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	<title>Arquivos Reserva - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Reserva - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Hotel deve restituir valor integral de reservas canceladas devido à pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2020 16:49:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[hotel]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entrega de voucher não é suficiente. A 3ª Vara Cível Central da Capital julgou procedente ação impetrada contra empresa hoteleira por não devolução de valores pagos por reservas canceladas devido à pandemia da Covid-19. O hotel foi condenado à restituir integralmente o montante de R$ 17.412, pago pelas reservas canceladas, com correção monetária desde a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h5 class="wp-block-heading">Entrega de voucher não é suficiente.</h5>



<p class="wp-block-paragraph">A 3ª Vara  Cível Central da Capital julgou procedente ação impetrada contra empresa  <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/hotel-fazenda-para-pets-indenizara-por-fuga-de-cao/">hoteleira</a> por não devolução de valores pagos por reservas canceladas  devido à pandemia da Covid-19. O hotel foi condenado à restituir  integralmente o montante de R$ 17.412, pago pelas reservas canceladas,  com correção monetária desde a propositura da ação, acrescida de juros  de mora de 1% ao mês, contados da citação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta
 dos autos que, em fevereiro de 2020, os autores fizeram reservas de 
hospedagem marcada para os dias 22 a 24 de maio. Em razão da pandemia do
 novo coronavírus, a festa de casamento que motivou a reserva foi 
cancelada, razão pela qual foi solicitado também o cancelamento da 
reserva e o reembolso dos valores pagos. O hotel não aceitou realizar 
cancelamento e substituiu o valor por um voucher para uso futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em
 sua decisão, o juiz Christopher Alexander Roisin considerou, em relação
 à motivação da ação proposta pelos autores, que “não se trata de 
cancelamento, no sentido de denúncia ou resilição unilateral motivada do
 contrato, mas de impossibilidade da obrigação, rectius, da prestação de
 uma das partes”. Além disso, pontou ainda o magistrado, “como a 
impossibilidade se deu por força maior, sem que nenhuma das partes tenha
 concorrido para o evento com culpa, as partes devem retornar ao estado 
anterior, não prestando o serviço a ré e recuperando o que pagaram os 
autores”. Cabe recurso da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo nº 1030893-50.2020.8.26.0100</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/hotel-deve-restituir-valor-integral-de-reservas-canceladas-devido-a-pandemia" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)">Jornal Jurid</a></strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Site de reserva de hotéis é condenado a indenizar cliente por má prestação de serviço</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/site-de-reserva-de-hoteis-e-condenado-a-indenizar-cliente-por-ma-prestacao-de-servico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 15:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[danos morais]]></category>
		<category><![CDATA[hotel]]></category>
		<category><![CDATA[Má Prestação de Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Reserva]]></category>
		<category><![CDATA[Site]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O autor da ação contratou estadia na cidade de Porto Alegre/RS e, chegando ao local, percebeu que as acomodações não eram compatíveis com o que foi oferecido pelo site de viagens. A juíza substituta do 4º Juizado Especial Cível de Brasília condenou site de reserva Booking.com ao pagamento de danos morais pela má prestação de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">O autor da ação contratou estadia na cidade  de Porto Alegre/RS e, chegando ao local, percebeu que as acomodações  não eram compatíveis com o que foi oferecido pelo site de viagens.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza  substituta do 4º Juizado Especial Cível de Brasília condenou site de reserva Booking.com ao pagamento de danos morais pela má prestação de serviço  relativo à reserva de hotel. O autor da ação contratou estadia na cidade  de Porto Alegre/RS e, chegando ao local, percebeu que as acomodações  não eram compatíveis com o que foi oferecido pelo site de reserva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele  contou que pagou três diárias em um <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/decolar-com-indenizara-por-furto-nos-eua-durante-lua-de-mel-de-turistas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="hostel (abre numa nova aba)">hostel</a>, por meio do site de  reservas, com direito à cama de solteiro em dormitório misto, incluindo  ar condicionado e café da manhã. Quando chegou ao destino, ele foi  informado de que não havia café da manhã nem ar condicionado e que os  lençóis de cama e as toalhas não seriam fornecidos. Além desses  inconvenientes, a cama disponibilizada ficava localizada próxima a fios  elétricos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consta
 nos autos que o responsável pelo site não compareceu à audiência de 
conciliação para sua defesa, o que “induziu ao efeito de serem tidos 
como verdadeiros os fatos narrados pelo autor da ação”. A juíza, ao 
avaliar o caso, constatou que as informações disponibilizadas no 
documento de reserva do Booking.com não foram suficientes para que o 
autor pudesse ter a exata noção das acomodações que contratou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada destacou que, de acordo com o <a rel="noreferrer noopener" href="https://juridmais.com.br/codigo-de-defesa-do-consumidor---cdc-1" target="_blank">Código de Defesa do Consumidor</a>,  o cliente deve ter acesso &#8220;à informação adequada e clara sobre os  diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade,  características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço,  bem como sobre os riscos que possam apresentar&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Estou  convicta de que a insuficiência de informação fornecida pelo site  frustrou as reais expectativas do usuário com relação ao contrato  estabelecido. Dessa forma, considero que os fatos narrados acarretam a  obrigação da empresa de reparar os danos morais suportados pelo  requerente”, concluiu.</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa foi condenada a pagar o autor R$ 1.500,00 a título de danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe recurso da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PJe: 0719935-04.2019.8.07.0016</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/site-de-reserva-de-hoteis-e-condenado-a-indenizar-cliente-por-ma-prestacao-de-servico" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/site-de-reserva-de-hoteis-e-condenado-a-indenizar-cliente-por-ma-prestacao-de-servico/">Site de reserva de hotéis é condenado a indenizar cliente por má prestação de serviço</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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