<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Horas Extras - Costa Queiroz Advogados</title>
	<atom:link href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/horas-extras/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/horas-extras/</link>
	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 04 Sep 2020 12:25:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-ICON_CQ-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Horas Extras - Costa Queiroz Advogados</title>
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/horas-extras/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Gerente receberá horas extras por tempo de espera em aeroportos em viagens a serviço</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/gerente-recebera-horas-extras-por-tempo-de-espera-em-aeroportos-em-viagens-a-servico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2020 12:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Horas Extras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=6567</guid>

					<description><![CDATA[<p>Imagem de saguão de aeroporto, com painel de horários de voos em primeiro plano &#8211; Uma ex-gerente de operações do Itaú Unibanco S.A. em Belo Horizonte (MG) vai receber, como extras, as horas de espera em aeroportos para embarque e desembarque em viagens a serviço que extrapolaram sua jornada normal, inclusive o tempo necessário para o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/gerente-recebera-horas-extras-por-tempo-de-espera-em-aeroportos-em-viagens-a-servico/">Gerente receberá horas extras por tempo de espera em aeroportos em viagens a serviço</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.tst.jus.br/documents/25367803/26671012/Aeroporto3.png/fdf38384-f0fe-4cc5-e6c4-a9a26d9cce29?t=1599078316203" alt="Imagem de saguão de aeroporto, com painel de horários de voos em primeiro plano"/></figure>


<p><br /><br /><!--StartFragment--></p>


<p class="wp-block-paragraph">Imagem de saguão de aeroporto, com painel de horários de voos em primeiro plano</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Uma ex-gerente de operações do Itaú Unibanco S.A. em Belo Horizonte (MG) vai receber, como extras, as horas de espera em aeroportos para embarque e desembarque em viagens a serviço que extrapolaram sua jornada normal, inclusive o tempo necessário para o check-in. Para a maioria dos ministros da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho, esse período configura tempo à disposição do empregador. </p>



<h4 class="wp-block-heading">Cursos e treinamentos</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A gerente, demitida em dezembro de 2010, disse, na reclamação trabalhista, que havia obrigatoriedade de participação em cursos de treinamento no Rio de Janeiro e em São Paulo. Segundo ela, em razão dos voos, que saíam do Aeroporto de Confins, município da região metropolitana de Belo Horizonte distante cerca de 39 km da capital, sempre que viajava ultrapassava a jornada de trabalho, pelo deslocamento de casa para o aeroporto e do aeroporto para o hotel ou aguardando os voos. Nesses dias, não marcava corretamente o total de tempo à disposição do banco.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Eventos comuns</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido de horas extras foi julgado improcedente pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG). No TST, o recurso da gerente foi julgado inicialmente pela Segunda Turma, que entendeu que o banco deveria pagar somente o tempo de deslocamento efetivo nas viagens para participações em cursos e treinamentos, ou seja, as horas em trânsito aéreo. Segundo a Turma, não seria razoável computar o tempo de deslocamento entre a residência e o Aeroporto de Confins ou do aeroporto de destino e o hotel, uma vez que constituem eventos comuns que ocorrem com todo trabalhador que depende de transporte público ou privado.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tempo à disposição</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Prevaleceu, no julgamento dos embargos, o voto do ministro Alexandre Ramos. Ele assinalou que, em caso semelhante, a SDI-1, responsável pela uniformização da jurisprudência do TST, decidiu que o período de espera para embarque e desembarque também deve ser considerado tempo à disposição do empregador.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a decisão, deve ser considerado, na jornada de trabalho, o tempo de efetiva duração do voo, inclusive o necessário para apresentação de check-in, fixado em uma hora para deslocamentos nacionais, e o tempo de efetiva realização do curso. A extrapolação&nbsp;desses períodos na jornada normal, portanto, gera direito ao pagamento de horas extras. Por outro lado, não se considera na jornada o tempo de deslocamento da casa até o aeroporto, na cidade de origem, nem o de deslocamento entre o aeroporto e o alojamento, na cidade de destino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficaram vencidos, totalmente, a ministra Maria Cristina Peduzzi, presidente do TST, e os ministros Breno Medeiros e Aloysio Corrêa da Veiga&nbsp;e, parcialmente, os ministros Augusto César (relator), Hugo Scheuermann, Cláudio Brandão, Brito Pereira, Lelio Bentes Corrêa, Vieira de Mello Filho e Walmir Oliveira da Costa, que também davam provimento aos embargos para julgar procedente também o pedido de cômputo, como horas extraordinárias, do tempo de traslado entre aeroportos e hotéis, quando extrapoladas da jornada ordinária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">(RR, CF)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Processo:&nbsp;<a href="http://aplicacao4.tst.jus.br/consultaProcessual/decisaoForm.do?numInt=94756&amp;anoInt=2012&amp;codOrgaoJudic=53&amp;anoPauta=2020&amp;numPauta=1&amp;tipSessao=E" target="_blank" rel="noreferrer noopener">E-RR-770-74.2011.5.03.0106</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais, composta por quatorze ministros, é o órgão revisor das decisões das Turmas e unificador da jurisprudência do TST. O quórum mínimo é de oito ministros para o julgamento de agravos, agravos regimentais e recursos de embargos contra decisões divergentes das Turmas ou destas que divirjam de entendimento da Seção de Dissídios Individuais, de Orientação jurisprudencial ou de Súmula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta matéria tem cunho meramente informativo.<br>Permitida a reprodução mediante citação da fonte.<br>Secretaria de Comunicação Social<br><a rel="noreferrer noopener" href="http://www.tst.jus.br/" target="_blank">Tribunal Superior do Trabalho</a><br>Tel. (61) 3043-4907<br><a rel="noreferrer noopener" href="mailto:secom@tst.jus.br" target="_blank">secom@tst.jus.br</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: TST</p>


<p><!--EndFragment--><br>
<br>
</p><p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/gerente-recebera-horas-extras-por-tempo-de-espera-em-aeroportos-em-viagens-a-servico/">Gerente receberá horas extras por tempo de espera em aeroportos em viagens a serviço</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cartões de ponto sem assinatura de empregado são válidos em processo sobre horas extras</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/cartoes-de-ponto-sem-assinatura-de-empregado-sao-validos-em-processo-sobre-horas-extras/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/cartoes-de-ponto-sem-assinatura-de-empregado-sao-validos-em-processo-sobre-horas-extras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 13:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Cartões de Ponto]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Controle de Jornada]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Horas Extras]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3961</guid>

					<description><![CDATA[<p>A CLT não exige a assinatura. A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho validou os cartões de ponto de um cabista da Serede – Serviços de Rede S.A., apesar da falta da sua assinatura nos registros. Para os ministros, essa ausência não torna inválido o controle de jornada, porque a CLT não exige que o empregado [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/cartoes-de-ponto-sem-assinatura-de-empregado-sao-validos-em-processo-sobre-horas-extras/">Cartões de ponto sem assinatura de empregado são válidos em processo sobre horas extras</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">A CLT não exige a assinatura.</h3>
<p>A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho validou os cartões de ponto de um cabista da Serede – Serviços de Rede S.A., apesar da falta da sua assinatura nos registros. Para os ministros, essa ausência não torna inválido o controle de jornada, porque a <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noopener">CLT</a> não exige que o empregado firme esses documentos.</p>
<p>Em decisão anterior, o Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (RJ) deferira horas extras com base na jornada relatada pelo cabista (das 8h às 18h de segunda a sexta-feira, estendendo-se até às 19h30 três vezes por semana). Ele afirmou ainda que trabalhava dois fins de semana ao mês, das 8h às 17h, com uma hora para refeição e descanso.</p>
<p>A Serede apresentou cartões de ponto para comprovar que o empregado, na verdade, atuava de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, com duas horas de intervalo. Aos sábados, conforme a empresa, a jornada era das 8h às 12h. Eventuais horas extras também estavam registradas.</p>
<p>O cabista chegou a declarar que anotava todas as horas extras nos cartões de ponto. Mas, para o TRT, a comparação entre os controles de jornada apresentados e a versão das testemunhas evidenciou que os serviços extraordinários não eram registrados corretamente. O Tribunal Regional considerou inválidos os cartões, pois faltava a assinatura.</p>
<p>A empresa, então, recorreu ao TST, com o argumento de que a decisão do segundo grau violou o <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--74" target="_blank" rel="noopener">artigo 74</a>, parágrafo 2º, da <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noopener">CLT</a>. O relator, ministro Douglas Alencar Rodrigues, observou que o dispositivo exige que o empregador com mais de dez empregados controle a jornada mediante sistema de registro. A norma, contudo, não prevê a obrigatoriedade de que os cartões de ponto sejam assinados pelo trabalhador.</p>
<p>Nos termos do voto do relator, a Quinta Turma deu provimento ao recurso de revista da Serede. Com a declaração de validade dos cartões de ponto, os autos retornaram ao TRT para o exame das horas extras.</p>
<p><b>Processo: 10092-41.2015.5.01.0072</b></p>
<p>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/cartoes-de-ponto-sem-assinatura-de-empregado-sao-validos-em-processo-sobre-horas-extras" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/cartoes-de-ponto-sem-assinatura-de-empregado-sao-validos-em-processo-sobre-horas-extras/">Cartões de ponto sem assinatura de empregado são válidos em processo sobre horas extras</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/cartoes-de-ponto-sem-assinatura-de-empregado-sao-validos-em-processo-sobre-horas-extras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trabalhador rural receberá horas extras por tempo gasto com ginástica laboral</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2018 15:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ginástica Laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Hora Extra]]></category>
		<category><![CDATA[Horas Extras]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3861</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segundo a 3ª Turma, a atividade representa tempo à disposição do empregador. A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou um produtor rural de Paraguaçu Paulista (SP) a pagar horas extras a um cortador de cana de açúcar pelo tempo utilizado na prática de ginástica laboral. Segundo a Turma, a atividade representa tempo à [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral/">Trabalhador rural receberá horas extras por tempo gasto com ginástica laboral</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">Segundo a 3ª Turma, a atividade representa tempo à disposição do empregador.</h3>
<p>A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou um produtor rural de Paraguaçu Paulista (SP) a pagar horas extras a um cortador de cana de açúcar pelo tempo utilizado na prática de ginástica laboral. Segundo a Turma, a atividade representa tempo à disposição do empregador e deve ser remunerada como horas extras.</p>
<p>Na reclamação trabalhista, ajuizada na 1ª Vara do Trabalho de Assis (SP), o trabalhador rural informou que esperava 20 minutos para o início da ginástica laboral, que tinha duração de 15 minutos. Afirmou ainda a participação na atividade era obrigatória e diretamente verificada por fiscais do empregador. Na petição, o empregado pediu que o tempo da ginástica fosse considerado como tempo à disposição da empresa, com o pagamento de remuneração correspondente à perda de rendimento na produção.</p>
<p>O empregador alegou que havia apenas orientação para os exercícios, realizados dentro da jornada, com duração de 10 minutos, e que a medida visava à proteção da saúde do próprio empregado. Sustentou ainda que a ginástica laboral é atividade é inerente ao trabalho remunerado por produção e que o tempo dispendido estava compreendido na sua remuneração.</p>
<p>O tempo à disposição do empregador é regulado pelo <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--4" target="_blank" rel="noopener">artigo 4º</a> da <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noopener">CLT</a>, que sofreu alterações com a <a href="https://juridmais.com.br/reforma-trabalhista-1" target="_blank" rel="noopener">Lei 13.467/2017</a>(Reforma Trabalhista). A regra antiga considerava como tempo de serviço efetivo aquele em que o empregado fica à disposição da empresa, simplesmente aguardando ordens. A regra atual especifica algumas situações que não serão consideradas como tempo à disposição do empregador.</p>
<p>Para o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP), o empregador tem o poder diretivo das atividades laborais, e a prática de ginástica laboral, que se dá em benefício da saúde do próprio empregado, está inserida em tal poder. “O que não pode é o trabalhador querer que lhe seja atribuída uma média de produção a ser considerada para os intervalos em que não poderia produzir, embora estivesse à disposição do empregador”, registrou o acórdão.</p>
<p>No recurso de revista ao TST, o empregado sustentou que o trabalhador rural que atua no corte de cana é remunerado apenas pela produção do dia (quantidade da cana cortada), ou seja, no tempo gasto na ginástica laboral nada recebe, pois não cortou cana.</p>
<p>No exame do recurso, o relator, ministro Alexandre Agra Belmonte, assinalou que a jurisprudência do TST se posiciona no sentido de que o tempo despendido pelo empregado para a realização da ginástica laboral também deve ser considerado tempo à disposição da empresa. Assim, a decisão do TRT contrariou o <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--4" target="_blank" rel="noopener">artigo 4º</a> da <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noopener">CLT</a> e deve ser reformada para condenar o empregador ao pagamento de horas extras pelo tempo à disposição.</p>
<p><b>Processo: 789-63.2011.5.15.0036</b></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral/">Trabalhador rural receberá horas extras por tempo gasto com ginástica laboral</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
