<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos pai afetivo - Costa Queiroz Advogados</title>
	<atom:link href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/pai-afetivo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/pai-afetivo/</link>
	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Mon, 31 Aug 2020 19:09:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-ICON_CQ-32x32.png</url>
	<title>Arquivos pai afetivo - Costa Queiroz Advogados</title>
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/pai-afetivo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Multiparentalidade: Criança terá registro de pais biológico e socioafetivo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/crianca-tera-registro-de-pais-biologico-e-socioafetivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2020 19:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[Filha]]></category>
		<category><![CDATA[filho]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>
		<category><![CDATA[pai afetivo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=6551</guid>

					<description><![CDATA[<p>“A solução, portanto, com a devida licença aos entendimentos em contrário, é aquela que percebe, identifica, valoriza e atribui significado a todos os sentimentos envolvidos. E isso significa multiparentalidade. E, aqui, não estamos falando simplesmente de genética. Estamos falando, notadamente, de afeto, que é o que deveria marcar, de fato, as relações familiares”. Esse&#160; entendimento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/crianca-tera-registro-de-pais-biologico-e-socioafetivo/">Multiparentalidade: Criança terá registro de pais biológico e socioafetivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">“A solução, portanto, com a devida licença aos entendimentos em 
contrário, é aquela que percebe, identifica, valoriza e atribui 
significado a todos os sentimentos envolvidos. E isso significa 
multiparentalidade. E, aqui, não estamos falando simplesmente de 
genética. Estamos falando, notadamente, de afeto, que é o que deveria 
marcar, de fato, as relações familiares”. Esse&nbsp; entendimento é do juiz 
Fernando Vieira dos Santos, em decisão que concedeu parcial procedência 
de Ação de Reconhecimento de Paternidade para inclusão de nome de pai 
biológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado concedeu o reconhecimento do genitor no documento civil  de registros da criança, sem contudo, excluir a paternidade do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/pai-e-condenado-a-pagar-danos-morais-a-filha-por-abandono-afetivo-e-material/">pai</a> registral que já  possuía vínculo afetivo. Também determinou a inclusão do nome do pai  biológico e também dos avós paternos. O processo tramita em segredo de  justiça na Comarca de São Valentim (RS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor ingressou na Justiça objetivando o reconhecimento da 
paternidade da criança, com correção de seu registro de nascimento, para
 dele constar o seu nome como pai, com consequente anulação do registro 
anterior. Conta que, por um período de 10 meses, manteve envolvimento 
amoroso com a mãe da criança. Alegou que, quando soube da gravidez, ela 
já estava em uma união estável com outro homem e que este optou por 
registrar a criança, logo após o seu nascimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a mãe relatou que teve um relacionamento passageiro com o autor da
 ação durante uma breve separação de seu companheiro, e que acabou 
engravidando. Contudo, após descobrir que estava grávida, comunicou ao 
ex-namorado, que logo levantou dúvidas quanto à paternidade. Somado a 
tudo isso, a mulher também destacou que o companheiro, pai socioafetivo,
 além do registro, exerceu papel de pai com dedicação desde o nascimento
 do bebê. Conta que, após alguns meses, o seu ex a procurou, pedindo o 
exame de DNA, que atestou a paternidade biológica. Enfatizou os laços 
afetivos existentes entre a filha e o pai socioafetivo, os quais não 
podem ser apagados o que impossibilitaria a sua exclusão do registro 
civil da menina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A criança recebeu avaliação psicológica para averiguação de possíveis
 consequências psicológicas decorrentes de eventual exclusão da 
paternidade socioafetiva.&nbsp;O Ministério Público opinou, por sua vez, pela
 rejeição da tese de multiparentalidade e pela procedência do pedido, 
para o fim de incluir o autor como pai no registro de nascimento da 
criança, com posterior retirada do nome do pai socioafetivo.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Sentença</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu entendimento o magistrado frisou que é notória a paternidade 
biológica do autor, comprovada pelo exame de DNA. Assim acolheu, em 
parte, a ação, destacando que a multiparentalidade é tema de recente 
estudo para o direito de família e, como decorrência necessária, a 
paternidade socioafetiva. Realizou uma breve análise sobre a noção da 
entidade familiar e suas modificações ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observou que a conduta da mãe da criança, que efetuou exame de DNA 
extrajudicialmente requerido pelo autor, permitindo a proximidade dele, 
resultou no estabelecimento de laços também afetivos com a filha. Tanto –
 e principalmente – com o pai registral, com quem elas já estavam 
estabelecidas, quanto, também, com o pai biológico. Destacou, baseado no
 laudo psicológico, o forte laço afetivo da criança com o pai registral,
 com ênfase maior na sua representatividade. Ainda, ressaltou a prova 
oral colhida indicando a existência concomitante, das figuras do pai 
biológico e do pai socioafetivo, a autorizar o reconhecimento da 
multiparentalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dos fatos apresentados, o juiz concluiu que “ambas as 
famílias, biológica e socioafetiva, nutrem, de modo e intensidade muito 
semelhantes, senão idênticos, laços de afeto, amor e cuidado pela 
infante. Não há solução, diante do quadro verificado, que possa resultar
 na exclusão de uma das figuras representativas de pai para a infante em
 detrimento da outra. Não há critério, seja de justiça, seja de direito,
 que permita concluir pela prevalência pura e simples da paternidade 
biológica sobre a socioafetiva. Muito antes ao contrário: aqui, se algum
 dos liames houvesse de prevalecer, haveria de ser a socioafetividade, 
que, como no laudo, se mostra a mais significativa vinculação paterna 
estabelecida pela infante”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte:&nbsp;<a href="https://www.tjrs.jus.br/novo/noticia/multiparentalidade-crianca-tera-registro-de-pais-biologico-e-socioafetivo/">TJRS</a></em></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/crianca-tera-registro-de-pais-biologico-e-socioafetivo/">Multiparentalidade: Criança terá registro de pais biológico e socioafetivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
