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	<title>Arquivos Nome Negativado - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Nome Negativado - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Dívida prescrita não pode ser cobrada, decide Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jun 2021 19:23:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida prescrita]]></category>
		<category><![CDATA[Nome Negativado]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento de dívida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentença da 14ª Vara Cível Central da Capital. Dívida prescrita &#8211; A 14ª Vara Cível Central da Capital declarou a inexigibilidade de dívida de mais de cinco anos que nunca foi cobrada pelo cedente. Como o nome da autora não foi negativado em órgãos de proteção ao crédito, o pedido de danos morais foi julgado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Sentença da 14ª Vara Cível Central da Capital.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Dívida prescrita &#8211; A 14ª Vara Cível Central da Capital declarou a inexigibilidade de dívida de mais de cinco anos que nunca foi cobrada pelo cedente. Como o nome da autora não foi negativado em órgãos de proteção ao crédito, o pedido de danos morais foi julgado improcedente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresas-devem-indenizar-consumidoras-por-pneu-defeituoso/">Empresas devem indenizar consumidoras por pneu defeituoso que causou acidente</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o juiz Christopher Alexander Roisin, as provas produzidas nos autos não deixam margem de dúvida sobre a prescrição da dívida. As rés sustentam que a prescrição só impede a cobrança judicial da dívida, mas não sua cobrança extrajudicial. Para o magistrado, no entanto, “prescrição convola a obrigação jurídica em obrigação natural, absolutamente inexigível, incobrável, por qualquer meio”.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O fato do artigo 882 do Código Civil afirmar que o pagamento é possível pelo devedor, não significa dizer que o credor pode atormentar o devedor ou usar meios indiretos de coerção para que ele renuncie à prescrição e torna a ser executável”, escreveu o juiz. Cabe recurso da decisão.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp; Processo nº&nbsp;<a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cpopg/show.do?processo.codigo=2S001CNCW0000&amp;processo.foro=100&amp;processo.numero=1122376-64.2020.8.26.0100&amp;uuidCaptcha=sajcaptcha_c6291a0a4c6e4d138ea0c62d21e8c08a">1122376-64.2020.8.26.0100</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>  Fonte: <a href="https://www.tjsp.jus.br/Noticias/Noticia?codigoNoticia=68290&amp;pagina=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comunicação Social TJSP</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: Direito do consumidor, Dívida prescrita, nome negativado, advogado de direito do consumidor RJ, advogado de direito do consumidor no Rio de Janeiro</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Companhia de água terá que indenizar consumidor que teve nome negativado por cobrança indevida</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/companhia-de-agua-tera-que-indenizar-consumidor-que-teve-nome-negativado-por-cobranca-indevida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2021 22:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Nome Negativado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NOME NEGATIVADO &#8211; A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal &#8211; Caesb foi condenada por inscrever o nome de um consumidor nos órgãos de proteção de crédito em razão de dívida inexistente. A decisão é da juíza do 2º Juizado Especial Cível e Criminal de Santa Maria.O autor conta que o seu nome constava [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">NOME NEGATIVADO &#8211; A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal &#8211; Caesb foi condenada por inscrever o nome de um consumidor nos órgãos de proteção de crédito em razão de dívida inexistente. A decisão é da juíza do 2º Juizado Especial Cível e Criminal de Santa Maria.<br>O autor conta que o seu nome constava em alguns protestos realizados pela ré em razão de cobrança de consumo de água relacionado a imóvel na cidade de Santa Maria entre os meses de maio de 2015 e julho de 2019. Ele afirma que desocupou o imóvel no final de 2014 e que não contratou o serviço no período em que foram emitidas as faturas cobradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/anotacao-indevida-no-serasa-gera-dano-moral-indenizavel/">Anotação indevida no Serasa gera dano moral indenizável</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, a Caesb diz que a alteração para o nome do autor foi feita em abril de 2015 e que, no período anterior, as faturas foram emitidas em nome de terceiro. A ré argumenta que não há provas de falha na prestação do serviço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o caso, a magistrada concluiu que a alteração foi feita de forma indevida, uma vez que ocorreu sem que fossem apresentados os documentos pessoais do autor e a sua assinatura. De acordo com a juíza, a Companhia deve responder pelos danos causados ao consumidor por defeitos relativos à prestação dos serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">…<br>Para a juíza, a indenização por danos morais também é cabível, uma vez que “o protesto por dívida inexistente é, por si só, causa suficiente a gerá-lo”. “Logo, é dispensável a comprovação da lesão, uma vez que se trata de dano presumido (in re ipsa), bastando a demonstração da conduta ilícita e do nexo de causalidade”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a Caesb foi condenada a pagar ao autor a quantia de R$ 4 mil a título de danos morais. A ré terá também que proceder à baixa dos protestos lançados em nome do consumidor. O contrato foi declarado inexistente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">PJe: 0700504-31.2021.8.07.0010</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/noticias/2021/maio/caesb-tera-que-indenizar-consumidor-que-teve-nome-negativado-por-cobranca-indevida">TJDFT</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: direito do consumidor, nome negativado, cobrança indevida, advogado de direito do consumidor RJ, advogado de direito do consumidor no Rio de Janeiro</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cliente negativado indevidamente será indenizada pela Oi em R$ 20 mil</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/cliente-negativado-indevidamente-sera-indenizada-pela-oi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 23:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Nome Negativado]]></category>
		<category><![CDATA[Oi]]></category>
		<category><![CDATA[Telefone]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O TJ/PR majorou a indenização arbitrada em 1ª instância. O valor original era de R$ 7 mil. A empresa de telefonia Oi foi condenada a indenizar uma consumidora em R$ 20 mil por ter negativado seu nome indevidamente. A decisão é da 8ª câmara cível do TJ/PR. Para o relator, desembargador Marco Antonio Antoniassi, a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><strong>O TJ/PR majorou a indenização arbitrada em 1ª instância. O valor original era de R$ 7 mil.</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa de telefonia Oi foi condenada a indenizar uma consumidora em R$ 20 mil por ter negativado seu nome indevidamente. A decisão é da 8ª câmara cível do TJ/PR. Para o relator, desembargador Marco Antonio Antoniassi, a quantia se mostrou proporcional, sem que ocorra enriquecimento ilícito pela autora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação tratou de pedido de indenização por inscrição indevida com pedido de tutela provisória de urgência ajuizada por uma consumidora contra a Oi, operadora de telefonia. Os pedidos em 1º grau foram julgados procedentes para declarar a inexistência do débito inscrito pela operadora, além da condenação ao pagamento de R$ 7 mil por danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inconformada, a cliente interpôs apelação sustentando, em síntese, a necessidade de majoração do valor da indenização, pois a quantia fixada no juízo a quo não se mostrou suficiente a ponto de reparar o dano sofrido e ao mesmo tempo servir como meio pedagógico para se reprimir a reincidência do ato ilícito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aduziu, ainda, que os juros de mora sobre o valor da indenização devem incidir desde a data do fato danoso, na forma da súmula 54 do STJ, posto que se trata de ilícito extracontratual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/consumidor-teve-nome-negativado-por-uma-fraude-deve-ser-indenizado/">Consumidor que teve o nome negativado por conta de fraude deve ser indenizado</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao decidir, o relator considerou que a fixação do valor para a reparação deve levar em conta o grau de culpa do ofensor, o nível socioeconômico das partes, a repercussão do fato e demais peculiaridades que o caso concreto apresentar, não se olvidando a necessária observância dos critérios de razoabilidade e proporcionalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;O montante também deve ser fixado em patamar que, ao mesmo tempo que constitua uma punição ao ofensor pelo ilícito praticado, a fim de servir de inibidor para futuras transgressões, também não caracterize instrumento de enriquecimento sem causa do ofendido. Deve, noutras palavras, haver um equilíbrio entre a punição do agente ofensor e a indenização à vítima.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o magistrado, na hipótese dos autos, em relação a condição econômico-financeira das partes, foi necessário destacar que a parte ofensora é uma das maiores operadoras de telefonia no país. Por outro lado, considerou que a ofendida teve em seu favor concedidos os beneficiosa da assistência judiciária gratuita, por não deter condições de arcar com os encargos financeiros do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Assim, à luz do entendimento desta c. 8ª câmara Cível, a quantia deve ser majorada para o valor de R$ 20 mil, pois bem compõe o dano sem importar em enriquecimento indevido da parte autora, e não se mostra excessiva, embora a ré esteja em processo de recuperação judicial.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação da reforma da sentença para o fim de que o termo inicia dos juros de mora passe a contar do fato danoso, os desembargadores entenderam que assiste razão à consumidora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o colegiado, &#8220;uma vez que sequer restou comprovada qualquer relação contratual entre a autora e a ré, os juros de mora incidir desde a data do fato danoso, ou seja, da inscrição indevida.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, os desembargadores deram integral provimento ao recurso, para majorar o quantum indenizatório ao patamar de R$ 20 mil e para que os juros de mora passem a contar a partir do evento danoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A banca<strong>&nbsp;Engel Advogados</strong>&nbsp;patrocina a consumidora.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Processo:&nbsp;<a href="https://projudi.tjpr.jus.br/projudi_consulta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">0001499-28.2020.8.16.0024</a></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a <a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2021/5/89B3C5705F2D6F_oi-.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">decisão</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.sosconsumidor.com.br/noticias-54628-cliente-negativada-indevidamente-sera-indenizada-pela-oi-em-r-20-mil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: direito do consumidor, Cliente negativado, telefonia Oi, indenização por nome negativado, advogado do direito do consumidor RJ, advogado de direito do consumidor no Rio de Janeiro</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hospital é condenado por negativar indevidamente nome de filha de paciente</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-paciente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2019 20:47:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Nome Negativado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A juíza titular do 4º Juizado Especial Cível de Brasília condenou o Hospital Santa Lucia S.A a indenizar os danos morais causados à autora, que teve seu nome indevidamente&#160;enviado para os órgãos de proteção de crédito.&#160;&#160; A autora ajuizou ação, na qual narrou que, antes de falecer, sua mãe ficou internada no estabelecimento hospitalar do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A juíza titular do 4º Juizado Especial Cível de Brasília condenou o Hospital Santa Lucia S.A a indenizar os danos morais causados à autora, que teve seu nome indevidamente&nbsp;enviado para os órgãos de proteção de crédito.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autora ajuizou ação, na qual narrou que, antes de falecer, sua mãe ficou internada no estabelecimento hospitalar do réu e que era beneficiária do plano de saúde GEAP-SAUDE, normalmente aceito pelo hospital. Todavia, dias após a morte de sua genitora, por ter sido a responsável pela internação, recebeu uma cobrança referente a medicamentos, que, segundo o réu, o plano não aceitou arcar. Mesmo tendo comunicado formalmente ao réu do equívoco da cobrança, teve seu nome registrado junto ao SPC e SERASA, fato que lhe causou danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O hospital apresentou defesa, na qual argumentou que prestou todo o atendimento necessário para a paciente e que teve que realizar o procedimento “pericardiotomia”, em caráter de emergência, razão pela qual somente solicitou autorização ao plano no dia posterior à morte da paciente. Assim, o plano alegou que o cartão da paciente não era mais válido. O réu defendeu que não cometeu nenhum ato que pudesse ensejar condenação em danos morais e fez pedido contraposto para que a autora fosse condenada a arcar com os custos do procedimento realizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano de saúde foi oficiado para que se manifestasse sobre o ocorrido e respondeu que não recebeu nenhum pedido de autorização para o mencionado procedimento. Tendo em vista o exposto, a&nbsp;magistrada concluiu que o problema de comunicação entre o hospital e o plano não pode recair sobre a autora. Assim, condenou o réu a retirar seu nome dos cadastros de inadimplentes, a indenizá-la em R$ 5 mil reais a título de dano moral, bem como o proibiu de realizar nova cobrança sobre o fato. Por fim, a juíza negou o pedido feito pelo réu para que autora lhe pagasse pelo procedimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão não é definitiva e pode ser objeto de recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a rel="noreferrer noopener" href="http://https//pje.tjdft.jus.br/consultapublica/ConsultaPublica/listView.seam" target="_blank">Pje:</a></strong> 0749274-42.2018.8.07.0016</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="SOS Consumidor (abre numa nova aba)" href="https://www.sosconsumidor.com.br/noticias-50924-hospital-e-condenado-por-negativar-indevidamente-nome-filha-paciente" target="_blank"><strong>SOS Consumidor</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Serasa é condenado por não notificar devedora sobre negativação</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/serasa-e-condenado-por-nao-notificar-devedora-sobre-negativacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2018 17:10:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Devedora]]></category>
		<category><![CDATA[Nome Negativado]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Serasa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Órgão deve cancelar a inscrição do nome da mulher e pagar R$ 5 mil de indenização por dano moral. O juiz de Direito Austregésilo Trevisan, da 17ª vara Cível de Curitiba/PR, condenou o Serasa a indenizar por danos morais, fixados em R$ 5 mil, uma mulher que não recebeu notificação prévia de que seu nome [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/serasa-e-condenado-por-nao-notificar-devedora-sobre-negativacao/">Serasa é condenado por não notificar devedora sobre negativação</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><strong>Órgão deve cancelar a inscrição do nome da mulher e pagar R$ 5 mil de indenização por dano moral.</strong></h3>
<p>O juiz de Direito Austregésilo Trevisan, da 17ª vara Cível de Curitiba/PR, condenou o Serasa a indenizar por danos morais, fixados em R$ 5 mil, uma mulher que não recebeu notificação prévia de que seu nome estava inscrito no cadastro de inadimplentes do referido órgão.</p>
<p>Consta nos autos que a mulher teve seu nome inscrito no CCF &#8211; Cadastro de Emitentes de Cheques Sem Fundos, do Banco Central, que é restrito às instituições financeiras, e que o Serasa, a partir das informações do CCF, a teria inscrito em seu próprio cadastro, sem a prévia comunicação da devedora. Assim, a mulher ajuizou ação contra o órgão pedindo a declaração de invalidade da inscrição unicamente do cadastro de devedores do Serasa e a indenização por dano moral.</p>
<p>Ao analisar o caso, o juiz Austregésilo Trevisan julgou procedente o pedido da mulher. O magistrado endossou que o objeto em questão não é a inadimplência da devedora, mas sim o direito prévio à notificação, que, segundo ele, é obrigação do órgão responsável.</p>
<p>&#8220;É cediço que a comunicação prévia ao consumidor sobre a inscrição de seu nome no registro de proteção ao crédito constitui obrigação do órgão responsável pela manutenção do cadastro, e não do credor, que apenas informa a existência da dívida aos referidos órgãos. O suposto devedor tem o direito de ser previamente comunicado do registro de seu nome nos cadastros de restrição ao crédito, que têm por objetivo oportunizar a regularização da situação, com o resgate da dívida ou, se for o caso, com o esclarecimento de eventual engano ocorrido.&#8221;</p>
<p>Assim, determinou que o Serasa cancele a inscrição do nome da mulher do cadastro e condenou o órgão ao pagamento de danos morais.</p>
<p>A mulher foi defendida pelo advogado Marcelo Rubel, do escritório Engel Rubel Advogados.</p>
<p>• Processo: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/%C3%93rg%C3%A3o%20deve%20cancelar%20a%20inscri%C3%A7%C3%A3o%20do%20nome%20da%20mulher%20e%20pagar%20R$%205%20mil%20de%20indeniza%C3%A7%C3%A3o%20por%20dano%20moral.%20%20quarta-feira,%2016%20de%20maio%20de%202018%20%20inCompartilhar%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20%20O%20juiz%20de%20Direito%20Austreg%C3%A9silo%20Trevisan,%20da%2017%C2%AA%20vara%20C%C3%ADvel%20de%20Curitiba/PR,%20condenou%20o%20Serasa%20a%20indenizar%20por%20danos%20morais,%20fixados%20em%20R$%205%20mil,%20uma%20mulher%20que%20n%C3%A3o%20recebeu%20notifica%C3%A7%C3%A3o%20pr%C3%A9via%20de%20que%20seu%20nome%20estava%20inscrito%20no%20cadastro%20de%20inadimplentes%20do%20referido%20%C3%B3rg%C3%A3o.%20%20%20%20%20Consta%20nos%20autos%20que%20a%20mulher%20teve%20seu%20nome%20inscrito%20no%20CCF%20-%20Cadastro%20de%20Emitentes%20de%20Cheques%20Sem%20Fundos,%20do%20Banco%20Central,%20que%20%C3%A9%20restrito%20%C3%A0s%20institui%C3%A7%C3%B5es%20financeiras,%20e%20que%20o%20Serasa,%20a%20partir%20das%20informa%C3%A7%C3%B5es%20do%20CCF,%20a%20teria%20inscrito%20em%20seu%20pr%C3%B3prio%20cadastro,%20sem%20a%20pr%C3%A9via%20comunica%C3%A7%C3%A3o%20da%20devedora.%20Assim,%20a%20mulher%20ajuizou%20a%C3%A7%C3%A3o%20contra%20o%20%C3%B3rg%C3%A3o%20pedindo%20a%20declara%C3%A7%C3%A3o%20de%20invalidade%20da%20inscri%C3%A7%C3%A3o%20unicamente%20do%20cadastro%20de%20devedores%20do%20Serasa%20e%20a%20indeniza%C3%A7%C3%A3o%20por%20dano%20moral.%20%20Ao%20analisar%20o%20caso,%20o%20juiz%20Austreg%C3%A9silo%20Trevisan%20julgou%20procedente%20o%20pedido%20da%20mulher.%20O%20magistrado%20endossou%20que%20o%20objeto%20em%20quest%C3%A3o%20n%C3%A3o%20%C3%A9%20a%20inadimpl%C3%AAncia%20da%20devedora,%20mas%20sim%20o%20direito%20pr%C3%A9vio%20%C3%A0%20notifica%C3%A7%C3%A3o,%20que,%20segundo%20ele,%20%C3%A9%20obriga%C3%A7%C3%A3o%20do%20%C3%B3rg%C3%A3o%20respons%C3%A1vel.%20%20%22%C3%89%20cedi%C3%A7o%20que%20a%20comunica%C3%A7%C3%A3o%20pr%C3%A9via%20ao%20consumidor%20sobre%20a%20inscri%C3%A7%C3%A3o%20de%20seu%20nome%20no%20registro%20de%20prote%C3%A7%C3%A3o%20ao%20cr%C3%A9dito%20constitui%20obriga%C3%A7%C3%A3o%20do%20%C3%B3rg%C3%A3o%20respons%C3%A1vel%20pela%20manuten%C3%A7%C3%A3o%20do%20cadastro,%20e%20n%C3%A3o%20do%20credor,%20que%20apenas%20informa%20a%20exist%C3%AAncia%20da%20d%C3%ADvida%20aos%20referidos%20%C3%B3rg%C3%A3os.%20O%20suposto%20devedor%20tem%20o%20direito%20de%20ser%20previamente%20comunicado%20do%20registro%20de%20seu%20nome%20nos%20cadastros%20de%20restri%C3%A7%C3%A3o%20ao%20cr%C3%A9dito,%20que%20t%C3%AAm%20por%20objetivo%20oportunizar%20a%20regulariza%C3%A7%C3%A3o%20da%20situa%C3%A7%C3%A3o,%20com%20o%20resgate%20da%20d%C3%ADvida%20ou,%20se%20for%20o%20caso,%20com%20o%20esclarecimento%20de%20eventual%20engano%20ocorrido.%22%20%20Assim,%20determinou%20que%20o%20Serasa%20cancele%20a%20inscri%C3%A7%C3%A3o%20do%20nome%20da%20mulher%20do%20cadastro%20e%20condenou%20o%20%C3%B3rg%C3%A3o%20ao%20pagamento%20de%20danos%20morais.%20%20A%20mulher%20foi%20defendida%20pelo%20advogado%20Marcelo%20Rubel,%20do%20escrit%C3%B3rio%20Engel%20Rubel%20Advogados.%20%20Processo:%200005321-36.2016.8.16.0001%20Veja%20a%20senten%C3%A7a." target="_blank" rel="noopener">0005321-36.2016.8.16.0001</a></p>
<p>Veja a<a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2018/5/art20180515-09.pdf" target="_blank" rel="noopener"> sentença.</a></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-49309-serasa-e-condenado-por-nao-notificar-devedora-sobre-negativacao" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/serasa-e-condenado-por-nao-notificar-devedora-sobre-negativacao/">Serasa é condenado por não notificar devedora sobre negativação</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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		<title>Consumidor que teve nome negativado indevidamente ganha direito de receber R$ 4 mil de indenização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 15:43:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
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		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O juiz Antônio Cristiano de Carvalho Magalhães condenou a Serasa e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de São Paulo ao pagamento de indenização por danos morais de R$ 4 mil para consumidor que teve o nome negativado indevidamente. A decisão foi publicada no Diário da Justiça dessa terça-feira (26/09). Segundo os autos (nº 0065691-38.2008.8.06.0001), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O juiz Antônio Cristiano de Carvalho Magalhães condenou a Serasa e a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de São Paulo ao pagamento de indenização por danos morais de R$ 4 mil para consumidor que teve o nome negativado indevidamente. A decisão foi publicada no Diário da Justiça dessa terça-feira (26/09).</p>
<p>Segundo os autos (nº 0065691-38.2008.8.06.0001), ao realizar consulta junto ao Sistema do Serasa/SPC de Fortaleza, ele foi informado que seu nome estava negativado por conta de suposto débito no valor de R$ 24,00 com o CDL de São Paulo. Em seguida, entrou em contato com a instituição para saber sobre a referida dívida, mas não obteve qualquer resposta. Por conta disso, ingressou com ação na Justiça requerendo indenização por danos morais.</p>
<p>Na contestação, o Serasa alegou ilegitimidade passiva, em razão da anotação de pendência financeira ser proveniente da CDL de São Paulo. Afirmou ainda que descabe ao autor ingressar com ação contra o Serasa, para questionar a validade de uma anotação constante na base de dados de outra instituição.</p>
<p>Já a CDL de São Paulo negou ter responsabilidade pela inclusão do nome do autor nos órgãos de proteção ao crédito. Sustentou ainda não caber indenização moral quando preexistente legítima inscrição em cadastro de restrição ao crédito.</p>
<p>Ao analisar o caso, o juiz negou a ilegitimidade passiva, afirmando que “as promovidas aduziram não terem praticado ato ilícito. Esse dado, segundo a teoria da asserção, não é suficiente para acolher a preliminar, pois para se chegar a outra conclusão é necessário o incursionamento no mérito”.</p>
<p>No mérito, o magistrado destacou que a CDL e o Serasa devem notificar o devedor antes de proceder à anotação no banco de dados de proteção ao crédito, sob pena de incorrer em ato ilegal. “Em que pese a incumbência dos réus em provar a existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito ao autor, não há nos autos qualquer documento que comprove a prévia notificação do autor, ensejando, por conseguinte, o dever de indenizar por danos morais”, explicou.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-48154-consumidor-que-teve-nome-negativado-indevidamente-ganha-direito-receber-r-4-mil-indenizacao" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></p>
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		<title>Falta de pagamento de pensão gera suspensão de CNH</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/falta-de-pagamento-de-pensao-gera-suspensao-de-cnh/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 12:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[CNH]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Família]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Nome Negativado]]></category>
		<category><![CDATA[pensão]]></category>
		<category><![CDATA[pensão alimenticia]]></category>
		<category><![CDATA[Suspensão de CNH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medida extrema foi tomada porque, mesmo após prisão, pai não quitou os débitos Homem que devia pensão alimentícia teve CNH suspensa e nome negativado. A decisão é da juíza Vânia Jorge da Silva, da 6ª vara de Família e Sucessões de Goiânia/GO. A mãe de uma menina de 11 anos propôs ação de execução de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Medida extrema foi tomada porque, mesmo após prisão, pai não quitou os débitos</em></p>
<p>Homem que devia pensão alimentícia teve CNH suspensa e nome negativado. A decisão é da juíza Vânia Jorge da Silva, da 6ª vara de Família e Sucessões de Goiânia/GO.</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">A mãe de uma menina de 11 anos propôs ação de execução de alimentos, alegando que o pai da criança estava em débito com a pensão alimentícia.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">A início, na comarca de Jataí, foi determinado que o pai pagasse um salário mínimo, pela alimentação da criança, e arcasse com 50% dos custos com educação e saúde. </span><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Mesmo sendo informado do cumprimento da obrigação, o pai, que é dono de uma microempresa transportadora de caminhões, não apresentou justificativa ou comprovação de pagamento, o que resultou na decretação de sua prisão.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">O microempresário, mesmo preso, continuou se negando a pagar o débito em questão. Antes do cumprimento da pena de 60 dias, a advogada da mãe da criança requereu alteração do rito da ação para o de expropriação de bens.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">A mudança foi deferida pela juíza Vânia Jorge da Silva, que determinou a intimação do pai para que em 15 dias efetuasse o pagamento do débito sob pena de multa e pagamento dos honorários advocatícios da parte autora. </span><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Na ocasião, a juíza autorizou também a pesquisa de bens de propriedade do pai. Após buscas nos sistemas de informações, constatou que ele havia retirado e transferido os bens de sua propriedade e que suas contas bancárias estavam zeradas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Sendo assim, a autora sugeriu a adoção de medidas coercitivas para “forçar” o pai a pagar o débito. </span><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Para buscar “coagir” o pai a efetuar o pagamento, a juíza Vânia Jorge da Silva, nos termos do artigo 139 inciso IV do Código de Processo Civil, deferiu parcialmente as medidas coercitivas, o que culminou na suspensão da CNH e emissão de precatória para que possa ser incluído o nome do pai nos cadastros restritivos de crédito &#8211; SPC/SERASA.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Após esta medida, a advogada do caso encontrou um caminhão no CNPJ da empresa de transportes do pai da menor e entrou com processo para conseguir a penhora do veículo para que seja efetuado o pagamento da pensão em atraso. O processo de execução corre há mais de um ano e a divida do pai já chega ao valor de R$ 25 mil.</span></p>
<p align="justify"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI265918,71043-Falta+de+pagamento+de+pensao+gera+suspensao+de+CNH" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></p>
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