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	<title>Arquivos Férias - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Férias - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Projeto de lei permite cassinos em resorts</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-de-lei-permite-cassinos-em-resorts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2020 19:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[hotéis]]></category>
		<category><![CDATA[hotel]]></category>
		<category><![CDATA[resort]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Irajá (PSD-TO) apresentou um projeto de lei, o PL 4.495/2020, que permite a implantação de resorts com cassinos — os chamados resorts integrados. Ele afirma que essa medida pode ajudar a expandir o turismo no país. O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, também defende esse tipo de empreeendimento. Na justificativa da proposta, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O senador Irajá (PSD-TO) apresentou um projeto de lei, o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144605">PL 4.495/2020</a>, que permite a implantação de resorts com cassinos — os chamados resorts integrados. Ele afirma que essa medida pode ajudar a expandir o turismo no país. O ministro do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/consumidor-podera-remarcar-viagem-contratada-sem-onus/">Turismo</a>, Marcelo Álvaro Antônio, também defende esse tipo de empreeendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na justificativa da proposta, Irajá afirma que &#8220;a legalização dos jogos de cassino dentro dos resorts integrados, seguida de um processo de concessão para exploração, atrairá grandes investidores para o mercado de turismo brasileiro, dinamizando a atividade econômica em todas as regiões do Brasil&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto prevê que o espaço físico ocupado pelo cassino deverá corresponder a, no máximo, 10% da área total do resort integrado. E também estabelece que &#8220;compete à União, exclusivamente, conceder, regulamentar e fiscalizar os serviços, a implantação e o funcionamento das atividades de resorts integrados com cassinos&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o projeto de Irajá, os resorts integrados são definidos como &#8220;complexos de turismo com operação de cassinos que conjugam instalações hoteleiras, centro de&nbsp; convenções, espaços para feiras, exposições, eventos corporativos, congressos e seminários, reuniões de incentivo, centros ecumênicos, além de diferentes opções de entretenimento e conveniência oferecidas ao visitante, tais como restaurantes, bares, spas, shopping&nbsp; center, galerias de arte, museus, teatros, campos de golfe, parques temáticos, aquáticos e outras opções&#8221;.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Falta de investimento<br></strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na justificativa do projeto, o senador afirma que a indústria de turismo nacional “vem sofrendo com a desaceleração econômica em razão da pandemia de covid-19 e com inúmeros problemas do setor, como a baixa visitação do turista internacional, a falta de investimentos públicos e privados, as preocupações com a segurança pública, a ausência de recursos para campanhas de marketing e promoção, entre outros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Irajá argumenta que a implantação de resorts integrados no Brasil surge como &#8220;uma oportunidade para mudar de patamar a visitação internacional ao país&#8221;. Ele também diz que um dos objetivos principais de sua proposta é aumentar a participação do país no mercado de feiras e eventos internacional.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Através da construção de uma nova infraestrutura turística, com a criação de novos atrativos para reforçar os destinos nacionais, pretende-se atrair congressos e convenções internacionais para o mercado brasileiro. A partir daí, poderemos verificar um choque na demanda de novos turistas que impactará no transbordamento do turismo, tanto de negócios como de lazer, por todas as regiões do país”, afirma.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Na justificativa do projeto, o senador destaca que sua proposta teve como base o modelo de legalização de cassinos discutido pela comissão especial da Câmara dos Deputados que analisou o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=15460">PL 442/1991</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não há data prevista para a apreciação dessa matéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/09/15/projeto-de-lei-permite-cassinos-em-resorts" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Vendedor com mais de 50 anos receberá em dobro férias parceladas</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/vendedor-com-mais-de-50-anos-recebera-em-dobro-ferias-parceladas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2020 03:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesa com objetos de escritório e mãos segurando um calendário e uma caneta. 25/08/20 &#8211;&#160;A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Hewlett-Packard Brasil Ltda. a pagar em dobro as férias usufruídas irregularmente por um consultor de vendas com mais de 50 anos entre 2012 e 2016. Na época, a&#160;CLT&#160;estabelecia que as férias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.tst.jus.br/documents/25367803/26651469/Calend%C3%A1rio.jpg/f8eda99c-999b-d6fb-3713-1578735f9abd?t=1598553280687" alt="Mesa com objetos de escritório e mãos segurando um calendário e uma caneta."/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mesa com objetos de escritório e mãos segurando um calendário e uma caneta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">25/08/20 &#8211;&nbsp;A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a Hewlett-Packard Brasil Ltda. a pagar em dobro as férias usufruídas irregularmente por um consultor de vendas com mais de 50 anos entre 2012 e 2016. Na época, a&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>&nbsp;estabelecia que as férias deveriam ser concedidas de uma só vez aos empregados acima dessa idade. Mas, durante os quatro anos, ele as usufruiu de forma fracionada.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Sem previsão</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido de pagamento em dobro das férias fracionadas foi indeferido pelo juízo de primeiro grau, e o Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) manteve a sentença. Segundo o TRT, não havia previsão em lei de pagamento em dobro nessa situação, e o empregado havia admitido que alguns fracionamentos foram por opção própria. Assim, não caberia a interpretação extensiva ao artigo 137 da CLT, que prevê a sanção no caso de concessão após o prazo.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Jurisprudência do período</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do recurso de revista do empregado, ministro Caputo Bastos, explicou que o parágrafo 2º do artigo 134 da CLT, na época do contrato, dispunha que as férias do empregado maior de 50 anos seriam sempre concedidas de uma só vez e que o artigo 137 determina o pagamento em dobro das férias concedidas fora do prazo do artigo 134. Ele citou diversos precedentes em que o TST aplicou a penalidade em casos semelhantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parágrafo 2º do artigo 134 da CLT foi revogado com a entrada em vigor da&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2017/Lei/L13467.htm">Lei 13.467/2017</a>, que instituiu a Reforma Trabalhista. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">(LT/RR)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Processo:&nbsp;<a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do?consulta=Consultar&amp;conscsjt=&amp;numeroTst=1000019&amp;digitoTst=84&amp;anoTst=2017&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=02&amp;varaTst=0010&amp;submit=Consultar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RR-1000019-84.2017.5.02.0010 &nbsp;</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O TST possui oito Turmas, cada uma composta de três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta matéria tem cunho meramente informativo.<br>Permitida a reprodução mediante citação da fonte.<br>Secretaria de Comunicação Social<br><a href="http://www.tst.jus.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tribunal Superior do Trabalho</a><br>Tel. (61) 3043-4907&nbsp;<br><a href="mailto:secom@tst.jus.br">secom@tst.jus.br</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Monitora de creche receberá em dobro por férias pagas apenas após retorno</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/monitora-de-creche-recebera-em-dobro-por-ferias-pagas-apenas-apos-retorno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2020 13:17:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou o pagamento em dobro das férias de uma monitora de creche do Município de Álvares Machado (SP) que somente recebeu os valores devidos após o fim do descanso. Por unanimidade, a Turma entendeu que o prazo prescricional em relação a férias se inicia a partir do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.trt6.jus.br/portal/sites/default/files/images/card_julgados_tst_azul_220_10_1.png" alt="Fachada do prédio do TST e texto &quot;Julgados do TST&quot;"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou o pagamento em dobro das férias de uma monitora de creche do Município de Álvares Machado (SP) que somente recebeu os valores devidos após o fim do descanso. Por unanimidade, a Turma entendeu que o prazo prescricional em relação a férias se inicia a partir do término do período concessivo e afastou a prescrição da pretensão da monitora de pleitear o direito, que havia sido declarada pelas instâncias inferiores.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Prescrição</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP), o pedido de remuneração em dobro das férias do período aquisitivo 2011/2012 estava prescrito, porque as férias haviam sido usufruídas em dois períodos (de 2 a 16/1 e de 2 a 16/7/2012), e a ação fora proposta em agosto de 2017, mais de cinco anos depois.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Marco</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O relator, ministro Alberto Bresciani, explicou que, de acordo com o artigo 149 da&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT&nbsp;(link externo)</a>, a contagem do prazo prescricional em pedidos relativos a férias se dá a partir do término do período concessivo – que, no caso, ocorreu em 12/1/2013. O ministro concluiu que foi observado o prazo de cinco anos previsto no artigo 7º, inciso XXIX, da&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Constituição da República&nbsp;(link externo)</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">(LT/CF)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Processo:&nbsp;<a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/consultaTstNumUnica.do;jsessionid=C4A6E18601385C1B9A2FB661026AF4C5.vm153?conscsjt=&amp;numeroTst=11746&amp;digitoTst=70&amp;anoTst=2017&amp;orgaoTst=5&amp;tribunalTst=15&amp;varaTst=0115&amp;consulta=Consultar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">RR-11746-70.2017.5.15.0115&nbsp;(link externo)</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8212;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>O TST possui oito Turmas, cada uma composta de três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Esta matéria tem cunho meramente informativo.<br>Permitida a reprodução mediante citação da fonte.<br>Secretaria de Comunicação Social<br><a rel="noreferrer noopener" href="http://www.tst.jus.br/" target="_blank">Tribunal Superior do Trabalho (link externo)</a><br>Tel. (61) 3043-4907 <br><a rel="noreferrer noopener" href="mailto:secom@tst.jus.br" target="_blank">secom@tst.jus.br</a></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: TST</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Atrasar aviso de férias não dá direito a pagamento em dobro, diz TST</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/atrasar-aviso-de-ferias-nao-da-direito-a-pagamento-em-dobro-diz-tst/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2019 19:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Atraso]]></category>
		<category><![CDATA[Aviso]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamento em Dobro]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamação Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O entendimento é da 4ª Turma. Atrasar o aviso de férias não dá o direito de o trabalhador receber o período em dobro. Com esse entendimento, a 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu da condenação imposta a uma empresa o pagamento em dobro a uma servente de limpeza que não recebeu o aviso [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O entendimento é da 4ª Turma.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Atrasar o aviso de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/pagamento-do-adicional-de-1-3-sobre-ferias-vendidas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="férias (abre numa nova aba)">férias</a> não dá o  direito de o trabalhador receber o período em dobro. Com esse  entendimento, a 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu da  condenação imposta a uma empresa o pagamento em dobro a uma servente de  limpeza que não recebeu o aviso de férias com a antecedência prevista na  lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o colegiado, o <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--134" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 134</a> da <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>,
 que trata do pagamento em dobro, não abrange a hipótese de 
inobservância do prazo de 30 dias para comunicação prévia das férias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Admitida
 em 2007 para prestar serviços ao município de Curitiba, a servente 
afirmou que, em 2014, a empresa, ao perder a licitação e a fim de 
diminuir o prejuízo decorrente, concedeu férias a todos os empregados a 
partir de 15 de outubro. No entanto, segundo ela, o aviso só foi 
entregue no dia 13, com data retroativa a 15 de setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O  Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) manteve a sentença em  que fora deferido o pagamento em dobro, ao aplicar analogicamente o <a rel="noreferrer noopener" href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--137" target="_blank">artigo 137</a> da <a rel="noreferrer noopener" href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank">CLT</a>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Pagamento indevido</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">No
 recurso de revista, a empresa sustentou o não cabimento da condenação 
apenas por ausência de comunicado prévio se o empregado tiver usufruído 
das férias e recebido o valor corretamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator, ministro Alexandre Luiz Ramos, explicou que o <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--137" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 137</a> da CLT prevê o pagamento de férias em dobro nos casos de descumprimento do prazo previsto no <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--134" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 134</a>,
 ou seja, quando as férias não são concedidas dentro de 12 meses após o 
período aquisitivo. O prazo de 30 dias de antecedência para a 
comunicação das férias, por sua vez, está disposto no <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--135" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 135</a> da CLT.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Nesse  contexto, ao deferir o pagamento em dobro das férias pela inobservância  do prazo de 30 dias para a comunicação prévia das férias, o Tribunal  Regional contrariou a jurisprudência do TST”, concluiu, ao citar  precedentes de diversas turmas no mesmo sentido.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo: 1906-60.2014.5.09.0001</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/atrasar-aviso-de-ferias-nao-da-direito-a-pagamento-em-dobro-diz-tst" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Férias fracionadas antes da reforma devem ser pagas em dobro</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/ferias-fracionadas-antes-da-reforma-devem-ser-pagas-em-dobro/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/ferias-fracionadas-antes-da-reforma-devem-ser-pagas-em-dobro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2019 12:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Férias Fracionadas]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O entendimento foi da 4ª Turma que condenou uma fabricante de pneus a pagar em dobro as férias de um industriário que teve o descanso dividido ilegalmente em três períodos (de 18, 10 e dois dias). Férias fracionadas antes da reforma trabalhista geram o direito de o trabalhar receber em dobro. Esse foi o entendimento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/ferias-fracionadas-antes-da-reforma-devem-ser-pagas-em-dobro/">Férias fracionadas antes da reforma devem ser pagas em dobro</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O entendimento foi da 4ª Turma que condenou uma fabricante de pneus a pagar em dobro as férias de um industriário que teve o descanso dividido ilegalmente em três períodos (de 18, 10 e dois dias).</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Férias fracionadas antes da reforma trabalhista geram o direito de o trabalhar receber em dobro. Esse foi o entendimento da 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que condenou uma fabricante de pneus a pagar em dobro as férias de um industriário de Gravataí (RS) que teve o descanso dividido ilegalmente em três períodos (de 18, 10 e dois dias).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado do julgamento atende a pedido do industriário relativo às férias de 2008 e 2009. Na época, a redação do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--134" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 134</a>, parágrafo 1º, da&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>&nbsp;admitia somente em casos excepcionais a concessão das férias em até duas etapas, sendo uma não inferior a dez dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), mesmo reconhecendo que houve o parcelamento irregular, concluiu ser devida a remuneração em dobro apenas dos dois dias do terceiro período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na análise do recurso de revista do industriário, o relator, ministro Alexandre Luiz Ramos, entendeu que a decisão do TRT violou o&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--134" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 134</a>, parágrafo 1º, da&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>, com a redação vigente na época dos fatos. O ministro lembrou que, de acordo com a jurisprudência do TST, o parcelamento irregular das férias enseja pagamento de todo o período em dobro. O motivo é que a irregularidade contraria o objetivo da lei de proporcionar descanso ao empregado para permitir a reposição de sua energia física e mental após longo período de serviço.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Reforma trabalhista</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/reforma-trabalhista-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 13.467/2017</a>&nbsp;(reforma trabalhista), o&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--134" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 134</a>, parágrafo 1º, da&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>&nbsp;passou a ter nova redação. Conforme o dispositivo, desde que haja concordância do empregado, as férias poderão ser usufruídas em até três períodos. Um deles não será inferior a 14 dias corridos, e os demais, não inferiores a cinco dias corridos cada um.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo: 1630-58.2011.5.04.0232</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/ferias-fracionadas-antes-da-reforma-devem-ser-pagas-em-dobro" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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		<title>Cinema: direito à meia entrada e outras conquistas do consumidor</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jan 2018 21:42:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Procon orienta salas de exibição e cidadãos sobre preço de ingressos, alimentos comercializados e até qualidade dos filmes Cinema é diversão. Quem não gosta de assistir a um bom filme? Salas de exibição têm um compromisso com o consumidor e devem cumprir a legislação. Confira as dicas do Procon-SP para curtir esse que é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>O Procon orienta salas de exibição e cidadãos sobre preço de ingressos, alimentos comercializados e até qualidade dos filmes</em></p>
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<section class="single-article post-5047250 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-fundacao-procon-sp category-justica category-secretaria-da-justica-e-da-defesa-da-cidadania category-spnoticias category-ultimas-noticias">
<article class="article-main">Cinema é diversão. Quem não gosta de assistir a um bom filme? Salas de exibição têm um compromisso com o consumidor e devem cumprir a legislação. Confira as dicas do Procon-SP para curtir esse que é um dos passatempos preferidos da população.– São obrigatórias informações sobre horários de exibição do filme, faixa etária, preço do ingresso e lotação ideal da sala de projeção. Qualquer alteração na programação deve ser comunicada com antecedência;</p>
<p>– Também são direitos do consumidor a boa qualidade do som e da imagem, imprescindíveis para uma sessão agradável e sem transtornos;</p>
<p>– Se o estabelecimento vender produtos alimentícios no saguão, não poderá proibir a entrada de pessoas portando alimentos similares adquiridos em outros locais. Por outro lado, se o cinema não comercializar nenhum tipo de alimento dentro de suas dependências, poderá proibir a entrada de comida e bebida, informando previamente o consumidor;</p>
<p>– O local também pode restringir bebida alcoólica e embalagens como latas e garrafas;</p>
<h3><strong>Meia-entrada</strong></h3>
<p>– O benefício deve ser concedido a estudantes matriculados em escola pública ou privada, de nível fundamental, médio ou superior;</p>
<p>– Jovens com idade entre 15 e 29 anos de família com renda mensal de até dois salários mínimos, inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal – CadÚnico (denominados jovens de baixa renda);</p>
<p>– Pessoas com deficiência e acompanhante;</p>
<p>– Idosos (com 60 anos de idade ou mais);</p>
<p>– No Estado de São Paulo, também está previsto esse benefício para diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes estadual e municipais ensino.</p>
<p>Fonte: São Paulo</p>
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