<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos noiva - Costa Queiroz Advogados</title>
	<atom:link href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/noiva/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/noiva/</link>
	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Sep 2021 14:57:50 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-ICON_CQ-32x32.png</url>
	<title>Arquivos noiva - Costa Queiroz Advogados</title>
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/noiva/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>STJ pode avaliar se cabe dano moral em rompimento de noivado</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/stj-pode-avaliar-se-cabe-dano-moral-em-rompimento-de-noivado/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/stj-pode-avaliar-se-cabe-dano-moral-em-rompimento-de-noivado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 01:08:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[noiva]]></category>
		<category><![CDATA[Noivado]]></category>
		<category><![CDATA[noivo]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rompimento]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>
		<category><![CDATA[Termino]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=4398</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cabe indenização por dano moral em casos de rompimento de noivado? O Superior Tribunal de Justiça (STJ) poderá analisar a questão. O Recurso Especial de uma mulher ainda aguarda juízo de admissibilidade. O caso foi parar no STJ contra acórdão da 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. No recurso, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/stj-pode-avaliar-se-cabe-dano-moral-em-rompimento-de-noivado/">STJ pode avaliar se cabe dano moral em rompimento de noivado</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cabe indenização por dano moral em casos de rompimento de noivado? O Superior Tribunal de Justiça (STJ) poderá analisar a questão. O Recurso Especial de uma mulher ainda aguarda juízo de admissibilidade. O caso foi parar no STJ contra acórdão da 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. No recurso, foi destacado o artigo 105, inciso III, “c”, da Constituição Federal, segundo o qual cabe Recurso Especial quando “der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal”. A autora demonstrou que acórdãos de outros tribunais concederam a condenação por danos morais em casos de rompimento de noivado às vésperas do casamento. O TJSP admitiu o recurso especial e remeteu os autos ao STJ.</p>
<h3><strong>Entenda o caso</strong></h3>
<p>A mulher ajuizou uma ação contra o ex-noivo pedindo o pagamento de indenização por danos materiais e morais em virtude do término do relacionamento a apenas poucos dias da celebração matrimonial. Na primeira instância, o juízo da 10ª Vara Cível de Ribeirão Preto (SP) julgou procedentes os pedidos, condenando o homem a indenizar a ex-noiva em R$ 19,5 mil, por danos materiais, e em R$ 10 mil, por danos morais. O ex-noivo recorreu e a 2ª Câmara de Direito Privado do TJSP deu parcial provimento ao recurso, mantendo a indenização por danos materiais, mas afastando os danos morais. O colegiado considerou que, apesar do rompimento do noivado e da decepção causada, não incidiria a indenização por danos morais. A mulher interpôs Recurso Especial, que foi admitido pelo TJSP e os autos remetidos ao STJ.</p>
<p>O advogado Leonardo Amaral Pinheiro da Silva, presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), seção Pará, disse que, no caso, há elementos probatórios que levam a um entendimento de que cabe dano moral. “Não concordo com o posicionamento do TJSP. Acho que nesse caso caberia, sim, o dano moral. A análise pelo STJ deve ser feita”, afirma.</p>
<p>Leonardo Pinheiro ressalta que a indenização de dano moral, nesses casos, é mensurada por toda exposição vexatória de como se verificou o rompimento, levando-se em consideração também o momento em que este ocorreu.</p>
<blockquote><p>“Não se trata de um mero aborrecimento, mas o fim de uma expectativa de um matrimônio que, quando se o almeja, presume-se ser para toda a vida. Se este rompimento se deu sem que tenha sido de comum acordo, ou por motivo justificável de uma das partes, havendo, por outro lado, uma exposição negativa da forma como ele se verificou, aí entendemos ser perfeitamente cabível uma indenização. Se veiculado na mídia, com convites expedidos, vestido comprado, chá de panela já realizado, isso tudo tem o condão de agravar o dano”, ressalta.</p></blockquote>
<p>Leonardo Pinheiro ressalta que o entendimento pacífico na doutrina é que o rompimento do noivado não possa se dar como um descumprimento de avença – portanto, análise da Responsabilidade Civil Contratual baseada nas perdas e danos e prevista nos artigos 389 e 402 do Código Civil –. Mas sim, de acordo com ele, “no âmbito da Responsabilidade Civil Extracontratual, baseada no Ato Ilícito, prevista no art. 186 e 927 do Código Civil e dispositivos Constitucionais previstos no art. 5º, V e X e Constituição Federal de 1988”.</p>
<p>“Somos cautelosos no deferimento daquele (dano moral), justamente por entender que não podemos monetarizar o Direito de Família. Porém, em sede de rompimento de noivado, de acordo com a forma como este o foi (o caso em questão), assim como o seu momento, entendemos perfeitamente cabível”, afirma o advogado.</p>
<h3><strong>Namoro qualificado e união estável: qual a importância dessa diferenciação?</strong></h3>
<p>Qual a diferença entre namoro qualificado e união estável? Este é outro tema que levanta a discussão justamente por gerar dúvidas sobre a conceituação dos institutos.</p>
<p>Leonardo Amaral Pinheiro da Silva lançou, recentemente, um livro intitulado “Pacto dos namorados: o namoro qualificado e a diferença que você gostaria de saber da união estável, mas tem receio em perguntar”, que trata do assunto.</p>
<p>O advogado reconhece que a união estável é caracterizada pela união entre duas pessoas que têm convivência pública notória, contínua e com vontade de constituir família. Já o namoro qualificado pode ser definido como uma evolução do afeto entre as pessoas que estão juntas, mas que não pretendem constituir uma família. Assim, um casal de namorados pode ter filhos e não ter uma união estável. Juridicamente, morar junto não caracteriza uma união estável, assim como é possível morar em casas separadas e ter um namoro qualificado.</p>
<p>Na união estável presume-se que os bens adquiridos foram por esforço comum e isso interfere no regime sucessório e no direito de uma eventual partilha no caso de separação, podendo ter direito à meação do matrimônio. Já no namoro qualificado, o casal que adquiriu um bem e, após isso, terminou o relacionamento, caso um dos lados se sinta prejudicado e se ambos tiverem contribuídos para a aquisição do bem, pode-se pensar numa ação de indenização que vai tramitar em uma vara comum e não em uma vara de família.</p>
<p>Para o advogado, a importância desse tipo de diferenciação reside nos efeitos jurídicos. “Por decisão do STJ, o namoro qualificado passou a ter efeito jurídico no direito brasileiro. E não há de se falar em repercussão patrimonial, alimentos, e direito sucessório no namoro qualificado. Na união estável, sim. ”, afirma.</p>
<p>Por ser novo, o tema ainda traz algumas dúvidas para o meio jurídico, que tem se adaptado às novas modalidades de relacionamento. “O tema é novo e sujeito a debates. Mas é importante para fins de discernimento do que viria a ser a união estável de fato”, finaliza Leonardo.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.ibdfam.org.br/noticias/6770/STJ+pode+avaliar+se+cabe+dano+moral+em+rompimento+de+noivado" target="_blank" rel="noopener">IBDFAM</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/stj-pode-avaliar-se-cabe-dano-moral-em-rompimento-de-noivado/">STJ pode avaliar se cabe dano moral em rompimento de noivado</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/stj-pode-avaliar-se-cabe-dano-moral-em-rompimento-de-noivado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Concessionária indeniza noiva cuja festa de casamento foi arruinada por falta de luz</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/noiva-tem-festa-de-casamento-as-escuras/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/noiva-tem-festa-de-casamento-as-escuras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jun 2017 20:10:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[concessionaria]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[luz]]></category>
		<category><![CDATA[noiva]]></category>
		<category><![CDATA[velas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=2819</guid>

					<description><![CDATA[<p>A 1ª Câmara Civil do TJ confirmou sentença da comarca de Blumenau que condenou concessionária de energia elétrica ao pagamento de indenização por danos morais, no valor de R$ 20 mil, em favor de noiva cuja festa de casamento foi realizada às escuras. Na data marcada para as bodas, em dezembro, houve uma tempestade de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/noiva-tem-festa-de-casamento-as-escuras/">Concessionária indeniza noiva cuja festa de casamento foi arruinada por falta de luz</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A 1ª Câmara Civil do TJ confirmou sentença da comarca de Blumenau que condenou concessionária de energia elétrica ao pagamento de indenização por danos morais, no valor de R$ 20 mil, em favor de noiva cuja festa de casamento foi realizada às escuras. Na data marcada para as bodas, em dezembro, houve uma tempestade de verão que, aparentemente, motivou a queda de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os convidados presentes &#8211; muitos nem sequer conseguiram achar o local da festa &#8211; foram recepcionados no breu. As bebidas foram servidas quentes. Os pratos quase não foram consumidos, pois a única luz para enxergar a mesa vinha da filmadora &#8211; cuja bateria logo acabou. As sobremesas derreteram, assim como o bolo, que só pôde ser cortado posteriormente, na casa dos pais dos noivos. O evento em si não teve registro fotográfico, música e nem valsa. Sem ar condicionado, o espaço parecia uma sauna.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também:&nbsp;<a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/direito-de-familia-definicao-de-regime-de-bens-em-uniao-estavel-por-escritura-publica-nao-retroage/" target="_blank" rel="noopener">Direito de família: Definição de regime de bens em união estável por escritura pública não retroage</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a concessionária alegar que a falta de luz ocorreu por força maior, no caso as tempestades que assolaram a região, não conseguiu comprovar que a queda de energia no local do casório pode ser atribuída ao fenômeno meteorológico. O desembargador André Carvalho, relator da apelação, considerou que caberia à empresa, conhecedora do maior risco de tempestades naquela época do ano, tomar medidas preventivas que contornassem a situação e não submetessem os consumidores a essa falha na prestação dos serviços e suas consequências. A decisão foi unânime (Apelação Cível n. 0004542-53.2007.8.24.0008).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: Noiva, Casamento, Falta de Luz, Direito do Consumidor, Direito do Consumidor Rj, Advogado Consumidor Rj, Festa de Casamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte:&nbsp;<a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-47436-concessionaria-indeniza-noiva-cuja-festa-casamento-foi-arruinada-por-falta-luz" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/noiva-tem-festa-de-casamento-as-escuras/">Concessionária indeniza noiva cuja festa de casamento foi arruinada por falta de luz</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/noiva-tem-festa-de-casamento-as-escuras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Noiva processa noivo por desistir do casamento, mas não consegue danos morais</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/noiva-processa-noivo/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/noiva-processa-noivo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2017 12:29:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[advogado de família]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Civil]]></category>
		<category><![CDATA[noiva]]></category>
		<category><![CDATA[noivo]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=2479</guid>

					<description><![CDATA[<p>O magistrado considerou o pedido da reclamante improcedente. Mulher tem pedido de danos morais negado pelo juiz da 2ª Vara Cível de Aparecida de Goiânia, Vanderlei Caries Pinheiro, depois de ter o casamento cancelado pelo noivo dias antes da cerimônia. Segundo o magistrado, rompimentos são comuns e, por isso, não caracterizam uma situação que demande [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/noiva-processa-noivo/">Noiva processa noivo por desistir do casamento, mas não consegue danos morais</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="document-subtitle" style="text-align: center;" data-reactid="40"><em>O magistrado considerou o pedido da reclamante improcedente.</em></h3>
<p>Mulher tem pedido de danos morais negado pelo juiz da 2ª Vara Cível de Aparecida de Goiânia, Vanderlei Caries Pinheiro, depois de ter o casamento cancelado pelo noivo dias antes da cerimônia.</p>
<p>Segundo o magistrado, rompimentos são comuns e, por isso, não caracterizam uma situação que demande indenização por danos morais.</p>
<h3>Relacionamento</h3>
<p>A reclamante e o ex-noivo tiveram um relacionamento de quatro anos, sendo que moraram juntos durante o último ano. A cerimônia civil aconteceu há um ano (março/2015) e a cerimônia religiosa aconteceria três meses depois, em junho. No entanto, o noivo cancelou o casamento dias antes.</p>
<p>De acordo com a reclamante, foi preciso desconvidar os familiares e os amigos do casal e houve prejuízo ao cancelar os serviços referentes ao evento, os quais já haviam sido pagos.</p>
<p>A reclamante solicitou ressarcimento com os prejuízos que surgiram por causa do cancelamento da festa, porém como os recibos estavam em nome da avó da mulher, o juiz compreendeu que ela não possuía legitimidade para cobrá-los. Além disso, o ex-noivo comprovou por meio de recibos e comprovantes de depósitos que devolveu o valor à avó.</p>
<p>Decidiu o magistrado: <i>&#8220;as separações são muito comuns há bastante tempo, não caracterizando situação capaz de ensejar indenização por danos morais, vez que as expectativas, frustrações e tristezas também são típicas da dinâmica da vida conjugal, sendo que a nenhum casamento é dada a garantia de que o mesmo durará para sempre. Afinal, ninguém pode ser obrigado a permanecer casado com outra.&#8221;</i></p>
<p>Como o casamento civil aconteceu, a mulher alegou, ainda, que deixou de receber a pensão que recebia do pai e, agora, solicitava do ex-marido. O magistrado julgou, entretanto, que o pedido era improcedente, pois o casal morou junto por um ano antes do acontecimento e, portanto, houve uma promoção da união civil, descartando a necessidade de pensão.</p>
<h3>Cobrança indevida</h3>
<p>Após a decisão do juiz, o ex-marido também requereu condenação da ex-esposa por causa da cobrança indevida, a qual também foi negada pelo magistrado:</p>
<p>“A autora sequer é legítima para ser indenizada pelos supostos danos materiais, não sendo, também, legítima para figurar no polo passivo em relação dos mesmos”, indeferiu Vanderlei Caires.</p>
<p>Fonte: <a href="https://examedaoab.jusbrasil.com.br/noticias/449412114/noiva-processa-noivo-por-desistir-do-casamento-mas-nao-consegue-danos-morais?ref=topic_feed" target="_blank" rel="noopener noreferrer">JusBrasil</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/noiva-processa-noivo/">Noiva processa noivo por desistir do casamento, mas não consegue danos morais</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/noiva-processa-noivo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
