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	<title>Arquivos servidora - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos servidora - Costa Queiroz Advogados</title>
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		<title>Servidora garante direito à jornada reduzida para cuidar de filho com Síndrome de Down</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 13:40:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve sentença do Juízo da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal que julgou procedente o pedido de uma servidora da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de redução de jornada de trabalho em razão da necessidade de acompanhamento de seu filho menor, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve sentença do Juízo da 5ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal que julgou procedente o pedido de uma servidora da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de redução de jornada de trabalho em razão da necessidade de acompanhamento de seu filho menor, portador de Síndrome de Down.</p>



<p>Insatisfeita com a decisão da 1ª Instância, a Aneel recorreu ao Tribunal alegando que a servidora pode usufruir apenas do direito a horário especial, mas, com a obrigação de compensação, de modo a cumprir a jornada de trabalho inerente ao seu cargo.</p>



<p>Ao analisar o caso, a relatora, desembargadora federal Gilda Sigmaringa Seixas, destacou que a juntada de relatórios e laudos médicos aos autos atesta ser o filho da autora portador de necessidades especiais que necessita da assistência direta e constante da mãe.</p>



<p>A magistrada ressaltou que, “em consonância com o entendimento firmado na jurisprudência, foi editada a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13370.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei nº 13.370/2016</a> dando nova redação ao § 3º do art. 98 da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8112cons.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei nº 8.112/90</a>, para estender o direito a horário especial ao servidor público federal que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência de qualquer natureza, revogando a exigência de compensação de horário”.</p>



<p>Ao finalizar seu o voto, a relatora concluiu que “de acordo com o art. 19 da Lei nº 8.112/90, o servidor cumprirá jornada máxima de 40 horas semanais. Assim sendo, afigura-se razoável a fixação de jornada semanal de 20 horas, eis que a lei não fixou qualquer critério para o estabelecimento dessa jornada”.</p>



<p>Processo: 0044853-60.2013.4.01.3400/DF</p>



<p><strong>Fonte: <a href="https://www.aasp.org.br/noticias/trf-1a-servidora-garante-direito-jornada-reduzida-para-cuidar-de-filho-com-sindrome-de-down/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></strong></p>
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		<title>Servidora municipal celetista consegue reduzir jornada para cuidar de filho autista</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/servidora-municipal-celetista-consegue-reduzir-jornada-para-cuidar-de-filho-autista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2017 14:56:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A juíza do Trabalho Luiza Helena Roson, da vara do Trabalho de Bebedouro/SP, garantiu a uma servidora municipal celetista, mãe de um filho autista, o direito de redução de 25% da jornada de trabalho, sem prejuízo de sua remuneração e sem compensação, enquanto durar a necessidade de acompanhamento da criança. Em sua decisão, a magistrada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A juíza do Trabalho Luiza Helena Roson, da vara do Trabalho de Bebedouro/SP, garantiu a uma servidora municipal celetista, mãe de um filho autista, o direito de redução de 25% da jornada de trabalho, sem prejuízo de sua remuneração e sem compensação, enquanto durar a necessidade de acompanhamento da criança.</p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Em sua decisão, a magistrada observou a legislação municipal de Monte Azul Paulista, do qual a autora é servidora, não contém previsão específica para a redução da carga horária pretendida, contudo, segundo ela, o ordenamento jurídico pátrio ampara sua pretensão, mormente no tocante às previsões relativas à proteção da criança e do adolescente, contidas no <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI263289,51045-Servidora+municipal+celetista+consegue+reduzir+jornada+para+cuidar+de" target="_self" rel="noopener">ECA</a>, bem como <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI263289,51045-Servidora+municipal+celetista+consegue+reduzir+jornada+para+cuidar+de" target="_self" rel="noopener">CF</a>, os quais salvaguardam direitos às pessoas com deficiência.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A juíza ressaltou ainda que, excepcionalmente, o art. 98 da <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI263289,51045-Servidora+municipal+celetista+consegue+reduzir+jornada+para+cuidar+de" target="_self" rel="noopener">lei 8.112/90</a>, o qual prevê a redução da jornada nesses casos, para servidores públicos federais, pode ser aplicado por analogia, desde que não acarrete aumento de gastos diretos para a administração.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Desta forma, de acordo com a magistrada, a redução de 25% da jornada de trabalho, sem prejuízo de remuneração e sem compensação, se coaduna com os princípios da razoabilidade, proporcionalidade, isonomia e eficiência, concedendo à autora possibilidade de dispensar maior atenção a seu filho.</span></p>
<blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;">“É o caso de, com base nas normas e nas garantias veiculadas na Convenção que protege a criança com deficiência, equiparada a normas de hierarquia constitucional, reconhecer à reclamante o direito à redução de horário, nos termos da Lei Nº 13.370, de12 de dezembro de 2016, ou seja, sem compensação de horários.”</span></p>
</blockquote>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O escritório Yoshimochi Advocacia representou a autora da ação no caso.</span></p>
<ul>
<li>
<div align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><u>Processo</u>: 0011675-79.2016.5.15.0058</span></div>
</li>
</ul>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Veja a <a href="http://www.migalhas.com.br/arquivos/2017/7/art20170731-04.pdf" target="_blank" rel="noopener">íntegra da decisão</a>.</span></p>
<p align="justify"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI263289,51045-Servidora+municipal+celetista+consegue+reduzir+jornada+para+cuidar+de" target="_blank" rel="noopener">Migalhas</a></p>
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		<title>Servidora que deu à luz antes da posse tem direito a licença maternidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 09:23:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Colegiado considerou que o provimento do cargo se inicia com a nomeação e se aperfeiçoa com a posse A Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) confirmou decisão que concedeu licença maternidade a uma servidora do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que deu à luz três dias após ter sido nomeada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Colegiado considerou que o provimento do cargo se inicia com a nomeação e se aperfeiçoa com a posse</p>
<p>A Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) confirmou decisão que concedeu licença maternidade a uma servidora do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que deu à luz três dias após ter sido nomeada no cargo de técnico previdenciário.</p>
<p>A servidora prestou concurso em 2004 e foi nomeada em 2007, mas, três dias depois da nomeação, entrou em trabalho de parto e deu à luz antes de tomar posse. Como consequência, o INSS negou a ela o direito à licença maternidade argumentando que, quando tomou posse, ela já não era mais gestante.</p>
<p>A servidora ingressou então com um mandado de segurança pleiteando o reconhecimento do benefício, que foi concedido a partir da data do nascimento de seu filho. Mas o INSS apelou da decisão, insistindo na ilegalidade do pedido.</p>
<p>Segundo a juíza federal convocada Louise Filgueiras, relatora do acórdão no TRF3, o nascimento ocorreu durante o processo de investidura em cargo público, processo já deflagrado com o provimento do cargo pela nomeação.</p>
<p>Ela afirmou que a licença gestante é um direito assegurado à mulher em prol da saúde, bem estar e desenvolvimento da criança e não há lógica que autorize discriminar a situação entre servidoras que tomaram posse antes ou depois do nascimento de seus filhos.</p>
<p>A magistrada declarou ainda que a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm" target="_blank" rel="noopener">Constituição Federal</a> prevê, expressamente, a proteção à criança, ao adolescente e ao jovem como dever do Estado, da família e da sociedade, com absoluta prioridade.</p>
<p>Assim, “a expressão ‘servidora gestante’ contida o artigo 207, ‘caput’, da <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8112cons.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 8.112/90</a> não pode ser impeditiva da concessão do direito na hipótese, e a melhor interpretação reza que se inclua no conceito legal a servidora que iniciou o processo de investidura com a nomeação, ainda gestante, mesmo que aperfeiçoado o ato em momento ulterior ao nascimento da criança”, afirmou.</p>
<p>Apelação Cível nº 0001851-17.2007.4.03.6109/SP</p>
<p>Fonte: Tribunal Regional Federal da 3ª Região</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="https://www.aasp.org.br/noticias/trf-3a-servidora-que-deu-luz-antes-da-posse-tem-direito-licenca-maternidade/" target="_blank" rel="noopener">AASP</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/servidora-que-deu-a-luz-antes-da-posse-tem-direito-a-licenca-maternidade/">Servidora que deu à luz antes da posse tem direito a licença maternidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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