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	<title>Arquivos internet - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos internet - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Consumidora que ficou mais de dez dias sem serviço de internet deve ser indenizada</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/ficou-mais-de-dez-dias-sem-internet-deve-ser-indenizada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 18:28:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Interrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço de Internet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para os magistrados, a interrupção do serviço justifica a condenação por danos morais. A 3ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do DF manteve a sentença que condenou a Telefônica do Brasil a indenizar uma cliente que ficou mais de dez dias sem o serviço de internet. Para os magistrados, a interrupção do serviço justifica a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Para os magistrados, a interrupção do serviço justifica a condenação por danos morais.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª Turma  Recursal dos Juizados Especiais do DF manteve a sentença que condenou a  Telefônica do Brasil a indenizar uma cliente que ficou mais de dez dias  sem o <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-deve-indenizar-cliente-por-problema-na-internet-em-um-dia/">serviço de internet</a>. Para os magistrados, a interrupção do serviço  justifica a<a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/banco-e-condenado-a-pagar-danos-morais-por-cobranca-abusiva-de-divida-inexistente/"> condenação por danos morais</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta
 nos autos que a autora ficou sem serviço de internet entre os dias 14 e
 27 de outubro do ano passado. Ela conta que comunicou a ré o problema 
ocorrido e que, mesmo após o reparo feito pelo técnico da empresa, o 
serviço continuou a apresentar falhas. A autora relata que os problemas 
na internet persistiram nos meses de novembro e dezembro. Diante disso, 
ela requer que a operadora seja condenada a cumprir o plano contratado, 
restituir a quantia paga pelos dias que o serviço não ficou disponível e
 indenizá-la pelos danos morais suportados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Decisão  do 1º Juizado Especial Cível e Criminal de Samambaia julgou procedente  os pedidos feitos pela consumidora. A Telefônica recorreu da sentença  sob a alegação de inadimplemento por parte da autora, o que autoriza a  suspensão parcial dos serviços. A operadora afirma ainda que os eventos  não teriam causado abalo moral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao 
analisar o recurso, os magistrados pontuaram que a alegação de atraso no
 pagamento não justifica a falha na prestação do serviço. “Irrelevante a
 alegação de atrasos no pagamento para justificar a referida falha, já 
que não se procedeu à suspensão do serviço pelo inadimplemento&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A
 Turma reforçou ainda que &#8220;Dada a intensa utilização dos equipamentos de
 tecnologia e dos meios de comunicação nos dias atuais, a interrupção 
dos serviços de telefonia e internet comprometem o desenvolvimento das 
atividades sociais e profissionais do consumidor, a justificar o a 
condenação em indenização por danos morais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim,
 o colegiado negou provimento ao recurso e manteve a sentença que 
condenou a Telefônica a pagar a quantia de R$ 2 mil a título de danos 
morais. A ré terá ainda que restituir o valor de R$ 93,89, referente aos
 dias em que o serviço não foi disponibilizado, e cumprir o plano 
contratado, nos exatos termos da oferta, mantendo os serviços de 
internet, sem interrupções injustificadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe2: 0700507-23.2020.8.07.0009</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/consumidora-que-ficou-mais-de-dez-dias-sem-servico-de-internet-deve-ser-indenizada" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)">Jornal Jurid</a></strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresa deve indenizar cliente por problema na internet em um dia</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-deve-indenizar-cliente-por-problema-na-internet-em-um-dia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2019 14:31:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Sinal Fraco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O valor da indenização por danos morais foi fixado em R$ 1 mil. A Justiça do Espírito Santo condenou uma empresa de telecomunicações a pagar R$ 1 mil de indenização por danos morais a um cliente por problemas no sinal da internet em um único dia. &#8220;Em nosso mundo globalizado, os meios de comunicação estão cada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O valor da indenização por danos morais foi fixado em R$ 1 mil.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça do Espírito Santo condenou uma empresa de telecomunicações a pagar R$ 1 mil de indenização por danos morais a um cliente por problemas no sinal da internet em um único dia.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Em nosso mundo globalizado, os meios de comunicação estão cada vez mais céleres, e a internet se tornou parte da vida do ser humano. No enfoque jurídico, já é vasto o entendimento de que a internet se tornou bem essencial&#8221;, afirmou o juiz Alcemir dos Santos Pimentel, da Vara Única de Santa Teresa (ES). </p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o cliente alegou que teve problemas com o sinal da internet em sua residência no dia 5 de outubro de 2016. Segundo ele, o problema não foi resolvido mesmo após vários contatos e ele teve que pagar a fatura normalmente. De outro lado, a empresa afirmou que houve apenas uma pausa momentânea no dia e que havia uma falha nos equipamentos na residência do cliente, que foram substituídos no mesmo dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando que houve falha na prestação de serviços, o juiz aplicou o&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-14" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 14</a>&nbsp;do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código de Defesa do Consumidor&nbsp;</a>e condenou a empresa. Além da indenização de R$ 1 mil, a empresa também terá que devolver o valor da mensalidade referente àquele mês, no valor de R$ 50. A empresa chegou a recorrer da decisão, mas a sentença foi mantida pela Turma Recursal Norte do Tribunal de Justiça do Espírito Santo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo: 0002194-80.2016.8.08.0044</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre em uma nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/empresa-deve-indenizar-cliente-por-problema-na-internet-em-um-dia" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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		<item>
		<title>TST – Trabalhador que teve dispensa divulgada em rede social será indenizado</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tst-trabalhador-que-teve-dispensa-divulgada-em-rede-social-sera-indenizado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jan 2018 11:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia Iguaçu de Café Solúvel não conseguiu reverter decisão que a considerou culpada pelo vazamento de documento em rede social na Internet, contendo dados de salário e informações funcionais de trabalhador. A empresa foi condenada a indenizá-lo por dano moral, ante a excessiva exposição, sobretudo pela referência de que seria demitido. A Sexta Turma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Companhia Iguaçu de Café Solúvel não conseguiu reverter decisão que a considerou culpada pelo vazamento de documento em rede social na Internet, contendo dados de salário e informações funcionais de trabalhador. A empresa foi condenada a indenizá-lo por dano moral, ante a excessiva exposição, sobretudo pela referência de que seria demitido. A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho afastou a necessidade de prova do dano, pois, conforme jurisprudência, o que se exigiu, na hipótese, foi a prova dos fatos que motivaram o pedido de indenização, em vista de a lesão moral ter sido presumida (dano <em>in re ipsa</em>).</p>
<p>O empregado que apresentou a ação judicial soube da lista com nomes, datas de admissão e salário de várias pessoas que seriam demitidas, inclusive ele. O documento circulava na empresa e em rede social, o que lhe causou constrangimento por constar seu nome, sendo “zoado” na rua, no trabalho e por outros que viram as informações.</p>
<p>A Iguaçu alegou tratar-se de documento sigiloso interno, elaborado para reduzir custos e readequar quadro de colaboradores, e afirmou não ter autorizado a divulgação. Quando soube da publicidade, realizou sindicância administrativa disciplinar para descobrir o responsável.  Um representante da Companhia confirmou que alguém de lá acessou a lista e a enviou por e-mail para diversas pessoas. No entanto, a sindicância do empregador não concluiu quem divulgou o material.</p>
<p>Para o juízo de primeiro grau, a Iguaçu descuidou do sigilo do documento, e o empregado, que posteriormente fora dispensado, sentiu-se menosprezado, constrangido e inseguro ao ver a divulgação na Internet. De acordo com a sentença, o simples fato de o nome constar na lista pública implicou o direito à reparação por danos morais, sem a necessidade de comprovar a lesão efetiva, pois ela é presumível no caso (dano <em>in re ipsa</em>). Fixou-se a indenização em R$ 15 mil, mas o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR) reduziu o valor para R$ 10 mil.</p>
<p>A Iguaçu recorreu ao TST com o argumento de que não houve prova de dano aos direitos de intimidade. A relatora, ministra Kátia Magalhães Arruda, no entanto, reforçou ser desnecessária a comprovação do dano sofrido, pois, na jurisprudência do TST, o que se exige, nessa hipótese, é a prova dos fatos que motivaram o pedido de indenização, conforme os artigos 818 da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm" target="_blank" rel="noopener">CLT</a> e 333, inciso I, do <a href="http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03//LEIS/L5869impressao.htm" target="_blank" rel="noopener">Código de Processo C</a>ivil de 1973, e não a prova dos danos imateriais, impossíveis de serem mensurados no caso. “Portanto, o dano moral verificou-se <em>in re ipsa</em> (a coisa fala por si)”, concluiu.</p>
<p>Quanto ao valor da condenação, a ministra votou no sentido de prover o recurso para reduzi-la a R$ 5 mil. Por unanimidade, a Sexta Turma acompanhou a relatora.</p>
<h4>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tst-trabalhador-que-teve-dispensa-divulgada-em-rede-social-sera-indenizado/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>E-commerce deve cumprir anúncio de lavadora com preço errado</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/anuncio-de-lavadora-com-preco-errado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 00:59:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[anúncio]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após anunciar em seu website uma máquina, com funções de lavar e secar, com o preço equivocado, inferior ao valor de mercado, uma loja de e-commerce foi condenada a fornecer o produto pelo custo divulgado. O consumidor teve seu pedido cancelado após realizar o pagamento dos R$ 413,11. O que levou a empresa ré ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Após anunciar em seu website uma máquina, com funções de lavar e secar, com o preço equivocado, inferior ao valor de mercado, uma loja de e-commerce foi condenada a fornecer o produto pelo custo divulgado.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O consumidor teve seu pedido cancelado após realizar o pagamento dos R$ 413,11. O que levou a empresa ré ser condenada a fornecer o produto em 10 dias, sob pena de multa de R$ 5 mil.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Em sua defesa, a empresa alegou que teria ocorrido um erro em seu site. Com a falha, houve a veiculação do preço errado, que foi reparado em poucas horas. A ré teria afirmado ainda que a compra não foi finalizada, sendo automaticamente cancelada, pois não havia nenhum débito no cartão de crédito do autor, que teve o valor estornado.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Por fim, afirmou não ter vendido nem entregue nenhuma lavadora pelo preço informado pelo autor, cancelando todas as vendas realizadas durante a vigência do preço equivocado.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Porém, para o magistrado da 1º vara de Domingos Martins, além de sequer fazer uma errata do valor em seu site, restou provado que o produto foi ofertado por R$ 413,11 e o pagamento chegou a ser debitado do cartão de crédito do autor, configurando então a finalização da compra.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Assim, o juiz concluiu que, mesmo fruto de um equívoco, tem-se configurado o princípio da vinculação contratual da oferta, que obriga o fornecedor a cumprir o anunciado, nos termos do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8078compilado.htm##LS">CDC</a>. O magistrado negou o pedido de danos morais ao autor.</span></span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><u>Processo</u>: 0001148-40.2016.8.08.0017</span></span></div>
</li>
</ul>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI262841,41046-Ecommerce+deve+cumprir+anuncio+de+lavadora+com+preco+errado" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresa aérea condenada por cancelar passagem comprada pela internet</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-aerea-condenada-por-cancelar-passagem-comprada-pela-internet/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jun 2017 15:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[avião]]></category>
		<category><![CDATA[Azul Linhas Aéreas]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[defesa do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[passagem]]></category>
		<category><![CDATA[passagem cancelada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça gaúcha negou recurso da empresa Azul Linhas Aéreas, condenada a pagar cerca de R$ 5 mil por danos morais e materiais a consumidor que comprou passagem pela internet e teve a compra cancelada, sem seu conhecimento. Mesmo comprovando o pagamento, o consumidor teve não só a passagem negada, como suas férias prejudicadas e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-aerea-condenada-por-cancelar-passagem-comprada-pela-internet/">Empresa aérea condenada por cancelar passagem comprada pela internet</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça gaúcha negou recurso da empresa Azul Linhas Aéreas, condenada a pagar cerca de R$ 5 mil por danos morais e materiais a consumidor que comprou passagem pela internet e teve a compra cancelada, sem seu conhecimento.</p>
<p>Mesmo comprovando o pagamento, o consumidor teve não só a passagem negada, como suas férias prejudicadas e gastos com reserva de hotel. A sentença de condenação foi mantida, por unanimidade, por magistrados integrantes da 3ª Turma Recursal Cível do RS.</p>
<p><strong>Caso</strong></p>
<p>Em setembro do ano passado, o autor realizou compra de passagem aérea, no valor de R$778,48, através do site da Azul Linhas Aéreas. Conta que efetuou o pagamento um dia antes do vencimento da venda da passagem. Após três dias, entrou em contato com a empresa buscando entender o porquê de não visualizar sua confirmação de viagem. Dias depois, recebeu e-mail de aviso para que fizesse novamente o pagamento. Entrou em contato com a empresa para entender os motivos de não constar sua compra de passagem. Através de uma atendente, foi comunicado que desconsiderasse o e-mail, solicitando que aguardasse o envio de um ticket de viagem.</p>
<p>Próximo ao período da viagem, ao acessar o site da empresa, foi surpreendido com o aviso de que seu voo havia sido cancelado.</p>
<h4><strong>Sentença</strong></h4>
<p>Na Justiça, ingressou com ação por danos morais e materiais. Destacou que havia conseguido folga no trabalho para a realização de sua viagem, e teve gastos &#8211; além da passagem aérea ¿ com o hotel onde o valor não era reembolsável. Diante de todo o transtorno, o fato gerou prejuízos pessoais, financeiros e morais.</p>
<p>No 1ª grau, a Azul Linhas Aéreas foi condenada a restituir e pagar ao autor o valor de R$ 778,48 e R$357,00 por danos materiais e R$ 4 mil por danos morais. Inconformada, a empresa ingressou com recurso, sustentando que a culpa do cancelamento do voo era exclusiva do cliente diante do não pagamento efetivo do boleto.</p>
<h4><strong>Decisão</strong></h4>
<p>O Juiz de Direito Luis Francisco Franco, relator do processo, afirmou que o autor da ação comprovou seu pagamento com provas documentais, como por exemplo,   solicitação realizada junto ao PROCON, e-mails da compra da passagens ¿ efetuadas na internet &#8211;  comprovante de reserva do hotel e notificação de cancelamento do voo pela empresa.</p>
<p>&#8220;Deste modo, tendo o autor comprovado o pagamento das passagens aéreas, e não tendo usufruído do serviço em face do cancelamento equivocado da compra por parte da demandada, faz jus ao ressarcimento de valores, na forma determinada em sentença&#8221;, decidiu o magistrado.</p>
<p>Acompanharam o voto os Juízes de Direito Cleber Augusto Tonial e Ana Cláudia Cachapuz Silva Raabe.</p>
<p>Processo nº 71006814750</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-47546-empresa-aerea-condenada-por-cancelar-passagem-comprada-pela-internet" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></p>
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