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	<title>Arquivos Pandemia - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Pandemia - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Conselho de Medicina elabora novo regulamento para teleconsultas</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/conselho-de-medicina-elabora-novo-regulamento-para-teleconsultas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2022 23:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Telemedicina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Teleconsultas: Durante a pandemia, que exigiu o distanciamento social, uma das saídas encontradas para quem precisava ir ao médico era fazer atendimento online. Esse foi o caso de Josilene Pereira. &#8220;Eu tive uma experiência com a consulta online e atendeu com certeza todas as minhas expectativas como paciente. Fui ouvida, foi prescrito a medicação, também [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><h2 class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-750 display-6 display-md-4 display-lg-5 font-weight-bold alt-font text-center my-1" style="box-sizing: border-box; line-height: 1.2; color: rgb(52, 58, 64); font-size: 3rem; margin-left: 99.9844px; animation-name: fadeInDown; animation-duration: 1s; animation-fill-mode: both; position: relative; width: 999.984px; padding-right: 15px; padding-left: 15px; flex: 0 0 83.3333%; max-width: 83.3333%; white-space: normal; background-color: rgb(247, 248, 249); margin-top: 0.25rem !important; margin-bottom: 0.25rem !important; font-family: &quot;Source Serif Pro&quot;, serif !important; font-weight: 600 !important; text-align: center !important;"><h2 class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-750 display-6 display-md-4 display-lg-5 font-weight-bold alt-font text-center my-1" style="box-sizing: border-box; line-height: 1.2; color: rgb(52, 58, 64); font-size: 3rem; margin-left: 99.9844px; animation-name: fadeInDown; animation-duration: 1s; animation-fill-mode: both; position: relative; width: 999.984px; padding-right: 15px; padding-left: 15px; flex: 0 0 83.3333%; max-width: 83.3333%; white-space: normal; background-color: rgb(247, 248, 249); margin-top: 0.25rem !important; margin-bottom: 0.25rem !important; font-family: &quot;Source Serif Pro&quot;, serif !important; font-weight: 600 !important; text-align: center !important;"></h2><strong>Teleconsultas:</strong> Durante a pandemia, que exigiu o distanciamento social, uma das saídas encontradas para quem precisava ir ao médico era fazer atendimento online. Esse foi o caso de Josilene Pereira.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1458531&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1458531&amp;o=node"></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Eu tive uma experiência com a consulta online e atendeu com certeza todas as minhas expectativas como paciente. Fui ouvida, foi prescrito a medicação, também tive direito ao retorno e não encontrei dificuldade nenhuma em ser atendida dessa forma&#8221;.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A procura foi tanta que após muita discussão, a telemedicina foi regulamentada no Brasil, como explica a médica e vice-presidente do Conselho Federal de Medicina Rosylane Rocha</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Houve uma evolução grande em decorrência da pandemia porque limitou muito o ir e vir das pessoas, então os pacientes acabaram juntamente com o médico, decidindo por um atendimento virtual. Dentro dos recursos que estavam disponíveis, o que agora a resolução traz é um regramento para que isso aconteça de uma forma segura.&#8221;</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A nova regra possibilita que o médico faça consultas, diagnósticos e até mesmo cirurgia, que é feita por um robô manipulado por um médico que está em outro local.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14243&amp;action=edit">Projeto de lei determina que aposentadoria de pessoas que mudaram de gênero siga critérios do sexo biológico</a></li><li><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-admin/post.php?post=14240&amp;action=edit">Juiz condena plano de saúde a cobrir terapia ABA para menina autista</a></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação da médica Rosylane, a consulta via telemedicina pelo Sistema Único de Saúde deve ampliar os atendimentos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Lembrando que 65% da população do país é atendida pelo SUS. Levar a telemedicina para o SUS, onde houver efetivamente estrutura logística para receber essa tecnologia, vai ser muito importante para toda a população.&#8221;</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Já para as consultas particulares, os preços cobrados pelo atendimento virtual e pelo atendimento presencial devem ser os mesmos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Com supervisão de Raquel Mariano</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/saude/audio/2022-05/conselho-de-medicina-elabora-novo-regulamento-para-teleconsultas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agencia Brasil</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: Teleconsultas, atendimento online, consulta online, advogado plano de saúde rj, advogado plano de saúde</p>
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		<title>Saúde mental é direito trabalhista e fundamental na retomada econômica, avaliam especialistas</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/saude-mental-e-direito-trabalhista-e-fundamental-na-retomada-economica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Nov 2021 22:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direito trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saúde mental &#8211; Diante do avanço do processo de retomada econômica, as condições de trabalho afetadas pela pandemia voltam a ser impactadas por novas transformações. Nesse contexto, os impactos dos modelos de trabalho remoto e a volta do presencial na saúde mental dos trabalhadores é uma questão trabalhista e fundamental no processo de reabertura econômica.  Tema é [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saúde mental </strong>&#8211; Diante do avanço do processo de retomada econômica, as condições de trabalho afetadas pela pandemia voltam a ser impactadas por novas transformações. Nesse contexto, os impactos dos modelos de trabalho remoto e a volta do presencial na saúde mental dos trabalhadores é uma questão trabalhista e fundamental no processo de reabertura econômica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Tema é destaque do webnário &#8220;Saúde e Segurança do Trabalho&#8221; promovido pelo&nbsp;<strong>O POVO</strong>&nbsp;nesta segunda-feira, 29 de novembro, e revela a necessidade de uma maior fiscalização dos direitos trabalhistas dos empregados em atuação no modelo &#8220;home office&#8221;.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Palestrante do evento, Francisco José Gomes, desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da Sétima Região, com jurisdição no Ceará, destaca que a cobrança por produção no contexto pandêmico deve ser vista com cautela. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;A produtividade aumentou muito no home office, mas aumentou por quê? Precisamos nos questionar isso porque muitos estão desrespeitando o direito de desligamento dos trabalhadores, muitos estão exigindo produção em horário inoportunos, as pessoas estão trabalhando mais&#8221;, destaca. </p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Em fala conjunta com a Juíza do Trabalho Mirella Cahú, o desembargador destaca a necessidade da criação de uma política de investimentos em bem-estar social dos trabalhadores como aposta estratégica no processo de retomada econômica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/governo-sanciona-lei-que-institui-o-estatuto-da-pessoa-com-cancer/">Governo Federal sanciona Lei que institui o Estatuto da Pessoa com Câncer</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Francisco pontua ainda que é um dever das empresas promoverem um ambiente de trabalho saudável e que ao transferir esse ambiente de trabalho para a casa de cada colaborador, tal cuidado deve ser reforçado e destaca a necessidade de ações preventivas de problemas mentais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Investir em prevenção, em um meio ambiente seguro e sadio, dar ao trabalhador condições de vida boa, se preocupar com a vida física e psíquica do trabalhador não é custo, é investimento, e um investimento que traz dividendo, traz lucro&#8221;, argumenta o desembargador. </p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Mirella Cahú complementa a argumentação ao destacar que problemas como ansiedade, depressão, ataques de pânico, podem ser classificados como acidentes de trabalho, aumentando a necessidade das empresas investirem mais no âmbito da saúde mental dentro das políticas de segurança do trabalho.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada pontua ainda a necessidade de ações que superem o estigma social criado sobre enfermidades da mente. &#8220;O&nbsp;trabalhador por vezes não se percebe adoecido e não relaciona isso ao ambiente de trabalho, mas sempre que a causa de um transtorno possa ser relacionado com o desenvolvimento das atividades de trabalho, é uma questão trabalhista&#8221;, complementa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ricardo Cavalcante, presidente da&nbsp;Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), abriu o evento e fez um aceno para categoria empresário ao destacar a importância do cuidado com a saúde mental dos trabalhadores para o crescimento das empresas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Investir no trabalho seguro em tempos de crise nunca foi tão importante, nossos colaboradores precisam se sentir seguros e aptos para que possam produzir e dar o retorno social esperado. Investir em saúde mental e segurança do trabalho é sobretudo investir em sustentabilidade no nosso negócio&#8221;, afirma.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Outras participações de destaque no evento foram da ministra Delaíde Miranda, integrante do Tribunal Superior do Trabalho, da desembargadora Regina Gláucia Nepomuceno, presidente do TRT no Ceará e de Evandro Leitão (PDT), presidente da Assembleia Legislativa do Ceará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">João Dummar Neto, presidente-executivo do&nbsp;<strong>O POVO</strong>, destaca o webnário como um espaço promissor de diálogo entre especialistas, representantes empresariais e&nbsp;entidades de defesa dos direitos dos trabalhadores.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;É um espaço importante para discutirmos os desafios e oportunidades para implementar um ambiente de trabalho seguro e saudável em nossas empresas. Essa é uma discussão ainda mais necessária considerando o contexto no qual vivemos uma crise socioeconômica provocada por quase dois anos de pandemia&#8221;, destaca. </p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Palestrantes no evento, os médicos do trabalho Alexandre de Lima Santos e Mariana Pereira Serra, destacaram a importância da vacinação e da implementação de protocolos sanitários que se adequem a realidade de trabalho de cada empresa. A obrigação do amparo em caso de adoecimento ou de acidentes de trabalhos também foi destaque na fala dos médicos que pontuaram que é fundamental que as empresas implementem ações preventivas de saúde, checagem de rotinas para prevenir o adoecimento físico e mental dos trabalhadores.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do ponto de vista jurídico, o amparo a saúde mental dos trabalhadores está dentro das normas trabalhistas e no contexto de home office, com a dificuldade na separação do horário de trabalho do tempo de vida pessoal, tal amparo deve ser fortalecido.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;A Justiça do Trabalho como um todo deve priorizar as ações trabalhistas relacionadas a garantia de saúde e bem-estar dos trabalhadores nesse momento pandêmico&#8221;, conforme pontua Paulo Régis Machado, desembargador e corregedor do TRT no Ceará.&nbsp;</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, Sérgio Torres Teixeira, desembargador do TRT da 6ª Região, destaca ainda que mesmo o teletrabalho sendo amparado pela legislação trabalhista, é importante frisar a necessidade de uma adequação realista na aplicação das leis. &#8220;É um fato jurídico claro que as condições de trabalho são de responsabilidade do empregador, ainda que a função laboral seja desempenha fora da infraestrutura do empregador&#8221;, completa ao mencionar que tal questão deve ser abordada como uma corresponsabilidade no momento pandêmico.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.opovo.com.br/noticias/economia/2021/11/29/saude-mental-e-direito-trabalhista-e-fundamental-na-retomada-economica-avaliam-especialistas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Povo</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sancionada lei que estende validade de pedidos médicos para grávidas</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/sancionada-lei-que-estende-validade-de-pedidos-medicos-para-gravidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 May 2021 18:21:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Médico]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Grávidas]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Prescrição Médica]]></category>
		<category><![CDATA[Validade Maior]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Regra permite ainda pedidos eletrônicos de exames pré-natal. Grávidas: O presidente Jair Bolsonaro sancionou lei que estende o prazo de validade de prescrições médicas e pedidos de exames para mulheres grávidas ou que tenham dado à luz enquanto durar a pandemia de Covid-19. A Lei 14.152/21 foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (20). Pela [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Regra permite ainda pedidos eletrônicos de exames pré-natal.</h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Grávidas:</strong> O presidente Jair Bolsonaro sancionou lei que estende o prazo de validade de prescrições médicas e pedidos de exames para mulheres grávidas ou que tenham dado à luz enquanto durar a pandemia de Covid-19. A <a href="https://juridmais.com.br/prescricoes-medicas--prazo-de-validade--gestantes-e-puerperas--covid-19-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 14.152/21</a> foi publicada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (20).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela regra, os documentos, a critério do médico, podem se manter válidos durante toda a gestação ou o puerpério (período que termina quando o corpo da mulher volta às condições anteriores à gravidez), podendo ser usados formulários em meio eletrônico.</p>



<h5 class="wp-block-heading">Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/nascimento-de-filha-gerada-por-conta-de-eventual-erro-medico-na-colocacao-do-diu-gera-indenizacao-de-r-70-mil-aos-pais-da-menina/">Nascimento de filha gerada por conta de eventual erro médico na colocação do DIU gera indenização de R$ 70 mil aos pais da menina</a></h5>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda pela lei, o sistema de saúde deverá facilitar o acesso de grávidas e puérperas a cuidados intensivos e à internação em unidades de terapia intensiva (UTIs) durante a pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei é originada do PL 2442/20, da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e outros parlamentares. O texto foi aprovado em março pela Câmara dos Deputados e em abril pelo Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/sancionada-lei-que-preve-validade-maior-de-prescricao-medica-para-gravida" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: direito médico, direito a saúde, PL 2442/20, pré-natal, advogado de direito médico RJ, advogado de direito médico no Rio de Janeiro, advogado de plano de saúde Rj</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresa não pode cobrar multa por casamento adiado durante a pandemia, decide Justiça</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-nao-pode-cobrar-multa-por-casamento-adiado-durante-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 20:52:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Cancelamento]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança de Multa]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Contratual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Multa rescisória, por outro lado, é cabível. A 3ª Vara Cível da Comarca de Mauá determinou a devolução dos valores pagos por um casal que havia contratado empresa para realizar seu casamento, permitida, apenas, a cobrança de multa por rescisão contratual. De acordo com os autos, os noivos fecharam contrato para a realização de seu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Multa rescisória, por outro lado, é cabível.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª Vara Cível da Comarca de Mauá determinou a devolução dos valores pagos por um casal que havia contratado empresa para realizar seu casamento, permitida, apenas, a cobrança de multa por rescisão contratual. De acordo com os autos, os noivos fecharam contrato para a realização de seu casamento, no valor de R$ 62 mil. O evento foi adiado, em razão da pandemia da Covid-19, com isenção de multa. Meses depois, os requeridos solicitaram o cancelamento do evento com isenção de multa. Sendo assim, a empresa entendeu que as multas contratuais de prorrogação e de rescisão, no total de R$41 mil, eram devidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza Júlia Gonçalves Cardoso afirmou que a <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/atraso-na-entrega-de-decoracao-de-casamento/">cobrança de multas</a> pelas prorrogações é indevida, pois se deram por motivo de força maior: a pandemia. “Neste cenário, não se afigura razoável que, tendo que remarcar e prorrogar os eventos antes planejados, o consumidor possa ser submetido a multas e outras penalidades contratuais, uma vez que a impossibilidade de realização do evento contratado, na data escolhida, se deu por circunstância a que não deu causa”, escreveu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada ressaltou, porém, que a rescisão contratual não se deu por ocorrência de evento alheio às partes, sendo cabível, portanto, a cobrança de multa. “Quanto ao valor da multa rescisória &#8211; R$ 11.163,60 -, não se insurgem os réus, o que leva a concluir que está de acordo com critérios temporais e aritméticos previstos contratualmente”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo nº 1009706-18.2020.8.26.0348</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/empresa-nao-pode-cobrar-multa-por-casamento-adiado-durante-a-pandemia-decide-justica" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags:  direito do consumidor, casamento, casamento cancelado, pandemia, advogado consumidor no Rio de Janeiro</em>, advogado consumidor RJ</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Buffet que não realizou festa devido à pandemia não pode cobrar multa de rescisão contratual</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/buffet-que-nao-realizou-festa-nao-pode-cobrar-multa-de-rescisao-contratual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 21:14:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Buffet]]></category>
		<category><![CDATA[Cobrança]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Multa]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Rescisão Contratual]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento não aconteceu por motivo alheio às partes. A 35ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve sentença que declarou rescindido o contrato entre uma consumidora e uma empresa prestadora de serviços de buffet e determinou o reembolso dos valores pagos pela autora. De acordo com os autos, o buffet [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Evento não aconteceu por motivo alheio às partes.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A 35ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve sentença que declarou rescindido o contrato entre uma consumidora e uma empresa prestadora de serviços de buffet e determinou o reembolso dos valores pagos pela autora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os autos, o buffet havia sido contratado para uma festa de casamento, que não se realizou em virtude da quarentena decretada no Estado de São Paulo como medida de enfrentamento da pandemia de Covid-19. A autora já havia desembolsado cerca de R$ 4 mil pelos serviços, mas a empresa se recusou a devolver o valor, avocando cláusula contratual que previa a cobrança de multa em caso de rescisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do recurso, desembargador Gilson Delgado Miranda, pontuou que a apelante não possibilitou à autora que o evento fosse remarcado ou o cancelamento com crédito disponível. “Aliás, a proposta de que o valor já pago pela apelada, quase equivalente ao da multa contratual, ficasse ‘como crédito para a contratação de um novo evento no futuro’ apenas foi veiculada em contestação, já de forma tardia, sendo incapaz de apagar do mundo jurídico o ilícito que já estaria caracterizado fosse aplicável tal legislação.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leis mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/habilitacao-devera-registrar-tipo-sanguineo-e-fator-rh-do-condutor/">CNH deverá registrar tipo sanguíneo e fator Rh do condutor, determina projeto</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Gilson Miranda destacou, ainda, que não há que se falar em rescisão unilateral do contrato, uma vez que a festa contratada não pode ser realizada em razão de motivos alheios às partes: a proibição de eventos com aglomerações devido à pandemia. “O caso, então, é resolução (e não mera resilição) do contrato por impossibilidade da prestação, sem culpa de nenhuma das partes”, afirmou o magistrado, completando que tal resolução contratual “opera-se sem incidência de nenhuma cláusula penal, já que ausente culpa (<a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-408" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 408</a>&nbsp;do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código Civil</a>), e com devolução da parte do preço que já havia sido paga (retorno das partes ao &#8216;status quo ante&#8217;).”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram do julgamento, que teve votação unânime, os desembargadores Melo Bueno e Artur Marques.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apelação nº 1004573-57.2020.8.26.0004</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/buffet-que-nao-realizou-festa-devido-a-pandemia-nao-pode-cobrar-multa-de-rescisao-contratual" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags:  direito do consumidor, consumidor, buffet, festa de casamento, casamento, advogado do consumidor RJ, advogado consumidor no Rio de Janeiro</em></p>
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		<title>Projeto proíbe que suspensão de trabalho durante pandemia seja considerada antecipação de férias</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/suspensao-de-trabalho-durante-pandemia-nao-e-antecipacao-de-ferias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 19:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Antecipação de Férias]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[CP]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[PL 755/20]]></category>
		<category><![CDATA[Proibição]]></category>
		<category><![CDATA[suspensão]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Proposta em análise na Câmara também proíbe demissões durante suspensão de trabalha decorrente de emergência sanitária. Antecipação de férias: O Projeto de Lei 755/20 regula as relações de trabalho em situação de emergência sanitária. Conforme o texto em análise na Câmara dos Deputados, até 30 dias após o fim emergência sanitária decretada pelo poder público [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Proposta em análise na Câmara também proíbe demissões durante suspensão de trabalha decorrente de emergência sanitária.</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Antecipação de férias:</strong> O Projeto de Lei 755/20 regula as relações de trabalho em situação de emergência sanitária. Conforme o texto em análise na Câmara dos Deputados, até 30 dias após o fim emergência sanitária decretada pelo poder público para conter a propagação do novo coronavírus, as relações de trabalho serão regidas em situação especial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta prevê que os períodos de suspensão da atividade laboral em decorrência de emergência sanitária não poderão ser considerados como antecipação de férias. O desconto ilegal do período de dias de férias estará sujeito a pena de multa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o texto estabelece que todo trabalhador adquire estabilidade durante o período de suspensão do trabalho decorrente de emergência sanitária, até 60 dias após o retorno das atividades laborais, sendo vedada qualquer demissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/indenizacao-por-interrupcao-do-sinal-de-tv-antes-de-jogo/">Consumidor deve ser indenizado por interrupção do sinal de TV antes de jogo</a></strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Conversão em teletrabalho</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o projeto, durante a emergência sanitária, toda atividade laboral capaz de ser realizada na forma de teletrabalho deverá ser convertida a esta modalidade, sem a necessidade de que isso seja expresso no contrato de trabalho, como previsto hoje na&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Consolidação das Leis Trabalhistas (Decreto Lei 5.452/43)</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo texto, o empregador que obrigar o trabalhador a comparecer ao trabalho em situação de isolamento social decorrente da pandemia de Covid-19 incorrerá no crime de infração de medida sanitária preventiva, previsto no&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-penal-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código Penal</a>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“O direito à saúde deve prevalecer nas relações de trabalho e sua inobservância, punida com rigor”, afirma a autora da proposta, deputada Alice Portugal (PCdoB-BA). “O projeto pretende assegurar ao trabalhador o mínimo de proteção a que ele tem direito em um momento de delicada emergência sanitária”, completa.</p></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tramitação</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e pelo Plenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/projeto-proibe-que-suspensao-de-trabalho-durante-pandemia-seja-considerada-antecipacao-de-ferias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<title>Projeto obriga planos de saúde a custearem vacinação de clientes durante pandemia</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-obriga-planos-de-saude-a-custearem-vacinacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2021 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de Emergência]]></category>
		<category><![CDATA[Custeio]]></category>
		<category><![CDATA[Obrigação]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[PL 5553/20]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autora da proposta prevê que o governo não poderá ofertar gratuitamente vacinação para toda a população. O Projeto de Lei 5553/20 obriga operadoras de planos de saúde privados a ofertarem vacinação aos clientes em casos de emergência de saúde pública de importância internacional. O texto tramita na Câmara dos Deputados. Autora da proposta, a deputada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Autora da proposta prevê que o governo não poderá ofertar gratuitamente vacinação para toda a população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei 5553/20 obriga operadoras de planos de saúde privados a ofertarem vacinação aos clientes em casos de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/plano-de-saude-deve-indenizar-paciente-por-negativa-de-cobertura/">emergência de saúde</a> pública de importância internacional. O texto tramita na Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Autora da proposta, a deputada Rejane Dias (PT-PI) cita como exemplo a pandemia de Covid-19, cuja corrida pela imunização teve início em janeiro de 2021 com a autorização para uso das primeiras vacinas contra o novo coronavírus.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Como o poder público não poderá ofertar gratuitamente a vacina para toda a população, devendo priorizar grupos em que a doença pode representar mais risco à saúde, pretendemos garantir a pessoas que pagam planos de saúde o acesso à imunização contra a Covid-19”, diz a deputada.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/projeto-obriga-planos-de-saude-a-custearem-vacinacao-de-clientes-durante-pandemia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<title>Universidade não é obrigada a oferecer desconto na mensalidade em razão da pandemia</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/universidade-nao-e-obrigada-a-oferecer-desconto-na-mensalidade-em-razao-da-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[desconto]]></category>
		<category><![CDATA[mensalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para o magistrado, não se demonstram presentes os requisitos para a redução do valor das parcelas contratadas, pois não se verificam como excessivamente onerosas. Decisão do 7º Juizado Especial Cível de Brasília julgou improcedente pedido elaborado por estudante para condenar a União Brasileira de Educação e Cultura – Universidade Católica de Brasília – UCB a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Para o magistrado, não se demonstram presentes os requisitos para a redução do valor das parcelas contratadas, pois não se verificam como excessivamente onerosas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Decisão do 7º Juizado Especial Cível de Brasília julgou improcedente pedido elaborado por estudante para condenar a União Brasileira de Educação e Cultura – Universidade Católica de Brasília – UCB a reduzir o valor da mensalidade, enquanto durar a <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/veja-as-mudancas-do-inss-durante-a-pandemia/">pandemia</a>, bem como pagar danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parte autora afirma ser estudante do curso de Medicina, ministrado pela ré, e que está atualmente matriculada no sétimo semestre curricular. Conta que diante da suspensão das aulas presenciais pelos riscos de contaminação com a Covid-19, sua grade curricular foi prejudicada, uma vez que, das disciplinas em que estava matriculada, quatro consistiam em disciplinas práticas e apenas uma teórica. Alega que a instituição de ensino, com a nova modalidade de ensino adotada, tem experimentado significativa economia em seus custos e negou o pedido formulado extrajudicialmente para redução no valor da mensalidade no período pandêmico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sendo assim, a estudante solicita que a ré seja obrigada a reduzir o valor da mensalidade em 50%, enquanto durar a suspensão/impedimento de realização de aulas presenciais, e que proceda à restituição do valor de R$ 16.740,05 e tantos mais quantos forem descontados. Pede, ainda, indenização por danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A universidade, por sua vez, defende que houve continuidade na prestação dos serviços educacionais e que não há que se falar em diminuição de custos ou insumos, durante o período de suspensão de aulas presenciais. Assim, solicita a improcedência do pedido autoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o juiz, “não assiste razão à parte autora”. O magistrado explica que a autora, apesar de afirmar como ineficaz e improdutiva a modalidade de ensino ofertada pela instituição de ensino, logrou êxito na conclusão do semestre curricular. Da mesma forma, de acordo com o juiz, diante da autonomia universitária, cabe à instituição de ensino a montagem da grade curricular e as adequações necessárias à ministração das aulas durante o período da pandemia, conforme disposto na Constituição Federal (Art. 207, CF) e no Art. 53 da Lei 9.394/96.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o magistrado, a autora pleiteia a redução da mensalidade em 50%, mas não apresenta quaisquer meios de prova a justificar o valor de redução pretendido ou ainda quais vantagens econômicas a instituição pôde receber diante da suspensão das aulas presenciais. “Em verdade, a pandemia do novo coronavírus impôs e continua a impor desafios aos mais diversos setores da sociedade, da economia, impactando a vida de todos os indivíduos de maneira histórica e sem precedentes na história recente. A universidade, diante de acontecimento inevitável e imprevisível, também se viu obrigada a proceder à adequação de suas plataformas, treinamento de professores e realizar gastos de toda natureza para enfrentar o momento imposto pela nova condição existente”, observa o juiz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgador lembra que a ré, em sua defesa, informa que foram realizadas aulas síncronas (ao vivo, com professor em sala virtual) e assíncronas (gravadas), de modo a permitir que os alunos obtivessem a melhor experiência acadêmica possível no cenário atual. “Também se observa o cumprimento da carga horária das aulas práticas, não havendo falar, nesse particular, em prejuízo”, afirma o magistrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, para o magistrado, não se demonstram presentes os requisitos para a redução do valor das parcelas contratadas, pois não se verificam como excessivamente onerosas. Quanto ao pedido de indenização, o juiz afirma que “também não há falar em danos morais ocorridos na espécie, posto que inexiste qualquer ato ilícito praticado pela instituição de ensino ré”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe: 0731372-08.20 20.8.07.0016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/universidade-nao-e-obrigada-a-oferecer-desconto-na-mensalidade-em-razao-da-pandemia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></p>
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		<item>
		<title>Projeto amplia estado de calamidade até 30 de junho</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-amplia-estado-de-calamidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 16:33:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[covid 19]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de calamidade em decorrência da crise provocada pela pandemia do coronavírus se encerrou no último dia 31 de dezembro, conforme previsto no Decreto Legislativo 6/2020. O senador Weverton (PDT-MA), no entanto, acaba de apresentar um novo projeto para que o estado de calamidade tenha validade até o dia 30 de junho (PDL 1/2021). [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O estado de calamidade em decorrência da crise provocada pela <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/veja-as-mudancas-do-inss-durante-a-pandemia/">pandemia do coronavírus</a> se encerrou no último dia 31 de dezembro, conforme previsto no <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/portaria/DLG6-2020.htm#:~:text=DECRETO%20LEGISLATIVO%20N%C2%BA%206%2C%20DE,18%20de%20mar%C3%A7o%20de%202020.">Decreto Legislativo 6/2020</a>. O senador Weverton (PDT-MA), no entanto, acaba de apresentar um novo projeto para que o estado de calamidade tenha validade até o dia 30 de junho (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/146153">PDL 1/2021</a>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o senador, é notório que as circunstâncias que motivaram a edição do primeiro decreto não só perduram, como se agravaram, e “ameaçam se verticalizar ainda mais no decorrer de 2021, considerando, inclusive, a probabilidade de novas ondas de infecções por covid-19, com acentuado impacto na saúde pública e, em última análise, no cenário econômico do país”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na justificativa do projeto, Weverton admite que as medidas de isolamento são necessárias para o controle da pandemia. Ele pondera, no entanto, que essa situação agrava a crise econômica. Segundo o senador, o desafio, do ponto de vista econômico, reside em ajudar empresas e pessoas, especialmente as mais vulneráveis. Daí a importância do estado de calamidade, que permitiria maior poder de investimento por parte do poder público, sem os riscos jurídicos previstos em lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Weverton diz que o estrito cumprimento do resultado fiscal, conforme previsto na legislação, “seria temerário ou manifestamente proibitivo, com riscos de paralisação da máquina pública, num momento em que mais se pode precisar dela”. Pelo Twitter, o autor registrou que sua proposta “é muito importante para o Brasil”. De acordo com o senador, o texto vai permitir gastos na área de saúde para comprar a vacina contra o coronavírus, por exemplo, e até possibilitar a prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Comissão</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto de Weverton também traz de volta a comissão mista de acompanhamento da situação fiscal e da execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas ao combate ao coronavírus — nos mesmos moldes da comissão que <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/2020/12/18/relatorio-final-de-comissao-traz-recomendacoes-para-combate-a-pandemia">encerrou seus trabalhos</a> no último dia 18 de dezembro. A comissão será composta por seis senadores e seis deputados, com o mesmo número de suplentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está prevista uma reunião mensal com um representante do Ministério da Economia. A cada dois meses, a comissão realizará uma audiência pública com a presença do ministro da Economia, para apresentação e avaliação de relatório circunstanciado da situação fiscal e da execução orçamentária. As atividades do colegiado serão realizadas de forma remota. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/01/05/projeto-amplia-estado-de-calamidade-ate-30-de-junho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Senado</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aprovado sistema de controle de qualidade de vacinas</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/aprovado-sistema-de-controle-de-qualidade-de-vacinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2020 19:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavirus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou a criação do sistema de rastreamento de vacinas (PL 5.217/2020). Todas as etapas, da origem à aplicação, serão fiscalizadas. A proposta também cria uma carteira digital de vacinação e torna obrigatória a divulgação da distribuição geográfica das doses. O autor, senador Eduardo Braga (MDB-AM), lembra que a carteira vai registrar eventuais efeitos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Senado aprovou a criação do sistema de rastreamento de vacinas (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/145490">PL 5.217/2020</a>). Todas as etapas, da origem à aplicação, serão fiscalizadas. A proposta também cria uma <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-cria-rastreamento-de-vacinas-e-carteira-digital-de-vacinacao/">carteira digital de vacinação</a> e torna obrigatória a divulgação da distribuição geográfica das doses. O autor, senador Eduardo Braga (MDB-AM), lembra que a carteira vai registrar eventuais efeitos colaterais, o que vai permitir o monitoramento permanente da qualidade dos imunizantes. A reportagem é de Roberto Fragoso, da Rádio Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2020/12/aprovado-sistema-de-controle-de-qualidade-de-vacinas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Senado</a></strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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