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	<title>Arquivos pais - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<title>Arquivos pais - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>STF vai decidir se pais são obrigados a vacinar os filhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 18:14:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
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		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal – STF vai decidir se pais ou responsáveis são obrigados a vacinar os filhos menores de 18 anos. Por unanimidade, os ministros reconheceram existência de repercussão geral (Tema 1.103) com o Recurso Extraordinário com Agravo – ARE 1.267.879. A relatoria é do ministro Luís Roberto Barroso. Em agosto, Barroso propôs a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"> O Supremo Tribunal Federal – STF vai decidir se pais ou responsáveis  são obrigados a vacinar os <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/companheira-com-uniao-estavel-comprovada-tem-direito-a-dividir-pensao-por-morte-com-filho-do-falecido/">filhos</a> menores de 18 anos. Por unanimidade,  os ministros reconheceram existência de repercussão geral (Tema 1.103)  com o Recurso Extraordinário com Agravo – ARE 1.267.879. A relatoria é  do ministro Luís Roberto Barroso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">
	Em agosto, Barroso propôs a repercussão geral sobre a matéria, 
destacando as questões filosóficas, religiosas, morais e existenciais 
que envolvem a discussão. Ressaltou ainda o aspecto social, considerando
 a importância das políticas de vacinação infantil determinadas pelo 
Ministério da Saúde. Há também o aspecto político, reconhecendo o 
crescimento do movimento antivacina, e o aspecto jurídico para discutir a
 aplicação de diversos dispositivos da Constituição Federal sobre o 
tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">
	A saúde das crianças, entre outros direitos, está prevista no artigo 
227. Por outro lado, a Constituição também assegura a liberdade dos pais
 na condução da educação e do cuidado com a prole, conforme os artigos 
226 e 229, bem como a liberdade de consciência, de crença e de 
manifestação política, religiosa e moral, no artigo 5º, VI e VIII.</p>



<h4 class="wp-block-heading">
	<strong>Pais são veganos e ressaltaram acompanhamento médico do filho</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">
	No caso concreto em análise, o Ministério Público entrou com ação 
contra os pais de um menino, residentes em São Paulo, para obrigá-los a 
seguir o calendário de vacinação. O melhor interesse estava acima da 
vontade da família, de acordo com a argumentação do MP. A 
obrigatoriedade foi negada em primeira instância, sob o fundamento da 
liberdade dos pais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">
	O Tribunal de Justiça de São Paulo – TJSP reverteu, favorável ao 
entendimento do MP. No acórdão, a Corte afirmou que não há base 
científica que apontem riscos da vacinação infantil. Os movimentos 
antivacina, em contrapartida, trazem grave risco à cobertura imunológica
 de doenças infecciosas na sociedade, segundo o entendimento do 
Tribunal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">
	Os pais foram ao STF, argumentando que são veganos e o filho é 
saudável, faz acompanhamento médico, o que afastaria a alegação de 
negligência, uma vez ainda que a escolha pela não vacinação é 
ideológica. Em caso de reconhecimento da repercussão geral da questão 
constitucional, o agravo será convertido em Recurso Extraordinário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">
	<strong>Especialista do IBDFAM alerta aos perigos do movimento antivacina</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">
	Em junho, por ocasião do Dia Mundial da Imunização, as divergências 
sobre o tema foram lembradas pelo Instituto Brasileiro de Direito de 
Família – IBDFAM. Matéria publicada à época destacou que o movimento 
antivacina vem repercutindo no ordenamento jurídico brasileiro, com 
jurisprudência e projetos de lei na tentativa de coibi-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Presidente da Comissão de Biodireito e Bioética do IBDFAM, a advogada  Marianna Chaves vê o movimento antivacina com preocupação. Ela aponta  que o fenômeno existe há tempos e por razões diversas, que vão desde a  desinformação causada por teorias infundadas até doutrinações  religiosas. A especialista elencou precedentes históricos sobre a  discussão e avaliou os impactos da pandemia do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/coronavirus-justica-nega-pedido-de-suspensao-de-parcelas-de-compra-de-veiculo/">Coronavírus</a> nessa  discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.ibdfam.org.br/noticias/7726/STF+vai+decidir+se+pais+s%C3%A3o+obrigados+a+vacinar+os+filhos" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="IBDFAM (abre numa nova aba)">IBDFAM</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>TJES – Hospital que forneceu tipo sanguíneo errado de recém-nascida deve indenizar os pais</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjes-hospital-que-forneceu-tipo-sanguineo-errado-de-recem-nascida-deve-indenizar-os-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 15:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
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		<category><![CDATA[direito]]></category>
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		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Sangue]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tipo Sanguíneo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como nenhuma das partes possuía esse tipo sanguíneo, o fato teria gerado uma desconfiança no matrimônio. Um hospital de Itapemirim, sul do Estado, deverá indenizar um casal em R$ 10 mil reais como compensação por danos morais. Segundo o processo, após a realização de exame de tipagem sanguínea da filha recém-nascida, o casal recebeu como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Como nenhuma das partes possuía esse tipo sanguíneo, o fato teria gerado uma desconfiança no matrimônio.</em></p>
<p>Um hospital de Itapemirim, sul do Estado, deverá indenizar um casal em R$ 10 mil reais como compensação por danos morais. Segundo o processo, após a realização de exame de tipagem sanguínea da filha recém-nascida, o casal recebeu como resultado o grupo sanguíneo “AB” e fator RH positivo. Como nenhuma das partes possuía esse tipo sanguíneo, o fato teria gerado uma desconfiança no matrimônio.</p>
<p>Ao realizarem novo exame da filha, já na cidade em que residem, em Minas Gerais, o casal recebeu como resultado o grupo sanguíneo “O” e fator RH positivo. Já o hospital não apresentou qualquer elemento que contestasse as alegações dos requerentes.</p>
<p>Diante dessa situação, o juiz do Juizado Especial Cível, Criminal e da Fazenda Pública de Itapemirim entendeu que o prejuízo causado aos autores é presumido e completamente imaginável no caso, já que após a felicidade de ter nascido a filha do casal, tal felicidade foi tolhida pela desconfiança quanto à paternidade.</p>
<blockquote><p>“Ressalto ainda que os desdobramentos deste exame equivocado ocorreram durante o período pós-parto da autora, fase em que a mulher tem a necessidade de um ambiente tranquilo e saudável para adaptação do recém-nascido, o que agrava ainda mais os danos experimentados pela autora”, ressaltou o magistrado.</p></blockquote>
<h4>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjes-hospital-que-forneceu-tipo-sanguineo-errado-de-recem-nascida-deve-indenizar-os-pais/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>O direito dos netos de serem visitados pelos avós</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/o-direito-dos-netos-de-serem-visitados-pelos-avos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jan 2018 18:28:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Direito dos menores sempre se sobrepõe aos desafetos dos pais Temos presenciado a crescente procura pelo ajuizamento de Ações de Regulamentação de Visitas por avós, diante da postura intransigente de alguns pais de tentarem restringir, após o fim do relacionamento, o convívio de seus filhos com a família materna e/ou paterna. O direito de visitas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="document-subtitle" style="text-align: center;" data-reactid="35"><em>Direito dos menores sempre se sobrepõe aos desafetos dos pais</em></p>
<p>Temos presenciado a crescente procura pelo ajuizamento de Ações de Regulamentação de Visitas por avós, diante da postura intransigente de alguns pais de tentarem restringir, após o fim do relacionamento, o convívio de seus filhos com a família materna e/ou paterna.</p>
<p>O direito de visitas dos avós já está reconhecido e regulamentado na lei, conforme <a class="cite" title="Parágrafo 1 Artigo 1589 da Lei nº 10.406 de 10 de Janeiro de 2002" href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10623439/par%C3%A1grafo-1-artigo-1589-da-lei-n-10406-de-10-de-janeiro-de-2002" rel="10623439">parágrafo único</a> do art. <a class="cite" title="Artigo 1589 da Lei nº 10.406 de 10 de Janeiro de 2002" href="http://www.jusbrasil.com.br/topicos/10623491/artigo-1589-da-lei-n-10406-de-10-de-janeiro-de-2002" rel="10623491">1.589</a> do <a class="cite" title="LEI No 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002." href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/111983995/c%C3%B3digo-civil-lei-10406-02" rel="10731286">Código Civil</a>:</p>
<blockquote><p>Art. 1.589. O pai ou a mãe, em cuja guarda não estejam os filhos, poderá visitá-los e tê-los em sua companhia, segundo o que acordar com o outro cônjuge, ou for fixado pelo juiz, bem como fiscalizar sua manutenção e educação.</p>
<p><b>Parágrafo único. O direito de visita estende-se a qualquer dos avós, a critério do juiz, observados os interesses da criança ou do adolescente.</b></p></blockquote>
<p>O que se deve ter em mente é que o direito de visitação, na realidade, se trata de um verdadeiro direito dos netos de serem visitados, o que deve ser respeitado e se sobrepor às conveniências e conflitos entre seus familiares.</p>
<p>A lei exige a regulamentação das visitas de forma a resguardar a preponderância dos interesses dos menores sobre os interesses de seus familiares, sendo que a mera indisposição entre sogros, genros e noras jamais constituirá justificativa para proibir o direito de visitação.</p>
<p>Assim, o direito de visitas será resguardado pelo Judiciário quando se evidenciar que a convivência com os avós atenderá unicamente ao bem-estar e ao saudável desenvolvimento do menor, respeitando o direito dos netos de crescerem com o afeto de seus avós.</p>
<p>Nesse sentido é o que tem destacado a jurisprudência:</p>
<blockquote><p>REGULAMENTAÇÃO DE VISITAS. AVÓ PATERNA. CABIMENTO. <b>1. A avó tem o direito de exercer a visitação em relação ao netos e este tem o direito de receber o afeto avoengo, estreitar laços de convivência familiar e ampliar a convivência social, não sendo propriedade da mãe, mas pessoa titular de direitos, que merece ser respeitado, bem como de ter uma vida saudável e feliz. </b>2. O claro litígio entre a mãe do adolescente e a avó paterna não justifica a proibição do direito de visitas, não podendo o adolescente ser instrumento de vingança. 3. Não havendo nada que impeça a convivência da avó com o neto, é cabível estabelecer a regulamentação de visitas, <b>pois deve ser resguardado sempre o melhor interesse do jovem, que está acima da conveniência da mãe ou da avó. </b>4. No entanto, o sistema de visitação deve ser fixado de forma a atender também o interesse e a conveniência do neto, diante da relação fragilizada com a avó, em razão das desavenças entre este e a genitora, em razão de mágoas pretéritas, que precisam ser superadas, pois o genitor é falecido e a avó é o vínculo possível com a família paterna. Recurso provido em parte. (Apelação Cível Nº 70073863599, Sétima Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Sérgio Fernando de Vasconcellos Chaves, Julgado em 30/08/2017).</p></blockquote>
<blockquote><p>(TJ-RS &#8211; AC: 70073863599 RS, Relator: Sérgio Fernando de Vasconcellos Chaves, Data de Julgamento: 30/08/2017, Sétima Câmara Cível, Data de Publicação: Diário da Justiça do dia 01/09/2017)</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><em>Artigo escrito por: Baleeiro e Trigo Advocacia e Consultoria Jurídica</em></p>
<h4>Fonte: <a href="https://larissatrigo.jusbrasil.com.br/artigos/535160269/o-direito-dos-netos-de-serem-visitados-pelos-avos?ref=topic_feed" target="_blank" rel="noopener">JusBrasil</a></h4>
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			</item>
		<item>
		<title>Pais de criança que teve fraturas constatadas aos sete meses perdem o poder familiar</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/pais-de-crianca-que-teve-fraturas-constatadas-aos-sete-meses-perdem-o-poder-familiar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2017 14:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 1ª Câmara Civil do TJ confirmou sentença que determinou a destituição do poder familiar de casal em relação à filha que, aos sete meses, foi atendida em hospital com múltiplas fraturas na tíbia e luxação no cotovelo. Os pais foram responsabilizados pelos ferimentos. Os dois já eram acompanhados por assistentes sociais e tinham registro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 1ª Câmara Civil do TJ confirmou sentença que determinou a destituição do poder familiar de casal em relação à filha que, aos sete meses, foi atendida em hospital com múltiplas fraturas na tíbia e luxação no cotovelo. Os pais foram responsabilizados pelos ferimentos. Os dois já eram acompanhados por assistentes sociais e tinham registro de agressões físicas e verbais mútuas.</p>
<p>Em apelação, os pais afirmaram não existir provas de vulnerabilidade social da família e da suposta violência contra a criança e que não foram esgotados todos os recursos estatais para ampará-los e lhes proporcionar condições de manter um ambiente familiar mais sadio. Eles negaram ter provocado as lesões na criança. Disseram que os ferimentos foram resultado da contenção da menina quando precisou coletar sangue para exame na Unidade de Pronto Atendimento – UPA.</p>
<p>O desembargador André Carvalho, relator da apelação, registrou que a destituição, neste caso, tem base no abandono a que foi submetida a criança e na prolongada negligência aos cuidados de saúde de urgência, bem como pela exposição a contexto social insalubre – com brigas do casal que incluíam agressões físicas e, inclusive, ameaças contra a bebê.</p>
<p>“Como se vê, há um contexto de vulnerabilidade mais amplo, com pouca motivação e concretização de mudanças por parte dos genitores a tornarem o ambiente familiar adequado para o sadio desenvolvimento da infante, o que, somado à lesão apresentada pela criança, à fantasiosa versão sobre sua origem e, por fim, à injustificada demora para levá-la ao atendimento médico de urgência, entendo que a destituição do poder familiar é a medida mais adequada para preservar os interesses da criança neste caso concreto”, concluiu o magistrado. O processo corre em segredo de justiça. A decisão foi unânime.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjsc-pais-de-crianca-que-teve-fraturas-constatadas-aos-sete-meses-perdem-o-poder-familiar/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/pais-de-crianca-que-teve-fraturas-constatadas-aos-sete-meses-perdem-o-poder-familiar/">Pais de criança que teve fraturas constatadas aos sete meses perdem o poder familiar</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pais de garçom morto em tiroteio receberão indenização de casa noturna de Curitiba</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/pais-de-garcom-morto-em-tiroteio-receberao-indenizacao-de-casa-noturna-de-curitiba/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Aug 2017 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
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		<category><![CDATA[Súmula TST]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ele foi atingido por três tiros disparados por um cliente após briga com um segurança. A Massa e Campagnoni Ltda. (Villa Viola), de Curitiba (PR), deverá pagar R$ 50 mil aos pais de um garçom morto durante um tiroteio na casa noturna. A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/pais-de-garcom-morto-em-tiroteio-receberao-indenizacao-de-casa-noturna-de-curitiba/">Pais de garçom morto em tiroteio receberão indenização de casa noturna de Curitiba</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;">Ele foi atingido por três tiros disparados por um cliente após briga com um segurança.</h4>
<p>A Massa e Campagnoni Ltda. (Villa Viola), de Curitiba (PR), deverá pagar R$ 50 mil aos pais de um garçom morto durante um tiroteio na casa noturna. A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento aos embargos da casa noturna, mantendo o entendimento de que houve relação entre a morte do empregado e atividade exercida por ele.</p>
<h3><b>Tiroteio</b></h3>
<p>Segundo o boletim de ocorrência e matérias jornalísticas da época, o crime ocorreu após uma discussão na entrada do local entre um segurança e um frequentador, barrado ao tentar sair com uma garrafa de vidro. O cliente se retirou e, uma hora depois, voltou e, da calçada, efetuou sete disparos com uma pistola 9mm. Três tiros atingiram o garçom que trabalhava dento da casa noturna e morreu após dar entrada no hospital da região. Conforme os autos o cliente era um ex-presidiário que foi preso algumas horas depois, e outras quatro pessoas foram atingidas no tiroteio.</p>
<p>Os pais do garçom pediram na Justiça do Trabalho reparação pelo dano moral e pensão mensal reajustada pelo salário mínimo. Em sua defesa, o estabelecimento comercial sustentou que o cliente efetuou os disparos fora das suas dependências, o que afastaria a sua responsabilidade pelo ocorrido.</p>
<p>O caso chegou à SDI-1 após a Primeira Turma do TST não conhecer o recurso de revista do estabelecimento. Nos embargos, a empresa reafirma que não tem o dever de indenizar os pais do empregado porque a morte foi resultado de ato de terceiro. “A função de garçom em casa noturna não pode ser caracterizada como de risco para ser motivo de reconhecimento da responsabilidade objetiva da empregadora”, defendeu a Massa, diante do entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), que a condenou com base no <a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-927" target="_blank" rel="noopener">artigo 927</a> do <a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-1" target="_blank" rel="noopener">Código Civil</a>.</p>
<h3><b>SDI-1</b></h3>
<p>Para o relator do recurso na SDI-1, ministro Augusto César Leite de Carvalho, a defesa do estabelecimento não conseguiu apontar divergência específica nas decisões trazidas na tentativa de obter o conhecimento do recurso.  “Não ficou caracterizada divergência específica, na forma da <a href="https://juridmais.com.br/sumulas---tribunal-superior-do-trabalho-296" target="_blank" rel="noopener">Súmula 296</a>, item I, do TST”, disse o relator, ao considerar correta a decisão da Primeira Turma.</p>
<p>Por unanimidade, a SDI-1 não conheceu dos embargos.</p>
<p><b>Processo: 640-95.2011.5.09.0016</b></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/pais-de-garcom-morto-em-tiroteio-receberao-indenizacao-de-casa-noturna-de-curitiba-pr" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></p>
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		<title>Pais são condenados ao pagamento de multa por filho faltar às aulas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2017 11:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[condenados]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os integrantes da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), por unanimidade, seguiram o voto do relator, o desembargador Carlos Escher, para condenar os pais de um jovem, que tinha diversas faltas injustificadas na escola, ao pagamento de multa. Com a decisão, a sentença do juízo de Inhumas foi parcialmente mantida, tendo sido o valor da multa, fixado em três salários mínimos, reduzido para um salário mínimo.</p>
<p>Depois de proferida a sentença de primeiro grau, os pais do aluno interpuseram apelação cível alegando que após terem trocado o filho de escola, ele fugia do local por desatenção dos monitores. Disseram que, mesmo tentando de todos os modos obrigar o filho a participar das atividades estudantis, não tiveram sucesso. Quanto à multa fixada, disseram que a renda mensal da família é insuficiente para cumprir com o valor aplicado, pedindo sua redução.</p>
<p><strong>Abandono Intelectual</strong></p>
<p>O desembargador verificou que a pretensão de ver os genitores responsabilizados está prevista nos artigos 227 e 205 da Constituição Federal, os quais diz que “é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação [&#8230;]” e que “a educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa [&#8230;]”.</p>
<p>“Igualmente, há previsão no Código Penal no sentido de se punir aquele que deixa, sem justa causa, de prover à instituição primária de filho em idade escolar. O tipo, identificado como abandono intelectual, está previsto no artigo 246 daquele códex”, afirmou Carlos Escher.</p>
<p>O magistrado explicou que a documentação apresentada confirmou que o filho dos apelantes deixou de comparecer a quase todos os dias de aulas no ano letivo de 2015. Diversas vezes, a diretoria do colégio, onde o jovem estava matriculado, notificou o Ministério Público no Estado de Goiás (MPGO), avisando que o aluno não estava comparecendo às aulas. Dessa forma, entendeu que restou demonstrado o desleixo dos pais em observar o dever fundamental de educar o filho, existindo culpa e negligência no exercício do poder familiar.</p>
<p><strong>Multa</strong></p>
<p>Quanto à aplicação de multa, Carlos Escher disse que a falta de condições financeiras para adimplir a sanção pecuniária não pode ser causa suficiente para isentá-los de seu pagamento. Contudo, explicou que a redução do valor arbitrado é admitido, minorando-o a quantia para um salário mínimo.</p>
<p><a href="http://www.tjgo.jus.br/index.php/home/imprensa/noticias/162-destaque2/14800-pais-sao-condenados-ao-pagamento-de-multa-por-nao-proverem-educacao-ao-filho" target="_blank" rel="noopener">Fonte TJGO</a></p>
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