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	<title>Arquivos Garantia - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Garantia - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Justiça garante medicamento para preservar fertilidade de paciente durante quimioterapia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 18:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Fertilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Garantia]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cabe recurso da decisão. A Vara Cível do Paranoá determinou, em decisão liminar, que a Unimed Seguradora S/A forneça medicamento para preservar a fertilidade de paciente durante tratamento quimioterápico.&#160; A mulher informa que possui 35 anos de idade e que foi diagnosticada com neoplasia de mama de alto risco, com indicação de quimioterapia, seguida de [&#8230;]</p>
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<h4 class="wp-block-heading">Cabe recurso da decisão.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Vara Cível do Paranoá determinou, em decisão liminar, que a Unimed Seguradora S/A forneça medicamento para preservar a fertilidade de paciente durante tratamento quimioterápico.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mulher informa que possui 35 anos de idade e que foi diagnosticada com neoplasia de mama de alto risco, com indicação de quimioterapia, seguida de hormonoterapia adjuvante associada a supressão ovariana por cinco anos. A autora alega que tem o desejo de gestar e, por recomendação médica, deve fazer uso de medicação para preservar a sua fertilidade durante a quimioterapia. Por fim, ela conta que o plano de saúde se negou a fornecer o medicamento, sob a alegação de que ele não consta no rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=15345&amp;action=edit"><strong>Plano de Saúde é condenado a cobrir tratamento à base de canabidiol</strong></a></li>



<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=15339&amp;action=edit"><strong>Plano terá de custear eletroconvulsoterapia para paciente psiquiátrico, garante TJSC</strong></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, o magistrado destaca a urgência do caso, uma vez que, de acordo com a médica da autora, existe o risco de “falência ovariana precoce associada ao tratamento quimioterápico”, e, por isso, ela recomendou o uso de medicamento durante o tratamento quimioterápico e por mais cinco anos, após o término. O Juiz pontua também que a profissional relatou que o tratamento deve ser iniciado o quanto antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Finalmente, o julgador explica que a urgência do caso, impede o aprofundamento na demanda, mas que “as possibilidades de cognição do processo ainda não se esgotaram, o que apenas ocorrerá no provimento definitivo”. Assim, para o magistrado “o quesito está presente, de modo a garantir a plena realização da prestação e aplicação do medicamento, se necessário, sendo indevida as limitações impostas pelo plano de saúde”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acesse o PJe1 e confira o processo: 0705444-74.2023.8.07.0008</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/justica-garante-medicamento-para-preservar-fertilidade-de-paciente-durante-quimioterapia">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags: quimioterapia, fertilidade</em>, <em>Planos de Saúde, operadora de plano saúde, Plano de Saúde, advogado plano de saúde rj, advogado rj, advogado rio de janeiro, advogado saúde rj</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Medicamentos de alto custo: ações judiciais garantem acesso e direito de pacientes</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/medicamentos-de-alto-custo-acoes-judiciais-garantem-acesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2023 00:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ações Judiciais]]></category>
		<category><![CDATA[Alto Custo]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Garantia]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Pacientes]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando precisam buscar tratamentos específicos, muitos não têm condições financeiras para arcar com o valor dos remédios. Medicamentos de alto custo: Imagine conviver com uma doença rara, daquelas que o diagnóstico pode levar anos e o tratamento custar milhões de reais. É com essa situação que 5% da população em todo o planeta precisa lidar, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Quando precisam buscar tratamentos específicos, muitos não têm condições financeiras para arcar com o valor dos remédios.</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medicamentos de alto custo:</strong> Imagine conviver com uma doença rara, daquelas que o diagnóstico pode levar anos e o tratamento custar milhões de reais. É com essa situação que 5% da população em todo o planeta precisa lidar, segundo dados da <strong>Organização Mundial de Saúde</strong>. Só no Brasil, 13 milhões de pessoas foram diagnosticadas com alguma doença considerada rara, a maioria delas, crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ter acesso aos medicamentos de alto custo e tratamentos, muitas famílias precisam entrar na Justiça. Normalmente, é feito um pedido liminar para que o remédio ou recurso terapêutico seja concedido. “Quem precisa recorrer à Justiça nessas situações não pode esperar anos até o julgamento de uma ação. Por isso, precisamos de um relatório médico bem fundamentado explicando o por quê é imprescindível e urgente que o medicamento seja concedido”, explica. Além disso, é preciso provar que outros métodos não são eficientes para tratar a doença e que o paciente não tem condições de arcar com esses custos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“É comum que seja solicitada uma perícia judicial para avaliar a necessidade do medicamento. Esse procedimento é feito por um médico definido pelo Judiciário e é de extrema importância, pois o juiz se baseia nele para dar a sentença”, esclarece a advogada. Luciana conta que já teve um circunstância em que o cliente possuía uma doença que causava graves lesões na pele, conhecida como dermatite atópica. Como o caso dele era severo, o tratamento precisava ser feito com um remédio chamado Dupilumabe e o custo seria de R＄ 10 mil por mês. “O SUS não disponibilizou a medicação, nós entramos com uma ação em face do Estado de São Paulo e conseguimos uma liminar. Ao final, a ação foi julgada procedente e o Estado fornece mensalmente o medicamento”, revela a especialista em Direito do Consumidor.<a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/medicamentos-de-alto-custo-acoes-judiciais-garantem-acesso-e-direito-de-pacientes#banner-apoiadores"></a><a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/medicamentos-de-alto-custo-acoes-judiciais-garantem-acesso-e-direito-de-pacientes#banner-apoiadores"></a></p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Remédio mais caro do mundo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Usado para tratar a Atrofia Muscular Espinhal (AME), o Zolgensma custa, atualmente, R＄ 6 milhões. A doença, considerada rara, é degenerativa e hereditária, e impede que crianças tenham movimentos considerados comuns, como mexer braços e pernas, engolir ou respirar sem a ajuda de aparelhos. Recentemente foi anunciada a incorporação do medicamento ao Sistema Único de Saúde (SUS), mas Luciana acredita que não faz sentido o Estado pagar um valor astronômico em um tratamento e que isso denota um abuso de poder econômico da empresa farmacêutica. “Por pertencer a uma linha tecnológica que está totalmente monopolizada &#8211; a dos medicamentos de terapia genética &#8211; ele tem esse preço injustificável”, elucida a advogada.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=15240&amp;action=edit"><strong>Guarda de animais domésticos em casos de separação</strong></a></li>



<li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=15236&amp;action=edit"><strong>Prisão por não pagamento de pensão: o que fazer em caso de descumprimento da ordem judicial</strong></a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A especialista acredita que o SUS forneça uma quantidade muito grande de medicamentos de alto custo e que, por isso, o Zolgensma não estaria quebrando uma barreira. Ela ainda aponta que uma saída para casos que necessitam do remédio mais caro do mundo, por exemplo, seria o Estado usar ferramentas como a quebra da patente ou a derrubada do preço mediante poder regulatório. “Mas para salvar a vida dessas crianças, o Estado teve que se submeter ao crime que é o preço do Zolgensma”, conclui Luciana de forma taxativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a Berardini Sociedade de Advogados &#8211; A Berardini nasceu de um grupo de advogados com carreiras consolidadas em escritórios de prestígio, que se uniram com o propósito de defender, de fato, o Direito do Consumidor. Inconformados com as injustiças realizadas pelos planos de saúde, sistema bancário, companhias aéreas, construtoras, entre outras, os sócios têm o objetivo de se tornarem referência nacional na sua área de atuação, posicionando-se ao lado de quem merece ser defendido. Para mais informações clique aqui e acesse o <a href="https://sociedadedeadvogados.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">site</a> da Berardini Sociedade de Advogados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/medicamentos-de-alto-custo-acoes-judiciais-garantem-acesso-e-direito-de-pacientes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: Plano de saúde, medicamentos, medicamentos de alto custo, ações judiciais, advogado plano de saúde rj, advogado rj, advogado rio de janeiro, advogado saúde rj</p>
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		<title>SP aprova projeto de lei que garante a paciente terminal o direito a recusar tratamento</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/sp-aprova-projeto-de-lei-que-garante-a-paciente-terminal-o-direito-a-recusar-tratamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 19:39:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Garantia]]></category>
		<category><![CDATA[PL 231/2018]]></category>
		<category><![CDATA[Recusa]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento Médico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o texto, paciente deve ter acesso a todas as informações e sua decisão deve ser respeitada pelos médicos e serviços de saúde. Projeto vai para sanção do governador. A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto de lei que garante ao paciente com uma doença terminal aceitar ou recusar tratamentos ou interrompê-los, mediante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Segundo o texto, paciente deve ter acesso a todas as informações e sua decisão deve ser respeitada pelos médicos e serviços de saúde. Projeto vai para sanção do governador.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou um projeto de lei que garante ao paciente com uma doença terminal aceitar ou recusar tratamentos ou interrompê-los, mediante informação adequada dos profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De autoria do deputado estadual Carlos Neder (PT), o PL foi aprovado na semana passada e agora segue para sanção do governador Márcio França (PSB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto de lei PL 231/2018 tem como objetivo regular e proteger o exercício do direito das pessoas quanto à informação e à tomada de decisão durante o processo de enfermidade terminal, de modo prévio ou durante o tratamento, os deveres e direitos dos profissionais de saúde e as garantias que os serviços de saúde públicos e privados estão obrigados a oferecer nesse processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale tanto para paciente em hospitais públicos como em particulares ou mesmo quem está sendo tratado em casa. O projeto de lei garante ao paciente grave &#8220;sua autonomia, intimidade, confidencialidade de seus dados de saúde sob todas as formas e liberdade na expressão de sua vontade, em acordo aos seus valores, crenças e desejos&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;O consentimento informado ou a negativa esclarecida do paciente, livremente revogável a qualquer tempo, deve ser feito de modo documentado, assinado por si ou por seu representante, devendo essa manifestação do paciente ser anotada em seu prontuário clínico para compor a sua história clínica&#8221;, diz o texto.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto prevê também para o caso de o paciente ser menor de idade. &#8220;As pessoas menores de idade, na forma da lei, em seu processo de enfermidade terminal, têm o direito de receber informações adaptada à sua idade, maturidade, desenvolvimento intelectual e psicológico, sobre o conjunto de tratamento médico e cuidados paliativos e as perspectivas positivas que estes lhes oferecem. As decisões dos representantes das pessoas menores de idade devem ser tomadas a favor de sua vida e saúde e quando pairar qualquer dúvida ao contrário, deverá ser dado conhecimento à autoridade competente.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua justificativa, o deputado diz: &#8220;O sofrimento e a morte são partes do processo natural de vida e os avanços tecnológicos da medicina precisam de adequado uso durante o processo de enfermidade terminal. O respeito à autonomia do paciente precisa ser respeitado e regulado em relação à atenção clínica, paliativa, à terapia da dor, para proteger as preferências do paciente e sua tomada de decisão&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parecer da comissão que aprovou o projeto indicou que considera &#8220;positiva a ideia nele disposta, pois garante o direito do enfermo de receber as informações disponíveis e decidir livremente sobre os tratamentos de doença em fase terminal, respeitando-se a vontade do indivíduo em momento atual e em momento futuro&#8221;.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Na Itália</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro do ano passado, o senado italiano aprovou uma lei que dá ao paciente, com doença grave, o direito de escolher que tipo de tratamento quer receber, antes que ele não consiga mais se manifestar ou tomar decisões. Com a lei aprovada, a vontade do paciente, com doença incurável, deve prevalecer sobre a decisão do médico ou da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre em uma nova aba)" href="https://www.shutterstock.com/pt/image-vector/healthcare-female-nurse-pushing-elderly-person-683056504?src=jtxBv5vN8-j5ziRaJMxLFA-1-96" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/sp-aprova-projeto-de-lei-que-garante-a-paciente-terminal-o-direito-a-recusar-tratamento/">SP aprova projeto de lei que garante a paciente terminal o direito a recusar tratamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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