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	<title>Arquivos Pai Socioafetivo - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Pai Socioafetivo - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Justiça garante que criança tenha no registro nome do pai biológico e do afetivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2019 18:11:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Declaratória]]></category>
		<category><![CDATA[Multiparentalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pai Socioafetivo]]></category>
		<category><![CDATA[Registro de Nascimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Decisão é da 1ª vara de Família da Comarca de Gravataí/RS. Não há impedimento para se permitir multiparentalidade, desde que apresente reais vantagens à criança, tendo em vista que não se espera outra postura dos pais senão o anseio de assegurar o bem-estar ao filho.&#160; Com esse entendimento, a juíza de Direito Solange Moraes, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">A Decisão é da 1ª vara de Família da Comarca de Gravataí/RS.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não há impedimento para se permitir 
multiparentalidade, desde que apresente reais vantagens à criança, tendo
 em vista que não se espera outra postura dos pais senão o anseio de 
assegurar o bem-estar ao filho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com  esse entendimento, a juíza de Direito Solange Moraes, da 1ª vara de  Família da Comarca de Gravataí/RS, determinou a inclusão do pai  afetivo em registro de nascimento de criança já reconhecida por pai  biológico. A ação declaratória de reconhecimento de multiparentalidade  foi ajuizada na Comarca de Gravataí pela mãe e pelos pais biológico e  afetivo, em comum acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No  caso, a genitora mantinha um relacionamento desde 2003 com o pai  afetivo, quando passaram por um rompimento entre os anos de 2011 e 2012.  No período da separação, ela teve um breve relacionamento com outro  homem, do qual surgiu a gravidez. No nascimento, o pai biológico  registrou o menino, porém sem ter acompanhado a gestação e não possuindo  nenhum vínculo afetivo e financeiro com o filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já com o <a rel="noreferrer noopener" aria-label="pai (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/nome-do-pai-em-certidao-de-nascimento-podera-ser-aceito-como-presuncao-da-paternidade/" target="_blank">pai</a>  afetivo houve não só acompanhamento na gravidez, como nutriu  sentimentos pelo recém-nascido, ajudando inclusive em seu sustento. O  casal também já possui uma filha de 15 anos.    </p>



<p class="wp-block-paragraph">No
 processo, ambos pediram o reconhecimento da multiparentalidade, 
objetivando que a criança seja perfeitamente integrada à família. Para 
isso pediram a inclusão, no registro civil da criança, do sobrenome do 
pai socioafetivo, bem como para poder inclui-lo no plano de saúde, 
realizar viagens e efetuar matrícula na escola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na
 sentença, a magistrada citou a conclusão do estudo de assistente social
 sobre o caso, destacando a não-oposição do pai biológico para 
reconhecimento de multiparentalidade, que significa somar a figura 
paterna, já exercida pelo padrasto.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A  juíza citou decisão do STF acerca do tema, sem eximir a  responsabilidade do pai biológico. &#8220;É cabível a inclusão do pai  socioafetivo sem a exclusão do pai biológico do seu registro de  nascimento, com assento na multiparentalidade”, concluiu a julgadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/justica-garante-que-crianca-tenha-no-registro-nome-do-pai-biologico-e-do-afetivo" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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