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	<title>Arquivos Ressarcimento - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Ressarcimento - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Motorista bêbado terá que ressarcir SUS em caso de acidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 18:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente de Trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[CTB]]></category>
		<category><![CDATA[Motorista Bêbado]]></category>
		<category><![CDATA[Ressarcimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 70% e 80% das vítimas de acidentes de trânsito são atendidas pelo SUS e quem arca com o prejuízo é a sociedade. Acidente de trânsito &#8211; O Brasil deu mais um importante passo para reduzir as mortes provocadas pela combinação de bebida alcoólica e direção. As recentes alterações no Código de Trânsito endureceram a punição para [&#8230;]</p>
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<h5 class="wp-block-heading">Entre 70% e 80% das vítimas de acidentes de trânsito são atendidas pelo SUS e quem arca com o prejuízo é a sociedade.</h5>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acidente de trânsito</strong> &#8211; O Brasil deu mais um importante passo para reduzir as mortes provocadas pela combinação de bebida alcoólica e direção. As recentes alterações no <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/novo-codigo-de-transito-chega-esse-mes-veja-o-que-muda/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Código de Trânsito</a> endureceram a punição para motoristas alcoolizados que provocarem ferimentos e mortes, o Senado Federal aprovou o projeto de lei que obriga esses condutores a ressarcirem ao Sistema Único de Saúde (SUS) os custos das despesas médicas decorrentes do atendimento das vítimas. “Essa é uma importante vitória das entidades, da sociedade e de todos que atuam pela preservação de vidas no trânsito brasileiro”, afirma o diretor da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (AMMETRA) e coordenador da Mobilização Nacional dos Médicos e Psicólogos Especialistas em Trânsito, Alysson Coimbra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do médico, a medida é fundamental para ajudar a reduzir os acidentes e mortes provocadas por motoristas alcoolizados. “O Brasil é exemplo mundial no combate a esse problema. Quando estudos científicos comprovaram que o consumo de álcool ocupa as principais estatísticas de acidentes, entidades científicas forneceram as diretrizes para a criação da chamada Lei Seca”, conta Coimbra. Com o tempo, a legislação foi aprimorada de forma a minimizar cada vez mais a tolerância com esse crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 70% a 80% das vítimas de acidentes de trânsito são atendidas pelo SUS. Todos os anos, os acidentes de trânsito causam um prejuízo de R$ 220 bilhões aos cofres públicos. “Os prejuízos são ainda maiores se contabilizarmos a perda de força produtiva de jovens vitimados pelo trânsito e todo impacto que isso provoca na economia, Assistência Social e INSS”, completa o especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da prisão para o motorista que provocar mortes ao beber e dirigir, multas mais rigorosas e sanções administrativas ampliaram a punição a quem cometer o crime. “Com esse projeto, fecha-se ainda mais o cerco aos motoristas que insistem em dirigir sob efeito de álcool e drogas, impondo a eles a responsabilidade de arcar com o prejuízo financeiro causado ao SUS e que hoje é pago por toda população”, reforça Coimbra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela proposta, o condutor responderá civilmente pelas despesas do tratamento médico de terceiros quando for enquadrado penalmente pelos crimes de homicídio e lesão corporal em acidente de trânsito motivado por embriaguez ou consumo de outras drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PLS 32/2016, aprovado na forma de substitutivo apresentado pelo relator, senador Fabiano Contarato, segue para análise da Câmara dos Deputados. Em seu parecer, Contarato avalia que o objetivo é fazer justiça, impondo ao motorista criminoso um ônus suportado hoje por toda a sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autor: Alysson Coimbra</strong>, médico diretor da Associação Mineira de Medicina do Tráfego (AMMETRA) e coordenador da Mobilização Nacional dos Médicos e Psicólogos Especialistas em Trânsito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/motorista-bebado-tera-que-ressarcir-sus-em-caso-de-acidente" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Tags:  direito de trânsito, motorista, Motorista bêbado, SUS, advogado Detran RJ, advogado trânsito no Rio de Janeiro</em>, advogado de trânsito RJ</p>
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		<item>
		<title>Motorista consegue afastar justa causa e ressarcimento por acidente de trânsito</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/motorista-consegue-afastar-justa-causa-e-ressarcimento-por-acidente-de-transito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jul 2019 00:53:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[acidente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[justa causa]]></category>
		<category><![CDATA[Ressarcimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão é do TRT da 3ª região. A 5ª turma do TRT da 3ª região afastou a culpa exclusiva de reclamante por acidente de trabalho e julgou improcedente a reconvenção, absolvendo-o do pagamento de indenização, para a empresa, de R$ 80,4 mil. O trabalhador, motorista carreteiro, era empregado de uma empresa de transportes de grãos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Decisão é do TRT da 3ª região.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A 5ª turma do 
TRT da 3ª região afastou a culpa exclusiva de reclamante por acidente de
 trabalho e julgou improcedente a reconvenção, absolvendo-o do pagamento
 de indenização, para a empresa, de R$ 80,4 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O
 trabalhador, motorista carreteiro, era empregado de uma empresa de 
transportes de grãos e fertilizantes. Ele sofreu acidente em novembro de
 2015 em razão de problemas no freio do veículo em uma curva, tendo 
fraturado a clavícula direita e uma costela, ficando afastado com 
benefício de auxílio-doença por acidente de trabalho; em abril de 2016 o
 trabalhador foi dispensado por justa causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A
 empresa alegou que a demissão por justa causa foi corretamente 
aplicada, uma vez que em processo administrativo interno concluiu-se que
 o motorista causou o acidente de trânsito, que gerou prejuízos 
materiais de mais de R$ 80 mil reais. Em 1º grau, o reclamante foi 
condenado ao pagamento de danos materiais à empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dúvidas sobre culpa exclusiva</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na
 análise do recurso do autor, o desembargador Júlio Bernardo do Carmo 
afirmou que o conjunto probatório não foi robusto o suficiente para 
atribuir ao empregado a culpa pela ocorrência do acidente.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Para  apuração das circunstâncias do infortúnio, a reclamada iniciou  sindicância interna, cercando-se de diversos depoimentos e de avaliações  técnicas, sobre o estado de conservação do sistema de freios do  veículo.”</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">O  relator anotou no voto que, a despeito das informações contidas na  sindicância interna, ainda pairam dúvidas a respeito da culpa exclusiva  que se atribuiu ao reclamante e de qual versão, de três apresentadas,  mais se aproximaria à realidade ocorrida no acidente.                    </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“É  indispensável a existência de prova inequívoca nos autos de que o  acidente decorrera de ato culposo do empregado, para que seja afastada a  responsabilidade objetiva da reclamada. (&#8230;)</p></blockquote>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Vale  dizer que a perda do controle de um veículo, sobretudo um caminhão de  grande porte, carregado com carga, não é fato que ocorre exclusivamente  em hipótese de culpa do condutor, de tal arte que a comprovação de ato  imprudente ou negligente do motorista é imprescindível para aferição de  sua culpa exclusiva, fato que não está demonstrado nos autos de forma  inquestionável.”</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Para
 a função de motorista de carretas, explicou o relator, tem aplicação a 
responsabilidade objetiva, pela exposição habitual do empregado a riscos
 de acidente, que somente pode ser afastada com prova robusta da conduta
 culposa do empregado para a ocorrência do sinistro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além
 disso, o desembargador destacou que a circunstância de existir uma 
única multa de trânsito atribuível ao reclamante não indica, por si só, 
que o autor tivesse histórico sistematizado de má condução dos veículos 
da ré, muito pelo contrário. Assim, afastou a culpa exclusiva do 
empregado, isentando-o da obrigação de ressarcir a empregadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por
 fim, Júlio do Carmo ainda declarou nula a dispensa, condenando a 
reclamada ao pagamento de reparação correspondente aos salários do 
período compreendido entre a data da despedida e o final da estabilidade
 provisória, com reflexos em férias + 1/3, 13º salários e FGTS mais 40%,
 como se apurar.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“No  caso, a culpa exclusiva do empregado já restou afastada, por não haver  prova firme e convincente de que a conduta do empregado tenha sido a  única causa do acidente. Além disso, não há nos autos outro relato que  permita imputar ao autor a prática de ato revestido de gravidade  suficiente para legitimar a dispensa motivada.”</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo: 0010912-70.2016.5.03.0104</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="Jornal Jurid (abre numa nova aba)" href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/motorista-consegue-afastar-justa-causa-e-ressarcimento-por-acidente-de-transito" target="_blank"><strong>Jornal Jurid</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Desconto em salário como forma de punição administrativa é ilegal, diz juíza</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/desconto-em-salario-como-forma-de-punicao-administrativa-e-ilegal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 14:33:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[dano moral]]></category>
		<category><![CDATA[desconto]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Punição Administrativa]]></category>
		<category><![CDATA[Ressarcimento]]></category>
		<category><![CDATA[Salário]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apenas com autorização expressa o empregador pode descontar valores do pagamento de um funcionário em caso de dano causado por ele. Apenas com autorização expressa o empregador pode descontar valores do pagamento de um funcionário em caso de dano causado por ele. Com esse entendimento, a juíza Júnia Marise Lana Martinelli, da 20ª Vara do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Apenas com autorização expressa o empregador pode descontar valores do pagamento de um funcionário em caso de dano causado por ele.</strong></p>
<p>Apenas com autorização expressa o empregador pode descontar valores do pagamento de um funcionário em caso de dano causado por ele. Com esse entendimento, a juíza Júnia Marise Lana Martinelli, da 20ª Vara do Trabalho de Brasília, condenou a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) a ressarcir um funcionário.</p>
<p>Nos autos, o autor alega que foi investigado em um Processo Administrativo em razão de um roubo de cinco objetos que estavam sob sua responsabilidade, em novembro de 2015. Em sua defesa afirma que foi constatado que as pretensões punitivas estavam prescritas, e por isso a empresa não aplicou nenhuma sanção disciplinar.</p>
<p>O ex-funcionário, porém, relata que começou a sofrer descontos em seu salário a partir de março de 2017, a título de ressarcimento dos valores referentes aos itens extraviados. Afirma que foram abatidos R$ 2.213,96 sem a sua autorização. Por isso pede a devolução deste dinheiro e o pagamento de indenização por danos morais.</p>
<p>A juíza Júnia Martinelli julgou parcialmente precedentes os pedidos do empregado. Ela constatou que os descontos realmente foram feitos como forma de ressarcimento mesmo a ECT estando ciente da prescrição da pretensão punitiva das irregularidades apuradas contra o autor à época do processo administrativo.</p>
<p>A magistrada se baseou no <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--462" target="_blank" rel="noopener">artigo 462</a> da <a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noopener">CLT</a> que diz ser vedado ao empregador efetuar qualquer desconto nos salários dos empregados, a não ser que estes sejam referentes a adiantamentos, à lei ou contrato coletivo. &#8220;Em caso de dano causado pelo obreiro, o desconto somente será lícito se tiver sido expressamente autorizado, ou em caso de dolo por parte do trabalhador, o que se extrai do parágrafo primeiro do referido dispositivo legal&#8221;, afirmou.</p>
<p>Júnia Martinelli condenou a empresa a devolver o dinheiro ao ex-funcionário e se abster de tomar qualquer outro desconto referente ao ocorrido em 2015. Quanto ao dano moral, a juíza não entendeu ter existido qualquer &#8220;situação objetiva que demonstre a ocorrência de constrangimento pessoal&#8221;, uma vez que a reclamada não o acusou de furto, mas sim de negligência em suas funções.</p>
<p><b>Processo: 0000445-27.2018.5.10.0020</b></p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/desconto-em-salario-como-forma-de-punicao-administrativa-e-ilegal-diz-juiza" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/desconto-em-salario-como-forma-de-punicao-administrativa-e-ilegal/">Desconto em salário como forma de punição administrativa é ilegal, diz juíza</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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