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	<title>Arquivos Ministério da Economia - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Ministério da Economia - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Já está em vigor novo salário mínimo de R$ 1.100</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/salario-minimo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 19:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Salário Minimo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já está em vigor o novo valor do salário mínimo, que passou a ser de R$ 1.100 em 1º de janeiro. O anterior era R$ 1.045. A Medida Provisória 1.021/2020, que estabeleceu o reajuste, foi publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro. Com a mudança, o valor diário do salário mínimo passou a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Já está em vigor o <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/governo-preve-salario-minimo-de-r-1-088/">novo valor do salário mínimo</a>, que passou a ser de R$ 1.100 em 1º de janeiro. O anterior era R$ 1.045. A <a href="http://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/146145">Medida Provisória 1.021/2020</a>, que estabeleceu o reajuste, foi publicada no <em>Diário Oficial da União</em> em 30 de dezembro. Com a mudança, o valor diário do salário mínimo passou a ser de R$ 36,67 e o valor horário, R$ 5.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O reajuste repôs perdas com a inflação e, portanto, não teve aumento real. Mas está acima dos R$ 1.088 previstos pelo Poder Executivo&nbsp;na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro. Isso porque o governo levou em consideração a alta, principalmente, dos preços dos alimentos e a revisão da bandeira tarifária da energia elétrica. Para o reajuste, a equipe econômica usou uma previsão de alta de 5,22% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que serve de base para a correção anual do salário mínimo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Dessa forma, para que não houvesse perdas para os trabalhadores, utilizou-se o dado posteriormente divulgado do INPC para novembro, o qual não era disponível quando da produção da grade de parâmetros, referência para a PLOA-2021 [Projeto de Lei Orçamentário Anual]”, explica a equipe econômica na exposição de motivos da medida provisória.</p></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Senadores</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) considerou o reajuste “mais uma crueldade” com o trabalhador, em plena pandemia de coronavírus. Em entrevista à <strong>Agência Senado</strong>, ela disse que o governo tem acabado com a política de valorização do salário mínimo, aumentando as desigualdades sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Na prática, significa que o trabalhador chegará ao mercado e verá que o arroz, o feijão, o óleo, a carne, o leite e seus derivados aumentaram mais de 10%, enquanto o salário somente 5,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o senador Elmano Ferrer (PP-PI) afirmou que o aumento do salário mínimo está acima da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) projetada pelo mercado para 2020. Em sua conta no Twitter, ele escreveu que a maioria dos brasileiros vai ter ganho real de renda em 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma boa notícia para começar o ano”, comemorou.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Nova correção</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Economia, no dia 12 de janeiro, quando o INPC de dezembro será divulgado, o novo valor do salário mínimo poderá ser novamente corrigido para assegurar a preservação do poder de compra definida pela Constituição. Isso ocorreu na virada de 2019. Em 31 de dezembro de 2019, foi anunciado que o salário mínimo de 2020 seria de R$ 1.039. Em janeiro, quando foi divulgado o INPC de dezembro — que ficou acima da projeção inicial —, o valor foi ajustado para R$ 1.045.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Impacto</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Cada aumento bruto de R$1 no salário mínimo gera crescimento nas despesas de aproximadamente R$ 351,1 milhões sobre os orçamentos Fiscal e da Seguridade Social. Já o impacto líquido, ou seja, considerando o ganho na Receita Previdenciária, é de R$ 315,4 milhões para cada R$ 1 de aumento, conforme demonstrado nas informações complementares ao PLOA-2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os exercícios seguintes, estima-se que o impacto seja de R$ 357,8 milhões para 2022 e R$ 365,4 milhões para 2023. Com impacto líquido de R$ 320 milhões e R$ 326,8 milhões para 2022 e 2023, respectivamente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Obrigação constitucional</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe econômica salientou que a correção do valor do salário mínimo é obrigação constitucional e não afeta o compromisso do governo com o teto de gastos e com o ajuste fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de já estar em vigor, o reajuste precisa ser confirmado pelo Congresso Nacional, uma vez que o governo o fez por meio de uma medida provisória.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/01/04/ja-esta-em-vigor-novo-salario-minimo-de-r-1.100" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Senado</a></strong></p>
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		<title>Tempo de contribuição e idade mínima são pilares da reforma da Previdência</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tempo-de-contribuicao-e-idade-minima-sao-pilares-da-reforma-da-previdencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2019 19:18:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria por Invalidez]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Fiscal Independente]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência]]></category>
		<category><![CDATA[Proposta de Emenda à Constituição]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma da Previdência]]></category>
		<category><![CDATA[Salário Mínimo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Público]]></category>
		<category><![CDATA[Servidores públicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apresentada para promover uma série de mudanças no sistema previdenciário brasileiro, a proposta de reforma da Previdência (PEC 6/2019)&#160;já está sendo modificada no Congresso Nacional. Mas o governo não parece disposto a abrir mão de&#160;ao menos três itens: a idade mínima para aposentadoria, o tempo mínimo de contribuição e a progressão das alíquotas para servidores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Apresentada para promover uma série de mudanças no sistema previdenciário brasileiro, a proposta de reforma da Previdência (<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2192459">PEC 6/2019</a>)&nbsp;já está sendo modificada no Congresso Nacional. Mas o governo não parece disposto a abrir mão de&nbsp;ao menos três itens: a idade mínima para aposentadoria, o tempo mínimo de contribuição e a progressão das alíquotas para servidores e trabalhadores da iniciativa privada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A equipe técnica do Ministério da Economia alega que a maior parte de economia de R$ 1,2 trilhão prevista com reforma da <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-da-previdencia-elimina-aposentadoria-por-idade-para-deficiente-e-prejudica-mulher/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Previdência (abre numa nova aba)">Previdência</a> virá desses pontos, juntamente com o fim da aposentadoria que leva em conta somente o tempo de contribuição. O diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente do Senado (IFI), Felipe Salto, lembra que tais questões são de fato o cerne da proposta e devem ser analisadas com muito cuidado pelos parlamentares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— A regra de idade mínima, por exemplo, é o coração da reforma da Previdência porque fará as pessoas se aposentarem com idade um pouco maior. E não é nada absurdo: 65 e 62 anos. Pela PEC, haverá uma correção dessas idades mínimas pela evolução da sobrevida. Se a sobrevida do brasileiro for aumentando, essa idade mínima vai aumentando ao longo do tempo, o que é uma coisa inteligente. Mas é preciso melhorar a redação disso lá na proposta, pois da forma como foi colocada está um pouco difícil de entender isso lá — avalia o economista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Idade mínima</strong></h3>



<div class="wp-block-image"><figure class="alignright is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/resolveuid/390aa970-ba62-4cd4-bc4d-71dc1a62c2cf" alt="" width="177" height="930"/></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta do governo Jair Bolsonaro decreta o fim da <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/bonus-a-servidor-que-adiar-aposentadoria/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="aposentadoria (abre numa nova aba)">aposentadoria</a> somente por tempo de contribuição. Os trabalhadores da iniciativa privada e do setor público terão de ter idade mínima de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens. O governo alega que a iniciativa vai combater as aposentadorias precoces, que beneficiam principalmente os mais ricos, que atualmente se aposentam mais cedo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses patamares são apenas iniciais, visto que a&nbsp;<a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2192459">PEC 6/2019</a>&nbsp;prevê revisões periódicas a cada quatro anos, de acordo com a expectativa de vida dos brasileiros, que tende a subir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haverá um período de transição, com três regras para os trabalhadores do setor privado e uma para os servidores públicos. O segurado poderá optar pela forma mais vantajosa. As regras de aposentadoria e pensão permanecem as mesmas para os que já recebem o benefício ou já cumpriram seus requisitos mínimos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tempo de contribuição</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O tempo mínimo de contribuição passará dos atuais 15 para 20 anos, tanto para homens quanto para mulheres do setor privado. Na área pública, o tempo mínimo de contribuição foi fixado em 25 anos para homens e mulheres, sendo exigidos ainda 10 anos no serviço público e cinco anos de atuação no cargo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, para ter o direito de se aposentar com 100% de seu benefício, o segurado vai ter de contribuir 40 anos para o sistema previdenciário. Para quem contribuir menos, haverá uma tabela progressiva. A regra vale tanto para o INSS quanto para o regime dos servidores públicos. A intenção do governo é fazer o trabalhador a contribuir por mais tempo se não quiser evitar perdas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desse modo, após 20 anos de contribuição, o trabalhador terá direito a 60% do valor do benefício. A partir daí, aumentam-se 2% a cada ano trabalhado. Quem contribuir por 21 anos, por exemplo, garante 62% do benefício integral; quem contribuir 22 anos, fica com 64%, e assim por diante. Técnicos do Ministério da Economia garantem que quem tiver mais de 40 anos de contribuição receberá mais de 100% do valor do benefício a que teria direito.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Alíquotas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A reorganização das alíquotas previdenciárias tanto para o setor público quanto para a iniciativa privada é outro ponto que vem sendo defendido com vigor pelos governistas. O aumento na contribuição por diferentes faixas salariais é certo. A regra, conforme o governo, é cobrar mais de quem ganha mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, no setor privado, por exemplo, as alíquotas vão variar de 7,5% a 11,68%, calculadas conforme a faixa salarial do trabalhador. Atualmente, o valor é de 8% a 11%, calculado sobre todo o salário. Para os servidores públicos, as alíquotas iniciarão em 7,5% para quem ganha até um salário mínimo por mês e poderá chegar a 22% para os que ganham acima de R$ 39 mil. Hoje em dia, a alíquota é única de 11% independente do valor do salário.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/resolveuid/1ab8ca4c-8068-40a5-8f96-3aba5b215da3" alt=""/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Debates</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a proposta ainda estar na Câmara do Deputados, os senadores já debatem o texto. Oposicionistas e governistas acreditam que regras referentes à aposentadoria rural e ao Beneficio de Prestação Continuada (BPC) serão bastante reformuladas ou mesmo retiradas da PEC. Quanto aos temas considerados centrais, não há a mesma convicção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— A aposentadoria rural e BPC sairão da reforma, até porque não se trata de previdência, mas de assistência. A própria Câmara já vai excluir do textos esses dois pontos. Sobre os demais, é importante discutirmos; mas é importante as pessoas saberem que alguém paga a conta. Precisamos ver de onde vem o recurso. Se todos vão pagar por alguns ou se todos vão pagar um pouco mais. É uma discussão que precisa ser feita. Em relação às alíquotas, por exemplo, se tem contribuição maior é porque o benefício é maior. Agora quem vai pagar essa conta se a alíquota for menor? Quem ganha dois ou três salários? Então a gente precisa discutir muito — afirma um dos vice-líderes do governo no Senado, Izalci Lucas (PSDB-DF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vice-líder do PT, Rogério Carvalho (PT-SE), avisa que há alguns pontos inegociáveis, como o BPC, a aposentadoria rural, a desconstitucionalização da seguridade e a adoção do sistema de capitalização para quem ganha até o teto do Regime Geral de Previdência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Esses pontos não discutimos. É questão fechada para o Partido dos Trabalhadores. Os demais pontos como estão, se não combinar tempo de contribuição com idade, também fica difícil a negociação. Portanto, é preciso que o debate ocorra para que nós possamos fazer uma manifestação de forma objetiva dessas outras questões — adverte.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/resolveuid/a85df037-283e-48dd-8e02-3ecb15f240bc" alt=""/><figcaption><br></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Senado Federal (abre numa nova aba)" href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/05/06/idade-minima-e-tempo-de-contribuicao-sao-pontos-centrais-da-reforma-da-previdencia?utm_source=Facebook&amp;utm_medium=MidiasSociaisSenado&amp;fbclid=IwAR1ozLYM3WIFo_hRHW67zkoKGTnMws6y9s3sj_GdUJP-xJGJjHv-mWLIEs4" target="_blank"><strong>Senado Federal</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tempo-de-contribuicao-e-idade-minima-sao-pilares-da-reforma-da-previdencia/">Tempo de contribuição e idade mínima são pilares da reforma da Previdência</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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