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	<title>Arquivos Reforma - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Reforma - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Reforma da Previdência elimina aposentadoria por idade para deficiente e prejudica mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2019 16:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Deficientes]]></category>
		<category><![CDATA[Idade]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo de Contribuição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta ainda precisa passar pelo Congresso para começar a valer. A proposta de reforma da Previdência enviada pelo governo ao Congresso acaba com a aposentadoria por idade para deficientes e elimina as diferenças entre homens e mulheres. As mudanças prejudicam mais as mulheres deficientes: elas terão de contribuir até sete anos mais, enquanto para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">A proposta ainda precisa passar pelo Congresso para começar a valer.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de reforma da Previdência enviada pelo governo ao Congresso acaba com a aposentadoria por idade para deficientes e elimina as diferenças entre homens e mulheres. As mudanças prejudicam mais as mulheres deficientes: elas terão de contribuir até sete anos mais, enquanto para os homens o aumento é de no máximo dois anos, havendo, em outros casos, redução de cinco anos no tempo, conforme a deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje os deficientes podem escolher entre dois tipos de aposentadoria (por idade ou tempo de contribuição):</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Por idade:</strong>&nbsp;os homens precisam ter 60 anos e as mulheres 55 anos, e ao menos 15 anos de pagamentos como deficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Por tempo de contribuição:&nbsp;</strong>o tempo mínimo de pagamento ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) é reduzido em dez, seis ou dois anos (se comparado à regra geral) dependendo do grau da deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aposentadoria de deficiente é pouco pedida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a advogada e presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), Adriane Bramante, a aposentadoria de deficiente é pouco solicitada. &#8220;Muita gente confunde com aposentadoria por invalidez e acaba não pedindo. A aposentadoria do deficiente é para aqueles que, apesar da deficiência, trabalham.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O INSS considera pessoa com deficiência aquela que tem impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, que a impossibilita da participação plena e efetiva na sociedade. Entenda as regras e a proposta:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como é hoje</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Há dois tipos de aposentadoria para deficientes:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aposentadoria por tempo de contribuição</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O tempo de contribuição varia de acordo com o grau da deficiência do trabalhador.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Grau leve</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Homem:&nbsp;</strong>33 anos de contribuição</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mulher:</strong>&nbsp;28 anos de contribuição</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Grau moderado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Homem:</strong>&nbsp;29 anos de contribuição</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mulher:</strong>&nbsp;24 anos de contribuição</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Grau grave</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Homem:</strong>&nbsp;25 anos de contribuição</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mulher:</strong>&nbsp;20 anos de contribuição</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Regras:&nbsp;</strong>15 anos de contribuição como deficiente, com comprovação de exames e laudos médicos. Se a deficiência apareceu depois que o trabalhador já era inscrito no INSS, o instituto faz uma conversão do período.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Avaliação:</strong>&nbsp;Uma perícia médica do INSS e outra no serviço social do instituto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Valor:</strong>&nbsp;100% da média salarial (80% maiores salários de contribuição desde julho de 1994). Não há desconto do fator previdenciário.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Aposentadoria por idade</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Idade mínima para homens:</strong>&nbsp;60 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Idade mínima para mulheres:</strong>&nbsp;55 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Regras:</strong>&nbsp;15 anos de contribuição como deficiente, com comprovação de exames e laudos médicos. Não importa o grau de deficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Avaliação:</strong>&nbsp;Uma perícia médica do INSS e outra com o serviço social do instituto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Valor da aposentadoria:</strong>&nbsp;70% da média salarial (80% maiores salários de contribuição desde julho de 1994), mais 1% a cada ano de contribuição, até o limite de 100%.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como deve ficar</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A reforma prevê uma aposentadoria por tempo de contribuição de acordo com o grau de deficiência. A regra é a mesma para homens e mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Grau leve:</strong>&nbsp;35 anos de contribuição</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Grau moderado:</strong>&nbsp;25 anos de contribuição</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Grau grave:&nbsp;</strong>20 anos de contribuição</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Regras:</strong>&nbsp;Avaliação médica, psicológica e social. Se a deficiência apareceu depois que o trabalhador já era registrado no INSS, o instituto faz uma conversão do período.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8211; Valor:</strong>&nbsp;100% da média calculada sobre todo o período contributivo desde julho de 1994.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Proposta prejudica mulheres, diz especialista</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Além de eliminar a aposentadoria por idade para todos os deficientes, a reforma afeta especificamente as mulheres. Segundo Adriane, as mulheres foram prejudicadas com a proposta do governo por definir as mesmas regras para homens e mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelas regras atuais, a mulher com deficiência leve precisa ter 28 anos de contribuição. Com a reforma, precisará ter 35 anos de pagamentos ao INSS. São sete anos a mais do que o exigido hoje. Para deficiência em grau moderado, será necessário contribuir um ano a mais. Já para a deficiência grave não haveria mudança para elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os homens, por outro lado, a proposta diminui em cinco anos as contribuições na deficiência grave e em quatro anos na deficiência moderada. Apenas para a deficiência leve é que haveria aumento de dois anos de contribuição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta ainda precisa passar pelo Congresso para começar a valer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/reforma-da-previdencia-elimina-aposentadoria-por-idade-para-deficiente-e-prejudica-mulher" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ano de 2018 deverá ser de novos rumos para a Previdência</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/ano-de-2018-devera-ser-de-novos-rumos-para-previdencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jan 2018 12:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Futuro do sistema previdenciário começa a ser definido no dia 19 de fevereiro O futuro da Previdência Social no Brasil começará a ser definido no próximo dia 19 de fevereiro. Esta é a data marcada para a votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara dos Deputados. A nova proposta do Governo Federal mantém [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Futuro do sistema previdenciário começa a ser definido no dia 19 de fevereiro</em></p>
<div class="single-text--content">
<div>
<p class="bodytext">O futuro da Previdência Social no Brasil começará a ser definido no próximo dia 19 de fevereiro. Esta é a data marcada para a votação da reforma da Previdência no plenário da Câmara dos Deputados. A nova proposta do Governo Federal mantém o núcleo das alterações anteriormente apresentadas. Os principais pontos são a exigência da idade mínima para a aposentadoria de 62 anos para a mulher e de 65 anos para o homem, no Regime Geral de Previdência Social (INSS) e em Regime Próprio de Previdência Social (servidores públicos titulares de cargos efetivos). Além disso, quanto ao cálculo do valor da aposentadoria, para se alcançar 100% da média do salário de contribuição será preciso um tempo mínimo de contribuição de 40 anos.</p>
</div>
<div></div>
<div>
<p class="bodytext">As discussões em torno das vantagens e desvantagens da reforma da Previdência têm correntes divergentes. De um lado, se defende a mudança para equilibrar as contas da União e para garantir o pagamento das aposentadorias futuras, que serão afetadas pelo envelhecimento da população no País. E, de outro lado, professor e especialistas de Direito Previdenciário acreditam que as alterações propostas prejudicam os trabalhadores e os mais pobres e não combatem os privilégios e nem os principais problemas da Previdência Social.</p>
<p>O secretário da Previdência, Marcelo Caetano, disse que o Governo Federal deve evitar fazer novas concessões à reforma da Previdência e que, caso não seja votada em 2018, medidas mais duras poderão ser tomadas no futuro como as relacionadas aos direitos adquiridos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ainda hoje, é possível fazer uma reforma da Previdência em que se respeite os direitos adquiridos, em que não se precise passar por situações similares às que se passaram na Grécia e em Portugal, países onde houve a necessidade de se reduzir o valor do benefício. A realidade &#8211; não a da União, nem a do INSS, mas a de alguns estados &#8211; mostra a dificuldade de pagar aposentadorias e pensões, indicando a urgência da reforma&#8221;, afirmou</p></blockquote>
<p>O relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS_BA), disse que o governo optou por não levar a proposta ainda este ano para não correr riscos de ser derrotado. &#8220;Essa PEC não pode ir a votação com qualquer margem de dúvida quanto a sua aprovação&#8221;.</p>
<p>Ele destacou avanços no texto feitos pelo Congresso, como o tratamento diferenciado para professores, policiais e mulheres. Oliveira Maia disse que a nova redação trará sugestões feitas pelos líderes partidários. O Benefício de Prestação Continuada (BPC) &#8211; pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda &#8211; também não será modificado. O texto original previa que o valor desse benefício poderia ser menos que o mínimo.</p>
<p>O relator disse ainda que a PEC vai estender para servidores estaduais e municipais as regras já previstas para o servidor federal. Atualmente, aqueles que ingressam no serviço público a partir de 2013 se aposentam com o teto (R$ 5.531,31) e podem completar o benefício por meio de fundo de previdência complementar. &#8220;O que o Governo Federal, não há de valer para estados e municípios porque temos que fazer com que a Previdência tenha uma regra igual para todos&#8221;.</p>
<h4><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/economia/ano-de-2018-devera-ser-de-novos-rumos-para-a-previdencia/?cHash=cc054f2ae6cee6551b87ca0d4cc0ddca" target="_blank" rel="noopener">A Tribuna</a></h4>
</div>
</div>
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		<title>Reforma reduz valor da aposentadoria</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-reduz-valor-da-aposentadoria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2017 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As novas regras propostas pela reforma da Previdência ampliam o tempo que o contribuinte precisará trabalhar para acessar a integralidade do benefício. Embora o tempo mínimo de contribuição tenha continuado de 15 anos, como é atualmente, o coeficiente que incide sobre o valor da contribuição caiu de 70% nesse período para 60%. Na prática significa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As novas regras propostas pela reforma da Previdência ampliam o tempo que o contribuinte precisará trabalhar para acessar a integralidade do benefício. Embora o tempo mínimo de contribuição tenha continuado de 15 anos, como é atualmente, o coeficiente que incide sobre o valor da contribuição caiu de 70% nesse período para 60%. Na prática significa dizer que uma pessoa precisará trabalhar mais para receber 100% do salário de contribuição.</p>
<div id="pastingspan1">Atualmente, para se aposentar por idade o contribuinte precisa ter 65 anos, no caso dos homens e 60 anos, para as mulheres. Caso a reforma proposta pelo governo seja aprovada, essa faixa etária permanece a mesma para os homens, mas sobe para 62 anos no caso das mulheres. O advogado previdenciário Rômulo Saraiva exemplificou: “Se um homem de 65 anos tiver 15 anos de contribuição (tempo mínimo), ele precisaria contribuir 30 anos para ter acesso à aposentadoria integral. Isso porque, pela idade incidiria um coeficiente de 70% mais um ponto percentual por cada ano de contribuição, ou seja, 85% no total. Para chegar a 100%, faltariam 15 anos de contribuição”, detalhou.<br />
<strong><br />
Leia mais:<br />
</strong><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-trabalhista-nao-se-aplica-processos-ja-instruidos-antes-de-sua-vigencia/" target="_blank" rel="noopener">Reforma trabalhista não se aplica a processos já instruídos antes de sua vigência</a></div>
<div>
<p><a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/segurados-da-previdencia-ja-podem-consultar-calendario-de-pagamento-de-2018/" target="_blank" rel="noopener">Segurados da Previdência já podem consultar calendário de pagamento 2018</a></p>
<p>Pelas mudanças propostas, esse período de 30 anos de contribuição subiria para 40%, porque o coeficiente cai de 70% para 60%. “Ou seja, com direito a 60% do valor da aposentadoria por 15 anos de contribuição seriam necessários 40 anos de contribuição para alcançar a aposentadoria integral”, detalhou o especialista. “Isso quer dizer que uma aposentadoria integral de R$ 2 mil cairia para R$ 1,2 mil com 15 anos de contribuição &#8211; hoje seria R$ 1,7 mil”, acrescentou.<br />
<strong><br />
</strong><strong>Cálculo<br />
</strong>Especialista em Direito Previdenciário João Badari, do escritório Aith, Badari e Luchin Advogados, explica que, pelo texto da reforma, a cada ano adicional entre os 16 e 25 anos de contribuição o contribuinte ganharia um ano adicional sobre a média dos salários. Entre 26 e 30 anos, 1,5 ponto percentual; entre 31 e 35 anos, 2 pontos percentuais e, a partir dos 36 anos de contribuição, 2,5 pontos percentuais.</p>
</div>
<div></div>
<div><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-3386 aligncenter" src="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2017/11/24546493080.jpg" alt="" width="930" height="560" srcset="https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2017/11/24546493080.jpg 930w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2017/11/24546493080-300x181.jpg 300w, https://costaqueirozadvogados.com.br/wp-content/uploads/2017/11/24546493080-768x462.jpg 768w" sizes="(max-width: 930px) 100vw, 930px" /></div>
<div></div>
<div>
<p>“Dessa forma, um trabalhador da iniciativa privada que contribua por 34 anos receberá 85,5% do seu salário de contribuição. Se ele optar pela aposentadoria antes, quando completar 17 anos de contribuição, esse percentual será de 62%, ou seja, inferior até mesmo ao fator previdenciário se fosse aplicado”, comentou, argumentando que, essa regra é especialmente prejudicial aos mais pobres. “Moradores de periferias que, em muitos casos, não chegam aos 65 anos, entram no mercado de trabalho mais cedo, contribuem mais, e mesmo assim não se aposentarão&#8221;, avaliou.</p>
<p>Saraiva ainda pontuou outras mudanças importantes propostas pelo texto. “A primeira é que, pela regra atual são descartados 20% das menores contribuições. Ou seja, se uma pessoa contribuiu três anos com o salário mínimo e depois teve incrementos salariais, esses piores ganhos são eliminados da média, o que puxa o valor para cima”, detalhou. “Agora, esses piores valores permanecem na média, puxando a renda para baixo”, concluiu.</p>
</div>
<div></div>
<div>Fonte: <a href="https://www.folhape.com.br/economia/economia/economia/2017/11/29/NWS,50301,10,550,ECONOMIA,2373-REFORMA-REDUZ-VALOR-APOSENTADORIA.aspx" target="_blank" rel="noopener">FolhaPe.com.br</a></div>
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