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	<title>Arquivos prestação de serviços - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos prestação de serviços - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Consumidor deve ser indenizado por interrupção do sinal de TV antes de jogo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/indenizacao-por-interrupcao-do-sinal-de-tv-antes-de-jogo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 20:03:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Falha]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Interrupção]]></category>
		<category><![CDATA[prestação de serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Sinal de TV]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os desembargadores da 3ª Turma Cível do TJDFT entenderam que houve falha na prestação do serviço, uma vez que o consumidor estava em dia com a obrigação contratual. A Sky Brasil Serviços terá que indenizar um consumidor que ficou sem sinal de TV por assinatura momentos antes da partida da Seleção Brasileira pelas oitavas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os desembargadores da 3ª Turma Cível do TJDFT entenderam que houve falha na prestação do serviço, uma vez que o consumidor estava em dia com a obrigação contratual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Sky Brasil Serviços terá que indenizar um consumidor que ficou sem sinal de TV por assinatura momentos antes da partida da Seleção Brasileira pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2018, disputada na Rússia. Os desembargadores da 3ª Turma Cível do TJDFT entenderam que houve falha na prestação do serviço, uma vez que o consumidor estava em dia com a obrigação contratual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor relata que convidou familiares e amigos para assistir ao jogo entre Brasil e México, pelas oitavas de final do Mundial. Pouco antes da partida, no entanto, o sinal da TV ficou fora do ar. Ao entrar em contato com a ré, o autor foi informado que a interrupção do sinal ocorreu por suposta inadimplência contratual. O autor sustenta que estava em dia com o contrato e que sofreu danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na 1ª instância, o pedido foi julgado improcedente. Porém, ao analisar o recurso, os desembargadores observaram que estava evidente tanto a falha na prestação do serviço quanto a ocorrência de dano extrapatrimonial, ressaltando que a ré reconheceu que o consumidor estava adimplente com suas obrigações contratuais.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/academia-e-condenada-a-devolver-valor-cobrado-indevidamente/">Academia é condenada a devolver valor cobrado indevidamente</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Logo, &#8220;Se o consumidor estava adimplente, o fato de haver corte de fornecimento fundado nessa alegação e consequente frustração da expectativa legítima de haver assistido o jogo da copa do mundo deve ser reconhecido como vício do serviço prestado, na forma do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-20" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Art. 20</a>&nbsp;do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CDC</a>”, explicaram. Os magistrados entenderam também que a conduta da ré extrapolou o mero aborrecimento. “O consumidor, além da ausência do serviço contratado, ficou impedido de assistir a partida do mundial de futebol, bem como passou por situação vexatória perante familiares e convidados ante a alegação de inadimplência sustentada pela ré”, pontuaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, a Turma, por unanimidade, deu provimento ao recurso para reformar a sentença e condenar a SKY ao pagamento de R$ 5 mil a título de danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe2: 0716167-58.2019.8.07.0020</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/consumidor-deve-ser-indenizado-por-interrupcao-do-sinal-de-tv-antes-de-jogo-da-copa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags:&nbsp; direito do consumidor, consumidor, tv por assinatura, SKY, advogado do consumidor RJ, advogado consumidor no Rio de Janeiro</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Filha é condenada por usar cartão de crédito da mãe sem autorização</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/cartao-de-credito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 18:17:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA["Violência Financeira"]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de credito]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[Idosa]]></category>
		<category><![CDATA[prestação de serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Reclusão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pena de reclusão foi substituída por prestação de serviços à comunidade e pagamento de cinco salários mínimos. A juíza de Direito Andréa Gonçalves Lopes Lins, da 5ª vara Criminal de João Pessoa/PB, condenou uma mulher por ter se apropriado do cartão de crédito da sua mãe idosa, sem a devida autorização, para realizar várias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">A pena de reclusão foi substituída por prestação de serviços à comunidade e pagamento de cinco salários mínimos.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza de  Direito Andréa Gonçalves Lopes Lins, da 5ª vara Criminal de João  Pessoa/PB, condenou uma mulher por ter se apropriado do cartão de  crédito da sua mãe idosa, sem a devida autorização, para realizar várias  compras. Pela condenação, a <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/filhas-fora-de-casamento-nao-podem-ser-excluidas-de-heranca-da-avo-paterna/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="filha (abre numa nova aba)">filha</a> terá de prestar serviços à  comunidade, junto com o pagamento de cinco salários mínimos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A
 mulher cadastrou senha do cartão de crédito de sua mãe, desbloqueou 
cartão e solicitou segunda via deste, realizando compras para si, sem 
autorização, em vários estabelecimentos, cuja soma total chegava a mais 
de R$ 20 mil. Além disso, também se apropriou de joias de sua mão para 
penhorá-las.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Finalidade diversa</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ao 
analisar o caso, a magistrada constatou que filha se apropriou de 
dinheiro da vítima, “dando-lhe aplicação diversa da sua finalidade, 
certa a condenação”. A juíza observou que a conduta da filha deixou a 
idosa em situação financeira difícil, já que os proventos estiveram 
comprometidos com o pagamento das faturas do cartão, trazendo-lhe 
“violência financeira”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A
 acusada, filha da idosa, que tinha o dever de cuidar dos bens e 
valores, valeu-se da confiança de sua mãe, cadastrou senha, desbloqueou 
cartão e solicitou segunda via deste, realizando compras para si, sem 
autorização, em vários estabelecimentos, o que configura crime previsto 
no <a href="https://juridmais.com.br/estatuto-do-idoso-102" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 102</a> da <a href="https://juridmais.com.br/estatuto-do-idoso-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei nº 10.741/03</a>,
 que prevê pena de reclusão de 1 a 4 anos e multa para quem se apropriar
 ou desviar bens, proventos, pensão ou qualquer outro rendimento do 
idoso, dando-lhes aplicação diversa da de sua finalidade.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim,
 a mulher foi condenada a 1 ano e quatro meses de reclusão, mais o 
pagamento de 14 dia-multa. A pena de reclusão foi substituída por 
prestação de serviços à comunidade e pagamento de cinco salários 
mínimos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo: 0029778-73.2016.815.2002</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/filha-e-condenada-por-usar-cartao-de-credito-da-mae-sem-autorizacao" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Companhia aérea indenizará passageira por atraso em voo</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/companhia-aerea-indenizara-passageira-por-atraso-em-voo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 22:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Atraso]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[Falha]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[prestação de serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Voo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Valor foi fixado em R$ 10 mil. A 38ª Câmara de Direito Privado aumentou, de R$ 5 mil para R$ 10 mil, valor de indenização a ser pago por companhia aérea a passageira, em razão de atraso em voo. O montante foi fixado a título de danos morais. Consta dos autos que a autora comprou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Valor foi fixado em R$ 10 mil.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A 38ª Câmara  de Direito Privado aumentou, de R$ 5 mil para R$ 10 mil, valor de  indenização a ser pago por companhia aérea a passageira, em razão de  atraso em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-de-transporte-aereo-deve-indenizar-passageiras-que-tiveram-voo-cancelado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="voo (abre numa nova aba)">voo</a>. O montante foi fixado a título de danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta
 dos autos que a autora comprou bilhete para viagem entre São Paulo e 
Brasília, que sofreu atraso superior a doze horas. A passageira ajuizou 
ação alegando que a empresa deixou de prestar as informações necessárias
 e que não deu assistência material durante o período em que ficou 
aguardando sua realocação em outra aeronave.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o 
relator do recurso, desembargador Mario de Oliveira, ficou evidenciado 
nos autos a falha na prestação do serviço e o consequente dever de 
indenizar. “Levando-se em consideração a intensidade dos danos 
ocasionados, a condição financeira das vítimas e do ofensor, cabe a 
majoração da indenização ao importe de R$ 10.000,00.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento, unânime, teve a participação dos desembargadores Fernando Sastre Redondo e Flávio Cunha da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apelação nº 1026013-86.2018.8.26.0002</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/companhia-aerea-indenizara-passageira-por-atraso-em-voo" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Homem é condenado por abandono material de dois filhos</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/homem-e-condenado-por-abandono-material-de-dois-filhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2019 18:47:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[pensão alimenticia]]></category>
		<category><![CDATA[prestação de serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Réu foi sentenciado a prestar serviços comunitários e multado. A 10ª Câmara de Direito Criminal condenou um homem a um ano e dois meses de prestação de serviços à comunidade, ao pagamento de um salário mínimo para entidade com finalidade social e multa de um salário mínimo pelo crime de abandono material de dois filhos. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Réu foi sentenciado a prestar serviços comunitários e multado.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A 10ª Câmara de Direito Criminal condenou um homem a um ano e dois meses de prestação de serviços à comunidade, ao pagamento de um salário mínimo para entidade com finalidade social e multa de um salário mínimo pelo crime de abandono material de dois filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta nos autos que no período de 2010 a 2014 o réu deixou de pagar pensão alimentícia que teria sido acordada judicialmente, sem um motivo aparente. O réu alegou que é usuário de drogas e que era incapaz de prover a subsistência dos seus filhos porque estava desempregado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o relator da apelação, desembargador Francisco Bruno, apesar de não haver registro na carteira do réu, é provável que ele tenha trabalhado em serviços eventuais. “A não ser que tenha virado andarilho por todos esses anos, de algum lugar obteve a sua subsistência”, escreveu o magistrado. “Não podem os filhos sofrer as consequências do ócio voluntário do seu pai. É dizer: o acusado tinha ciência de seus deveres como genitor e, mesmo assim, optou por se entregar, por anos, à vadiagem.”</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Por fim, consta que ele jamais se empenhou em visitar os filhos ou ter contato com eles, o que corrobora o cenário de desdém, no qual se insere a indisposição em prover os alimentos acordados judicialmente”, completou o desembargador.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Também participaram do julgamento os desembargadores Rachid Vaz de Almeida e Carlos Bueno. A decisão foi unânime.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre em uma nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/homem-e-condenado-por-abandono-material-de-dois-filhos" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresa de decoração indenizará noiva por falhas na prestação de serviço</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-de-decoracao-indenizara-noiva-por-falhas-na-prestacao-de-servico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Apr 2017 10:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rj]]></category>
		<category><![CDATA[buquê de noiva]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[cliente insatisfeito]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[empresa de decoração]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[noivas]]></category>
		<category><![CDATA[prestação de serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Indenização foi fixada em R$ 10 mil A 5ª câmara Cível do TJ/MT decidiu, por unanimidade, que empresa de decoração pagará indenização por danos morais a uma noiva por má prestação de serviço em sua festa de casamento. De acordo com os autos, a noiva fechou um contrato no valor de R$ 57 mil com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Indenização foi fixada em R$ 10 mil</strong></p>
<p>A 5ª câmara Cível do TJ/MT decidiu, por unanimidade, que empresa de decoração pagará indenização por danos morais a uma noiva por má prestação de serviço em sua festa de casamento.</p>
<p>De acordo com os autos, a noiva fechou um contrato no valor de R$ 57 mil com a decoradora e parcelou a quantia em duas vezes no cheque. Durante a preparação do casório, houve reformulações que modificaram a quantia. Desta forma, a noiva emitiu um novo cheque referente ao valor atualizado, e solicitou a devolução do antigo. A empresa, no entanto, descontou ambos.</p>
<p>Além do problema com os cheques, a cliente alegou que os serviços foram mal prestados pela empresa &#8211; problemas com relação ao buquê, mesa do bolo, aparadores, tendas e ausência de mapeamento. Assim, requereu reparação pelos danos morais.</p>
<p><strong>Decisão</strong></p>
<p>O juízo da 1ª instância julgou procedente o pleito inicial formulado pela contratante para condenar a empresa ao pagamento da quantia de R$15 mil a título de dano moral.</p>
<p>Ao recorrer ao TJ, a decoradora aduziu que o valor fixado pelo magistrado encontrava-se exacerbado, contrário aos princípios da proporcionalidade e razoabilidade.</p>
<p>A relatora, desembargadora Cleuci Terezinha Chagas Pereira da Silva, manteve a condenação, mas acolheu parcialmente o recurso por entender que o valor proposto pelo juízo singular foi excessivo. Assim, minorou a quantia para R$ 10 mil.</p>
<p>&#8220;Se a Apelante concorda com a substituição do cheque dado para pagamento do contrato de decoração de festa de casamento por outro com data de compensação posterior ao que emitido primeiro, a não devolução da primeira cártula à cliente e a sua compensação em data não acordada, configurando-se defeitos relativos à prestação dos serviços.&#8221;</p>
<p>Processo: 0007690-44.2014.8.11.0055<br />
Veja o <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2017/3/art20170331-11.pdf" target="_blank" rel="noopener">acórdão.</a></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-46899-empresa-decoracao-indenizara-noiva-por-falhas-na-prestacao-servico" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/empresa-de-decoracao-indenizara-noiva-por-falhas-na-prestacao-de-servico/">Empresa de decoração indenizará noiva por falhas na prestação de serviço</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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