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	<title>Arquivos Justiça e Cidadania - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Justiça e Cidadania - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Senado Aprova: passageiros terão direito de despachar 1 mala de até 23 kg sem pagar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 13:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (22) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 12/2019, apresentado à Medida Provisória 863/2018, que autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias aéreas com sede no Brasil. O texto aprovado pelo Congresso também autoriza cada passageiro a despachar 1 mala de até 23 kg, sem cobrança adicional, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (22) o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 12/2019, apresentado à <a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/134935">Medida Provisória 863/2018</a>,  que autoriza até 100% de capital estrangeiro em companhias <a rel="noreferrer noopener" aria-label="aéreas (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tam-linhas-aereas-deve-pagar-r-5-mil-para-professor-que-teve-mala-extraviada/" target="_blank">aéreas</a> com  sede no Brasil. O texto aprovado pelo Congresso também autoriza cada  passageiro a despachar 1 mala de até 23 kg, sem cobrança adicional, nas aeronaves a partir de 31 assentos. Aprovada no último dia de sua  vigência, a matéria será encaminhada à sanção presidencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
Senado manteve as alterações feitas pela Câmara no relatório apresentado
 pelo senador Roberto Rocha (PSDB-MA), autor do parecer da comissão 
mista que analisou a MP, editada no final do governo Michel Temer. Os 
deputados retiraram duas emendas apresentadas pelo relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No 
caso do controle das aéreas pelo capital internacional, ficou de fora da
 MP a proposta de condicionar esse controle à operação, por um mínimo de
 dois anos, de 5% dos voos em rotas regionais. Os deputados também 
rejeitaram emenda que previa a operação de voos internacionais por 
tripulantes brasileiros, ressalvada a possibilidade de no máximo 1/3 de 
comissários estrangeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O teor
 das emendas rejeitadas deverá ser incorporado ao Projeto de Lei (PL) 
2.724/2015, aprovado no mês passado na Câmara, que permite ao capital 
estrangeiro controlar empresas aéreas com sede no País e reformula 
regulamentos do setor de turismo. A proposta aguarda votação na Comissão
 de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, onde tramita como
 <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/136000">PL 1.829/2019</a>, sob a relatoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Voos regionais</strong><br></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Defensor
 da MP, o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) 
reiterou em Plenário o compromisso assumido pelo presidente da 
República, Jair Bolsonaro, de editar decreto como forma de impor o 
cumprimento do percentual de 5% em voos regionais pelas companhias 
aéreas, previsto inicialmente no relatório apresentado por Roberto 
Rocha, não acatado pela Câmara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até a edição da MP 863/2018, o Código Brasileiro de Aeronáutica (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7565.htm">Lei 7.565, de 1986</a>),
 alterado pela medida, permitia a participação de capital estrangeiro 
até o limite de 20%. Com a MP, esse controle sem restrições será igual 
ao de países como Argentina, Colômbia, Bolívia e Índia. Austrália, Nova 
Zelândia e União Europeia admitem 100% de capital estrangeiro para 
empresas que atuem somente dentro de seu território.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Franquias</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A 
franquia de até 23 kg é a mesma existente à época em que a Agência 
Nacional de Aviação Civil (Anac) editou resolução permitindo a cobrança 
de bagagens. Essa franquia é prevista para as linhas domésticas e em 
aeronaves a partir de 31 assentos. Em aeronaves de 21 a 30 assentos, o 
passageiro poderá despachar sem custo adicional 18 kg; e em aeronaves de
 até 20 assentos, 10 kg. Em voos com conexão, deverá prevalecer a 
franquia de bagagem referente à aeronave de menor capacidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas 
linhas internacionais, a franquia de bagagem funcionará pelo sistema de 
peça ou peso, de acordo com regulamentação específica. Nas linhas 
domésticas em conexão com linhas internacionais, quando conjugados os 
bilhetes de passagem, prevalecerá o sistema e o correspondente limite de
 franquia de bagagem estabelecido para as viagens internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
texto aprovado no Congresso proíbe o uso da franquia de bagagem para 
transporte de animais vivos, e a soma total do peso das bagagens de 
passageiros não pode ultrapassar os limites contidos no manual de voo da
 aeronave.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Preços</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Fernando
 Bezerra disse que a MP facilita o investimento no transporte aéreo, que
 se encontra em crise decorrente da situação falimentar da Avianca 
Brasil. Com isso, afirmou, o país se tornou oligopólio de três empresas 
que abusam do poder econômico para estabelecer o preço que bem entendem 
das passagens aéreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o 
senador Humberto Costa (PT-PE) disse que as mudanças contidas na MP são 
adequadas, e elogiou a decisão de Roberto Rocha de proibir, em seu 
relatório, a cobrança de bagagens com peso superior a 23 quilos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por 
sua vez, a senadora Simone Tebet (MDB-MS) disse que a MP “é infelizmente
 necessária” em razão da atuação de “apenas duas ou três empresas” no 
mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
senador Jayme Campos (DEM-MT) destacou a importância dos voos regionais,
 e disse que as empresas aéreas “só querem o filé e não comer carne de 
segunda”. Ele afirmou que os cidadãos brasileiros são “extorquidos” 
pelos preços impostos pelas companhias aéreas, que ainda contam com 
benefícios do governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O 
senador Nelsinho Trad (PSD-MS) apontou avanços com a aprovação da MP, e 
disse que as companhias aéreas precisam olhar para os estados que não 
são considerados “os filés da aviação”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A 
aprovação da matéria foi também saudada pelos senadores Rodrigo Cunha 
(PSDB-AL), Reguffe (sem partido-DF) e Carlos Viana (PSD-MG).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Controle </strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Esta 
não foi a primeira vez, em período recente, que a Câmara dos Deputados 
analisa a questão. Em março de 2016, a ex-presidente Dilma Rousseff 
assinou medida provisória que, entre outros pontos, elevava o capital 
estrangeiro nas empresas aéreas para 49% (<a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/124992">MP 714/2016</a>). Durante discussão na Casa, o percentual subiu para 100%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante
 de risco de derrota no Senado, onde a ampliação não foi bem recebida, o
 então presidente Michel Temer fez um acordo com os partidos da base do 
governo para aprovar a MP, com o compromisso de vetar a parte sobre a 
elevação do capital estrangeiro, que seria reenviada por meio de projeto
 de lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A  solução foi uma alternativa para salvar o texto, que continha outros  pontos importantes para o governo, como o perdão de dívidas da Infraero  com a União. Em seguida, em vez de tratar do tema apenas por meio do PL  2.724/15, o Executivo decidiu editar a MPV 863/2018, em 13 de dezembro  do ano passado, após acertos do período de transição de governos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Senado Federal (abre numa nova aba)" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/22/aprovada-mp-que-abre-setor-aereo-ao-capital-estrangeiro-e-restabelece-franquia-de-bagagem?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=MidiasSociaisSenado&amp;fbclid=IwAR0rqfnXKTeQZgyMOFcHs0FOfyaB7f9AGRC0RlBY_BbYitsX3ZyBbh968ig" target="_blank"><strong>Senado Federal</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/senado-aprova-passageiros-terao-direito-de-despachar-1-mala-de-ate-23-kg-sem-pagar/">Senado Aprova: passageiros terão direito de despachar 1 mala de até 23 kg sem pagar</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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