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	<title>Arquivos Remuneração - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Remuneração - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Proposta prevê possibilidade de licença-maternidade de 240 dias com metade do salário</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/proposta-de-licenca-maternidade-de-240-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 13:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[licença-maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Metade]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Social]]></category>
		<category><![CDATA[Remuneração]]></category>
		<category><![CDATA[Salário Integral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto altera a CLT e a Lei de Benefícios da Previdência Social. O Projeto de Lei 5373/20 prevê que a trabalhadora mãe ou adotante possa optar por 120 dias de licença-maternidade com salário integral, como é a regra geral atualmente vigente, ou então por 240 dias de afastamento com a metade da remuneração. O texto, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Texto altera a CLT e a Lei de Benefícios da Previdência Social.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei 5373/20 prevê que a trabalhadora mãe ou adotante possa optar por <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/licenca-maternidade-apos-alta-da-mae-ou-do-bebe/">120 dias de licença-maternidade</a> com salário integral, como é a regra geral atualmente vigente, ou então por 240 dias de afastamento com a metade da remuneração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto, em tramitação na Câmara dos Deputados, altera a&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)</a>, que dispõe sobre a licença-maternidade, e a&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/planos-de-beneficios-da-previdencia-social--lei-n--8-213-1991-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei de Benefícios da Previdência Social</a>, que trata do salário-maternidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A proposta permite que mães ou adotantes tenham mais tempo para os filhos sem o fantasma da demissão ou da perda de rendimentos”, afirmam os autores, deputados Jorge Goetten (PL-SC), Carmen Zanotto (Cidadania-SC) e Wellington Roberto (PL-PB).</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Do ponto de vista fiscal, o texto não onera a Previdência Social, uma vez que o somatório dos benefícios mensais será exatamente o mesmo”, continuam. “Para os empregadores, vislumbramos maior possibilidade de retenção dessas profissionais no trabalho.”</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/proposta-preve-possibilidade-de-licenca-maternidade-de-240-dias-com-metade-do-salario" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Restaurante é condenado por não integrar gorjetas à remuneração dos empregados</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/restaurante-e-condenado-por-nao-integrar-gorjetas-a-remuneracao-dos-empregados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2019 15:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Conduta Ilícita]]></category>
		<category><![CDATA[Gorjeta]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[Remuneração]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estabelecimento pagará indenização por dano moral coletivo A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho condenou a GK Restaurante Ltda. (DOC Casual Dinning) a pagar indenização por dano moral coletivo por não integrar gorjetas à remuneração dos empregados. Para a Turma, a conduta ilícita da empresa demandada extrapolou os interesses individuais de seus empregados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O estabelecimento pagará indenização por dano moral coletivo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Terceira Turma do Tribunal Superior do <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/montador-de-moveis-recebera-horas-extras-por-comprovar-controle-de-jornada-em-trabalho-externo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Trabalho (abre numa nova aba)">Trabalho</a> condenou a GK Restaurante Ltda. (DOC Casual Dinning) a pagar indenização por dano moral coletivo por não integrar gorjetas à remuneração dos empregados. Para a Turma, a conduta ilícita da empresa demandada extrapolou os interesses individuais de seus empregados para atingir o patrimônio imaterial de toda a sociedade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Natureza salarial</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>, no&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--457" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 457</a>, dispõe que as gorjetas fazem parte da remuneração dos empregados para todos os efeitos legais. Por isso, devem ser integradas na base de cálculo do 13º, das férias, do FGTS e das contribuições previdenciárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante fiscalização realizada pela Receita Federal em restaurantes de Salvador, foi constatado que a GK não integrava as gorjetas nos valores declarados na folha de pagamento. A prática caracteriza ilicitude fiscal-tributária e trabalhista.De janeiro a julho de 2010, a Receita lavrou auto de infração e determinou que a empresa recolhesse, a título de contribuições sociais e multa, o valor de R$ 26,7 mil.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Prática comum</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ajuizar a ação civil pública, o Ministério Público do Trabalho sustentou que a prática era comum no restaurante. O juízo da 9ª Vara do Trabalho de Salvador (BA) condenou o restaurante ao pagamento de indenização por dano moral coletivo de R$ 107 mil e, no caso de descumprimento da obrigação, fixou multa de R$ 30 mil por empregado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA), no entanto,excluiu a condenação ao pagamento de indenização por danos morais coletivos por considerar que não houve prova de ato ilícito indenizável e que a empresa teria posteriormente regularizado a situação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Resistência</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso de revista, o MPT sustentou que o descumprimento do disposto no&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--457" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 457</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>&nbsp;e a resistência da empresa em firmar o Termo de Ajuste de Conduta (TAC) seriam motivos suficientes para caracterizar o dano moral coletivo. Defendeu, ainda, o caráter inibitório da multa, cuja finalidade é impedir a prática, a repetição ou a continuação do ilícito.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Apropriação indébita</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relator do recurso, ministro Alexandre Agra Belmonte, o descumprimento do&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--457" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 457</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CLT</a>&nbsp;repercute de forma negativa nos valores finais recebidos pelo empregado ou recolhidos ao INSS, caracterizando, assim, apropriação indébita e sonegação fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro ressaltou que o dever de indenizar a coletividade pressupõe a existência de lesão aos valores fundamentais da sociedade e de relação de causa e efeito entre a conduta do ofensor e o prejuízo suportado de forma transindividual pelos ofendidos. Esses pressupostos, segundo ele,são plenamente identificáveis no caso.“A conduta ilícita da empresa, que por anos a fio deixou de integrar as gorjetas à remuneração de seus empregados, extrapolou os interesses individualmente considerados na situação para atingir o patrimônio imaterial de toda a sociedade”, afirmou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>“Basta não reincidir”</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à multa, o ministro destacou que, ao contrário do que tinha afirmado o Tribunal Regional, a mera adequação da empresa aos termos impostos na sentença não afasta a penalidade imposta. “Não deixam de ser curiosos os argumentos contra a cominação da penalidade, tendo em conta que basta à empregadora não reiterar os atos pelos quais foi condenada para que a multa não seja aplicada”, assinalou.&nbsp; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, a Turma deu provimento ao recurso do MPT e restabeleceu a sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo: 632-48.2014.5.05.0009</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/restaurante-e-condenado-por-nao-integrar-gorjetas-a-remuneracao-dos-empregados" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/restaurante-e-condenado-por-nao-integrar-gorjetas-a-remuneracao-dos-empregados/">Restaurante é condenado por não integrar gorjetas à remuneração dos empregados</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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