apresentado à Medida Provisória 863/2018, que autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas com sede no Brasil. O texto aprovado pelo Congresso também autoriza cada passageiro a despachar 1 mala de até 23 kg, sem cobrança adicional, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (22) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 12/2019, apresentado à <a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/134935">Medida Provisória 863/2018</a>,  que autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias <a rel="noreferrer noopener" aria-label="aéreas (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tam-linhas-aereas-deve-pagar-r-5-mil-para-professor-que-teve-mala-extraviada/" target="_blank">aéreas</a> com  sede no Brasil. O texto aprovado pelo Congresso também autoriza cada  passageiro a despachar 1 mala de até 23 kg, sem cobrança adicional, nas aeronaves a partir de 31 assentos. Aprovada no último dia de sua  vigência, a matéria será encaminhada à sanção presidencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
Senado manteve as alterações feitas pela Câmara no relatório apresentado
 pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), autor do parecer da comissão 
mista que analisou a MP, editada no final do governo Michel Temer. Os 
deputados retiraram duas emendas apresentadas pelo relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No 
caso do controle das aéreas pelo capital internacional, ficou de fora da
 MP a proposta de condicionar esse controle à operação, por um mínimo de
 dois anos, de 5% dos voos em rotas regionais. Os deputados também 
rejeitaram emenda que previa a operação de voos internacionais por 
tripulantes brasileiros, ressalvada a possibilidade de no máximo 1/3 de 
comissários estrangeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O teor
 das emendas rejeitadas deverá ser incorporado ao Projeto de Lei (PL) 
2.724/2015, aprovado no mês passado na Câmara, que permite ao capital 
estrangeiro controlar empresas aéreas com sede no País e reformula 
regulamentos do setor de turismo. A proposta aguarda votação na Comissão
 de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, onde tramita como
 <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/136000">PL 1.829/2019</a>, sob a relatoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Voos regionais</strong><br></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Defensor
 da MP, o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) 
reiterou em Plenário o compromisso assumido pelo presidente da 
República, Jair Bolsonaro, de editar decreto como forma de impor o 
cumprimento do percentual de 5% em voos regionais pelas companhias 
aéreas, previsto inicialmente no relatório apresentado por Roberto 
Rocha, não acatado pela Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até a edição da MP 863/2018, o Código Brasileiro de Aeronáutica (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7565.htm">Lei 7.565, de 1986</a>),
 alterado pela medida, permitia a participação de capital estrangeiro 
até o limite de 20%. Com a MP, esse controle sem restrições será igual 
ao de países como Argentina, Colômbia, Bolívia e Índia. Austrália, Nova 
Zelândia e União Europeia admitem 100% de capital estrangeiro para 
empresas que atuem somente dentro de seu território.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Franquias</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A 
franquia de até 23 kg é a mesma existente à época em que a Agência 
Nacional de Aviação Civil (Anac) editou resolução permitindo a cobrança 
de bagagens. Essa franquia é prevista para as linhas domésticas e em 
aeronaves a partir de 31 assentos. Em aeronaves de 21 a 30 assentos, o 
passageiro poderá despachar sem custo adicional 18 kg; e em aeronaves de
 até 20 assentos, 10 kg. Em voos com conexão, deverá prevalecer a 
franquia de bagagem referente à aeronave de menor capacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas 
linhas internacionais, a franquia de bagagem funcionará pelo sistema de 
peça ou peso, de acordo com regulamentação específica. Nas linhas 
domésticas em conexão com linhas internacionais, quando conjugados os 
bilhetes de passagem, prevalecerá o sistema e o correspondente limite de
 franquia de bagagem estabelecido para as viagens internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
texto aprovado no Congresso proíbe o uso da franquia de bagagem para 
transporte de animais vivos, e a soma total do peso das bagagens de 
passageiros não pode ultrapassar os limites contidos no manual de voo da
 aeronave.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Preços</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Fernando
 Bezerra disse que a MP facilita o investimento no transporte aéreo, que
 se encontra em crise decorrente da situação falimentar da Avianca 
Brasil. Com isso, afirmou, o país se tornou oligopólio de três empresas 
que abusam do poder econômico para estabelecer o preço que bem entendem 
das passagens aéreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o 
senador Humberto Costa (PT-PE) disse que as mudanças contidas na MP são 
adequadas, e elogiou a decisão de Roberto Rocha de proibir, em seu 
relatório, a cobrança de bagagens com peso superior a 23 quilos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por 
sua vez, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) disse que a MP “é infelizmente
 necessária” em razão da atuação de “apenas duas ou três empresas” no 
mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
senador Jayme Campos (DEM-MT) destacou a importância dos voos regionais,
 e disse que as empresas aéreas “só querem o filé e não comer carne de 
segunda”. Ele afirmou que os cidadãos brasileiros são “extorquidos” 
pelos preços impostos pelas companhias aéreas, que ainda contam com 
benefícios do governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
senador Nelsinho Trad (PSD-MS) apontou avanços com a aprovação da MP, e 
disse que as companhias aéreas precisam olhar para os estados que não 
são considerados “os filés da aviação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 
aprovação da matéria foi também saudada pelos senadores Rodrigo Cunha 
(PSDB-AL), Reguffe (sem partido-DF) e Carlos Viana (PSD-MG).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Controle </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esta 
não foi a primeira vez, em período recente, que a Câmara dos Deputados 
analisa a questão. Em março de 2016, a ex-presidente Dilma Rousseff 
assinou medida provisória que, entre outros pontos, elevava o capital 
estrangeiro nas empresas aéreas para 49% (<a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/124992">MP 714/2016</a>). Durante discussão na Casa, o percentual subiu para 100%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante
 de risco de derrota no Senado, onde a ampliação não foi bem recebida, o
 então presidente Michel Temer fez um acordo com os partidos da base do 
governo para aprovar a MP, com o compromisso de vetar a parte sobre a 
elevação do capital estrangeiro, que seria reenviada por meio de projeto
 de lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A  solução foi uma alternativa para salvar o texto, que continha outros  pontos importantes para o governo, como o perdão de dívidas da Infraero  com a União. Em seguida, em vez de tratar do tema apenas por meio do PL  2.724/15, o Executivo decidiu editar a MPV 863/2018, em 13 de dezembro  do ano passado, após acertos do período de transição de governos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Senado Federal (abre numa nova aba)" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/22/aprovada-mp-que-abre-setor-aereo-ao-capital-estrangeiro-e-restabelece-franquia-de-bagagem?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=MidiasSociaisSenado&amp;fbclid=IwAR0rqfnXKTeQZgyMOFcHs0FOfyaB7f9AGRC0RlBY_BbYitsX3ZyBbh968ig" target="_blank"><strong>Senado Federal</strong></a></p>
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		<title>Consumidor que pagar à vista terá desconto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2017 10:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alterada pelo Congresso, a MP aprovada no Plenário do Senado precisará passar por sanção presidencial O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (31) a permissão para que comerciantes façam um preço diferente para pagamentos em dinheiro ou cartão de crédito ou débito. A matéria vai à sanção presidencial. O projeto, oriundo da Medida Provisória (MP) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h5 style="text-align: center;">Alterada pelo Congresso, a MP aprovada no Plenário do Senado precisará passar por sanção presidencial</h5>
<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (31) a permissão para que comerciantes façam um preço diferente para pagamentos em dinheiro ou cartão de crédito ou débito. A matéria vai à sanção presidencial.</p>
<p>O projeto, oriundo da <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/127887">Medida Provisória (MP) 764/2016</a>, também obriga o fornecedor a informar, em local visível ao consumidor, os descontos oferecidos em função do meio e do prazo de pagamento. Se ele não cumprir a determinação, ficará sujeito a multas previstas no <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8078.htm">Código de Defesa do Consumidor</a>.</p>
<p>Apesar de proibida em lei, a prática já era adotada por muitos comerciantes, que ofereciam descontos para quem pagasse com dinheiro. Com a diferenciação na cobrança, eles buscavam evitar as taxas cobradas pelos cartões e a demora para receber o dinheiro.</p>
<p>Editada em dezembro, a MP 764 permite que prestadores de serviços e comerciantes cobrem de seus clientes valores distintos para um mesmo produto, de acordo com o meio de pagamento e com o prazo.</p>
<p>A proposta não obriga a diferenciação de preços, somente oferece essa possibilidade ao comércio. No entendimento do relator da medida provisória, deputado Marco Tebaldi (PSDB-SC), o estímulo ao pagamento à vista e em dinheiro, no entendimento do relator, pode criar uma situação de concorrência que leve as administradoras de cartão a baixar as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais.</p>
<p>Segundo o Executivo, a diferenciação de preços beneficia empresas e consumidores e estimula queda no valor médio dos produtos. A medida também evitaria a prática do chamado subsídio cruzado — quando os consumidores que não utilizam cartão pagam o mesmo preço que os consumidores que utilizam esse sistema de pagamento, sobre o qual incidem taxas.</p>
<p>A MP faz parte de um pacote de medidas microeconômicas do governo federal para aumentar a produtividade do país. Como ela foi alterada pelo Congresso, a MP precisará agora passar pela sanção presidencial.</p>
<p><i>Com informações da Agência Câmara</i></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2017/05/31/senado-aprova-permissao-para-que-comercio-de-desconto-pela-forma-de-pagamento" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Senado Notícias</a></p>
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			</item>
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		<title>Empresas restituirão cliente por aumentos indevidos em plano de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 May 2017 16:33:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado plano de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ans]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[restituição]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reajustes deverão ser substituídos pelo índice da ANS. A 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que duas empresas restituam indevidos reajustes por sinistralidade em contrato de plano de saúde, bem como excluam correção por faixa etária aos 59 anos de idade que representou 89,07% de aumento. Os reajustes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h5>Reajustes deverão ser substituídos pelo índice da ANS.</h5>
<p>A 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que duas empresas restituam indevidos reajustes por sinistralidade em contrato de plano de saúde, bem como excluam correção por faixa etária aos 59 anos de idade que representou 89,07% de aumento. Os reajustes efetuados no contrato do autor entre 2012 e 2015 deverão ser substituídos pelo índice da Agência Nacional de Saúde (ANS).</p>
<p>“Lançar um elevado percentual de forma aleatória, em muito superior à inflação, sem comprovação ao menos no curso do processo de sua razoabilidade, afigura-se em comportamento abusivo que ofende a legislação de consumo”, afirmou em seu voto o relator do recurso, desembargador James Siano.</p>
<p>De acordo com o magistrado, é admissível a majoração do custo do seguro saúde por sinistralidade, desde que bem embasado e comunicado de forma clara e inteligível ao consumidor – o que não ocorreu no caso em análise.</p>
<p>Ainda segundo o desembargador James Siano, a cobrança desses juros foi efetuada de maneira abusiva, já que “não restou demonstrada pela ré a efetiva necessidade de se proceder ao aumento em percentil tão elevado (89,07%)”.</p>
<p>O julgamento, que teve votação unânime, contou com participação dos desembargadores Moreira Viegas e Fabio Podestá.</p>
<p>Apelação nº 1065444-32.2015.8.26.0100</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjsp-empresas-restituirao-cliente-por-aumentos-indevidos-em-plano-de-saude/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">AASP</a></p>
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