<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Reforma Trabalhista - Costa Queiroz Advogados</title>
	<atom:link href="https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/reforma-trabalhista/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/reforma-trabalhista/</link>
	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 07 Jun 2019 12:09:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2026/03/cropped-ICON_CQ-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Reforma Trabalhista - Costa Queiroz Advogados</title>
	<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/tag/reforma-trabalhista/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>STF invalida norma da Reforma Trabalhista que permitia trabalho de grávidas e lactantes em atividades insalubres</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/stf-invalida-norma-de-atividades-insalubres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2019 12:09:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Gravida]]></category>
		<category><![CDATA[Insalubres]]></category>
		<category><![CDATA[Lactante]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=5541</guid>

					<description><![CDATA[<p>A maioria dos ministros seguiu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, de que a alteração implementada na CLT viola direitos constitucionais como a proteção à maternidade e a integral proteção à criança. O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria de votos, julgou procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5938 para [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/stf-invalida-norma-de-atividades-insalubres/">STF invalida norma da Reforma Trabalhista que permitia trabalho de grávidas e lactantes em atividades insalubres</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">A maioria dos ministros seguiu o voto do relator, ministro Alexandre de  Moraes, de que a alteração implementada na CLT viola direitos  constitucionais como a proteção à maternidade e a integral proteção à  criança. </h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), por maioria de votos,  julgou procedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5938 para  declarar invalida trechos de dispositivos da Consolidação das  Leis do Trabalho (CLT) inseridos pela <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-so-responde-por-honorarios-de-pericia-que-for-designada-apos-reforma-trabalhista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Reforma Trabalhista (abre numa nova aba)">Reforma Trabalhista</a> (Lei  13.467/2017) que admitiam a possibilidade de trabalhadoras <a rel="noreferrer noopener" aria-label="grávidas (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hospital-indenizara-paciente-que-teve-gravidez-de-risco-em-razao-de-erro-medico/" target="_blank">grávidas</a> e  lactantes desempenharem atividades insalubres em algumas hipóteses. Para  a corrente majoritária, a expressão “quando apresentar atestado de  saúde, emitido por médico de confiança da mulher”, contida nos incisos  II e III do artigo 394-A da CLT, afronta a proteção constitucional à  maternidade e à criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi ajuizada no Supremo pela Confederação Nacional dos  Trabalhadores Metalúrgicos. A norma questionada admitia que gestantes  exercessem atividades insalubres em grau médio ou mínimo e  que lactantes desempenhassem atividades insalubres em qualquer grau,  exceto quando apresentassem atestado de saúde que recomende o  afastamento. Tal previsão legal, segundo a entidade autora, afronta a  proteção que a Constituição Federal atribui à maternidade, à gestação, à  saúde, à mulher, ao nascituro, aos recém-nascidos, ao trabalho e ao  meio ambiente de trabalho equilibrado. A eficácia dos dispositivos  estava suspensa desde o fim do mês passado por liminar deferida pelo  relator, ministro Alexandre de Moraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início da sessão desta quarta-feira (29), em que se apreciou o 
mérito da ação, falaram na condição de amici curiae os representantes da
 Confederação Nacional de Saúde (CNS), pela improcedência da ação, e da 
Central Única do Trabalhadores (CUT), que defendeu a 
inconstitucionalidade dos trechos da norma.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Proteção à maternidade</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O relator iniciou seu voto observando que, após a alteração legal, a 
norma passou a impor às grávidas e às lactantes o ônus de apresentar 
atestado de saúde como condição para o afastamento. Esse ônus, segundo o
 ministro, sujeita a trabalhadora a maior embaraço para o exercício de 
seus direitos, sobretudo para aquelas que não têm acesso à saúde básica 
para conseguir o atestado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do ministro, a norma está em desacordo com diversos 
direitos consagrados na Constituição Federal e deles derivados, entre 
eles a proteção à maternidade, o direito à licença-maternidade e a 
segurança no emprego assegurada à gestante, além de normas de saúde, 
higiene e segurança. Sob essa ótica, a proteção da mulher grávida ou da 
lactante em relação ao trabalho insalubre caracteriza-se como direito 
social protetivo tanto da mulher quanto da criança. “A razão das normas 
não é só salvaguardar direitos sociais da mulher, mas também efetivar a 
integral proteção ao recém-nascido, possibilitando sua convivência 
integral com a mãe nos primeiros meses de vida, de maneira harmônica e 
segura e sem os perigos de um ambiente insalubre, consagrada com 
absoluta prioridade, no artigo 227 do texto constitucional, como dever 
também da sociedade e do empregador”, assinalou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, o ministro destacou que a alteração deste ponto da CLT 
feriu direito de dupla titularidade – da mãe e da criança. A seu ver, a 
previsão de afastamento automático da gestante ou da lactante do 
ambiente insalubre está absolutamente de acordo com o entendimento do 
Supremo de integral proteção à maternidade e à saúde da criança. “A 
proteção à maternidade e a integral proteção à criança são direitos 
irrenunciáveis e não podem ser afastados pelo desconhecimento, pela 
impossibilidade ou pela eventual negligência da gestante ou da lactante 
em juntar um atestado médico, sob pena de prejudicá-la e prejudicar o 
recém-nascido”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não procede, segundo o relator, o argumento de que a declaração de 
inconstitucionalidade poderia acarretar retração da participação da 
mulher no mercado de trabalho. “Eventuais discriminações serão punidas 
nos termos da lei, e o próprio texto constitucional determina de maneira
 impositiva a proteção ao mercado de trabalho da mulher mediante 
incentivos específicos”, ressaltou. Para o ministro, também não procede o
 argumento do ônus excessivo ao empregador, pois a norma isenta o 
tomador de serviço do ônus financeiro referente ao adicional de 
insalubridade da empregada afastada. Com esses fundamentos, o relator 
votou pela confirmação da liminar deferida e pela procedência do pedido 
para declarar a inconstitucionalidade da expressão dos incisos II e II.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Retrocesso social</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu voto, a ministra Rosa Weber apresentou apanhado histórico 
legislativo dos direitos trabalhistas das mulheres no Brasil e no mundo.
 Segundo a ministra, contam-se 96 anos desde a primeira norma de 
proteção ao trabalho da gestante no país. Isso revela, a seu ver, quase 
um século de “afirmação histórica do compromisso da nação com a 
salvaguarda das futuras gerações”. A Constituição de 1988, por sua vez, 
priorizou a higidez física e mental do trabalhador ao exigir, no inciso 
XXII do artigo 7º, a redução dos riscos inerentes ao trabalho por meio 
de normas de saúde, higiene e segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra afirmou ainda que a maternidade representa para a  trabalhadora um período de maior vulnerabilidade devido às contingências  próprias de conciliação dos projetos de vida pessoal, familiar e  laboral. Dessa forma, os direitos fundamentais do trabalhador elencados  no artigo 7º “impõem limites à liberdade de organização e administração  do empregador de forma a concretizar, para a empregada mãe, merecida  segurança do exercício do direito ao equilíbrio entre trabalho e  família”. A alteração promovida pela Reforma Trabalhista para atividades insalubres, concluiu a ministra, implicou “inegável retrocesso social”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também votaram pela procedência da ação os ministros Edson Fachin, 
Luís Roberto Barroso, Luiz Fux, Carmen Lúcia, Ricardo Lewandowski, 
Gilmar Mendes, Celso de Mello e o presidente da Corte, ministro Dias 
Toffoli.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Divergência</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Único a divergir, o ministro Marco Aurélio votou pela improcedência 
da ação ao argumento de que os preceitos que regulam o trabalho 
masculino são aplicáveis ao trabalho feminino. “Toda proteção alargada 
ao gênero feminino acaba prejudicando o gênero”, disse. Para ele, é 
razoável a exigência de um pronunciamento técnico de profissional da 
medicina sobre a conveniência do afastamento da trabalhadora. “Os 
preceitos encerram a liberdade da prestadora de serviços e visam atender
 às exigências do mercado de trabalho, para não se criar óbice à 
contratação de mão de obra feminina”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a <a rel="noreferrer noopener" href="http://www.stf.jus.br/arquivo/cms/noticiaNoticiaStf/anexo/ADI5938EmentaeVOTO.pdf" target="_blank">íntegra do voto do ministro Alexandre de Moraes</a> (relator).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="STF (abre numa nova aba)" href="https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=412571&amp;fbclid=IwAR05XVWLSvarecFCV3QKQtsNo5gE8oj6B1Vh0uPiBBTVSyVblQNgwCX3Ajc" target="_blank"><strong>STF</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/stf-invalida-norma-de-atividades-insalubres/">STF invalida norma da Reforma Trabalhista que permitia trabalho de grávidas e lactantes em atividades insalubres</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Férias fracionadas antes da reforma devem ser pagas em dobro</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/ferias-fracionadas-antes-da-reforma-devem-ser-pagas-em-dobro/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/ferias-fracionadas-antes-da-reforma-devem-ser-pagas-em-dobro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2019 12:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Férias Fracionadas]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=5135</guid>

					<description><![CDATA[<p>O entendimento foi da 4ª Turma que condenou uma fabricante de pneus a pagar em dobro as férias de um industriário que teve o descanso dividido ilegalmente em três períodos (de 18, 10 e dois dias). Férias fracionadas antes da reforma trabalhista geram o direito de o trabalhar receber em dobro. Esse foi o entendimento [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/ferias-fracionadas-antes-da-reforma-devem-ser-pagas-em-dobro/">Férias fracionadas antes da reforma devem ser pagas em dobro</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O entendimento foi da 4ª Turma que condenou uma fabricante de pneus a pagar em dobro as férias de um industriário que teve o descanso dividido ilegalmente em três períodos (de 18, 10 e dois dias).</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Férias fracionadas antes da reforma trabalhista geram o direito de o trabalhar receber em dobro. Esse foi o entendimento da 4ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, que condenou uma fabricante de pneus a pagar em dobro as férias de um industriário de Gravataí (RS) que teve o descanso dividido ilegalmente em três períodos (de 18, 10 e dois dias).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado do julgamento atende a pedido do industriário relativo às férias de 2008 e 2009. Na época, a redação do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--134" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 134</a>, parágrafo 1º, da&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>&nbsp;admitia somente em casos excepcionais a concessão das férias em até duas etapas, sendo uma não inferior a dez dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS), mesmo reconhecendo que houve o parcelamento irregular, concluiu ser devida a remuneração em dobro apenas dos dois dias do terceiro período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na análise do recurso de revista do industriário, o relator, ministro Alexandre Luiz Ramos, entendeu que a decisão do TRT violou o&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--134" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 134</a>, parágrafo 1º, da&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>, com a redação vigente na época dos fatos. O ministro lembrou que, de acordo com a jurisprudência do TST, o parcelamento irregular das férias enseja pagamento de todo o período em dobro. O motivo é que a irregularidade contraria o objetivo da lei de proporcionar descanso ao empregado para permitir a reposição de sua energia física e mental após longo período de serviço.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Reforma trabalhista</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/reforma-trabalhista-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 13.467/2017</a>&nbsp;(reforma trabalhista), o&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--134" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 134</a>, parágrafo 1º, da&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>&nbsp;passou a ter nova redação. Conforme o dispositivo, desde que haja concordância do empregado, as férias poderão ser usufruídas em até três períodos. Um deles não será inferior a 14 dias corridos, e os demais, não inferiores a cinco dias corridos cada um.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo: 1630-58.2011.5.04.0232</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/ferias-fracionadas-antes-da-reforma-devem-ser-pagas-em-dobro" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/ferias-fracionadas-antes-da-reforma-devem-ser-pagas-em-dobro/">Férias fracionadas antes da reforma devem ser pagas em dobro</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/ferias-fracionadas-antes-da-reforma-devem-ser-pagas-em-dobro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trabalhador tem suspensa condenação de honorários sucumbenciais por justiça gratuita</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-tem-suspensa-condenacao-de-honorarios-sucumbenciais-por-justica-gratuita/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-tem-suspensa-condenacao-de-honorarios-sucumbenciais-por-justica-gratuita/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 May 2018 17:51:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Honorários de Sucumbência]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Gratuita]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3918</guid>

					<description><![CDATA[<p>Trabalhador tem suspensa condenação de honorários sucumbenciais por justiça gratuita Um trabalhador condenado a pagar R$ 100 mil por honorários de sucumbência conseguiu a suspensão da referida despesa por ser beneficiário da justiça gratuita. O caso se deu em ação trabalhista na qual empregado deu à causa o valor de R$ 1 mi, mas teve [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-tem-suspensa-condenacao-de-honorarios-sucumbenciais-por-justica-gratuita/">Trabalhador tem suspensa condenação de honorários sucumbenciais por justiça gratuita</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">Trabalhador tem suspensa condenação de honorários sucumbenciais por justiça gratuita</h3>
<p>Um trabalhador condenado a pagar R$ 100 mil por honorários de sucumbência conseguiu a suspensão da referida despesa por ser beneficiário da justiça gratuita. O caso se deu em ação trabalhista na qual empregado deu à causa o valor de R$ 1 mi, mas teve todos os seus pedidos julgados improcedentes pelo o juiz do Trabalho Rômulo Tozzo Techio, da vara de Pederneiras/SP.</p>
<p>O empregado ajuizou ação contra duas empresas, em 2016, quando a reforma trabalhista, que estabelece o pagamento dos honorários advocatícios à parte sucumbente na ação, ainda não estava em vigor. O empregado pleiteou diversas verbas trabalhistas como salário, plano de saúde, jornada e acidente de trabalho.</p>
<p>Nenhum dos pedidos do trabalhador, por sua vez, prosperou. Ao analisar o caso, o juiz Rômulo Techio, destacou que a sentença foi proferida quando a reforma já havia entrado em vigor e que, portanto, deveria ser aplicada. Fixou, assim, a responsabilidade do pagamento dos honorários à parte vencida.</p>
<p>No entanto, por conceder o benefício da justiça gratuita ao empregado, o magistrado invocou §4º do <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--791" target="_blank" rel="noopener">art. 791-A</a> da <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noopener">CLT</a>, que suspende a exigibilidade dos honorários e dispõe que as obrigações da sucumbência somente poderão ser executadas se, nos dois anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão, o trabalhador demonstrar que deixou de existir a situação de insuficiência de recursos que justificou a concessão de gratuidade.</p>
<p>O magistrado também condenou a parte autora ao pagamento dos honorários periciais, arbitrados em R$ 1,5 mil. Entretanto, em virtude de o empregado não ter créditos obtidos nesta ação ou em outra, é a presidência do TRT da 15ª região que deve arcar com a referida despesa, seguindo o valor máximo de R$ 676,00, conforme o provimento GP-CR 03/12.</p>
<p><b>Processo: 0011538-332016.5.15.0144</b></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/trabalhador-tem-suspensa-condenacao-de-honorarios-sucumbenciais-por-justica-gratuita" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-tem-suspensa-condenacao-de-honorarios-sucumbenciais-por-justica-gratuita/">Trabalhador tem suspensa condenação de honorários sucumbenciais por justiça gratuita</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-tem-suspensa-condenacao-de-honorarios-sucumbenciais-por-justica-gratuita/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Trabalhador rural receberá horas extras por tempo gasto com ginástica laboral</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Apr 2018 15:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[advogado rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ginástica Laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Hora Extra]]></category>
		<category><![CDATA[Horas Extras]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Reclamação Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3861</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segundo a 3ª Turma, a atividade representa tempo à disposição do empregador. A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou um produtor rural de Paraguaçu Paulista (SP) a pagar horas extras a um cortador de cana de açúcar pelo tempo utilizado na prática de ginástica laboral. Segundo a Turma, a atividade representa tempo à [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral/">Trabalhador rural receberá horas extras por tempo gasto com ginástica laboral</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">Segundo a 3ª Turma, a atividade representa tempo à disposição do empregador.</h3>
<p>A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou um produtor rural de Paraguaçu Paulista (SP) a pagar horas extras a um cortador de cana de açúcar pelo tempo utilizado na prática de ginástica laboral. Segundo a Turma, a atividade representa tempo à disposição do empregador e deve ser remunerada como horas extras.</p>
<p>Na reclamação trabalhista, ajuizada na 1ª Vara do Trabalho de Assis (SP), o trabalhador rural informou que esperava 20 minutos para o início da ginástica laboral, que tinha duração de 15 minutos. Afirmou ainda a participação na atividade era obrigatória e diretamente verificada por fiscais do empregador. Na petição, o empregado pediu que o tempo da ginástica fosse considerado como tempo à disposição da empresa, com o pagamento de remuneração correspondente à perda de rendimento na produção.</p>
<p>O empregador alegou que havia apenas orientação para os exercícios, realizados dentro da jornada, com duração de 10 minutos, e que a medida visava à proteção da saúde do próprio empregado. Sustentou ainda que a ginástica laboral é atividade é inerente ao trabalho remunerado por produção e que o tempo dispendido estava compreendido na sua remuneração.</p>
<p>O tempo à disposição do empregador é regulado pelo <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--4" target="_blank" rel="noopener">artigo 4º</a> da <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noopener">CLT</a>, que sofreu alterações com a <a href="https://juridmais.com.br/reforma-trabalhista-1" target="_blank" rel="noopener">Lei 13.467/2017</a>(Reforma Trabalhista). A regra antiga considerava como tempo de serviço efetivo aquele em que o empregado fica à disposição da empresa, simplesmente aguardando ordens. A regra atual especifica algumas situações que não serão consideradas como tempo à disposição do empregador.</p>
<p>Para o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP), o empregador tem o poder diretivo das atividades laborais, e a prática de ginástica laboral, que se dá em benefício da saúde do próprio empregado, está inserida em tal poder. “O que não pode é o trabalhador querer que lhe seja atribuída uma média de produção a ser considerada para os intervalos em que não poderia produzir, embora estivesse à disposição do empregador”, registrou o acórdão.</p>
<p>No recurso de revista ao TST, o empregado sustentou que o trabalhador rural que atua no corte de cana é remunerado apenas pela produção do dia (quantidade da cana cortada), ou seja, no tempo gasto na ginástica laboral nada recebe, pois não cortou cana.</p>
<p>No exame do recurso, o relator, ministro Alexandre Agra Belmonte, assinalou que a jurisprudência do TST se posiciona no sentido de que o tempo despendido pelo empregado para a realização da ginástica laboral também deve ser considerado tempo à disposição da empresa. Assim, a decisão do TRT contrariou o <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--4" target="_blank" rel="noopener">artigo 4º</a> da <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noopener">CLT</a> e deve ser reformada para condenar o empregador ao pagamento de horas extras pelo tempo à disposição.</p>
<p><b>Processo: 789-63.2011.5.15.0036</b></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral/">Trabalhador rural receberá horas extras por tempo gasto com ginástica laboral</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/trabalhador-rural-recebera-horas-extras-por-tempo-gasto-com-ginastica-laboral/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma reduz valor da aposentadoria</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-reduz-valor-da-aposentadoria/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-reduz-valor-da-aposentadoria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2017 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentada]]></category>
		<category><![CDATA[aposentado]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3385</guid>

					<description><![CDATA[<p>As novas regras propostas pela reforma da Previdência ampliam o tempo que o contribuinte precisará trabalhar para acessar a integralidade do benefício. Embora o tempo mínimo de contribuição tenha continuado de 15 anos, como é atualmente, o coeficiente que incide sobre o valor da contribuição caiu de 70% nesse período para 60%. Na prática significa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-reduz-valor-da-aposentadoria/">Reforma reduz valor da aposentadoria</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As novas regras propostas pela reforma da Previdência ampliam o tempo que o contribuinte precisará trabalhar para acessar a integralidade do benefício. Embora o tempo mínimo de contribuição tenha continuado de 15 anos, como é atualmente, o coeficiente que incide sobre o valor da contribuição caiu de 70% nesse período para 60%. Na prática significa dizer que uma pessoa precisará trabalhar mais para receber 100% do salário de contribuição.</p>
<div id="pastingspan1">Atualmente, para se aposentar por idade o contribuinte precisa ter 65 anos, no caso dos homens e 60 anos, para as mulheres. Caso a reforma proposta pelo governo seja aprovada, essa faixa etária permanece a mesma para os homens, mas sobe para 62 anos no caso das mulheres. O advogado previdenciário Rômulo Saraiva exemplificou: “Se um homem de 65 anos tiver 15 anos de contribuição (tempo mínimo), ele precisaria contribuir 30 anos para ter acesso à aposentadoria integral. Isso porque, pela idade incidiria um coeficiente de 70% mais um ponto percentual por cada ano de contribuição, ou seja, 85% no total. Para chegar a 100%, faltariam 15 anos de contribuição”, detalhou.<br />
<strong><br />
Leia mais:<br />
</strong><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-trabalhista-nao-se-aplica-processos-ja-instruidos-antes-de-sua-vigencia/" target="_blank" rel="noopener">Reforma trabalhista não se aplica a processos já instruídos antes de sua vigência</a></div>
<div>
<p><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/segurados-da-previdencia-ja-podem-consultar-calendario-de-pagamento-de-2018/" target="_blank" rel="noopener">Segurados da Previdência já podem consultar calendário de pagamento 2018</a></p>
<p>Pelas mudanças propostas, esse período de 30 anos de contribuição subiria para 40%, porque o coeficiente cai de 70% para 60%. “Ou seja, com direito a 60% do valor da aposentadoria por 15 anos de contribuição seriam necessários 40 anos de contribuição para alcançar a aposentadoria integral”, detalhou o especialista. “Isso quer dizer que uma aposentadoria integral de R$ 2 mil cairia para R$ 1,2 mil com 15 anos de contribuição &#8211; hoje seria R$ 1,7 mil”, acrescentou.<br />
<strong><br />
</strong><strong>Cálculo<br />
</strong>Especialista em Direito Previdenciário João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, explica que, pelo texto da reforma, a cada ano adicional entre os 16 e 25 anos de contribuição o contribuinte ganharia um ano adicional sobre a média dos salários. Entre 26 e 30 anos, 1,5 ponto percentual; entre 31 e 35 anos, 2 pontos percentuais e, a partir dos 36 anos de contribuição, 2,5 pontos percentuais.</p>
</div>
<div></div>
<div><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-3386 aligncenter" src="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2017/11/24546493080.jpg" alt="" width="930" height="560" srcset="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2017/11/24546493080.jpg 930w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2017/11/24546493080-300x181.jpg 300w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2017/11/24546493080-768x462.jpg 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></div>
<div></div>
<div>
<p>“Dessa forma, um trabalhador da iniciativa privada que contribua por 34 anos receberá 85,5% do seu salário de contribuição. Se ele optar pela aposentadoria antes, quando completar 17 anos de contribuição, esse percentual será de 62%, ou seja, inferior até mesmo ao fator previdenciário se fosse aplicado”, comentou, argumentando que, essa regra é especialmente prejudicial aos mais pobres. “Moradores de periferias que, em muitos casos, não chegam aos 65 anos, entram no mercado de trabalho mais cedo, contribuem mais, e mesmo assim não se aposentarão&#8221;, avaliou.</p>
<p>Saraiva ainda pontuou outras mudanças importantes propostas pelo texto. “A primeira é que, pela regra atual são descartados 20% das menores contribuições. Ou seja, se uma pessoa contribuiu três anos com o salário mínimo e depois teve incrementos salariais, esses piores ganhos são eliminados da média, o que puxa o valor para cima”, detalhou. “Agora, esses piores valores permanecem na média, puxando a renda para baixo”, concluiu.</p>
</div>
<div></div>
<div>Fonte: <a href="https://www.folhape.com.br/economia/economia/economia/2017/11/29/NWS,50301,10,550,ECONOMIA,2373-REFORMA-REDUZ-VALOR-APOSENTADORIA.aspx" target="_blank" rel="noopener">FolhaPe.com.br</a></div>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-reduz-valor-da-aposentadoria/">Reforma reduz valor da aposentadoria</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-reduz-valor-da-aposentadoria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Reforma trabalhista não se aplica a processos já instruídos antes de sua vigência</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-trabalhista-nao-se-aplica-processos-ja-instruidos-antes-de-sua-vigencia/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-trabalhista-nao-se-aplica-processos-ja-instruidos-antes-de-sua-vigencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 15:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Processuais]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[CPC/2015]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito Retroativo]]></category>
		<category><![CDATA[Isolamento]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>
		<category><![CDATA[Súmula TST]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[TST]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3381</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para juiz, aplicar as regras processuais configuraria ofensa direta ao devido processo legal. O juiz do Trabalho Murilo Carvalho Sampaio Oliveira, da 13ª vara de Salvador/BA, entendeu que a lei 13.467/17 (da reforma trabalhista) não se aplica a processos já instruídos antes de sua vigência. Segundo o magistrado, a lei nova tem aplicação imediata, mas sem efeito [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-trabalhista-nao-se-aplica-processos-ja-instruidos-antes-de-sua-vigencia/">Reforma trabalhista não se aplica a processos já instruídos antes de sua vigência</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Para juiz, aplicar as regras processuais configuraria ofensa direta ao devido processo legal.</em></p>
<p>O juiz do Trabalho Murilo Carvalho Sampaio Oliveira, da 13ª vara de Salvador/BA, entendeu que a <a href="https://juridmais.com.br/reforma-trabalhista-1" target="_blank" rel="noopener">lei 13.467/17 </a>(da reforma trabalhista) não se aplica a processos já instruídos antes de sua vigência.</p>
<p>Segundo o magistrado, a lei nova tem aplicação imediata, mas sem efeito retroativo, de modo a garantir segurança e estabilidade ao processo. Ele se baseou na teoria de &#8220;isolamento dos atos processuais&#8221;, que considera o ato processual individualizado a referência para aplicação da nova regra, e citou vários dispositivos legais vigentes que demonstram o seu acolhimento pela legislação (<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noopener">CLT</a> e <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-processo-civil---cpc-2015-1" target="_blank" rel="noopener">CPC</a>).</p>
<p>&#8220;Aplicar as regras processuais da reforma trabalhista aos feitos já instruídos configuraria ofensa direta ao devido processo legal.”</p>
<p>O magistrado fundamentou sua decisão também em decisões do TST e do STJ, destacando que as partes não poderiam prever a mudança do regramento jurídico e quais seriam os seus efeitos.</p>
<p>Quanto ao mérito do caso, o empregado foi contratado como servente, mas ficou comprovado que exercia a função de motorista. Sendo maior o salário da reconhecida função, foram deferidas as diferenças de salário e seus reflexos (13º salário, férias e FGTS). O juiz indeferiu, no entanto, o pagamento de multa por atraso na quitação das parcelas rescisórias, que foram pagas dentro do prazo, ainda que calculadas com base no salário antigo.</p>
<p>Com base na <a href="https://juridmais.com.br/sumulas---tribunal-superior-do-trabalho-331" target="_blank" rel="noopener">Súmula 331</a> do TST, também foi reconhecida a responsabilidade subsidiária da Administração Pública que, como tomadora dos serviços, deveria fiscalizar a execução do contrato de trabalho (terceirização).</p>
<p><b>Processo: 0000245-22.2017.5.05.0011</b></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-trabalhista-nao-se-aplica-processos-ja-instruidos-antes-de-sua-vigencia/">Reforma trabalhista não se aplica a processos já instruídos antes de sua vigência</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-trabalhista-nao-se-aplica-processos-ja-instruidos-antes-de-sua-vigencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>eSocial se adapta à reforma trabalhista e passará a valer para empresas em 2018, diz advogado</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/esocial-se-adapta-reforma-trabalhista-e-passara-valer-para-empresas-em-2018-diz-advogado/</link>
					<comments>https://costaqueirozadvogados.com.br/esocial-se-adapta-reforma-trabalhista-e-passara-valer-para-empresas-em-2018-diz-advogado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Oct 2017 13:52:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Advogado Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Costa Queiroz Advogados]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://costaqueirozadvogados.com.br/?p=3258</guid>

					<description><![CDATA[<p>O sistema deverá ser adotado a partir de 1º de janeiro por empresas com faturamento anual apurado em 2016 acima de R$ 78 mi. A partir de 1º de janeiro de 2018, o eSocial (Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas) deverá ser adotado pelas empresas que tenham faturamento anual apurado em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/esocial-se-adapta-reforma-trabalhista-e-passara-valer-para-empresas-em-2018-diz-advogado/">eSocial se adapta à reforma trabalhista e passará a valer para empresas em 2018, diz advogado</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>O sistema deverá ser adotado a partir de 1º de janeiro por empresas com faturamento anual apurado em 2016 acima de R$ 78 mi.</em></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">A partir de 1º de janeiro de 2018, o eSocial (Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas) deverá ser adotado pelas empresas que tenham faturamento anual apurado em 2016 superior a R$ 78 milhões. Para as demais empresas e contribuintes, a obrigatoriedade se inicia em 1º de julho de 2018. Quem dá mais detalhes sobre o assunto é o advogado especialista em Direito do Trabalho <strong>Maurício Reis</strong>, do escritório <strong>Rocha e Barcellos Advogados</strong>.</span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">&#8220;Na verdade, a plataforma já é utilizada para empregadores domésticos desde de 1º de outubro de 2015. Não existe cobrança de multas para a empresa que não aderir ao sistema de forma imediata, mas o processamento e quitação de obrigações de rotina ficarão inviáveis sem o eSocial. Então automaticamente, as empresas que não adotarem o sistema estarão sujeitas às mesmas penalidades daquelas que não estão cumprindo suas obrigações.&#8221;</span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">O advogado explica que o eSocial permite às empresas comunicar digitalmente ao governo Federal informações relativas aos trabalhadores como vínculos, contribuições previdenciárias, folha de pagamento, comunicações de acidente de trabalho, aviso prévio, escriturações fiscais e informações sobre o FGTS.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">De acordo com Reis, serão unificadas no eSocial as informações de cadastro geral de empregados e desempregados para controlar as admissões e demissões de empregados sob o regime da CLT, relação anual de informações sociais, livro de registro de empregados, comunicação de acidente de trabalho, comunicação de dispensa, CTPS, perfil profissiográfico previdenciário, DIRF, declaração de débitos e créditos tributários Federais, quadro de horário de trabalho, manual normativo de arquivos digitais, folha de pagamento, guia de recolhimento do FGTS e guia da previdência social.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Verdana; font-size: small;">Com a <a href="http://m.migalhas.com.br/quentes/267240/esocial-se-adapta-a-reforma-trabalhista-e-passara-a-valer-para" target="_self" rel="noopener">reforma trabalhista</a>, havia dúvidas acerca da possibilidade de adaptação rápida do eSocial aos termos da nova legislação, mas o advogado explica que a versão 2.4 do sistema foi lançada já com as adequações necessárias.</span></p>
<p align="justify">Fonte: <a href="http://m.migalhas.com.br/quentes/267240/esocial-se-adapta-a-reforma-trabalhista-e-passara-a-valer-para" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/esocial-se-adapta-reforma-trabalhista-e-passara-valer-para-empresas-em-2018-diz-advogado/">eSocial se adapta à reforma trabalhista e passará a valer para empresas em 2018, diz advogado</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://costaqueirozadvogados.com.br/esocial-se-adapta-reforma-trabalhista-e-passara-valer-para-empresas-em-2018-diz-advogado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
