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	<title>Arquivos registro civil multiparental - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos registro civil multiparental - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Quarta Turma veda tratamento diferente entre pais biológico e socioafetivo no registro civil multiparental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2021 01:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[registro civil multiparental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Advogado de direito de família RJ emite notícia sobre registro civil multiparental REGISTRO CIVIL MULTIPARENTAL &#8211; Com base na ausência de hierarquia entre as paternidades biológica e socioafetiva no contexto da relação multiparental, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) declarou a impossibilidade de se dar tratamento distinto para o pai socioafetivo que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Advogado de direito de família RJ emite notícia sobre registro civil multiparental</h2>



<p class="wp-block-paragraph">REGISTRO CIVIL MULTIPARENTAL &#8211; Com base na ausência de hierarquia entre as paternidades biológica e socioafetiva no contexto da relação multiparental, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) declarou a impossibilidade de se dar tratamento distinto para o pai socioafetivo que deva ser incluído no registro civil do filho, ao lado do pai biológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o colegiado, a equivalência de tratamento entre as duas espécies de filiação vale não apenas para efeitos registrais, mas também para os efeitos patrimoniais decorrentes do reconhecimento da multiparentalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tese foi fixada pela turma ao reformar acórdão de segundo grau que havia deferido a averbação do pai socioafetivo no registro civil, porém com a exigência de que essa condição fosse indicada na certidão de nascimento. Além disso, o tribunal estadual não reconheceu os efeitos patrimoniais e sucessórios da filiação socioafetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/direito-de-familia-judiciario-decide-que-crianca-pode-ter-dois-pais-na-certidao-de-nascimento-paternidade-socioafetiva/">Direito de Família: Judiciário decide que criança pode ter dois pais na Certidão de Nascimento-Paternidade socioafetiva</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Relator do recurso especial, o ministro Antonio Carlos Ferreira destacou que, como afirmado pela corte de origem, existe realmente vínculo entre a filha e o pai afetivo, havendo, inclusive, o consentimento dos herdeiros dele sobre o reconhecimento da filiação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado lembrou que, ao reconhecer a possibilidade da filiação biológica em conjunto com a socioafetiva, o Supremo Tribunal Federal (STF) vedou qualquer discriminação ou hierarquia entre as espécies de vínculo parental.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamento igual para evitar posição inferior da filha socioafetiva</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Em seu voto, Antonio Carlos Ferreira assinalou que a igualdade de tratamento entre os filhos tem previsão no artigo 227, parágrafo 6º, da Constituição, e ressaltou que a criação de status diferenciado entre o pai biológico e o socioafetivo teria como consequência o tratamento distinto também entre os filhos, situação que violaria o artigo 1.596 do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10406compilada.htm">Código Civil </a>e a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm">Lei 8.069/1990.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso dos autos, o ministro apontou que a determinação de que constasse o termo &#8220;pai socioafetivo&#8221; no registro da filha seria o mesmo que conferir a ela posição inferior em relação aos demais descendentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reconhecer a equivalência de tratamento civil aos diferentes pais, o relator também apontou que o Conselho Nacional de Justiça editou o Provimento 63/2017, que institui modelos únicos de certidões de nascimento, casamento e óbito, não prevendo, nesses documentos, qualquer distinção de nomenclatura quanto à origem da paternidade ou maternidade – se biológica ou socioafetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número deste processo não é divulgado em razão de segredo judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: <a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/04102021-Quarta-Turma-veda-tratamento-diferente-entre-pais-biologico-e-socioafetivo-no-registro-civil-multiparental.aspx">STJ</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: direito de família, registro civil multiparental, advogado de direito de família RJ, advogado de direito de família no Rio de Janeiro, advogado de família RJ</p>
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