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	<title>Arquivos maus tratos - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos maus tratos - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Senado aprova projeto que facilita denúncias de maus-tratos contra idosos</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/maus-tratos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 19:05:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[idoso]]></category>
		<category><![CDATA[maus tratos]]></category>
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		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou nesta quarta-feira (7) projeto que inclui, entre atividades financiadas pelo Fundo Nacional da Pessoa Idosa, a contribuição para a divulgação e aprimoramento dos canais de denúncias sobre maus-tratos e sobre violações dos direitos humanos, como o Disque 100 (Disque Direitos Humanos). O texto aprovado segue para a análise da Câmara dos Deputados.  Dois projetos [&#8230;]</p>
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<p>O <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/senadores-pedem-que-sus-distribua-remedios-a-base-de-canabidiol/">Senado</a> aprovou nesta quarta-feira (7) projeto que inclui, entre atividades financiadas pelo Fundo Nacional da Pessoa Idosa, a contribuição para a divulgação e aprimoramento dos canais de denúncias sobre maus-tratos e sobre violações dos direitos humanos, como o Disque 100 (Disque Direitos Humanos). O texto aprovado segue para a análise da Câmara dos Deputados. </p>



<p>Dois projetos voltados para a defesa dos idosos tramitavam conjuntamente, e a relatora, senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), optou pelo&nbsp;<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/139817">PL 5.981/2019</a>, do senador Lasier Martins (Podemos-RS), que já havia sido analisado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH), sob a relatoria do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), tendo recebido parecer pela aprovação com uma emenda de redação.&nbsp;</p>



<p>Projeto relacionado ao tema, o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144655">PL 4.537/2020</a>, do senador Izalci Lucas (PSDB-DF), foi rejeitado pela relatora. O texto previa a&nbsp;criação do &#8220;SOS: maus-tratos contra idosos&#8221;, um serviço exclusivo para receber denúncias ou suspeitas de abusos contra idosos em todo o território nacional.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Linhas exclusivas</strong></h3>



<p>O texto aprovado altera a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12213.htm#:~:text=Institui%20o%20Fundo%20Nacional%20do,26%20de%20dezembro%20de%201995.">Lei 12.213, de 2010</a>, para garantir a destinação de parte dos recursos do Fundo Nacional do Idoso:&nbsp;ao aprimoramento dos serviços de recebimento de denúncias de violação de direitos dos idosos, incluindo a implantação de linhas exclusivas nos canais existentes e a disponibilização de recursos de acessibilidade; a realização de campanhas de divulgação dos canais de comunicação para receber denúncias; e a programas que ofertem a pessoas idosas vítimas de violência o acompanhamento nas áreas psicossocial, jurídica e de saúde.</p>



<p>Rose de Freitas salientou que o texto deixa em aberto a inclusão de outras medidas definidas pelo Conselho Nacional da Pessoa Idosa, a quem cabe gerir os recursos do fundo. Ela também observou que a proposta&nbsp;veda o pagamento de servidores ou empregados públicos federais, estaduais, distritais ou municipais com dinheiro do fundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Debate</strong></h3>



<p>Na discussão da matéria, Rose de Freitas lamentou que as limitações orçamentárias não tenham permitido atender a demanda do senador Izalci quanto à criação de um canal específico para denúncias de maus-tratos a idosos.</p>



<p>—&nbsp;Eu sei que a gente aqui protege o povo brasileiro acima de tudo, mas desta vez nós estamos com muita acuidade em relação aos gastos que o&nbsp;governo possa ter, porque não tem dinheiro —&nbsp;disse.</p>



<p>Lasier Martins, citando dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), lembrou que seu projeto tem em vista a rápida transição demográfica que o Brasil enfrenta.</p>



<p>—&nbsp;No ano de 2060, isto é, daqui a 40 anos, um terço da população brasileira terá mais de 60 anos. Então, nós estamos, com a devida antecedência, através desse projeto que haverá de se transformar em lei, já prevenindo os direitos e a proteção dos idosos —&nbsp;afirmou, destacando a importância da publicação transparente da verba do Fundo Nacional do Idoso.</p>



<p>Mesmo tendo seu projeto preterido, Izalci Lucas avaliou positivamente o relatório de Rose de Freitas, ressaltando que “não interessa muito a autoria; o importante é ser implementada a política”. Ele manifestou sua indignação com as estatísticas de maus-tratos contra idosos, situação que atribuiu à falta de preservação dos valores da família.</p>



<p>—&nbsp;O mais importante para o&nbsp;país, e de forma especial para os idosos, é que, com essa lei, nós vamos protegê-los um pouco mais —concluiu.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Denúncias</strong></h3>



<p>Segundo a senadora, o recebimento de denúncias relatando casos de violação dos direitos da pessoa idosa já vem sendo feito de maneira satisfatória pelo Disque 100. Por isso, ela considerou mais vantajoso do que criar um novo canal facilitar a apresentação de denúncias aperfeiçoando os canais já existentes, tanto em âmbito federal quanto nas esferas estadual e municipal. &#8220;O Disque 100 já vem sendo utilizado crescentemente, e exigir que os denunciantes memorizem outro número de telefone pode ser contraproducente para o sistema e prejudicial às vítimas&#8221;, argumentou.</p>



<p>&#8220;Ressalte-se que, em 2019, de acordo com a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, órgão responsável pelo serviço, nos primeiros seis meses de 2019 foram recebidas 21.749 denúncias de violência contra a pessoa idosa, representando uma elevação de 29,68% em relação ao primeiro semestre do ano anterior. Quase 80% das informações recebimento relatam denúncias de negligência contra a pessoa idosa&#8221;, afirma Rose em seu relatório.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Divulgação de dados</strong></h3>



<p>O texto aprovado determina que as estatísticas de notificações e as provenientes dos serviços de recebimento de denúncias sobre violência contra a pessoa idosa sejam divulgadas semestralmente. Também prevê&nbsp;a pena de multa de R$ 5 mil a R$ 10 mil para&nbsp;o atendente de serviço que deixar de receber ou de encaminhar a denúncia recebida de violência contra a pessoa idosa.</p>



<p>Segundo dados do IBGE, o país tem aproximadamente 30,2 milhões de idosos. Em levantamento apresentado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, em 52,9% das&nbsp;denúncias de violações contra pessoas idosas recebidas pelo Disque 100, os maus-tratos são praticados pelos&nbsp;filhos.</p>



<p>O serviço do Disque 100 foi&nbsp;criado para proteger crianças e adolescentes, com foco em violência sexual, mas foi modificado e se tornou um canal de denúncia contra todos os tipo de maus-tratos,&nbsp;especialmente contra os grupos sociais vulneráveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fundo</strong></h3>



<p>O&nbsp;Fundo Nacional do Idoso tem como fontes de receita os recursos públicos destinados pelos Orçamentos da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal; as contribuições de governos e organismos internacionais; e as doações de pessoas físicas e jurídicas, dedutíveis do Imposto de Renda. </p>



<p>A gestão dos recursos compete aos Conselhos dos Direitos do Idoso, e a aplicação dos recursos que o constituem está sujeita à prestação de contas de gestão aos órgãos de controle interno do Poder Executivo e aos Conselhos dos Direitos do Idoso, e ainda ao controle externo por parte do Poder Legislativo, do Tribunal de Contas e do Ministério Público.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Disque 100</strong></h3>



<p>O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de proteção, defesa e responsabilização, de acordo com a competência e as atribuições específicas, no prazo de 24 horas, mantendo em sigilo a identidade da pessoa denunciante.</p>



<p>Pode ser acessado pelos seguintes canais:<br>• discagem direta e gratuita do número 100 &#8211; Disque 100<br>• envio de mensagem para o e-mail&nbsp;disquedireitoshumanos@sdh.gov.br<br>• crimes na internet através do portal&nbsp;<a href="http://www.disque100.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.disque100.gov.br</a><br>• Ouvidoria Online Clique 100:&nbsp;<a href="http://www.humanizaredes.gov.br/ouvidoria-online/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.humanizaredes.gov.br/ouvidoria-online/</a><br>• ligação internacional. Fora do Brasil através do número&nbsp;+55 61 3212.8400</p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/10/07/senado-aprova-projeto-que-facilita-denuncias-de-maus-tratos-contra-idosos" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Senado amplia pena para maus-tratos contra animais</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/maus-tratos-contra-animais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2020 18:43:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[maus tratos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já aprovada na Câmara, proposta que altera Lei de Crimes Ambientais segue para sanção Em sessão remota, nesta quarta-feira (9), o Senado aprovou o projeto de lei que aumenta as penas para quem comete maus-tratos a cães e gatos (PL 1.095/2019). O texto, que havia sido aprovado na Câmara no final do ano passado, segue [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Já aprovada na Câmara, proposta que altera Lei de Crimes Ambientais segue para sanção</h5>



<p>Em sessão remota, nesta quarta-feira (9), o Senado aprovou o projeto 
de lei que aumenta as penas para quem comete maus-tratos a cães e gatos 
(PL 1.095/2019). O texto, que havia sido aprovado na Câmara no final do 
ano passado, segue agora para a sanção.&nbsp; </p>



<p>Pela proposta, a prática de abuso, maus-tratos, ferimento ou 
mutilação a cães e gatos será punida com pena de reclusão, de dois a 
cinco anos, além de multa e proibição de guarda. Atualmente, a pena é de
 detenção, de três meses a um ano, e multa — dentro do item que abrange 
todos os animais. 

</p>



<p>O projeto altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605, de 1998) 
para criar um item específico para cães e gatos,&nbsp; animais domésticos 
mais comuns no Brasil e principais vítimas desse tipo de crime. A 
conquista acontece em uma data simbólica, já que em 9 de setembro é 
comemorado o Dia do Médico Veterinário. 

</p>



<p>O deputado Fred Costa (Patriota-MG), autor da proposição,  acompanhou a votação da sala da Secretaria de Tecnologia da Informação  (Prodasen), de onde são transmitidas as sessões remotas do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/senado-aprova-serie-de-mudancas-na-legislacao-de-transito/">Senado</a>. Para o  deputado, o projeto responde a um problema concreto da sociedade  brasileira, que tem se revoltado a cada caso de violência com os  animais.  </p>



<p><strong>Relatório</strong><br>
O relator, senador Fabiano Contarato (Rede-ES), elogiou a iniciativa da 
matéria. Em seu relatório, apontou que, apesar da proibição legal, a 
imprensa e as redes sociais têm divulgado o aumento da frequência de 
delitos graves envolvendo atos de abuso e maus-tratos especificamente 
contra cães e gatos, “o que gera um clamor social para que a legislação 
seja alterada”. O senador lamentou que muitos desses atos cruéis sejam 
até filmados e divulgados na internet.&nbsp; 

</p>



<p>Contarato destacou que, com o isolamento social por conta da 
pandemia do coronavírus, os casos de maus-tratos cresceram muito. Com 
base nos registros da Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa), o 
senador informou que, somente no estado de São Paulo, denúncias de 
violência contra animais aumentaram 81,5% de janeiro a julho de 2020, em
 relação ao mesmo período do ano passado. 

</p>



<p>De acordo com o relator, estudos acadêmicos e estatísticos 
ressaltam, inclusive, a correlação entre maus-tratos aos animais 
domésticos — em sua maioria cães e gatos — e violência doméstica. A 
crueldade animal, destacou Contarato, está conectada a outros atos de 
violência, o que torna os maus-tratos aos animais de estimação um 
indicativo de abuso familiar, com a demanda de serem devidamente 
evidenciados e reconhecidos, “para que a saúde e a segurança social 
sejam asseguradas na sociedade”. 

</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Este projeto é uma forma de dar viabilidade ao mandamento  constitucional de proteger a fauna. É nossa responsabilidade garantir  aos animais saúde e bem-estar”.   </p></blockquote>



<p><strong>Emendas</strong><br>
Contarato informou que foram apresentadas três emendas em Plenário. No 
entanto, nenhuma delas foi acatada. As emendas dos senadores Rose de 
Freitas (Podemos-ES) e Jean Paul Prates (PT-RN) pediam que as penas mais
 duras fossem aplicadas aos casos de violência com todos os animais 
criados em âmbito doméstico, e não apenas em relação a cães e gatos. O 
relator elogiou a emenda, mas sugeriu um projeto específico para tratar 
do assunto. </p>



<p>A terceira emenda, de autoria do senador Telmário Mota (Pros-RR), 
diminuía o tempo mínimo de detenção para dois meses — contra três meses 
da legislação atual e dois anos, do projeto. A emenda previa também a 
proibição da guarda de animal em caso de dolo. Telmário classificou o 
projeto como uma “grande inversão de valores”. 

</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Este projeto está fora da realidade. A relação com os animais  tem que ser de carinho. Mas um animal tem que ser tratado como um  animal. Essa sensibilidade está atrapalhando a cultura dos brasileiros”,  argumentou Telmário, ao anunciar voto contrário ao projeto.  </p></blockquote>



<p>Ao rejeitar a emenda, Contarato argumentou que a redução das 
penas vai no sentido oposto do projeto, tendo potencial para estimular 
ainda mais os atos de crueldade contra cães e gatos.&nbsp; 

</p>



<p><strong>Manifestação</strong><br>
Na manhã de terça-feira (8), ativistas da causa dos animais fizeram uma 
manifestação em frente ao Congresso Nacional para defender a aprovação 
do PL 1.095/2019. Militantes independentes e representantes de entidades
 ligadas à defesa dos animais estenderam uma faixa cobrando cadeia para 
quem maltrata cães e gatos. 

</p>



<p>Centenas de imagens de cães e gatos vítimas de violência foram  colocadas no gramado, como forma de chamar a atenção para o tema. Cerca  de 30 organizações manifestaram apoio ao ato em frente ao Congresso.  </p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www.folhape.com.br/noticias/senado-aprova-pl-que-amplia-pena-para-maus-tratos-contra-caes-ou-gatos/154184/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Folha de Pernambuco (abre numa nova aba)">Folha de Pernambuco</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Irmãs vítimas de maus-tratos por casal adotante têm direito a dano moral e pensão</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/irmas-vitimas-de-maus-tratos-por-casal-adotante-tem-direito-dano-moral-e-pensao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 11:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[adoção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um casal que adotou duas crianças teve confirmada a destituição do poder familiar e a condenação ao pagamento de danos morais, no valor de R$ 50 mil, acrescido de pensão alimentícia fixada em 80% do salário mínimo – até que elas sejam novamente adotadas ou completem 24 anos. O Ministério Público foi o autor da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um casal que adotou duas crianças teve confirmada a destituição do poder familiar e a condenação ao pagamento de danos morais, no valor de R$ 50 mil, acrescido de pensão alimentícia fixada em 80% do salário mínimo – até que elas sejam novamente adotadas ou completem 24 anos.</p>
<p>O Ministério Público foi o autor da ação, agora apreciada em grau de recurso pela 4ª Câmara Civil do TJ. As primeiras denúncias de maus-tratos contra as meninas ocorreram em 2014. Hoje, as irmãs estão com 12 e 10 anos. No processo, ficou comprovado que os maus-tratos praticados pelos pais adotivos já aconteciam antes da atuação do conselho tutelar.</p>
<p>Para o desembargador Joel Dias Figueira Júnior, relator da matéria, embora a adoção seja considerada medida irrevogável e irrenunciável, a negligência dos adotantes em oferecer condições para o desenvolvimento afetivo, psicológico, moral e educacional das filhas justificou a medida. Os adotantes não demonstraram interesse na manutenção dos vínculos familiares, tanto que concordaram com a destituição. Para a fixação dos danos morais, a câmara analisou o comportamento atípico do casal.</p>
<p>“Castigar imoderadamente os filhos, agredi-los física e verbalmente, humilhá-los e desqualificá-los no seio familiar e publicamente, ameaçá-los com castigos e malefícios diversos, o abuso de autoridade, a violência psicológica, o desamparo emocional foram mais do que suficientes para ensejar a reparação”, registrou Figueira Júnior.</p>
<p>No seu entendimento, as condutas comissivas e omissivas dos adotantes configuraram abandono afetivo na exata medida em que infringiram os deveres jurídicos de assistência imaterial e proteção impostos como decorrência do poder familiar, o que enseja a compensação pecuniária pelos danos morais causados. A decisão, unânime, apenas adequou o valor dos danos, fixados inicialmente em R$ 100 mil. O processo tramitou em segredo de justiça.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjsc-irmas-vitimas-de-maus-tratos-por-casal-adotante-tem-direito-dano-moral-e-pensao/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></p>
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