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	<title>Arquivos Senado - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 Dec 2020 16:51:04 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Senado - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Licença-maternidade passa a contar após alta da mãe ou do bebê, prevê projeto</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/licenca-maternidade-apos-alta-da-mae-ou-do-bebe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2020 16:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Mãe]]></category>
		<category><![CDATA[mãe de primeira viagem]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Recém-nascido]]></category>
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		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os prazos de licença-maternidade e de salário-maternidade podem ser prorrogados em até 60 dias após a alta hospitalar do recém-nascido prematuro. É o que propõe um projeto apresentado pelo senador Lasier Martins (Podemos-RS) no Dia Mundial da Prematuridade, celebrado na última terça-feira (17). Para estabelecer maior proteção à prematuridade, o&#160;PL 5.186/2020&#160;altera a&#160;Consolidação das Leis do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os prazos de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/justica-prorroga-licenca-maternidade-de-mulher-que-teve-bebe-prematuro/">licença-maternidade e de salário-maternidade</a> podem ser prorrogados em até 60 dias após a alta hospitalar do recém-nascido prematuro. É o que propõe um projeto apresentado pelo senador Lasier Martins (Podemos-RS) no Dia Mundial da Prematuridade, celebrado na última terça-feira (17).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para estabelecer maior proteção à prematuridade, o&nbsp;<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/145447">PL 5.186/2020</a>&nbsp;altera a&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm">Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)</a>&nbsp;e a Lei de Benefícios da Previdência Social (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm">Lei 8.213, de 2013</a>) para beneficiar mães naturais ou adotivas.&nbsp;No Brasil todos os anos nascem cerca de 280 mil crianças prematuras.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Lasier, a Constituição estabelece uma série de direitos aos recém-nascidos, mas os prematuros e suas mães acabam sendo prejudicados pelo tempo de internação hospitalar na gestação e no pós-parto, que costuma ser bem maior e que é descontado da licença-maternidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Reconheceu-se o direito na proteção deficiente das crianças prematuras e de suas mães, que, embora demandem mais atenção mesmo ao terem alta, têm o período de licença maternidade encurtado, pois o período em que permanecem no hospital acaba sendo descontado do período da licença”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CLT estabelece que o início do afastamento da gestante pode ocorrer entre o 28º dia antes do parto e a data do nascimento do bebê. É dever da Previdência Social pagar o salário-maternidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lasier lembra que o Supremo Tribunal Federal (STF) analisa uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) com o mesmo objetivo. Em março, o ministro Edson Fachin concedeu liminar à ação, ajuizada pelo Solidariedade, considerando como marco inicial da licença-maternidade a alta da mãe ou a do recém-nascido, o que ocorrer por último. Fachin alegou que a ausência de previsão legal sobre o tema tem fundamentado decisões judiciais que negam o direito ao benefício.&nbsp;A ADI 6327 ainda será submetida ao Plenário do tribunal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/12/10/licenca-maternidade-passa-a-contar-apos-alta-da-mae-ou-do-bebe-preve-projeto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Senado</a></strong></p>
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		<title>Projeto prevê uso de cartões de crédito para pagamento de pedágios</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/cartoes-de-credito-para-pagamento-de-pedagios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2020 15:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cartão de credito]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[pedágio]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Senador Eduardo Girão]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cartões de crédito e débito podem ser incluídos como meio pagamento de pedágios em rodovias federais. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) 4.643/2020, que modifica a Lei 8.987, de 1995, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos. A proposta, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), estabelece [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Cartões de <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/banco-devera-restituir-valores-debitados-em-cartao-de-credito-clonado/">crédito e débito</a> podem ser incluídos como meio pagamento de pedágios em rodovias federais. É o que prevê o Projeto de Lei (PL) <a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144735">4.643/2020</a>, que modifica a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8987compilada.htm#:~:text=Disp%C3%B5e%20sobre%20o%20regime%20de,Federal%2C%20e%20d%C3%A1%20outras%20provid%C3%AAncias.">Lei 8.987, de 1995</a>, que dispõe sobre o regime de concessão e permissão da prestação de serviços públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta, do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), estabelece que sejam aceitos outros meios de pagamento dos pedágios além do dinheiro, como os cartões de crédito, débito e meios de pagamento digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e mencionado pelo senador, aproximadamente um terço dos consumidores de serviços do país preferem o uso de cartões a dinheiro.&nbsp;Girão lembra que nem todos os motoristas conseguem ter o dinheiro para o pagamento das tarifas de pedágio e podem ser pegos desprevenidos, principalmente no período da noite ou finais de semana, quando não há caixas eletrônicos disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No entanto, as concessionárias de pedágio que atuam nas rodovias federais brasileiras ainda adotam a prática arcaica de apenas aceitar o papel-moeda como meio de pagamento válido. Consequentemente, os motoristas são obrigados a carregar cédulas e moedas apenas para esse fim e, quando não se lembram ou simplesmente desconhecem tal fato, acabam impossibilitados de transitar pela rodovia, sendo obrigados a buscar alguma cidade próxima apenas com o propósito de sacar os valores devidos ao pedágio para conseguirem seguir viagem”, diz o senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/10/27/projeto-preve-uso-de-cartoes-de-credito-para-pagamento-de-pedagios" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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		<item>
		<title>Senado aprova projeto que facilita denúncias de maus-tratos contra idosos</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/maus-tratos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 19:05:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
		<category><![CDATA[denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[idoso]]></category>
		<category><![CDATA[maus tratos]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rj]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado aprovou nesta quarta-feira (7) projeto que inclui, entre atividades financiadas pelo Fundo Nacional da Pessoa Idosa, a contribuição para a divulgação e aprimoramento dos canais de denúncias sobre maus-tratos e sobre violações dos direitos humanos, como o Disque 100 (Disque Direitos Humanos). O texto aprovado segue para a análise da Câmara dos Deputados.  Dois projetos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/senadores-pedem-que-sus-distribua-remedios-a-base-de-canabidiol/">Senado</a> aprovou nesta quarta-feira (7) projeto que inclui, entre atividades financiadas pelo Fundo Nacional da Pessoa Idosa, a contribuição para a divulgação e aprimoramento dos canais de denúncias sobre maus-tratos e sobre violações dos direitos humanos, como o Disque 100 (Disque Direitos Humanos). O texto aprovado segue para a análise da Câmara dos Deputados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois projetos voltados para a defesa dos idosos tramitavam conjuntamente, e a relatora, senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), optou pelo&nbsp;<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/139817">PL 5.981/2019</a>, do senador Lasier Martins (Podemos-RS), que já havia sido analisado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH), sob a relatoria do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), tendo recebido parecer pela aprovação com uma emenda de redação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Projeto relacionado ao tema, o <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144655">PL 4.537/2020</a>, do senador Izalci Lucas (PSDB-DF), foi rejeitado pela relatora. O texto previa a&nbsp;criação do &#8220;SOS: maus-tratos contra idosos&#8221;, um serviço exclusivo para receber denúncias ou suspeitas de abusos contra idosos em todo o território nacional.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Linhas exclusivas</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado altera a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12213.htm#:~:text=Institui%20o%20Fundo%20Nacional%20do,26%20de%20dezembro%20de%201995.">Lei 12.213, de 2010</a>, para garantir a destinação de parte dos recursos do Fundo Nacional do Idoso:&nbsp;ao aprimoramento dos serviços de recebimento de denúncias de violação de direitos dos idosos, incluindo a implantação de linhas exclusivas nos canais existentes e a disponibilização de recursos de acessibilidade; a realização de campanhas de divulgação dos canais de comunicação para receber denúncias; e a programas que ofertem a pessoas idosas vítimas de violência o acompanhamento nas áreas psicossocial, jurídica e de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rose de Freitas salientou que o texto deixa em aberto a inclusão de outras medidas definidas pelo Conselho Nacional da Pessoa Idosa, a quem cabe gerir os recursos do fundo. Ela também observou que a proposta&nbsp;veda o pagamento de servidores ou empregados públicos federais, estaduais, distritais ou municipais com dinheiro do fundo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Debate</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Na discussão da matéria, Rose de Freitas lamentou que as limitações orçamentárias não tenham permitido atender a demanda do senador Izalci quanto à criação de um canal específico para denúncias de maus-tratos a idosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">—&nbsp;Eu sei que a gente aqui protege o povo brasileiro acima de tudo, mas desta vez nós estamos com muita acuidade em relação aos gastos que o&nbsp;governo possa ter, porque não tem dinheiro —&nbsp;disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lasier Martins, citando dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), lembrou que seu projeto tem em vista a rápida transição demográfica que o Brasil enfrenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">—&nbsp;No ano de 2060, isto é, daqui a 40 anos, um terço da população brasileira terá mais de 60 anos. Então, nós estamos, com a devida antecedência, através desse projeto que haverá de se transformar em lei, já prevenindo os direitos e a proteção dos idosos —&nbsp;afirmou, destacando a importância da publicação transparente da verba do Fundo Nacional do Idoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo tendo seu projeto preterido, Izalci Lucas avaliou positivamente o relatório de Rose de Freitas, ressaltando que “não interessa muito a autoria; o importante é ser implementada a política”. Ele manifestou sua indignação com as estatísticas de maus-tratos contra idosos, situação que atribuiu à falta de preservação dos valores da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">—&nbsp;O mais importante para o&nbsp;país, e de forma especial para os idosos, é que, com essa lei, nós vamos protegê-los um pouco mais —concluiu.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Denúncias</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a senadora, o recebimento de denúncias relatando casos de violação dos direitos da pessoa idosa já vem sendo feito de maneira satisfatória pelo Disque 100. Por isso, ela considerou mais vantajoso do que criar um novo canal facilitar a apresentação de denúncias aperfeiçoando os canais já existentes, tanto em âmbito federal quanto nas esferas estadual e municipal. &#8220;O Disque 100 já vem sendo utilizado crescentemente, e exigir que os denunciantes memorizem outro número de telefone pode ser contraproducente para o sistema e prejudicial às vítimas&#8221;, argumentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ressalte-se que, em 2019, de acordo com a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, órgão responsável pelo serviço, nos primeiros seis meses de 2019 foram recebidas 21.749 denúncias de violência contra a pessoa idosa, representando uma elevação de 29,68% em relação ao primeiro semestre do ano anterior. Quase 80% das informações recebimento relatam denúncias de negligência contra a pessoa idosa&#8221;, afirma Rose em seu relatório.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Divulgação de dados</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado determina que as estatísticas de notificações e as provenientes dos serviços de recebimento de denúncias sobre violência contra a pessoa idosa sejam divulgadas semestralmente. Também prevê&nbsp;a pena de multa de R$ 5 mil a R$ 10 mil para&nbsp;o atendente de serviço que deixar de receber ou de encaminhar a denúncia recebida de violência contra a pessoa idosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do IBGE, o país tem aproximadamente 30,2 milhões de idosos. Em levantamento apresentado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, em 52,9% das&nbsp;denúncias de violações contra pessoas idosas recebidas pelo Disque 100, os maus-tratos são praticados pelos&nbsp;filhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O serviço do Disque 100 foi&nbsp;criado para proteger crianças e adolescentes, com foco em violência sexual, mas foi modificado e se tornou um canal de denúncia contra todos os tipo de maus-tratos,&nbsp;especialmente contra os grupos sociais vulneráveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Fundo</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;Fundo Nacional do Idoso tem como fontes de receita os recursos públicos destinados pelos Orçamentos da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal; as contribuições de governos e organismos internacionais; e as doações de pessoas físicas e jurídicas, dedutíveis do Imposto de Renda. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão dos recursos compete aos Conselhos dos Direitos do Idoso, e a aplicação dos recursos que o constituem está sujeita à prestação de contas de gestão aos órgãos de controle interno do Poder Executivo e aos Conselhos dos Direitos do Idoso, e ainda ao controle externo por parte do Poder Legislativo, do Tribunal de Contas e do Ministério Público.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Disque 100</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O Disque 100 funciona diariamente das 8h às 22h, inclusive nos fins de semana e feriados. As denúncias recebidas são analisadas e encaminhadas aos órgãos de proteção, defesa e responsabilização, de acordo com a competência e as atribuições específicas, no prazo de 24 horas, mantendo em sigilo a identidade da pessoa denunciante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser acessado pelos seguintes canais:<br>• discagem direta e gratuita do número 100 &#8211; Disque 100<br>• envio de mensagem para o e-mail&nbsp;disquedireitoshumanos@sdh.gov.br<br>• crimes na internet através do portal&nbsp;<a href="http://www.disque100.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.disque100.gov.br</a><br>• Ouvidoria Online Clique 100:&nbsp;<a href="http://www.humanizaredes.gov.br/ouvidoria-online/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.humanizaredes.gov.br/ouvidoria-online/</a><br>• ligação internacional. Fora do Brasil através do número&nbsp;+55 61 3212.8400</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/10/07/senado-aprova-projeto-que-facilita-denuncias-de-maus-tratos-contra-idosos" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Votação do projeto que aumenta validade da CNH é adiada</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/validade-cnh-votacao-adiada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2020 13:33:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Transito]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Burocracia]]></category>
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		<category><![CDATA[Trânsito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi retirado de pauta o projeto que amplia para 10 anos a validade da carteira de motorista, CNH (PL 3.267/2019). A votação estava prevista para a sessão remota desta terça-feira (18). Por 39 votos a 31, porém, os senadores decidiram adiar a votação da matéria . Houve também uma abstenção. Os senadores não entraram em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Foi retirado de pauta o projeto que amplia para 10 anos a validade da carteira de motorista, CNH (<a href="http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/143258">PL 3.267/2019</a>). A votação estava prevista para a sessão remota desta terça-feira (18). Por 39 votos a 31, porém, os senadores decidiram adiar a votação da matéria . Houve também uma abstenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os senadores não entraram em consenso sobre a votação remota do projeto, que faz uma série de alterações no Código de Trânsito Brasileiro (<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9503Compilado.htm">CTB – Lei 9.503, de 1997</a>). Vários senadores afirmaram que não houve tempo para o debate da matéria no Senado, além de o projeto não ser urgente e não ter consenso entre as lideranças partidárias. Outros senadores cobraram a votação, como parte de um acordo, e apontaram que o projeto ajuda a modernizar a legislação de trânsito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, admitiu o impasse e decidiu colocar a retirada da matéria para a decisão do Plenário. Davi disse que sempre tenta organizar a pauta com base na conciliação entre as lideranças partidárias. Segundo Davi, a pauta foi comunicada aos partidos há cerca de três semanas. Ele ainda afirmou entender as divergências como naturais, disse confiar no entendimento entre os senadores e destacou que busca atender a todos os partidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Mesmo buscando acordo e entendimento, a unanimidade às vezes é impossível. Sempre tentei e continuarei tentando buscar a harmonia na priorização das agendas — declarou Davi.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Mortes no trânsito</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou que o projeto não tem urgência, ainda mais no meio de uma pandemia, e não conta com o consenso entre as lideranças. Para o senador, algumas das alterações propostas no projeto poderão representar um agravamento da violência e da falta de segurança no trânsito, sem contar “a institucionalização da impunidade e o enfraquecimento dos órgãos de trânsito”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Randolfe citou como exemplo o artigo que diminui a punição a quem for flagrado a mais de 50% do limite de velocidade da via. Para o senador, trata-se de um indevido estímulo à impunidade. Outro ponto que merece atenção, acrescentou Randolfe, é o fato de o projeto “expor as nossas crianças e adolescentes a um risco elevadíssimo, ao diminuir as balizas para autorização de condutores de veículos escolares”. Conforme Randolfe, cerca de 60% das infrações são cometidas por apenas 5% dos motoristas, demonstrando que as alterações propostas beneficiariam apenas uma pequena parcela dos cidadãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Esse projeto é uma violência contra todos os brasileiros. Só no ano passado, 40 mil brasileiros perderam a vida no trânsito — registrou o senador, que chegou a apresentar um requerimento para a retirada da matéria.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Hospitais</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE), Otto Alencar (PSD-BA) e Styvenson Valentin (Podemos-RN) também pediram que a votação fosse adiada. Styvenson afirmou ver com apreensão as mudanças propostas pelo projeto. O senador Major Olimpio (PSL-SP) declarou não ver urgência na proposta e lamentou o fato de mais uma vez o Senado atuar como “casa carimbadora” — já que não foi aceita nenhuma emenda. Ele disse que a retirada do projeto poderia permitir um debate mais profundo sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— É um projeto que vai fazer média com a população, por causa da pontuação na carteira. Vai ter mais sangue nas ruas e nas estradas — lamentou o senador, que teve uma emenda rejeitada pelo relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o senador Alvaro Dias (Podemos-PR), a flexibilização do projeto é exagerada e justificaria o pedido de retirada de pauta. Ele apontou que os especialistas no assunto não foram ouvidos. Segundo o senador, o Senado é “a casa da maturidade” e precisa levar em conta a vida de milhões de brasileiros — entre mortos, feridos, familiares de vítimas do trânsito e pessoas prejudicadas diante do alto número de leitos hospitalares ocupados pelas vítimas e dos gastos públicos e prejuízos econômicos provocados por esses acidentes. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">— O ideal é que esse assunto seja discutido presencialmente. Ao discutir dessa forma, com essas limitações, não estaremos produzindo uma boa legislação — argumentou Alvaro Dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Jean Paul Prates (PT-RN) observou que é preciso evitar a lotação dos hospitais, especialmente em tempos de pandemia. Boa parte do atendimento nas emergências é voltado para as vítimas de acidentes de trânsito, ressaltou. Com uma legislação de trânsito mais branda, como a proposta, a tendência é o aumento no número de acidentados, tornando ainda mais difícil o combate à covid-19, disse o senador.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Burocracia</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Já o senador Telmário Mota (Pros-RR) afirmou que o projeto é &#8220;meritório e oportuno&#8221;. A seu ver, as punições mais rigorosas dos últimos anos terminaram por &#8220;engessar demais&#8221; a legislação de trânsito. Ele pediu mais medidas contra a burocratização, para deixar “o Brasil mais Brasil para os brasileiros”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela liderança do governo, o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) pediu que o projeto fosse votado. Segundo Rodrigues, a matéria atende aos anseios do povo brasileiro, ao flexibilizar regras para o motorista profissional. Os senadores Eduardo Gomes (MDB-TO), Daniella Ribeiro (PP-PB) e Marcelo Castro (MDB-PI) também manifestaram apoio à votação da matéria. De acordo com Castro, as alterações feitas na Câmara foram positivas para o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma linha, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) disse que o projeto ajuda a modernizar a legislação e colabora com o motorista profissional. Em sua opinião, a matéria “dialoga com o interesse dos brasileiros”, já que torna mais acessível a carteira de motorista, CNH.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— A matéria vai desburocratizar e tornar mais barato para o motorista ter a sua carteira de habilitação — declarou.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Modernização</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O relator, senador Ciro Nogueira (PP-PI), disponibilizou seu relatório no site do Senado. Segundo Ciro Nogueira,  modernização da legislação de trânsito é muito importante. Ele destacou a ampliação da validade da CNH para 10 anos, como regra geral. Para o senador, quanto mais for reduzida a burocracia “que sobrecarrega os ombros dos cidadãos comuns, mais reduziremos o custo Brasil, com reflexos positivos no crescimento e no emprego”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Após quase 23 anos da aprovação do CTB, são necessárias adequações a esse diploma, em função das rápidas mudanças que acontecem no trânsito — argumentou o relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Ciro Nogueira, outro ponto de grande importância é o uso obrigatório das cadeirinhas infantis, que passa a fazer parte do texto do CTB e não mais apenas de normas infralegais, como é atualmente. O relator fez apenas ajustes redacionais no texto. Ele informou que foram apresentadas 101 emendas, mas apenas uma foi acatada — considerada emenda de redação. Do senador Otto Alencar (PSD-BA), a emenda deixa claro que a cadeirinha deve ser usada por crianças de até 10 anos com base em sua altura e seu peso. A redação aprovada na Câmara citava apenas a idade e a altura.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Alterações</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Entre outras mudanças promovidas pelo projeto, a <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/posso-dirigir-com-a-cnh-vencida-durante-a-pandemia-veja-mitos-e-verdades/">Carteira Nacional de Habilitação </a>(CNH) passa a ter validade de dez anos para condutores com até 50 anos de idade. Hoje, a regra geral é de cinco anos de validade. A proposta também estabelece cinco anos para condutores com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos de idade; e três anos para condutores com 70 anos de idade ou mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto determina ainda que os exames de aptidão física e mental sejam realizados por médicos e psicólogos peritos examinadores, com a titulação de especialista em medicina do tráfego ou em psicologia de trânsito, respectivamente. Há, ainda, regras mais brandas para a retenção da carteira e para exames toxicológicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2020/08/18/votacao-do-projeto-que-aumenta-validade-da-carteira-de-motorista-e-adiada" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="Agência Senado (abre numa nova aba)">Agência Senado</a></strong></p>
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