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	<title>Arquivos pensão de viúva - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos pensão de viúva - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>TJ garante pensão de viúva pois coabitação não é requisito essencial para união estável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Aug 2021 10:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[pensão de viúva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Advogado de direito de família RJ emite notícia sobre pensão de viúva e união estável UNIÃO ESTÁVEL &#8211; O Tribunal de Justiça, baseado na premissa de que a coabitação não configura requisito essencial para comprovar união estável, manteve a obrigação do Instituto de Previdência do Estado (Iprev) em bancar pensão por morte de servidor público [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Advogado de direito de família RJ emite notícia sobre pensão de viúva e união estável</h2>



<p class="wp-block-paragraph">UNIÃO ESTÁVEL &#8211; O Tribunal de Justiça, baseado na premissa de que a coabitação não configura requisito essencial para comprovar união estável, manteve a obrigação do Instituto de Previdência do Estado (Iprev) em bancar pensão por morte de servidor público em favor de sua companheira. A decisão partiu da 1ª Câmara de Direito Público do TJ, em apelação interposta pelo ente previdenciário estadual e relatada pelo desembargador Luiz Fernando Boller. A viúva, doravante, passará a receber a pensão, além de resgatar os valores atrasados desde a data do óbito do segurado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/uniao-estavel-projeto-de-lei-permite-que-seja-reconhecida-em-inventario/">União Estável – Projeto de lei permite que seja reconhecida em inventário</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Iprev, em seu recurso, alegou que os requisitos legais para conceder a pensão por morte à viúva não estavam preenchidos. Isto porque, na data de morte do segurado, eles não moravam juntos. O relator, contudo, destacou a importância de a Justiça acompanhar as evoluções registradas na sociedade. “Atenta ao dinamismo social e ao caráter plural das organizações familiares, a jurisprudência das Cortes Superiores e deste Tribunal sedimentou a compreensão de que, embora relevante, a coabitação não é requisito essencial para a constituição de uma entidade familiar, conforme reiterados precedentes.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Defesa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em sua defesa, a viúva e testemunhas afirmaram que o casal viveu junto por mais de 30 anos, com dois filhos frutos desse relacionamento. Eles não coabitavam a mesma residência porque ela passou a estar em outra cidade, ajudando a criar os netos. Por seis meses, a mulher morava com a filha em Nápoles, na Itália, e outros seis meses com o marido, no bairro dos Ratones, norte de Florianópolis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Boller, a relação duradoura e estável e a constituição de família, com filhos e netos, foram determinantes para a resolução da demanda. Por isso, o colegiado entendeu que a coabitação não é requisito indispensável para identificar a união estável ou o estado matrimonial, mesmo que seja pouco usual na prática cotidiana. A decisão foi unânime (Apelação n. 0307908-93.2018.8.24.0023).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.tjsc.jus.br/web/imprensa/-/tj-garante-pensao-de-viuva-pois-coabitacao-nao-e-requisito-essencial-para-uniao-estavel?p_l_back_url=%2Fpesquisa%3Fq%3Dcoabita%25C3%25A7%25C3%25A3o%26site%3D66294">TJ-SC</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: direito de família, união estável, pensão de viúva, advogado de direito de família RJ, advogado de direito de família no Rio de Janeiro</p>
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