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	<title>Arquivos formatura - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos formatura - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Instituição de ensino é condenada a indenizar por demora em fornecer diploma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2018 14:18:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-aluna será indenizada em R$ 5 mil. A juíza Tonia Yuka Kôroku, da 13ª Vara Cível de São Paulo, condenou instituição de ensino a pagar indenização de R$ 5 mil, a título de danos morais, a ex-aluna por atraso na entrega de diploma de graduação. A decisão determinou, ainda, que a ré emita o documento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Ex-aluna será indenizada em R$ 5 mil.</strong></p>
<p>A juíza Tonia Yuka Kôroku, da 13ª Vara Cível de São Paulo, condenou instituição de ensino a pagar indenização de R$ 5 mil, a título de danos morais, a ex-aluna por atraso na entrega de diploma de graduação. A decisão determinou, ainda, que a ré emita o documento no prazo de dez dias, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, até o limite de R$ 50 mil.</p>
<p>Consta dos autos que a ex-aluna concluiu o curso de pedagogia em dezembro de 2016 e, após colação de grau, solicitou a expedição do diploma, cujo prazo de entrega foi fixado em 730 dias úteis pela ré. A autora alegou que havia urgência no recebimento do documento para comprovação de qualificação em seu trabalho, mas, apesar de reiterados pedidos junto à secretaria da instituição, não houve atendimento ao seu pedido, razão pela qual ajuizou ação.</p>
<p>Para a magistrada, as alegações da faculdade não são suficientes para eximi-la da responsabilidade da demora em entregar o documento. “Apesar de não haver prazos legais para a emissão do documento, as instituições de ensino não podem retardar injustificadamente sua entrega, especialmente em razão de ele ser, muitas vezes, indispensável para a conclusão e certificação de outros cursos de especialização ou, como no caso dos autos, para comprovar a qualificação da demandante para manutenção de seu emprego”, escreveu.</p>
<p>Cabe recurso da sentença.</p>
<p><b>Processo nº 1003190-18.2018.8.26.0100</b></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/instituicao-de-ensino-e-condenada-a-indenizar-por-demora-em-fornecer-diploma" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<title>Esquecido na formatura, aluno obtém reconhecimento de dano moral</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/esquecido-na-formatura-aluno-obtem-reconhecimento-de-dano-moral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Feb 2018 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
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		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de anos de estudo, o orgulho pela formatura não pode ser materializado na colação de grau. Isso porque o formando, mesmo presente à cerimônia, foi esquecido e não constou da lista dos chamados para receber o diploma. O fato aconteceu com um aluno da Anhanguera Educacional, durante evento ocorrido em setembro de 2016. Recentemente, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de anos de estudo, o orgulho pela formatura não pode ser materializado na colação de grau. Isso porque o formando, mesmo presente à cerimônia, foi esquecido e não constou da lista dos chamados para receber o diploma. O fato aconteceu com um aluno da Anhanguera Educacional, durante evento ocorrido em setembro de 2016.</p>
<p>Recentemente, no último dia 30/1, a 3ª Turma Recursal Cível do RS reconheceu o dano moral sofrido pelo formando e manteve decisão que condena a instituição de ensino ao pagamento de indenização. O valor é de R$ 9.370,00. O aluno pedia o triplo. No mesmo processo, o recurso da empresa organizadora do evento foi aceito, para eximi-la de culpa pelo ocorrido.</p>
<p><strong>Humilhação</strong></p>
<p>&#8220;Situações como esta são únicas na vida de uma pessoa e a coroação por anos de esforço e estudo&#8221;, comentou o relator do recurso, Juiz Cleber Augusto Tonial. &#8220;Ter retirado do aluno este momento é algo inaceitável e que causa humilhação e sofrimento&#8221;.</p>
<p>Destacou ele que o dano moral está claramente evidenciado pelo &#8220;próprio simbolismo do evento e a má prestação de serviços numa data tão importante&#8221;.</p>
<p>Quanto ao afastamento da responsabilidade da empresa de eventos, o julgador disse que depoimentos de pessoal da própria Anhaguera apontaram que a falha no cerimonial tivera origem na administração do setor acadêmico.</p>
<p>O voto do relator foi acompanhado pelos Juízes Luís Francisco Franco e Fabio Vieira Heerdt.</p>
<p>Processo nº 71007090681</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-48757-esquecido-na-formatura--aluno-obtem-reconhecimento-dano-moral" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
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		<title>Faculdade não pode anular colação de grau sem instaurar processo administrativo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2018 11:50:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao constatar que a aprovação de um aluno foi indevida, a faculdade não pode simplesmente anular sua colação de grau e o informar disso por aplicativo de conversa. Com esse entendimento, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região anulou decisão de uma escola de Direito e determinou que ela instaure processo administrativo para analisar o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao constatar que a aprovação de um aluno foi indevida, a faculdade não pode simplesmente anular sua colação de grau e o informar disso por aplicativo de conversa. Com esse entendimento, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região anulou decisão de uma escola de Direito e determinou que ela instaure processo administrativo para analisar o caso.</p>
<p>A faculdade afirma que houve erro na hora de publicar as notas dele: apesar de ter sido reprovado na apresentação oral do trabalho de conclusão de curso, seu histórico escolar registrou que houve aprovação. Ao perceber o engano, a instituição alterou o histórico escolar e avisou o aluno por WhatsApp que a colação havia sido cancelada.</p>
<p>O aluno recorreu à Justiça, alegando que a decisão não poderia ter sido tomada de forma unilateral. Ele afirmou que a lei determina que a faculdade instaure um processo administrativo, para permitir ampla defesa.</p>
<p>O TRF-3 acolheu os pedidos do aluno. “A recorrida procedeu, de ofício, à correção do resultado final da disciplina explicitada no histórico escolar do recorrente e lhe comunicou por meio de simples mensagem do aplicativo Whatsapp, o que evidencia afronta aos princípios do devido processo legal, do contraditório, da ampla defesa (artigo 5º, incisos LIV e LV da CF/88), da razoabilidade e da proporcionalidade”, afirmou o relator, desembargador André Nabarrete.</p>
<p>Segundo ele, todos esses princípios deveriam ser observados por meio de processo administrativo, “em atenção à eficácia horizontal dos direitos fundamentais que também se aplicam às relações privadas”.</p>
<p><strong>Clique <a href="https://www.conjur.com.br/dl/faculdade-nao-anular-colacao-grau.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> para ler a decisão.<br />
5000754-02.2018.4.03.0000</strong></p>
<h4>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-48699-faculdade-nao-anular-colacao-grau-sem-instaurar-processo-administrativo" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></h4>
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		<title>Faculdade é condenada por oferecer curso não reconhecido pelo Ministério da Educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 May 2017 22:39:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 5ª Câmara Civil do TJ confirmou condenação de instituição de ensino do sul do Estado ao pagamento de indenização em benefício de estudante, por descumprir contrato de prestação de serviços ao oferecer curso de nível superior sem o devido registro legal no Ministério da Educação. Tal fato só veio a público passado o primeiro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 5ª Câmara Civil do TJ confirmou condenação de instituição de ensino do sul do Estado ao pagamento de indenização em benefício de estudante, por descumprir contrato de prestação de serviços ao oferecer curso de nível superior sem o devido registro legal no Ministério da Educação. Tal fato só veio a público passado o primeiro semestre do curso de Farmácia, de modo que a aluna teve de romper o contrato e providenciar sua transferência para outra universidade, onde precisou frequentar novamente as matérias que já havia cursado na primeira instituição.</p>
<p>Em sua defesa, a faculdade disse que também foi surpreendida com a não homologação do curso pelo MEC, asseverou que devolveu as mensalidades quitadas pela acadêmica no primeiro semestre e sustentou que o fato não caracteriza dano moral mas sim mero aborrecimento. A câmara, contudo, manteve o entendimento de que a conduta da instituição de ensino foi ilegal, uma vez que ofereceu e ministrou curso antes mesmo de obter autorização para isso.</p>
<p>O pedido de registro foi indeferido não apenas pelo Ministério da Educação mas também pela Justiça Federal, ao julgar improcedente recurso da faculdade em busca da autorização. A desembargadora Cláudia Lambert de Faria foi a relatora da apelação. Ela confirmou o valor da indenização, arbitrada em R$ 8 mil. &#8220;Sem dúvida, é censurável a conduta da ré/apelante ao oferecer e ministrar curso de graduação não reconhecido pelo Ministério da Educação&#8221;, afirmou. A decisão foi unânime (Apelação Cível n. 0006909-52.2013.8.24.0004).</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-47265-faculdade-e-condenada-por-oferecer-curso-nao-reconhecido-pelo-ministerio-educacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer">SOS Consumidor</a></p>
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