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	<title>Arquivos Respostas - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Respostas - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Vacinação contra a Covid-19 no Brasil: veja perguntas e respostas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 16:36:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito à Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[Respostas]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando começa? É obrigatória? Precisa pagar? Existe vacina melhor do que outra? Tire suas dúvidas. A enfermeira Mônica Calazans foi a primeira pessoa a tomar uma vacina contra a Covid-19 no Brasil sem ser em um teste clínico. Ela recebeu uma dose da CoronaVac em São Paulo minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Quando começa? É obrigatória? Precisa pagar? Existe vacina melhor do que outra? Tire suas dúvidas.</h4>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira Mônica Calazans foi a primeira pessoa a tomar uma <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/vacinas-contra-a-covid-19/">vacina contra a Covid-19 no</a> Brasil sem ser em um teste clínico. Ela recebeu uma dose da CoronaVac em São Paulo minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial, em Brasília. Além da CoronaVac, a vacina de Oxford também poderá ser aplicada emergencialmente no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, recebe uma dose da vacina CoronaVac contra a Covid-19 no Hospital das Clínicas, em São Paulo, depois que a Anvisa aprovou seu uso emergencial neste domingo (17). Ela foi a primeira pessoa vacinada no país — Foto: Amanda Perobelli/Reuters</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, veja 15 perguntas e respostas sobre a vacinação no Brasil:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>1 &#8211; Quando começa a vacinação no Brasil?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que a vacinação contra a Covid-19 deve iniciar a partir da tarde de 18 de janeiro, segunda-feira, em todo o país. A previsão é que a aplicação comece às 17h, segundo Pazuello.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio foi feito após ele sofrer pressão dos governadores, que pediram para antecipar o início da aplicação das doses, inicialmente previsto para esta quarta-feira (20).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num primeiro momento, o governo federal usará a CoronaVac. São 6 milhões de doses importadas da China que já estão no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras 2 milhões de doses da vacina de Oxford devem chegar da Índia, mas não se sabe quando. A operação de translado que seria no fim de semana fracassou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em São Paulo, o governador João Doria já havia começado a vacinar. Mais de 100 profissionais de saúde foram imunizados no domingo com a CoronaVac. Nesta segunda (18), doses serão enviadas a 6 hospitais de referência no estado. O Hospital das Clínicas, na capital, montou uma megaoperação para vacinar 30 mil funcionários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importante lembrar que a vacinação, no momento, é emergencial e restrita. Há regras específicas (veja aqui). A autorização da Anvisa vale para 8 milhões de doses. Não há como vacinar a população em geral por enquanto.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>2 &#8211; Preciso levar algum documento ou me cadastrar em algum site?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Todas as pessoas serão vacinadas, mesmo que não apresentem algum documento. Basta comprovar que pertence ao grupo prioritário correspondente à fase da vacinação. No entanto, para fazer o controle, o Ministério da Saúde diz que é importante informar o número do CPF ou apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) – o Cartão do SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a pessoa não esteja cadastrada nas bases de dados do Ministério da Saúde, o profissional no posto de saúde poderá registrá-lo no momento do atendimento.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>3 &#8211; É verdade que o Ministério da Saúde está fazendo um agendamento para receber a vacina?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Em nota, o Ministério da Saúde disse que não realiza agendamento para aplicação de nenhum tipo de vacina, e nem envia códigos para celular dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>4 &#8211; Quais vacinas serão aplicadas no Brasil?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por enquanto, duas vacinas foram aprovadas para uso emergencial: a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>5 &#8211; Quais serão os grupos prioritários?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o plano nacional de imunização do governo, as prioridades da campanha de vacinação são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; trabalhadores da área de Saúde;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; idosos (acima de 60 anos);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; indígenas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; pessoas com comorbidades;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; professores (do nível básico ao superior);</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; profissionais de forças de segurança e salvamento;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; funcionários do sistema prisional;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; comunidades tradicionais ribeirinhas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; quilombolas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; trabalhadores do transporte coletivo;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; pessoas em situação de rua;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; população privada de liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo de São Paulo, que tem um plano próprio de vacinação, vai começar com profissionais de saúde, indígenas e quilombolas. Depois, virão pessoas com mais de 75 anos (<a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/01/06/governo-de-sp-preve-vacinacao-contra-covid-19-de-7h-as-22h-de-segunda-a-sexta-e-em-horario-reduzido-aos-finais-de-semana.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veja detalhes</a>).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>6 &#8211; Quais serão as fases de vacinação?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o plano nacional de imunização, as três primeiras fases incluem os seguintes grupos:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Primeira fase:</strong>&nbsp;trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segunda fase:</strong>&nbsp;Pessoas de 60 a 74 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terceira fase:</strong>&nbsp;pessoas com comorbidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não está definido em qual fase serão inseridos os demais grupos prioritários. Segundo o governo, a decisão depende de aprovação das vacinas e disponibilidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>7 &#8211; Por que a vacinação é importante?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais gente se vacinar logo no início, mais fácil será tratar eventuais pessoas que ainda não receberam suas doses e precisarão, portanto, de atendimento médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas não garantem que o paciente não terá Covid-19 novamente, apenas diminuem a chance de infecção e também a gravidade da doença em relação às pessoas que não receberam. Por isso, mesmo os vacinados ainda poderão transmitir o coronavírus. O uso da máscara ainda será fundamental, assim como o isolamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nenhuma vacina é 100% eficaz. Você só consegue maior proteção quando a maior parte da população se vacina, porque quando tem muita gente vacinando, o vírus diminui a circulação e, então, acaba protegendo também quem não está vacinado. Por isso que não é &#8216;toma quem quer'&#8221;, disse Denise Garret, epidemiologista e vice-presidente do Instituto Sabin de Vacinas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>8 &#8211; A vacina será gratuita?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A vacina será disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde, sem custos.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>9 &#8211; Eu devo tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%? Não é melhor esperar outras?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, você deve tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%. Veja o que disseram os especialistas consultados pelo G1:</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Primeiro: vem de graça pelo SUS – por que esperar se pode não esperar? Nada impede. O sistema imunológico vai ser ativado por qualquer vacina&#8221;, lembra Rodrigo Guerra, da UFSM.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em geral, é preferível a vacina que está disponível. É melhor vacinar com uma menos eficaz do que esperar mais tempo por uma mais eficaz. Mas é uma situação bem complexa&#8221;, pondera Lucia Pellanda, da UFCSPA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nenhuma vacina tem eficácia de 100%. Tem eficácia de 90%, nenhuma é 100%. Tem que tomar a vacina que ofereça alguma proteção e que esteja disponível – não adianta sonhar com a vacina de 95% e ela não chegar. O risco a que eu vou ficar exposto em todo esse período é maior do que de já tomar a vacina com eficácia menor, mas com a qual eu garanto uma proteção. Para as formas um pouco mais graves, até foi uma proteção maior. Quem sabe ela proteja mais ainda para formas graves&#8221;, pontua Alexandre Zavascki, da UFRGS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As duas vacinas que estarão provavelmente disponíveis na semana que vem no Brasil [a CoronaVac e a de Oxford] são seguras e este é um fator essencial. Sendo segura, quanto mais pessoas tomarem a vacina, mas diminuímos o risco individual e coletivo e mais rápido chegaremos na imunidade coletiva&#8221;, explica Otavio Ranzani, médico intensivista e epidemiologista da USP.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>10 &#8211; Quanto tempo após tomar a vacina eu estarei imunizado contra a Covid-19?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo após as duas doses da vacina, nosso organismo não gera uma resposta imune imediata, explica o infectologista Jose Geraldo Leite Ribeiro, vice-presidente regional da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A proteção se dá um tempo após a aplicação da segunda dose, e esse tempo varia de acordo com cada vacina. Na maioria delas, a imunidade acontece a partir de dez ou vinte dias após a segunda dose”, afirma.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>11 &#8211; A vacinação contra a Covid-19 acabará com o coronavírus?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não se sabe. Em maio, a OMS afirmou que não há como prever quando se o coronavírus irá desaparecer um dia, mesmo com uma vacina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, ainda que a vacina não seja capaz de fazer o vírus desaparecer, ela será capaz de interromper as cadeias de transmissão e conter a disseminação entre as populações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão dos cientistas e da própria OMS é que o coronavírus se torne endêmico: à exemplo do que ocorre com o Influenza, que infecta novas pessoas todos os anos, o vírus continuará em circulação infectando aqueles que estiverem suscetíveis à Covid-19.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>12 &#8211; Posso ser infectado pelo coronavírus ao tomar a vacina?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Não, pois nenhuma vacina em testes contém o vírus vivo. “A vacina contra a Covid-19 é uma ‘vacina morta’, ou seja, são inativadas, não contém o vírus vivo. Portanto, é impossível você ser infectado ao se vacinar”, explica Ribeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>13 &#8211; A vacinação será obrigatória?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, as vacinas no Brasil já são &#8216;obrigatórias&#8217;. Em diversos estados e cidades brasileiras, quem quiser matricular filhos em colégios públicos, por exemplo, precisa mostrar cadernetas de vacinação em dia. A necessidade de apresentação de caderneta também é obrigatória para quem quer disputar cargos públicos no Brasil e imunização em dia é ‘condição necessária’ para quem se inscreve no Bolsa Família. Outro exemplo de “obrigatoriedade” é a vacina de febre amarela. Segundo a OMS, 127 países exigem a vacinação contra a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a aplicação de medidas restritivas para quem se recusar a se vacinar contra a Covid-19. Eles entenderam que essas medidas são necessárias porque a saúde coletiva não pode ser prejudicada por decisão individual.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>14 &#8211; Quando teremos imunidade de rebanho com a vacinação?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda é difícil de definir o prazo para atingir a imunidade de rebanho das vacinas contra a Covid-19. Um dos motivos é a falta de definição de qual será a quantidade de doses por mês no Brasil, além de uma certa incerteza dos cientistas com relação à porcentagem da população que é necessária para barrar a transmissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A imunidade de rebanho acontece quando muitas pessoas adquirem anticorpos ou uma resposta imunológica a uma determinada doença infecciosa. O agente patogênico passa a encontrar menos pessoas sem imunidade e encontra dificuldade em se propagar, ou seja a cadeia de transmissão da enfermidade é interrompida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ribeiro, é imprudente estimar quando e em qual taxa de população vacinada ocorrerá a imunidade de rebanho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há autores que, por meio de modelos matemáticos, estimam que pelo menos 60% da população tem que ser vacinada para gerar imunidade de rebanho, mas é uma estimativa teórica. Eu não assinaria embaixo”, explica o infectologista da SBIm.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Geralmente, esse dado só é conhecido depois que se vacina grande parte da população e a acompanha durante 3 ou 4 anos&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator a se considerar é que apenas os grupos de risco serão vacinados em 2021, uma parcela muito pequena da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A vacinação em 2021 não vai interferir na circulação do coronavírus. Além disso, temos que lembrar que nenhuma das vacinas em teste é 100% eficaz. Se uma vacina tem eficácia de 95%, como a da Moderna, por exemplo, quer dizer que a vacina falhou em cinco a cada cem pessoas vacinadas&#8221;, completa Ribeiro.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>15 &#8211; Não sou grupo de risco, não sei quando serei vacinado pelo SUS. Poderei comprar a vacina em uma clínica particular?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não há uma previsão de quando as clínicas particulares conseguirão comprar lotes das vacinas contra a Covid-19 que forem aprovadas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação dos órgão de saúde nacionais e internacionais é que todas as doses produzidas pelos laboratórios neste primeiro momento sejam direcionadas aos governos, com a finalidade de garantir que as pessoas dos grupos de risco sejam imunizadas o mais breve possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a resposta para esta pergunta dependerá, entre outros fatores, da capacidade de produção e entrega pelas farmacêuticas para atender tanto os governos como as clínicas particulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/vacinacao-contra-a-covid-19-no-brasil-veja-perguntas-e-respostas-2021-01-18" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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