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	<title>Arquivos Recém-nascido - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Recém-nascido - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Licença-maternidade passa a contar após alta da mãe ou do bebê, prevê projeto</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/licenca-maternidade-apos-alta-da-mae-ou-do-bebe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 16:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[mãe de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os prazos de licença-maternidade e de salário-maternidade podem ser prorrogados em até 60 dias após a alta hospitalar do recém-nascido prematuro. É o que propõe um projeto apresentado pelo senador Lasier Martins (Podemos-RS) no Dia Mundial da Prematuridade, celebrado na última terça-feira (17). Para estabelecer maior proteção à prematuridade, o&#160;PL 5.186/2020&#160;altera a&#160;Consolidação das Leis do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os prazos de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/justica-prorroga-licenca-maternidade-de-mulher-que-teve-bebe-prematuro/">licença-maternidade e de salário-maternidade</a> podem ser prorrogados em até 60 dias após a alta hospitalar do recém-nascido prematuro. É o que propõe um projeto apresentado pelo senador Lasier Martins (Podemos-RS) no Dia Mundial da Prematuridade, celebrado na última terça-feira (17).</p>



<p>Para estabelecer maior proteção à prematuridade, o&nbsp;<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/145447">PL 5.186/2020</a>&nbsp;altera a&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm">Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)</a>&nbsp;e a Lei de Benefícios da Previdência Social (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm">Lei 8.213, de 2013</a>) para beneficiar mães naturais ou adotivas.&nbsp;No Brasil todos os anos nascem cerca de 280 mil crianças prematuras.&nbsp;</p>



<p>De acordo com Lasier, a Constituição estabelece uma série de direitos aos recém-nascidos, mas os prematuros e suas mães acabam sendo prejudicados pelo tempo de internação hospitalar na gestação e no pós-parto, que costuma ser bem maior e que é descontado da licença-maternidade.&nbsp;</p>



<p>“Reconheceu-se o direito na proteção deficiente das crianças prematuras e de suas mães, que, embora demandem mais atenção mesmo ao terem alta, têm o período de licença maternidade encurtado, pois o período em que permanecem no hospital acaba sendo descontado do período da licença”, explica.</p>



<p>A CLT estabelece que o início do afastamento da gestante pode ocorrer entre o 28º dia antes do parto e a data do nascimento do bebê. É dever da Previdência Social pagar o salário-maternidade.</p>



<p>Lasier lembra que o Supremo Tribunal Federal (STF) analisa uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) com o mesmo objetivo. Em março, o ministro Edson Fachin concedeu liminar à ação, ajuizada pelo Solidariedade, considerando como marco inicial da licença-maternidade a alta da mãe ou a do recém-nascido, o que ocorrer por último. Fachin alegou que a ausência de previsão legal sobre o tema tem fundamentado decisões judiciais que negam o direito ao benefício.&nbsp;A ADI 6327 ainda será submetida ao Plenário do tribunal.&nbsp;</p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/12/10/licenca-maternidade-passa-a-contar-apos-alta-da-mae-ou-do-bebe-preve-projeto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Senado</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Projeto aumenta penas para crimes de abandono de incapaz e recém-nascido</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/projeto-aumenta-penas-para-crimes-de-abandono-de-incapaz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Nov 2020 19:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Abandono]]></category>
		<category><![CDATA[Código Penal]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[incapaz]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Menores]]></category>
		<category><![CDATA[Recém-nascido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) apresentou um projeto de lei que aumenta as penas previstas para abandono incapaz ou recém-nascido. Para tornar maior essas punições, o projeto (PL 4.645/2020) altera os artigos 133 e 134 do Código Penal. Na justificação da proposta, Contarato lembra que &#8220;incapaz é aquele que não consegue exercer sua atividade psíquica [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) apresentou um projeto de lei que aumenta as penas previstas para <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/pai-e-condenado-a-pagar-danos-morais-a-filha-por-abandono-afetivo-e-material/">abandono incapaz ou recém-nascido</a>. Para tornar maior essas punições, o projeto (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144772">PL 4.645/2020</a>) altera os artigos 133 e 134 do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del2848compilado.htm">Código Penal</a>.</p>



<p>Na justificação da proposta, Contarato lembra que &#8220;incapaz é aquele que não consegue exercer sua atividade psíquica de forma plena e não consegue discernir riscos, a exemplo de crianças e pessoas com deficiência&nbsp; mental&#8221;.</p>



<p>Ao ressaltar a gravidade do crime de abandono de incapaz, o senador lembra que nesse caso &#8220;a pessoa abandonada deixa de ser cuidada e fica exposta a diversos riscos, podendo sofrer lesões ou até morrer”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Abandono de incapaz</strong></h3>



<p>Atualmente, o artigo 133 do Código Penal prevê pena de detenção de seis meses a três anos para o crime de abandono de incapaz. Se o abandono resultar em lesão corporal grave, esse artigo prevê pena de reclusão de um a cinco anos.</p>



<p>Com o projeto de Contarato, a pena de detenção aumentaria para um a três anos. E, quando houvesse lesão corporal grave, a pena de reclusão seria de dois a cinco anos. O senador não sugere mudança na punição prevista em caso de morte do incapaz (que é a pena de reclusão de quatro a 12 anos).</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Abandono de recém-nascido</strong></h3>



<p>O artigo 134 do Código Penal prevê pena de detenção de seis meses a dois anos para o crime de exposição ou abandono de recém-nascido visando &#8220;ocultar desonra própria&#8221;. Quando esse abandono resulta em lesão corporal grave, o artigo prevê pena de detenção de um a três anos. E, em caso de morte, a previsão é de pena de detenção de dois a seis anos.</p>



<p>Em sua proposta, Contarato aumenta a pena de detenção para um a dois anos. Quando há lesão corporal grave, a pena de detenção seria de dois a quatro anos. E em caso de morte, a pena de detenção seria de três a seis anos.</p>



<p>Ainda não há data prevista para a análise desse projeto.</p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/10/29/projeto-aumenta-penas-para-crimes-de-abandono-de-incapaz-e-recem-nascido" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Hospital vai indenizar família impedida de amamentar bebê por falso diagnóstico de HIV</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-vai-indenizar-familia-impedida-de-amamentar-bebe-por-falso-diagnostico-de-hiv/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2019 19:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Recém-nascido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O valor da indenização por danos morais foi fixado em&#160;R$ 10 mil. A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) que condenou um hospital particular a pagar R$ 10 mil de danos morais à família de um recém-nascido que, em virtude de falso diagnóstico de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O valor da indenização por danos morais foi fixado em&nbsp;R$ 10 mil.</h3>



<p>A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) que condenou um hospital particular a pagar R$ 10 mil de danos morais à família de um recém-nascido que, em virtude de falso diagnóstico de vírus HIV da mãe, foi impedido de ser amamentado em seus primeiros dias.</p>



<p>Por unanimidade, o colegiado entendeu que, tendo em vista a situação de urgência após o diagnóstico positivo de HIV e a importância do aleitamento logo nos primeiros momentos de vida do bebê, o hospital deveria ter providenciado, imediatamente, nova coleta de sangue da mãe para a confirmação do teste, mas o procedimento foi realizado apenas quatro dias depois do parto.</p>



<p>Segundo o relator do recurso do hospital, ministro Luis Felipe Salomão, essa demora caracterizou defeito na prestação do serviço afeto à responsabilidade hospitalar, pois o exame deveria ter sido providenciado rapidamente, o que teria evitado que o bebê ficasse muito tempo “privado do alimento essencial ao seu desenvolvimento físico e psíquico”.</p>



<p>De acordo com o processo, após o parto, a família se dispôs a doar o cordão umbilical. O material foi submetido a exame laboratorial, cujo resultado foi positivo para HIV, motivo pelo qual a mãe foi impedida de amamentar. Todavia, sete dias depois do parto, um novo exame (com sangue coletado quatro dias antes) teve resultado negativo para o vírus.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Situação comum</strong></h3>



<p>Na ação de indenização, a família sustentou a responsabilização civil do hospital, da médica que fez o parto e do laboratório responsável pelo diagnóstico errado que impediu o aleitamento – e que, segundo os autores, também teria lançado suspeitas sobre a conduta moral da genitora.</p>



<p>O magistrado de primeiro grau julgou improcedente o pedido de indenização, por entender não ter havido fato que gerasse o dano moral. O TJPE, contudo, reformou a sentença e condenou o hospital ao pagamento de danos morais, mas manteve a improcedência da ação em relação à médica e ao laboratório.</p>



<p>Por meio de recurso especial, o hospital alegou que o resultado falso positivo da presença do vírus HIV é uma situação comum e, por isso, não caracterizaria negligência ou imperícia médica. Ainda segundo o hospital, não houve demora na realização da contraprova que constatou a ausência do vírus.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Primeira vacina</strong></h3>



<p>O ministro Luis Felipe Salomão destacou inicialmente a importância do aleitamento materno logo após o parto, já que, nos cinco primeiros dias, a mãe produz o colostro, fundamental para o recém-nascido por conter células imunologicamente ativas, anticorpos e proteínas protetoras, funcionando como uma espécie de primeira vacina para o bebê.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Não se pode menosprezar a importância da amamentação nos primeiros dias de vida do bebê, sendo certo que qualquer mãe, mesmo em caso de impossibilidade física, sofrerá inexorável e excepcional abalo emocional se for impedida de realizar um ato tão essencial ao exercício pleno da maternidade”, apontou o ministro.</p></blockquote>



<p>Segundo Salomão, apesar de o laboratório ter sido responsável pelo teste inicial do sangue coletado na placenta, a Portaria 151/2009 do Ministério da Saúde considera essa etapa como de mera triagem. De acordo com a portaria, em caso de resultado positivo no teste, é necessária a coleta imediata de nova amostra para exame, mas o hospital realizou o procedimento apenas quatro dias após o parto.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Desse modo, não se revela razoável que, em uma situação de indiscutível urgência, tenha o hospital aguardado quatro dias (contado o do parto) para providenciar a coleta de nova amostra de sangue da lactante para fins de realização da primordial confirmação do teste rápido positivo para HIV”, afirmou o relator.</p></blockquote>



<p>Não houve recurso de parte da família para aumentar o valor da indenização.</p>



<p><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre em uma nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/hospital-vai-indenizar-familia-impedida-de-amamentar-bebe-por-falso-diagnostico-de-hiv" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-vai-indenizar-familia-impedida-de-amamentar-bebe-por-falso-diagnostico-de-hiv/">Hospital vai indenizar família impedida de amamentar bebê por falso diagnóstico de HIV</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CNJ e Ministério da Saúde tornam obrigatória a biometria de recém-nascidos</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/cnj-e-ministerio-da-saude-tornam-obrigatoria-biometria-de-recem-nascidos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 16:52:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Advogadao]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Biometria]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portaria do Ministério da Saúde, a pedido do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), torna obrigatória a identificação palmar de todos os recém-nascidos brasileiros, juntamente com a identificação biométrica de sua mãe. As imagens devem constar na Declaração de Nascidos Vivos (DNV) e serão armazenadas no cartório no qual a criança for registrada, para utilização na [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portaria do Ministério da Saúde, a pedido do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), torna obrigatória a identificação palmar de todos os recém-nascidos brasileiros, juntamente com a identificação biométrica de sua mãe.</p>
<p>As imagens devem constar na Declaração de Nascidos Vivos (DNV) e serão armazenadas no cartório no qual a criança for registrada, para utilização na Base de Dados da Identificação Civil Nacional. O Governo Federal lançou na última segunda-feira 5/2 o Documento Nacional de Identidade eletrônico, que tem como principal dado em sua base a biometria da população.</p>
<p>A mudança foi publicada nesta segunda-feira (5/2), no Diário Oficial da União (DOU), na Portaria 248 do Ministério da Saúde. As Secretarias de Vigilância em Saúde e de Atenção à Saúde terão 90 dias para definir as normas de procedimentos a serem adotados nas maternidades.</p>
<blockquote><p>“A certidão de nascimento é um documento importantíssimo e pouco valorizado. Nenhuma pessoa tem duas certidões de nascimento. A mudança é um passo muito importante a fim de começarmos a coleta de dados para a Identificação Civil Nacional (ICN) desde o nascimento, ampliando a nossa base de dados”, disse a conselheira do CNJ e membro do Comitê Gestor do ICN, Maria Tereza Uille. “Além disso, ela funciona como prevenção ao desaparecimento de crianças e tráfico de pessoas, uma vez que a informação é disponibilizada eletronicamente para todos os órgãos nacionais”.</p></blockquote>
<p><strong>Projeto piloto</strong></p>
<p>Em Brasília a identificação biométrica de recém-nascidos serviu como “projeto piloto” para a ampliação nacional do programa. Nomeado de “Pequeno Cidadão”, o projeto começou em 2017, após a sanção da <a href="http://www.sinj.df.gov.br/sinj/DetalhesDeNorma.aspx?id_norma=974bbe68ac3b486cbff7eb09065e5160" target="_blank" rel="noopener">Lei Distrital 5.804/2017</a> de autoria do deputado distrital Juarez Carlos de Oliveira (PSB).</p>
<p>Na capital, são coletadas impressões papiloscópicas de recém-nascidos em maternidades do Distrito Federal e com a vinculação de dados biográficos e biométricos de seus respectivos responsáveis legais. Um dos objetivos da lei distrital é também evitar a troca de crianças na maternidade.</p>
<p>A Lei que trata da Identificação Civil Nacional (ICN) foi sancionado em maio de 2017 (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/L13444.htm" target="_blank" rel="noopener">lei 13.444/2017</a>) com a proposta de criar um novo documento, válido em todo território nacional, que unifica dados biométricos e civis dos brasileiros.</p>
<p><strong>ICN</strong></p>
<p>O Documento Nacional de Identidade ( DNI) identificará o cidadão de forma única em suas relações com a sociedade e com os órgãos e entidades governamentais e privados. Constam do DNI outros documentos já validados na Base de Dados da ICN, como o CPF e o Título de Eleitor. Além disso, outros documentos eletrônicos poderão ser agregados ao DNI, como a Carteia Nacional de Habilitação (CNH) digital.</p>
<p>Por enquanto, na fase de testes, apenas servidores do Ministério do Planejamento e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderão fazer o documento. A estimativa é que, a partir de julho, todos os cidadãos brasileiros possam solicitar o documento, que será acessado por um aplicativo no celular.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/cnj-e-ministerio-da-saude-tornam-obrigatoria-biometria-de-recem-nascidos/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/cnj-e-ministerio-da-saude-tornam-obrigatoria-biometria-de-recem-nascidos/">CNJ e Ministério da Saúde tornam obrigatória a biometria de recém-nascidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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		<item>
		<title>TJES – Hospital que forneceu tipo sanguíneo errado de recém-nascida deve indenizar os pais</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tjes-hospital-que-forneceu-tipo-sanguineo-errado-de-recem-nascida-deve-indenizar-os-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2018 15:24:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[hospital]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Recém-nascido]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sangue]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tipo Sanguíneo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como nenhuma das partes possuía esse tipo sanguíneo, o fato teria gerado uma desconfiança no matrimônio. Um hospital de Itapemirim, sul do Estado, deverá indenizar um casal em R$ 10 mil reais como compensação por danos morais. Segundo o processo, após a realização de exame de tipagem sanguínea da filha recém-nascida, o casal recebeu como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Como nenhuma das partes possuía esse tipo sanguíneo, o fato teria gerado uma desconfiança no matrimônio.</em></p>
<p>Um hospital de Itapemirim, sul do Estado, deverá indenizar um casal em R$ 10 mil reais como compensação por danos morais. Segundo o processo, após a realização de exame de tipagem sanguínea da filha recém-nascida, o casal recebeu como resultado o grupo sanguíneo “AB” e fator RH positivo. Como nenhuma das partes possuía esse tipo sanguíneo, o fato teria gerado uma desconfiança no matrimônio.</p>
<p>Ao realizarem novo exame da filha, já na cidade em que residem, em Minas Gerais, o casal recebeu como resultado o grupo sanguíneo “O” e fator RH positivo. Já o hospital não apresentou qualquer elemento que contestasse as alegações dos requerentes.</p>
<p>Diante dessa situação, o juiz do Juizado Especial Cível, Criminal e da Fazenda Pública de Itapemirim entendeu que o prejuízo causado aos autores é presumido e completamente imaginável no caso, já que após a felicidade de ter nascido a filha do casal, tal felicidade foi tolhida pela desconfiança quanto à paternidade.</p>
<blockquote><p>“Ressalto ainda que os desdobramentos deste exame equivocado ocorreram durante o período pós-parto da autora, fase em que a mulher tem a necessidade de um ambiente tranquilo e saudável para adaptação do recém-nascido, o que agrava ainda mais os danos experimentados pela autora”, ressaltou o magistrado.</p></blockquote>
<h4>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/tjes-hospital-que-forneceu-tipo-sanguineo-errado-de-recem-nascida-deve-indenizar-os-pais/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></h4>
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		<title>Hospital pagará danos morais por falha em parto que causou paralisia cerebral em bebê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2017 14:05:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[paralisia cerebral]]></category>
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		<category><![CDATA[Recém-nascido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deve um hospital ser responsabilizado por falha durante complicações no parto, que ocasionaram sequelas permanentes na bebê? A questão foi colocada para julgamento na última terça-feira, 19, em processo da pauta da 3ª turma do STJ. Uma grávida procurou o hospital para fazer o parto normal de sua filha, mas mesmo com dilatação completa foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Deve um hospital ser responsabilizado por falha durante complicações no parto, que ocasionaram sequelas permanentes na bebê? A questão foi colocada para julgamento na última terça-feira, 19, em processo da pauta da 3ª turma do STJ.</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">Uma grávida procurou o hospital para fazer o parto normal de sua filha, mas mesmo com dilatação completa foi preciso fazer a cesariana. Uma vez decidida a via de parto por cesariana, houve hiato de 29 minutos entre a decisão e o nascimento fetal, e nesse tempo não houve controle de como se comportava a oxigenação fetal &#8211; pela medida dos batimentos cardíacos do feto -, nem houve medida no sentido de fazer cessarem as contrações da mãe.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">A próxima verificação dos batimentos e da oxigenação fetal foi no nascimento, quando se constatou que o feto se encontrava bradicárdico e asfixiado. A bebê foi transferida para a UTI neonatal; ela ficou com paralisia cerebral e epilepsia decorrentes.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">O juízo de 1º grau condenou o hospital ao pagamento de R$ 30 mil por danos morais, e o TJ/RS negou provimento à apelação do condenado por “imperícia e negligência”.</span></p>
<h4 align="justify"><span style="font-family: Arial;"><strong>Responsabilidade</strong></span></h4>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">A ministra Nancy, relatora do recurso do hospital, inicialmente consignou que a pretensão autoral não é para responsabilização de médico específico ou de profissionais que participaram do procedimento, atribuindo-se ao hospital recorrente, em virtude de alegado defeito na prestação do serviço hospitalar, as sequelas hoje suportadas pela filha.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">Salientou a ministra que a responsabilidade objetiva dos hospitais não é absoluta, pois tem-se que o estabelecimento hospitalar responde objetivamente pelos danos causados aos pacientes toda vez que o fato gerador for o defeito do seu serviço, isto é, quando o evento danoso proceder de defeito do serviço, sendo, ainda assim, indiscutível a imprescindibilidade do nexo causal entre a conduta e o resultado.</span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">“<em>A responsabilidade dos hospitais, no que tange à atuação dos médicos contratados que neles laboram, é subjetiva, dependendo da demonstração de culpa do preposto, não se podendo, portanto, excluir a culpa do médico e responsabilizar objetivamente o hospital</em>.”</span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">No caso em análise, a relatora considerou que o defeito na prestação do serviço foi constatado em razão da ausência de acompanhamento do feto durante a realização do parto, diante do não monitoramento dos batimentos cardíacos por quase meia hora entre a conversão de procedimentos &#8211; parto normal para parto cesáreo -, falha esta, atribuída pelas instâncias ordinárias, ao próprio hospital. E, assim, surge o dever de compensar os danos morais sofridos.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">Para a ministra, ainda que não houvesse a responsabilidade objetiva do hospital, há fundamento adicional à sua responsabilização: “<em>Uma vez que o fato decorre de alegado erro médico, ainda assim, estaria consubstanciada a sua responsabilidade</em>.”</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">Dessa forma, foi conhecido parcialmente o recurso do hospital, com parcial provimento apenas para definir como termo inicial para o cômputo dos juros de mora a data da citação. A decisão da turma foi unânime.</span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><u>Processo relacionado</u>: <a href="http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/jurisprudencia.asp?tipo=num_pro&amp;valor=REs1621375" target="_blank" rel="noopener">REsp 1.621.375</a></span></div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial;">Confira o <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2017/9/art20170921-04.pdf" target="_blank" rel="noopener">voto da ministra Nancy</a>.</span></p>
<p align="justify"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI265732,21048-Hospital+pagara+danos+morais+por+falha+em+parto+que+causou+paralisia" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></p>
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