<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos hospital - Costa Queiroz Advogados</title>
	<atom:link href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/hospital/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/hospital/</link>
	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Sep 2022 22:05:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-ICON_CQ-32x32.png</url>
	<title>Arquivos hospital - Costa Queiroz Advogados</title>
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/hospital/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Estado indenizará casal por falta de atendimento em hospital</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/estado-indenizara-casal-por-falta-de-atendimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Falta de Atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=14451</guid>

					<description><![CDATA[<p>Grávida deu à luz em carro dirigido pelo marido, por falta de atendimento em hospital Falta de atendimento: A 13ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão do juiz Marcos de Lima Porta, da 5ª Vara de Fazenda Pública, que condenou Fazenda Estadual por falta de profissionais obstetras e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/estado-indenizara-casal-por-falta-de-atendimento/">Estado indenizará casal por falta de atendimento em hospital</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Grávida deu à luz em carro dirigido pelo marido, por falta de atendimento em hospital<h2 style="box-sizing: border-box; font-family: Arial; font-weight: 700; line-height: 1.1; color: rgb(70, 70, 70); margin: 25px 0px 10px; font-size: 30px; letter-spacing: -1px; white-space: normal; outline: none !important;"></h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Falta de atendimento:</strong> A 13ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão do juiz Marcos de Lima Porta, da 5ª Vara de Fazenda Pública, que condenou Fazenda Estadual por falta de profissionais obstetras e ambulância em hospital da rede pública estadual. O dano moral foi fixado em R$ 30 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os autos, um casal foi até hospital estadual por que a mulher, grávida de 33 semanas, sentia fortes dores pélvicas. Como o local não contava com médicos obstetras no momento, nem com ambulâncias, os dois seguiram para outro hospital no próprio carro. No caminho, no entanto, a autora da ação passou por um parto prematuro espontâneo dentro do veículo dirigido pelo marido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relator do recurso, desembargador Djalma Lofrano Filho, “a inexistência do serviço público saúde no ramo de obstetrícia (clínica e cirúrgica) e também de disponibilização de ambulância no âmbito do nosocômio inicialmente procurado demandante, não somente são incontroversos, como também concorreram para o dano moral”. “O infortúnio atrela-se à franca violação ao princípio da eficiência a que se obriga a Administração Pública (art. 37, caput) em contraponto ao óbice ao gozo do direito fundamental de assistência integral à vida e à saúde constitucionalmente assegurado aos demandantes.”</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14448&amp;action=edit">Plano é condenado por não autorizar internação em prazo de carência</a></strong></li><li><strong><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14445&amp;action=edit">Plano de saúde deve indenizar paciente idosa por negar atendimento de urgência</a></strong></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado ressaltou que o casal não sofreu mero aborrecimento, mas angústia, sofrimento e abalo psicológicos. “No caso concreto, repita-se, comporta reparação para atenuação do sofrimento impingido aos autores a recusa de atendimento a parturiente fundada no flagrante descumprimento do dever constitucionalmente imposto ao Poder Público de prestação de atenção à saúde, não se cogitando, portanto, de mero aborrecimento, mas de dano inarredavelmente in re ipsa, presumido em decorrência dos próprios fatos”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento, de votação unânime, teve a participação dos desembargadores Flora Marianesi Tossi Silva e Borelli Thomaz.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apelação nº 1022144-59.2018.8.26.0053</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/estado-indenizara-casal-por-falta-de-atendimento-em-hospital" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags: Advogado direito saúde, Advogado especialista plano de saúde, Plano de saúde liminar, Advogado plano de saúde, Liminar contra plano de saúde, Advogado especialista em direito da saúde, Advogado plano saúde, Plano de saúde advogados, Advogado especialista na área da saúde, Advogado área da saúde, Advogada contra plano de saúde, Advogado de plano de saúde, Advogado direito da saúde, Medicamento sus, Advogado bariátrica, Advogado especialista em direito de saúde, Hospital</em>, <em>falta de atendimento</em></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/estado-indenizara-casal-por-falta-de-atendimento/">Estado indenizará casal por falta de atendimento em hospital</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hospital indenizará família de adolescente grávida que faleceu após receber alta</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-indenizara-familia-de-gravida-que-faleceu-apos-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jan 2022 22:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=14145</guid>

					<description><![CDATA[<p>Negligência e imperícia médica configuradas. A 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo aumentou a indenização por danos morais devida pela Autarquia Hospitalar Municipal Regional do Tatuapé à família de paciente grávida que morreu em decorrência de negligência e imperícia médica. A reparação foi fixada em R$ 200 mil. Segundo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-indenizara-familia-de-gravida-que-faleceu-apos-alta/">Hospital indenizará família de adolescente grávida que faleceu após receber alta</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Negligência e imperícia médica configuradas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo aumentou a indenização por danos morais devida pela Autarquia Hospitalar Municipal Regional do Tatuapé à família de paciente grávida que morreu em decorrência de negligência e imperícia médica. A reparação foi fixada em R$ 200 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, a filha da autora da ação, grávida de seu primeiro filho, com 15 anos de idade, deu entrada no Pronto Atendimento de obstetrícia com queixa de cefaleia e edema em membros inferiores. Após uma primeira avaliação médica, foi constatada pressão arterial elevada e a paciente foi encaminhada para receber medicações e colher exames laboratoriais. Após todos os procedimentos, foi atendida por outra médica de plantão, que optou por dar alta à jovem, mesmo diante das queixas de que “suas vistas estariam escurecendo” e da sensação de que iria desmaiar. Cerca de uma hora depois de receber alta, a paciente retornou ao hospital após ter tido uma crise convulsiva em casa, fato que se repetiu diversas vezes no hospital. A equipe realizou cesária de urgência e, após o parto, a paciente faleceu. </p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14142&amp;action=edit">TJ/DF autoriza descarte de embriões de fertilização após divórcio</a></li><li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14139&amp;action=edit">Planos de saúde são obrigados a cobrir testes rápidos, diz resolução da ANS</a></li><li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14135&amp;action=edit">Venda do grupo dono da Amil pode chegar a R$ 20 bilhões</a></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator do recurso, desembargador Rubens Rihl, houve nexo de causalidade entre a alta da jovem e seu óbito. “Restou comprovado que o fatídico evento narrado nos autos poderia ter sido evitado, se adotada a conduta médica adequada. Isto é, diante dos sintomas apresentados pela filha da autora ao chegar no nosocômio como pressão arterial elevada, inchaço, vistas escurecidas, etc., a equipe médica deveria ter procedido à imediata internação hospitalar da paciente, em UTI, com resolução obstétrica e controle pressórico efetivo”, escreveu. O magistrado também ressaltou que a patologia apresentada pela paciente é comum e previsível entre gestantes, “de forma que os sintomas são perceptíveis ainda no primeiro atendimento; não se cuidando de enfermidade de difícil constatação ou rara ocorrência, a dificultar a escolha acercado procedimento a ser seguido”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento, de votação unânime, teve a participação dos desembargadores Aliende Ribeiro e Vicente de Abreu Amadei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">  Apelação nº <a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cposg/search.do?conversationId=&amp;paginaConsulta=0&amp;cbPesquisa=NUMPROC&amp;numeroDigitoAnoUnificado=1015244-26.2019&amp;foroNumeroUnificado=0053&amp;dePesquisaNuUnificado=1015244-26.2019.8.26.0053&amp;dePesquisaNuUnificado=UNIFICADO&amp;dePesquisa=&amp;tipoNuProcesso=UNIFICADO">1015244-26.2019.8.26.0053</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.tjsp.jus.br/Noticias/Noticia?codigoNoticia=79379&amp;pagina=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TJSP</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: grávida, gravidez, advogado plano de saúde rj, advogado plano de saúde, advogado saúde rj, advogado consumidor rj, </p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-indenizara-familia-de-gravida-que-faleceu-apos-alta/">Hospital indenizará família de adolescente grávida que faleceu após receber alta</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hospital é condenado a indenizar esposa de paciente que faleceu à espera de internação em UTI</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-ira-indenizar-esposa-de-paciente-que-faleceu-a-espera-de-uti/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jan 2022 23:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[UTI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=14129</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Hospital Anna Nery foi condenado a indenizar a esposa de um paciente que veio a óbito enquanto&#160;aguardava transferência para leito de UTI Covid. A&#160;internação foi negada mesmo havendo vaga disponível.&#160;A decisão é do juiz da 1ª Vara Cível de Família e de Órfãos e Sucessões de Brazlândia.&#160; Consta nos autos que, no dia 24 [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-ira-indenizar-esposa-de-paciente-que-faleceu-a-espera-de-uti/">Hospital é condenado a indenizar esposa de paciente que faleceu à espera de internação em UTI</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Hospital Anna Nery foi condenado a indenizar a esposa de um paciente que veio a óbito enquanto&nbsp;aguardava transferência para leito de UTI Covid. A<strong>&nbsp;internação foi negada mesmo havendo vaga disponível.</strong>&nbsp;A decisão é do juiz da 1ª Vara Cível de Família e de Órfãos e Sucessões de Brazlândia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta nos autos que, no dia 24 de março de 2021, o paciente foi internado no box de emergência do hospital com sintomas de Covid-19. No dia 29,&nbsp;em razão da piora progressiva no quadro clínico, foi solicitada a internação em UTI, o que foi<strong>&nbsp;negado pelo réu</strong><strong>&nbsp;sob justificativa de falta de vagas</strong>. A autora afirma, no entanto, que&nbsp;<strong>pesquisa feita no site INFOSAÚDE constatou a existência de duas vagas no hospital</strong>. Conta que, no mesmo dia, o paciente foi encaminhado para sala vermelha, onde morreu enquanto aguardava transferência para UTI. Pede que o hospital e o plano de saúde do autor sejam condenados a indenizá-la.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, o hospital afirma que não efetuou a internação do paciente na UTI por falta de vagas e que o <strong>site não é completamente fidedigno</strong>. Assevera que estava impedido de disponibilizar todos os leitos de UTI para os pacientes particulares e de convênios, uma vez que devia <strong>aguardar o envio de pacientes pela Secretaria de Saúde</strong>. Afirma ainda que o marido da autora recebeu o tratamento necessário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/laboratorio-indenizara-mulher-por-resultado-incorreto-de-exame-de-paternidade/">Laboratório indenizará mulher por resultado incorreto de exame de paternidade</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, o magistrado destacou que as provas mostram “a&nbsp;<strong>presença dos</strong>&nbsp;<strong>requisitos necessários para a constatação da responsabilidade civil”</strong>&nbsp;da unidade de saúde quanto à morte do paciente.&nbsp; O juiz observou que as provas dos autos mostram que o hospital se recusou a internar o paciente no leito de UTI Covid por falta de vagas e que,&nbsp;em pesquisa realizada no site da Saúde do Distrito Federal 40 minutos após o pedido médico, foi constatada a existência de duas vagas na UTI Covid.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Ora, ainda que existisse convênio com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, <strong>não é razoável que dois leitos de UTI Covid permanecessem vagos, quando existia paciente com necessidade de internação urgente</strong>, como no presente caso. Ainda, independentemente da afirmação de que o paciente recebeu todo o tratamento médico necessário no box de emergência, fato é que perdeu a chance de estar internado em ambiente melhor preparado e indicado pelo médico que lhe acompanhou”, registrou. </p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O julgador pontuou que, no caso,&nbsp;a autora&nbsp;deve ser indenizada pelos danos morais sofridos. “Nada obstante, no caso em apreço,&nbsp;não há dúvidas de que o<strong>&nbsp;óbito de familiar ultrapassa os transtornos normais da vida em sociedade</strong>, tornando-se necessária a reparação por danos morais”, registrou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, o&nbsp;<strong>Hospital Anna Nery foi condenado ao pagamento de R$ 100 mil a título de danos morais&nbsp;</strong>à esposa da vítima. O pedido quanto ao plano de saúde foi julgado improcedente pelo juiz, diante da ausência de comprovação de que o plano de saúde tinha ciência da recusa do hospital em providenciar UTI Covid para o paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://pje.tjdft.jus.br/consultapublica/ConsultaPublica/listView.seam" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acesse o PJe1 e conheça o processo: </a>0701131-59.2021.8.07.0002</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2022/janeiro/hospital-e-condenado-a-indenizar-esposa-de-paciente-que-faleceu-a-espera-de-vaga-em-uti" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TJDFT</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-ira-indenizar-esposa-de-paciente-que-faleceu-a-espera-de-uti/">Hospital é condenado a indenizar esposa de paciente que faleceu à espera de internação em UTI</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hospital tem de indenizar paciente pelo cancelamento de uma cirurgia na data marcada</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-tem-de-indenizar-paciente-pelo-cancelamento-de-uma-cirurgia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Aug 2021 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cancelamento de Cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=13765</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cancelamento de uma cirurgia: Um hospital de Goiânia terá de pagar indenização por danos morais de R$ 5 mil a um paciente, pelo cancelamento de uma cirurgia previamente agendada, inclusive já com a hora marcada para o procedimento. A sentença é do juiz Leonys Lopes Campos da Silva, do 1º Juizado Especial Cível da comarca [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-tem-de-indenizar-paciente-pelo-cancelamento-de-uma-cirurgia/">Hospital tem de indenizar paciente pelo cancelamento de uma cirurgia na data marcada</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cancelamento de uma cirurgia:</strong> Um hospital de Goiânia terá de pagar indenização por danos morais de R$ 5 mil a um paciente, pelo cancelamento de uma cirurgia previamente agendada, inclusive já com a hora marcada para o procedimento. A sentença é do juiz Leonys Lopes Campos da Silva, do 1º Juizado Especial Cível da comarca de Aparecida de Goiânia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor sustentou que apesar de devidamente reservado o horário para a realização da cirurgia que deveria ter acontecido às 8 horas do dia 21 de novembro de 2020, o procedimento somente ocorreu no dia seguinte, por ausência de organização da demandada. Por sua vez, o hospital informou que a cirurgia não ocorreu na data e horário marcado em razão de ter havido outros procedimentos de emergência e urgência quando da ocasião da cirurgia do autor.<br><br>Ao se manifestar, o juiz Leonys Lopes Campos da Silva ressaltou que apesar de o hospital informar que o procedimento não ocorreu em razão de situações de emergência e urgência que fizeram com que o mesmo fosse adiado, não trouxe aos autos qualquer comprovação nesse sentido. Segundo ele, foram apresentados com a defesa os prontuários do autor, o resumo de gastos e o histórico de utilização do plano de saúde. “Tais documentos não são suficientes para demonstrar as urgências/emergências ocorridas no dia agendado e que estas tiveram o condão de adiar a cirurgia já programada”, pontuou o magistrado, afirmando que “assim, é incontroversa a má prestação dos serviços prestados pela ré, nos termos do quanto disposto no art. 14 do Código de Defesa do Consumidor (CDC).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia também: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/casal-que-busca-tratamento-de-fertilizacao-deve-ter-assistencia-judiciaria-gratuita/">Casal que busca tratamento de fertilização deve ter assistência judiciária gratuita, decide TRF-4</a><br></strong><br>Para ele, à luz do CDC, cabe ao fornecedor oferecer segurança na prestação de seu serviço, de forma a proteger o consumidor de possíveis danos. Nessa linha, salientou o magistrado, como fornecedor, o hospital deve diligenciar a fim de proporcionar o máximo de segurança ao seu cliente, tratando-se de responsabilidade objetiva.<br></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Sabe-se que o mero inadimplemento contratual, por si só, não é o quanto basta à configuração desses danos, entretanto, dada a sensibilidade dos bens jurídicos em jogo, sobretudo do direito à saúde, o que se verifica do conjunto probatório é que não há como negar a configuração dos danos morais, não se exigindo demonstração de  sofrimentos psicológicos que ultrapassem os meros dissabores cotidianos”, concluiu o juiz. Processo nº 5622964-87.2020.8.09.0012.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.tjgo.jus.br/index.php/institucional/centro-de-comunicacao-social/17-tribunal/22239-hospital-tem-de-indenizar-paciente-pelo-cancelamento-de-uma-cirurgia-na-data-marcada" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TJGO</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-tem-de-indenizar-paciente-pelo-cancelamento-de-uma-cirurgia/">Hospital tem de indenizar paciente pelo cancelamento de uma cirurgia na data marcada</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TJMG – Hospital deve indenizar casal por diagnóstico incorreto</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjmg-hospital-deve-indenizar-casal-por-diagnostico-incorreto/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjmg-hospital-deve-indenizar-casal-por-diagnostico-incorreto/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Nov 2018 16:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico incorreto]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[Recém-nascid]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=4431</guid>

					<description><![CDATA[<p>Paciente teve exame de HIV positivo divulgado para terceiros TJ considerou que hospital não poderia ter tornado publico o resultado do exame de HIV, condenando o hospital ao pagamento de danos morais Um casal deverá ser indenizado, em R$ 20 mil, por danos morais, por um estabelecimento de saúde em Timóteo, porque a mulher teve [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tjmg-hospital-deve-indenizar-casal-por-diagnostico-incorreto/">TJMG – Hospital deve indenizar casal por diagnóstico incorreto</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Paciente teve exame de HIV positivo divulgado para terceiros</h2>
<p>TJ considerou que hospital não poderia ter tornado publico o resultado do exame de HIV, condenando o hospital ao pagamento de danos morais</p>
<p>Um casal deverá ser indenizado, em R$ 20 mil, por danos morais, por um estabelecimento de saúde em Timóteo, porque a mulher teve um resultado equivocado de HIV divulgado, sofreu preconceito e foi impedida de amamentar o filho recém-nascido. O vírus é causador da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids). A decisão da 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) modificou sentença da 1ª Vara Cível da comarca de Coronel Fabriciano.</p>
<p>A mulher relata que deu entrada no local, em junho de 2015, em trabalho de parto. Diante do resultado positivo do exame de HIV, ela foi informada de que não seria possível ter parto normal. A mãe afirma que a notícia de que era portadora do vírus se espalhou no hospital e que sofreu discriminação por parte dos funcionários e das demais pacientes. Acrescentou, ainda, que seu marido foi vítima de insinuações ofensivas em razão do diagnóstico da síndrome.</p>
<p>Além disso, a mulher sustentou que não pôde amamentar o bebê, pois disseram que ela poderia contaminar a criança. Segundo a mãe, ambos precisaram tomar coquetéis. Contudo, quando a paciente foi submetida a outro teste, ficou constatado que ela não era soropositiva e que o marido também não era portador do vírus. Eles ajuizaram uma ação contra o hospital, pedindo indenização pelo sofrimento.</p>
<p>A maternidade alegou que o resultado do teste rápido de HIV é provisório, pois serve para subsidiar uma decisão terapêutica de emergência. O hospital argumentou que agiu corretamente e de acordo com os procedimentos da Vigilância Sanitária e do Ministério da Saúde, declarando também que, em nenhum momento, o diagnóstico foi confirmado e que a possibilidade de falso positivo foi repassada à mãe.</p>
<p>De acordo com a instituição, situações do tipo são rotineiras e a paciente não foi tratada de forma preconceituosa. O hospital defendeu que não divulgou a suspeita de infecção aos demais pacientes e que, apesar da eficácia do teste rápido de HIV, este pode apresentar resultado falso-positivo em alguns casos. Diante disso, pediu que a ação fosse julgada improcedente.</p>
<p>Em primeira instância, os pedidos do casal foram rejeitados, sob o entendimento de que não existem testes laboratoriais infalíveis e a incidência de falso-positivo não é rara em gestantes. O magistrado considerou, ainda, que a suspeita de contaminação pelo vírus HIV e a chance do falso-positivo foram informados à mãe. Para o juiz, a maternidade adotou as cautelas necessárias, para resguardar a saúde da paciente e do recém-nascido, de acordo com as recomendações dos órgãos competentes. Sendo assim, não havia praticado conduta ilícita.</p>
<p>O recurso do casal foi examinado pelo desembargador Roberto Soares de Vasconcellos Paes, que atendeu ao pedido da família. O relator considerou que os prepostos do estabelecimento desobedeceram ao Código de Ética Médica, no que se refere ao sigilo dos dados do paciente e ao tratamento respeitoso devido a eles.</p>
<p>O magistrado ponderou que, ao realizar os procedimentos necessários à preservação da saúde da mãe e do recém-nascido, a equipe médica não poderia ter exteriorizado para as demais pessoas, presentes no mesmo ambiente, a motivação dos tratamentos dados à mãe e ao bebê. Ele fixou indenização de R$ 10 mil para o marido e R$ 10 mil para a mulher.</p>
<p>Os desembargadores Amauri Pinto Ferreira e Luciano Pinto seguiram o relator</p>
<p>Processo: 1.0382.14.012501-6/001</p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjmg-hospital-deve-indenizar-casal-por-diagnostico-incorreto/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tjmg-hospital-deve-indenizar-casal-por-diagnostico-incorreto/">TJMG – Hospital deve indenizar casal por diagnóstico incorreto</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjmg-hospital-deve-indenizar-casal-por-diagnostico-incorreto/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ – Hospital pagará indenização de R$ 150 mil por morte de bebê com síndrome de Down</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-pagara-indenizacao-por-morte-de-bebe-com-sindrome-de-down/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-pagara-indenizacao-por-morte-de-bebe-com-sindrome-de-down/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 May 2018 22:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Rj]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome de Down]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3896</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão da Justiça de São Paulo que condenou o Hospital M. I. A. R. M. a pagar indenização por danos morais de R$ 150 mil à família de um recém-nascido com síndrome de Down que, após obtenção de alta, acabou tendo complicações em virtude de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-pagara-indenizacao-por-morte-de-bebe-com-sindrome-de-down/">STJ – Hospital pagará indenização de R$ 150 mil por morte de bebê com síndrome de Down</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão da Justiça de São Paulo que condenou o Hospital M. I. A. R. M. a pagar indenização por danos morais de R$ 150 mil à família de um recém-nascido com síndrome de Down que, após obtenção de alta, acabou tendo complicações em virtude de uma malformação corporal e faleceu.</p>
<p>Por unanimidade, o colegiado confirmou o dever de indenizar com base nas conclusões do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), no sentido de que houve imprudência do hospital em dar a alta médica ao bebê sem realizar exames de rastreamento de eventuais malformações, que posteriormente causaram o óbito.</p>
<p>De acordo com a família, após o nascimento, no ano 2000, constatou-se que o bebê tinha síndrome de Down. Mesmo assim, o recém-nascido foi liberado do hospital.</p>
<p>Dois dias depois da alta, a criança apresentou abdome inchado e, após dificuldades de atendimento no hospital do parto, foi avaliada em outra casa de saúde, que a internou com urgência em virtude da constatação de que nascera sem perfuração anal e sem parte do reto. A criança faleceu uma semana depois do parto.</p>
<p><strong>Perícia</strong></p>
<p>O pedido de indenização foi julgado parcialmente procedente pelo juiz de primeiro grau, com a fixação de indenização por danos morais de R$ 150 mil. Com base em perícia, o magistrado concluiu que houve imprudência do hospital ao não realizar exames para o rastreamento de malformações habitualmente encontradas em portadores de síndrome de Down, dando alta a um bebê que não tinha perfuração anal. A sentença foi mantida integralmente pelo TJSP.</p>
<p>Por meio de recurso especial, o hospital defendeu a inexistência de ato ilícito e de nexo causal que possibilitassem a sua responsabilização. Alegou também que a falha técnica do médico não poderia gerar condenação da instituição hospitalar.</p>
<p><strong>Exames superficiais</strong></p>
<p>O relator do recurso no STJ, ministro Marco Buzzi, destacou que o TJSP manteve a responsabilização do hospital com base nos apontamentos periciais de que os portadores de síndrome de Down são comumente afetados por malformações cardíacas, renais e intestinais, entre outras. De acordo com a perícia, os exames médicos realizados foram superficiais, e o óbito foi consequência direta do problema de malformação do recém-nascido.</p>
<p>Segundo o relator, o tribunal paulista também fixou os elementos motivadores do dever de indenizar do hospital, além de estabelecer o dano e o nexo de causalidade com base nas provas juntadas aos autos.</p>
<p>De acordo com Marco Buzzi, para o acolhimento da tese recursal quanto à inexistência dos requisitos da responsabilidade civil, seria imprescindível afastar as conclusões do TJSP sobre as circunstâncias do caso, o que exigiria reexame de provas – providência impossível em recurso especial, conforme estabelece a <a href="http://www.stj.jus.br/SCON/SearchBRS?b=SUMU&amp;livre=@docn=%27000000007%27" target="_blank" rel="noopener">Súmula 7</a> do STJ.</p>
<p>Leia o <a href="https://ww2.stj.jus.br/processo/revista/documento/mediado/?componente=ITA&amp;sequencial=1704464&amp;num_registro=201601983277&amp;data=20180503&amp;formato=PDF" target="_blank" rel="noopener">acórdão</a>.</p>
<p>Processo: AREsp 958733</p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/stj-hospital-pagara-indenizacao-de-r-150-mil-por-morte-de-bebe-com-sindrome-de-down/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-pagara-indenizacao-por-morte-de-bebe-com-sindrome-de-down/">STJ – Hospital pagará indenização de R$ 150 mil por morte de bebê com síndrome de Down</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-pagara-indenizacao-por-morte-de-bebe-com-sindrome-de-down/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TJSC – Pais de menina que morreu em hospital público de Florianópolis receberão R$ 200 mil</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjsc-pais-de-menina-que-morreu-em-hospital-publico-de-florianopolis-receberao-r-200-mil/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjsc-pais-de-menina-que-morreu-em-hospital-publico-de-florianopolis-receberao-r-200-mil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2018 14:54:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Público]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3732</guid>

					<description><![CDATA[<p>A 5ª Câmara de Direito Público do TJ confirmou sentença que condenou o Estado ao pagamento de R$ 200 mil em favor de um casal cuja filha morreu em virtude de erro médico registrado em hospital público. A família também receberá pensão mensal de dois terços do salário mínimo, a contar do dia em que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tjsc-pais-de-menina-que-morreu-em-hospital-publico-de-florianopolis-receberao-r-200-mil/">TJSC – Pais de menina que morreu em hospital público de Florianópolis receberão R$ 200 mil</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 5ª Câmara de Direito Público do TJ confirmou sentença que condenou o Estado ao pagamento de R$ 200 mil em favor de um casal cuja filha morreu em virtude de erro médico registrado em hospital público. A família também receberá pensão mensal de dois terços do salário mínimo, a contar do dia em que a criança completaria 14 anos de idade até os 25 anos.</p>
<p>Em apelação, as partes contestaram o valor arbitrado. Os pais queriam sua majoração; o Estado considerou-o exorbitante. “O montante não ultrapassa parâmetros e critérios de razoabilidade e proporcionalidade”, anotou o desembargador Artur Jenichen Filho, relator da matéria, ao confirmar sua manutenção.</p>
<p>Segundo os autos, a criança precisou ser internada para submeter-se a uma cirurgia de obstrução gástrica e, a partir daí, foi vítima de uma série de circunstâncias que culminaram em sua morte. Inicialmente, ela teve o intestino rompido e precisou retirar sete centímetros do órgão. A operação ocorreu em uma sala em obras. A pequena paciente ainda foi contaminada com bactéria e teve infecção hospitalar.</p>
<p>Entre melhoras e recaídas, a criança permaneceu cerca de um mês internada, até morrer com dificuldade de respiração em razão de edema pulmonar e acidose grave. Esse distúrbio metabólico, caracterizado pelo excesso de cálcio, fósforo, potássio, magnésio e glicose no sangue, teve origem em manipulação errada do equipamento utilizado para administrar a nutrição parental. As doses elevadas da nutrição aconteceram por erro na marcação do tempo da bomba de infusão. O Estado sustentou, mas não provou, defeito mecânico na bomba.</p>
<p>Porém, segundo a câmara, ainda que o provasse não se eximiria de responsabilidade no caso. “A literatura médica é categórica em afirmar que a infusão de nutrição parental acima dos valores prescritos pelo médico invariavelmente acarreta distúrbio metabólico por acidose elevada, que, se não corrigida a tempo, provoca a morte do paciente”, concluiu o desembargador Artur. A decisão foi unânime (Apelação Cível n. 002361444.2008.8.24.0023).</p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjsc-pais-de-menina-que-morreu-em-hospital-publico-de-florianopolis-receberao-r-200-mil/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tjsc-pais-de-menina-que-morreu-em-hospital-publico-de-florianopolis-receberao-r-200-mil/">TJSC – Pais de menina que morreu em hospital público de Florianópolis receberão R$ 200 mil</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjsc-pais-de-menina-que-morreu-em-hospital-publico-de-florianopolis-receberao-r-200-mil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TJES – Hospital que forneceu tipo sanguíneo errado de recém-nascida deve indenizar os pais</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjes-hospital-que-forneceu-tipo-sanguineo-errado-de-recem-nascida-deve-indenizar-os-pais/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjes-hospital-que-forneceu-tipo-sanguineo-errado-de-recem-nascida-deve-indenizar-os-pais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 15:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sangue]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tipo Sanguíneo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3562</guid>

					<description><![CDATA[<p>Como nenhuma das partes possuía esse tipo sanguíneo, o fato teria gerado uma desconfiança no matrimônio. Um hospital de Itapemirim, sul do Estado, deverá indenizar um casal em R$ 10 mil reais como compensação por danos morais. Segundo o processo, após a realização de exame de tipagem sanguínea da filha recém-nascida, o casal recebeu como [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tjes-hospital-que-forneceu-tipo-sanguineo-errado-de-recem-nascida-deve-indenizar-os-pais/">TJES – Hospital que forneceu tipo sanguíneo errado de recém-nascida deve indenizar os pais</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Como nenhuma das partes possuía esse tipo sanguíneo, o fato teria gerado uma desconfiança no matrimônio.</em></p>
<p>Um hospital de Itapemirim, sul do Estado, deverá indenizar um casal em R$ 10 mil reais como compensação por danos morais. Segundo o processo, após a realização de exame de tipagem sanguínea da filha recém-nascida, o casal recebeu como resultado o grupo sanguíneo “AB” e fator RH positivo. Como nenhuma das partes possuía esse tipo sanguíneo, o fato teria gerado uma desconfiança no matrimônio.</p>
<p>Ao realizarem novo exame da filha, já na cidade em que residem, em Minas Gerais, o casal recebeu como resultado o grupo sanguíneo “O” e fator RH positivo. Já o hospital não apresentou qualquer elemento que contestasse as alegações dos requerentes.</p>
<p>Diante dessa situação, o juiz do Juizado Especial Cível, Criminal e da Fazenda Pública de Itapemirim entendeu que o prejuízo causado aos autores é presumido e completamente imaginável no caso, já que após a felicidade de ter nascido a filha do casal, tal felicidade foi tolhida pela desconfiança quanto à paternidade.</p>
<blockquote><p>“Ressalto ainda que os desdobramentos deste exame equivocado ocorreram durante o período pós-parto da autora, fase em que a mulher tem a necessidade de um ambiente tranquilo e saudável para adaptação do recém-nascido, o que agrava ainda mais os danos experimentados pela autora”, ressaltou o magistrado.</p></blockquote>
<h4>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjes-hospital-que-forneceu-tipo-sanguineo-errado-de-recem-nascida-deve-indenizar-os-pais/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></h4>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tjes-hospital-que-forneceu-tipo-sanguineo-errado-de-recem-nascida-deve-indenizar-os-pais/">TJES – Hospital que forneceu tipo sanguíneo errado de recém-nascida deve indenizar os pais</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjes-hospital-que-forneceu-tipo-sanguineo-errado-de-recem-nascida-deve-indenizar-os-pais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hospital e médico são responsabilizados por gaze esquecida dentro de paciente</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-e-medico-sao-responsabilizados-por-gaze-esquecida-dentro-de-paciente/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-e-medico-sao-responsabilizados-por-gaze-esquecida-dentro-de-paciente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jan 2018 01:52:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[Cesárea]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Estéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Danos Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[Reparação Abdominal]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3523</guid>

					<description><![CDATA[<p>Indenização foi fixada em R$ 73 mil. A 30ª Câmara Extraordinária de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve condenação de um hospital e de um médico ao pagamento de indenização para paciente que teve uma gaze esquecida no abdômen após cesárea. Foi fixado o pagamento de R$ 30 mil pelos danos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-e-medico-sao-responsabilizados-por-gaze-esquecida-dentro-de-paciente/">Hospital e médico são responsabilizados por gaze esquecida dentro de paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Indenização foi fixada em R$ 73 mil.</em></p>
<p>A 30ª Câmara Extraordinária de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve condenação de um hospital e de um médico ao pagamento de indenização para paciente que teve uma gaze esquecida no abdômen após cesárea. Foi fixado o pagamento de R$ 30 mil pelos danos estéticos e morais e R$ 43 mil pelos danos materiais referentes à cirurgia para reparação abdominal.</p>
<p>De acordo com a decisão, algum tempo após a cesárea a paciente passou a sentir dores, ter sangramentos e perda de peso. Foi submetida a uma tomografia, sendo constatado o esquecimento da gaze. Na cirurgia para reparação foi necessária retirada de parte de seu intestino grosso, fino e apêndice.</p>
<p>Em seu recurso, o médico alegou que no ato do checklist da cirurgia não estava atuando em conjunto com o instrumentador. Afirmou que o cirurgião aguarda a conferência dos materiais para, depois, realizar os procedimentos de fechamento do abdômen com auxílio de médico auxiliar.</p>
<p>No entanto, o relator do recurso, desembargador Ênio Santarelli Zuliani, destacou em seu voto que o réu tinha responsabilidade pela cirurgia. “Ainda que não tivesse feito a contagem era o médico principal, exsurgindo daí sua culpa e o dever de indenizar”, escreveu o magistrado.</p>
<p>O relator também afirmou que ficou caracterizada a negligência das partes: “Quando alguém é vítima de um desleixo médico dessa envergadura a sensação que a pessoa incorpora é a de que, no mínimo, foi desdenhada como ser humano, o que redobra o sentimento de humilhação. Esquecer uma gaze dentro do corpo de um paciente caracteriza método aviltante de atuar”.</p>
<p>O julgamento, que teve votação unânime, também contou com a participação dos desembargadores Maia da Cunha e Carlos Dias Motta.</p>
<h4>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/hospital-e-medico-sao-responsabilizados-por-gaze-esquecida-dentro-de-paciente" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></h4>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-e-medico-sao-responsabilizados-por-gaze-esquecida-dentro-de-paciente/">Hospital e médico são responsabilizados por gaze esquecida dentro de paciente</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-e-medico-sao-responsabilizados-por-gaze-esquecida-dentro-de-paciente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TJDFT – Turma matem condenação de Hospital em arcar com custos de correção de cirurgia bariátrica</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjdft-turma-matem-condenacao-de-hospital-em-arcar-com-custos-de-correcao-de-cirurgia-bariatrica/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjdft-turma-matem-condenacao-de-hospital-em-arcar-com-custos-de-correcao-de-cirurgia-bariatrica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Dec 2017 16:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[médico]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3454</guid>

					<description><![CDATA[<p>A 1ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, por unanimidade, negou provimento ao recurso do Hospital D., e manteve a sentença que o condenou a arcar com procedimento cirúrgico para retirada de excesso de pele decorrentes de cirurgia bariátrica. A autora ajuizou ação contra a Q. Administração e Serviços Ltda, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tjdft-turma-matem-condenacao-de-hospital-em-arcar-com-custos-de-correcao-de-cirurgia-bariatrica/">TJDFT – Turma matem condenação de Hospital em arcar com custos de correção de cirurgia bariátrica</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 1ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, por unanimidade, negou provimento ao recurso do Hospital D., e manteve a sentença que o condenou a arcar com procedimento cirúrgico para retirada de excesso de pele decorrentes de cirurgia bariátrica.</p>
<p>A autora ajuizou ação contra a Q. Administração e Serviços Ltda, G. C. Assistência Internacional e Hospital D., na qual narrou que realizou no mencionado hospital, procedimento cirúrgico bariátrico, que resultou na perda de 40 quilos. Narrou que era segurada da G. C., contrato intermediado pela Q.. Segundo a autora, em razão da flacidez resultante da perda de peso, seu médico solicitou outro procedimento para retirada do excesso de pele, chamado dermolipectomia, com colocação de implantes mamários. Todavia, ao solicitar autorização para efetuar a nova cirurgia, foi surpreendida com o cancelamento imotivado de seu plano de saúde. Assim, requereu que o hospital fosse obrigado a arcar com as despesas da mencionadas cirurgia, bem como a condenação de todos os réus em indenização por danos morais.</p>
<p>As rés apresentaram defesas argumentando pela improcedência dos pedidos.</p>
<p>A sentença proferida pelo juiz substituto da 15ª Vara Cível, da época, julgou parcialmente procedente o pedido da autora, para condenar apenas o hospital a custear o o procedimento cirúrgico de dermolipectomia para correção, no prazo de 20 dias, sob pena de multa diária no valor de R$ 500, até o limite de R$ 50 mil. Quanto as demais rés, o pedido foi julgado improcedente.</p>
<p>Inconformado, o hospital apresentou recurso, ao argumento de que o julgamento foi “extra petita”, ou seja, fora do pedido, pois não houve pedido expresso de sua condenação ao custeio do tratamento. Contudo, os desembargadores entenderam que a sentença deveria ser mantida na íntegra, e registraram: “Na hipótese vertente, em que pese a ausência de menção expressa à apelante no pedido “f”, “I”, contido na fl. 23, observa-se que o sentenciante atendeu a contento ao princípio da congruência, uma vez que, de todo contexto fático e probatório trazido, resta cristalino o envolvimento da apelante na narrativa apresentada, que foi, inclusive, expressamente mencionada na causa de pedir. Vale registrar, ademais, que cabe ao julgador, dentro do sistema vigente do livre convencimento motivado, expor o encadeamento lógico da sua decisão, o que foi devidamente observado na r. sentença”.</p>
<p>Processo: APC 20150111065123</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjdft-turma-matem-condenacao-de-hospital-em-arcar-com-custos-de-correcao-de-cirurgia-bariatrica/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tjdft-turma-matem-condenacao-de-hospital-em-arcar-com-custos-de-correcao-de-cirurgia-bariatrica/">TJDFT – Turma matem condenação de Hospital em arcar com custos de correção de cirurgia bariátrica</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjdft-turma-matem-condenacao-de-hospital-em-arcar-com-custos-de-correcao-de-cirurgia-bariatrica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
