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	<title>Arquivos Multiparentalidade - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Multiparentalidade - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Multiparentalidade: TJ autoriza nomes de pais biológico e socioafetivo em certidão de criança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 10:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Multiparentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Advogado de direito de família RJ emite notícia sobre multiparentalidade A 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo – TJSP reconheceu a multiparentalidade e autorizou a inclusão dos nomes do pai biológico e do pai socioafetivo no registro civil de uma criança, atendendo ao princípio do melhor interesse. A mãe [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Advogado de direito de família RJ emite notícia sobre multiparentalidade</h2>



<p>A 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo – <a href="https://www.tjsp.jus.br/">TJSP</a> reconheceu a multiparentalidade e autorizou a inclusão dos nomes do pai biológico e do pai socioafetivo no registro civil de uma criança, atendendo ao princípio do melhor interesse. A mãe e os dois pais, em comum acordo, buscaram juntos o reconhecimento.</p>



<p>Em primeira instância, o juízo havia autorizado a inclusão do nome do pai biológico, mas com a retirada do registro do pai socioafetivo. As partes, incluindo a genitora, recorreram ao TJSP, que, por unanimidade, reformou a sentença para reconhecer a multiparentalidade.</p>



<p>Segundo a relatora, desembargadora Hertha Helena de Oliveira, a compreensão de família sofreu diversas modificações com o decorrer dos anos. “Neste sentido, não se pode olvidar a existência de novas configurações familiares, ainda que a legislação pátria não as preveja”, ressaltou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entendimento do STF</h2>



<p>A magistrada citou entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal – STF no Tema 622, que permitiu a inclusão dos nomes do pai biológico e do pai socioafetivo na certidão de nascimento. &#8220;Os estudos técnicos acostados aos autos apontam a socioafetividade entre o pai registral e o menor. Não se pode ser ignorado o princípio do melhor interesse da criança, sendo que no presente caso a manutenção do pai registral e a inclusão do pai biológico trará benefícios ao menor, tendo em vista a boa convivência entre as partes.&#8221;</p>



<p> A magistrada citou entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal – STF no Tema 622, que permitiu a inclusão dos nomes do pai biológico e do pai socioafetivo na certidão de nascimento. &#8220;Os estudos técnicos acostados aos autos apontam a socioafetividade entre o pai registral e o menor. Não se pode ser ignorado o princípio do melhor interesse da criança, sendo que no presente caso a manutenção do pai registral e a inclusão do pai biológico trará benefícios ao menor, tendo em vista a boa convivência entre as partes.&#8221; </p>



<p>Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tios-reconhecidos-como-pais-socioafetivos-garantem-guarda-compartilhada/">Tios são reconhecidos como pais socioafetivos e garantem guarda compartilhada com genitor da menina</a></p>



<p> Fonte: Assessoria de Comunicação do <a href="https://ibdfam.org.br/noticias/8809/Multiparentalidade%3A+TJSP+autoriza+nomes+de+pais+biol%C3%B3gico+e+socioafetivo+em+certid%C3%A3o+de+crian%C3%A7a">IBDFAM</a></p>



<p>Tags: direito de família, Multiparentalidade, advogado de direito de família RJ, advogado de direito de família no Rio de Janeiro</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Justiça garante que criança tenha no registro nome do pai biológico e do afetivo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/justica-garante-que-crianca-tenha-no-registro-nome-do-pai-biologico-e-do-afetivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2019 18:11:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Declaratória]]></category>
		<category><![CDATA[Multiparentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pai Socioafetivo]]></category>
		<category><![CDATA[Registro de Nascimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Decisão é da 1ª vara de Família da Comarca de Gravataí/RS. Não há impedimento para se permitir multiparentalidade, desde que apresente reais vantagens à criança, tendo em vista que não se espera outra postura dos pais senão o anseio de assegurar o bem-estar ao filho.&#160; Com esse entendimento, a juíza de Direito Solange Moraes, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">A Decisão é da 1ª vara de Família da Comarca de Gravataí/RS.</h3>



<p>Não há impedimento para se permitir 
multiparentalidade, desde que apresente reais vantagens à criança, tendo
 em vista que não se espera outra postura dos pais senão o anseio de 
assegurar o bem-estar ao filho.&nbsp;</p>



<p>Com  esse entendimento, a juíza de Direito Solange Moraes, da 1ª vara de  Família da Comarca de Gravataí/RS, determinou a inclusão do pai  afetivo em registro de nascimento de criança já reconhecida por pai  biológico. A ação declaratória de reconhecimento de multiparentalidade  foi ajuizada na Comarca de Gravataí pela mãe e pelos pais biológico e  afetivo, em comum acordo.</p>



<p>No  caso, a genitora mantinha um relacionamento desde 2003 com o pai  afetivo, quando passaram por um rompimento entre os anos de 2011 e 2012.  No período da separação, ela teve um breve relacionamento com outro  homem, do qual surgiu a gravidez. No nascimento, o pai biológico  registrou o menino, porém sem ter acompanhado a gestação e não possuindo  nenhum vínculo afetivo e financeiro com o filho.</p>



<p>Já com o <a rel="noreferrer noopener" aria-label="pai (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/nome-do-pai-em-certidao-de-nascimento-podera-ser-aceito-como-presuncao-da-paternidade/" target="_blank">pai</a>  afetivo houve não só acompanhamento na gravidez, como nutriu  sentimentos pelo recém-nascido, ajudando inclusive em seu sustento. O  casal também já possui uma filha de 15 anos.    </p>



<p>No
 processo, ambos pediram o reconhecimento da multiparentalidade, 
objetivando que a criança seja perfeitamente integrada à família. Para 
isso pediram a inclusão, no registro civil da criança, do sobrenome do 
pai socioafetivo, bem como para poder inclui-lo no plano de saúde, 
realizar viagens e efetuar matrícula na escola.</p>



<p>Na
 sentença, a magistrada citou a conclusão do estudo de assistente social
 sobre o caso, destacando a não-oposição do pai biológico para 
reconhecimento de multiparentalidade, que significa somar a figura 
paterna, já exercida pelo padrasto.&nbsp;</p>



<p>A  juíza citou decisão do STF acerca do tema, sem eximir a  responsabilidade do pai biológico. &#8220;É cabível a inclusão do pai  socioafetivo sem a exclusão do pai biológico do seu registro de  nascimento, com assento na multiparentalidade”, concluiu a julgadora.</p>



<p><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/justica-garante-que-crianca-tenha-no-registro-nome-do-pai-biologico-e-do-afetivo" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Multiparentalidade e suas consequências jurídicas</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/multiparentalidade-e-suas-consequencias-juridicas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jun 2017 03:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de família]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Processual Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto da Criança e do Adolescente]]></category>
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		<category><![CDATA[Multiparentalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ano passado, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) ampliou os vínculos parentais equiparando as paternidades biológica e socioafetiva. Com isso, reconheceu a multiparentalidade, ou seja, a coexistência de filiações. Luiz Cláudio Guimarães Coelho e Luiz Paulo Vieira de Carvalho, respectivamente presidente e diretor do IBDFAM/RJ, em recente artigo, Multiparentalidade e herança: alguns apontamentos*, abordaram [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No ano passado, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) ampliou os vínculos parentais equiparando as paternidades biológica e socioafetiva. Com isso, reconheceu a multiparentalidade, ou seja, a coexistência de filiações. Luiz Cláudio Guimarães Coelho e Luiz Paulo Vieira de Carvalho, respectivamente presidente e diretor do IBDFAM/RJ, em recente artigo, Multiparentalidade e herança: alguns apontamentos*, abordaram algumas questões sobre o tema, como, por exemplo, a possibilidade do recolhimento da herança de ambos os pais/mães biológicos e socioafetivos, e também a forma de divisão de bens deixados por alguém que não tenha descendentes mas, em razão da multiparentalidade, tenha deixado ascendentes biológicos e socioafetivos.</p>
<p>“Embora a decisão antes referida tenha caráter vinculativo à magistratura nacional, a matéria carece ainda de regulamentação legislativa e, assim, enquanto tal lacuna não for devidamente preenchida, tratando-se de assunto de importância fundamental para a sociedade, dúvidas subsistirão”, afirma o advogado Luiz Cláudio Guimarães Coelho, em entrevista ao Boletim Informativo. Ele lembra ainda que a tese da multiparentalidade acolhida pelo STF traz relevantes consequências jurídicas no campo dos Direitos de Família e Sucessório, criando direitos e deveres dos filhos em relação aos seus múltiplos pais/mães, como também, dos múltiplos pais/mães em relação aos seus filhos (art. <a class="cite notIndex" title="Artigo 227 da Constituição Federal de 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10644726/artigo-227-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988" rel="10644726">227</a>, caput e art. <a class="cite" title="Artigo 228 da Constituição Federal de 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10643881/artigo-228-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988" rel="10643881">228</a>, ambos da <a class="cite" title="CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/188546065/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988" rel="302754">CF</a>).</p>
<p>Na mesma entrevista, o advogado Luiz Paulo Vieira de Carvalho ressalta que é muito importante debatermos sobre herança e pluriparentalidade, pois são eixos que se enquadram, especialmente, na possibilidade de alguém receber cota hereditária de mais de um pai ou mãe, como também na forma de distribuição de bens entre os ascendentes no caso do autor da herança não deixar descendentes.</p>
<p>“A tese da multiparentalidade já vinha sendo aceita em nossos tribunais há algum tempo, embora de maneira não unânime, na conformidade de ementas trazidas, por exemplo, de julgados dos Tribunais do Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro e até mesmo do STJ, no julgamento do REsp 889852 de relatoria do Ministro Luís Felipe Salomão, em 27/04/2010. Agora, diante da decisão do RE 898.060-SC, em repercussão geral, pelo Supremo Tribunal Federal, não há mais questionamentos quanto a plena receptividade da multiparentalidade em nosso Direito”.</p>
<p>No artigo, os autores afirmam ser possível uma pessoa herdar, mais de uma vez, de pais (ou mães) diferentes, como detalha o presidente do IBDFAM/RJ. “Admitindo-se tenha uma pessoa mais de um pai e ou mãe, incidindo assim a denominada multiparentalidade registral (exemplo, tendo alguém um pai biológico e outro socioafetivo), poderá esta pessoa recolher o correspondente quinhão hereditário deixado por seus dois pais e ou mães, porquanto a plúrima vocação hereditária paterna e/ou materna, é corolário natural e consequente da morte de qualquer ascendente a favor do descendente de primeiro grau, conforme os art. <a class="cite" title="Artigo 1829 da Lei nº 10.406 de 10 de Janeiro de 2002" href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10604801/artigo-1829-da-lei-n-10406-de-10-de-janeiro-de-2002" rel="10604801">1829</a>, <a class="cite" title="Inciso I do Artigo 1829 da Lei nº 10.406 de 10 de Janeiro de 2002" href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10604765/inciso-i-do-artigo-1829-da-lei-n-10406-de-10-de-janeiro-de-2002" rel="10604765">I</a>, do <a class="cite" title="Lei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002." href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1035419/c%C3%B3digo-civil-lei-10406-02" rel="10731286">Código Civil</a> c/c art. <a class="cite" title="Artigo 227 da Constituição Federal de 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10644726/artigo-227-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988" rel="10644726">227</a>, <a class="cite" title="Parágrafo 6 Artigo 227 da Constituição Federal de 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10644116/par%C3%A1grafo-6-artigo-227-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988" rel="10644116">§ 6º</a> da <a class="cite" title="CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/188546065/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988" rel="302754">Constituição Federal</a>. Não podemos esquecer, por fim, que o direito a herança é cláusula pétrea, conforme o art. <a class="cite" title="Artigo 5 da Constituição Federal de 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10641516/artigo-5-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988" rel="10641516">5º</a>, <a class="cite" title="Inciso XXX do Artigo 5 da Constituição Federal de 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10729874/inciso-xxx-do-artigo-5-da-constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-de-1988" rel="10729874">XXX</a>, da <a class="cite" title="CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988" href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/188546065/constitui%C3%A7%C3%A3o-federal-constitui%C3%A7%C3%A3o-da-republica-federativa-do-brasil-1988" rel="302754">Carta Maior</a>, devendo ser garantido desse modo tal direito, em todos os casos de estabelecimento de filiação, seja essa de qualquer origem”, completa.</p>
<p>Fonte: <a href="https://kleberruddy.jusbrasil.com.br/noticias/471164958/multiparentalidade-e-suas-consequencias-juridicas?ref=topic_feed" target="_blank" rel="noopener">JusBrasil</a></p>
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