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	<title>Arquivos Súmula TST - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Súmula TST - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Multa de 40% do FGTS não incide sobre valor do aviso-prévio indenizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Oct 2018 17:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito Previdenciário]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Aviso-prévio Indenizado]]></category>
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		<category><![CDATA[Verbas Rescisórias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lei não prevê a multa sobre o percentual do aviso-prévio indenizado destinado ao FGTS. A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu da multa de 40% sobre o saldo do FGTS, devida nos casos de dispensa imotivada, a projeção do aviso-prévio indenizado. A decisão ocorreu no julgamento de recurso da WMS Supermercados do Brasil [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Lei não prevê a multa sobre o percentual do aviso-prévio indenizado destinado ao FGTS.</h2>
<p>A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho excluiu da multa de 40% sobre o saldo do FGTS, devida nos casos de dispensa imotivada, a projeção do aviso-prévio indenizado. A decisão ocorreu no julgamento de recurso da WMS Supermercados do Brasil Ltda. (Walmart) em processo ajuizado por um vendedor. Conforme a jurisprudência do TST, não há previsão legal para a incidência da multa fundiária sobre o aviso-prévio indenizado.</p>
<h3><b>Multa do FGTS</b></h3>
<p>O vendedor trabalhou no Hipermercado BIG, da rede Walmart em Joinville (SC), por mais de dois anos. Na Justiça, ele reclamou que a empresa não depositou em sua conta de FGTS o percentual do salário referente ao período do aviso-prévio. Com isso, a multa de 40% prevista no <a href="https://juridmais.com.br/fgts---fundo-de-garantia-do-tempo-de-servico-18" target="_blank" rel="noopener">artigo 18</a>, parágrafo 1º, da <a href="https://juridmais.com.br/fgts---fundo-de-garantia-do-tempo-de-servico-1" target="_blank" rel="noopener">Lei 8.036/1990</a> não considerou essa parcela de contribuição para o Fundo. Ao pedir a incidência, o colaborador demitido fundamentou sua demanda na <a href="https://juridmais.com.br/sumulas---tribunal-superior-do-trabalho-305" target="_blank" rel="noopener">Súmula 305</a> do TST, a qual orienta que o pagamento relativo ao período de aviso-prévio, trabalhado ou não, está sujeito à contribuição para o FGTS.</p>
<p>O juízo de primeiro grau e o Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região julgaram procedente o pedido do vendedor. Para o TRT, o período de aviso-prévio, ainda que indenizado, integra o contrato de emprego para todos os efeitos legais, inclusive quanto ao salário e ao fundo de garantia. Desse modo, o Tribunal Regional entendeu que o ex-empregado teria direito a receber indenização de 40% do FGTS sobre o aviso-prévio por se tratar de dispensa sem justa causa.</p>
<h3><b>TST</b></h3>
<p>No julgamento do recurso de revista do Walmart, o relator, ministro Breno Medeiros, concluiu que a decisão do TRT violou a Orientação Jurisprudencial (OJ) 42 da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do TST. Nos termos da jurisprudência, “o cálculo da multa de 40% do FGTS deverá ser feito com base no saldo da conta vinculada na data do efetivo pagamento das verbas rescisórias, desconsiderada a projeção do aviso-prévio indenizado, por ausência de previsão legal”.</p>
<p>Por unanimidade, a Quinta Turma deu provimento ao recurso para excluir o pagamento da multa de 40% do FGTS sobre o aviso-prévio indenizado.</p>
<p><b>Processo: 632200-85.2009.5.12.0050</b></p>
<p><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/multa-de-40-do-fgts-nao-incide-sobre-valor-do-aviso-previo-indenizado" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<title>Justiça do Trabalho não é competente para determinar regularização de INSS de atleta</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/justica-do-trabalho-nao-e-competente-para-determinar-regularizacao-de-inss-de-atleta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Sep 2018 01:52:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
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		<category><![CDATA[Recurso de Revista]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Súmula TST]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[vínculo empregatício]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ação foi meramente declaratória, sem condenação em pecúnia. A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho declarou a incompetência da Justiça do Trabalho para determinar que o São Paulo Futebol Clube regularize a situação de um atleta profissional perante o INSS em relação ao período em que foi reconhecido seu vínculo de emprego com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">A ação foi meramente declaratória, sem condenação em pecúnia.</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho declarou a incompetência da Justiça do Trabalho para determinar que o São Paulo Futebol Clube regularize a situação de um atleta profissional perante o INSS em relação ao período em que foi reconhecido seu vínculo de emprego com o clube. A competência se restringe à execução das contribuições previdenciárias decorrentes das sentenças que proferir, e, no caso, não houve condenação em pecúnia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em ação ajuizada em 2014, o juízo da 88ª Vara do Trabalho de São Paulo apenas declarou a existência de vínculo de emprego entre abril de 1987 e abril de 1988, mas determinou que o clube regularizasse a situação do profissional no INSS no prazo de 30 dias, sob pena de multa diária. O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP) manteve a sentença por entender que não se tratava de execução de parcelas previdenciárias, mas de obrigação de fazer, “efeito lógico dos direitos declarados exigíveis na sentença”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso de revista ao TST, o clube argumentou que a ação tinha cunho meramente declaratório e que não houve sentença condenatória em pecúnia nem acordo homologado que envolvesse valores. Por isso, entendia que determinação de executar obrigações perante o INSS extrapolava a competência da Justiça do Trabalho.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Limites</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O relator, ministro Lelio Bentes Corrêa, destacou que a jurisprudência do TST sobre a matéria está consolidada no item I da <a href="https://juridmais.com.br/sumulas---tribunal-superior-do-trabalho-368" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Súmula 368</a> a partir da interpretação <a href="https://juridmais.com.br/constituicao-federal-114" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 114</a>, inciso VIII, da <a href="https://juridmais.com.br/constituicao-federal-1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Constituição da República</a>. O entendimento vigente é que a competência da Justiça do Trabalho para executar as contribuições previdenciárias está condicionada à existência de sentença condenatória e limitada ao valor da condenação, ou seja, se restringe à execução das contribuições previdenciárias decorrentes das sentenças que proferir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, segundo o relator, a Justiça do Trabalho não detém competência “para impor ao empregador obrigação que repercuta, diretamente, na relação existente entre a empresa, o empregador e a autarquia previdenciária”. No caso, em que se tratava de ação meramente declaratória, “não se pode falar sequer em obrigação tributária principal, tanto menos em obrigação tributária acessória”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, a Turma deu provimento ao recurso do São Paulo e afastou a determinação da condenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Processo: 2749-50.2014.5.02.0088</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.jornaljurid.com.br/noticias/justica-do-trabalho-nao-e-competente-para-determinar-regularizacao-de-inss-de-atleta" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></strong></p>
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		<title>Reforma trabalhista não se aplica a processos já instruídos antes de sua vigência</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-trabalhista-nao-se-aplica-processos-ja-instruidos-antes-de-sua-vigencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 15:07:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para juiz, aplicar as regras processuais configuraria ofensa direta ao devido processo legal. O juiz do Trabalho Murilo Carvalho Sampaio Oliveira, da 13ª vara de Salvador/BA, entendeu que a lei 13.467/17 (da reforma trabalhista) não se aplica a processos já instruídos antes de sua vigência. Segundo o magistrado, a lei nova tem aplicação imediata, mas sem efeito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Para juiz, aplicar as regras processuais configuraria ofensa direta ao devido processo legal.</em></p>
<p>O juiz do Trabalho Murilo Carvalho Sampaio Oliveira, da 13ª vara de Salvador/BA, entendeu que a <a href="https://juridmais.com.br/reforma-trabalhista-1" target="_blank" rel="noopener">lei 13.467/17 </a>(da reforma trabalhista) não se aplica a processos já instruídos antes de sua vigência.</p>
<p>Segundo o magistrado, a lei nova tem aplicação imediata, mas sem efeito retroativo, de modo a garantir segurança e estabilidade ao processo. Ele se baseou na teoria de &#8220;isolamento dos atos processuais&#8221;, que considera o ato processual individualizado a referência para aplicação da nova regra, e citou vários dispositivos legais vigentes que demonstram o seu acolhimento pela legislação (<a href="https://juridmais.com.br/consolidacao-das-leis-do-trabalho--clt--1" target="_blank" rel="noopener">CLT</a> e <a href="https://juridmais.com.br/codigo-de-processo-civil---cpc-2015-1" target="_blank" rel="noopener">CPC</a>).</p>
<p>&#8220;Aplicar as regras processuais da reforma trabalhista aos feitos já instruídos configuraria ofensa direta ao devido processo legal.”</p>
<p>O magistrado fundamentou sua decisão também em decisões do TST e do STJ, destacando que as partes não poderiam prever a mudança do regramento jurídico e quais seriam os seus efeitos.</p>
<p>Quanto ao mérito do caso, o empregado foi contratado como servente, mas ficou comprovado que exercia a função de motorista. Sendo maior o salário da reconhecida função, foram deferidas as diferenças de salário e seus reflexos (13º salário, férias e FGTS). O juiz indeferiu, no entanto, o pagamento de multa por atraso na quitação das parcelas rescisórias, que foram pagas dentro do prazo, ainda que calculadas com base no salário antigo.</p>
<p>Com base na <a href="https://juridmais.com.br/sumulas---tribunal-superior-do-trabalho-331" target="_blank" rel="noopener">Súmula 331</a> do TST, também foi reconhecida a responsabilidade subsidiária da Administração Pública que, como tomadora dos serviços, deveria fiscalizar a execução do contrato de trabalho (terceirização).</p>
<p><b>Processo: 0000245-22.2017.5.05.0011</b></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/reforma-trabalhista-nao-se-aplica-processos-ja-instruidos-antes-de-sua-vigencia/">Reforma trabalhista não se aplica a processos já instruídos antes de sua vigência</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pais de garçom morto em tiroteio receberão indenização de casa noturna de Curitiba</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/pais-de-garcom-morto-em-tiroteio-receberao-indenizacao-de-casa-noturna-de-curitiba/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Aug 2017 12:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito de Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ele foi atingido por três tiros disparados por um cliente após briga com um segurança. A Massa e Campagnoni Ltda. (Villa Viola), de Curitiba (PR), deverá pagar R$ 50 mil aos pais de um garçom morto durante um tiroteio na casa noturna. A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;">Ele foi atingido por três tiros disparados por um cliente após briga com um segurança.</h4>
<p>A Massa e Campagnoni Ltda. (Villa Viola), de Curitiba (PR), deverá pagar R$ 50 mil aos pais de um garçom morto durante um tiroteio na casa noturna. A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento aos embargos da casa noturna, mantendo o entendimento de que houve relação entre a morte do empregado e atividade exercida por ele.</p>
<h3><b>Tiroteio</b></h3>
<p>Segundo o boletim de ocorrência e matérias jornalísticas da época, o crime ocorreu após uma discussão na entrada do local entre um segurança e um frequentador, barrado ao tentar sair com uma garrafa de vidro. O cliente se retirou e, uma hora depois, voltou e, da calçada, efetuou sete disparos com uma pistola 9mm. Três tiros atingiram o garçom que trabalhava dento da casa noturna e morreu após dar entrada no hospital da região. Conforme os autos o cliente era um ex-presidiário que foi preso algumas horas depois, e outras quatro pessoas foram atingidas no tiroteio.</p>
<p>Os pais do garçom pediram na Justiça do Trabalho reparação pelo dano moral e pensão mensal reajustada pelo salário mínimo. Em sua defesa, o estabelecimento comercial sustentou que o cliente efetuou os disparos fora das suas dependências, o que afastaria a sua responsabilidade pelo ocorrido.</p>
<p>O caso chegou à SDI-1 após a Primeira Turma do TST não conhecer o recurso de revista do estabelecimento. Nos embargos, a empresa reafirma que não tem o dever de indenizar os pais do empregado porque a morte foi resultado de ato de terceiro. “A função de garçom em casa noturna não pode ser caracterizada como de risco para ser motivo de reconhecimento da responsabilidade objetiva da empregadora”, defendeu a Massa, diante do entendimento do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), que a condenou com base no <a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-927" target="_blank" rel="noopener">artigo 927</a> do <a href="https://juridmais.com.br/codigo-civil-1" target="_blank" rel="noopener">Código Civil</a>.</p>
<h3><b>SDI-1</b></h3>
<p>Para o relator do recurso na SDI-1, ministro Augusto César Leite de Carvalho, a defesa do estabelecimento não conseguiu apontar divergência específica nas decisões trazidas na tentativa de obter o conhecimento do recurso.  “Não ficou caracterizada divergência específica, na forma da <a href="https://juridmais.com.br/sumulas---tribunal-superior-do-trabalho-296" target="_blank" rel="noopener">Súmula 296</a>, item I, do TST”, disse o relator, ao considerar correta a decisão da Primeira Turma.</p>
<p>Por unanimidade, a SDI-1 não conheceu dos embargos.</p>
<p><b>Processo: 640-95.2011.5.09.0016</b></p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.jornaljurid.com.br/noticias/pais-de-garcom-morto-em-tiroteio-receberao-indenizacao-de-casa-noturna-de-curitiba-pr" target="_blank" rel="noopener">Jornal Jurid</a></p>
<p>O post <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/pais-de-garcom-morto-em-tiroteio-receberao-indenizacao-de-casa-noturna-de-curitiba/">Pais de garçom morto em tiroteio receberão indenização de casa noturna de Curitiba</a> apareceu primeiro em <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br">Costa Queiroz Advogados</a>.</p>
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