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	<title>Arquivos Telefone - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<description>Advogado Rio de Janeiro</description>
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	<title>Arquivos Telefone - Costa Queiroz Advogados</title>
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	<item>
		<title>Cliente negativado indevidamente será indenizada pela Oi em R$ 20 mil</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/cliente-negativado-indevidamente-sera-indenizada-pela-oi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 23:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Nome Negativado]]></category>
		<category><![CDATA[Oi]]></category>
		<category><![CDATA[Telefone]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O TJ/PR majorou a indenização arbitrada em 1ª instância. O valor original era de R$ 7 mil. A empresa de telefonia Oi foi condenada a indenizar uma consumidora em R$ 20 mil por ter negativado seu nome indevidamente. A decisão é da 8ª câmara cível do TJ/PR. Para o relator, desembargador Marco Antonio Antoniassi, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><strong>O TJ/PR majorou a indenização arbitrada em 1ª instância. O valor original era de R$ 7 mil.</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa de telefonia Oi foi condenada a indenizar uma consumidora em R$ 20 mil por ter negativado seu nome indevidamente. A decisão é da 8ª câmara cível do TJ/PR. Para o relator, desembargador Marco Antonio Antoniassi, a quantia se mostrou proporcional, sem que ocorra enriquecimento ilícito pela autora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação tratou de pedido de indenização por inscrição indevida com pedido de tutela provisória de urgência ajuizada por uma consumidora contra a Oi, operadora de telefonia. Os pedidos em 1º grau foram julgados procedentes para declarar a inexistência do débito inscrito pela operadora, além da condenação ao pagamento de R$ 7 mil por danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inconformada, a cliente interpôs apelação sustentando, em síntese, a necessidade de majoração do valor da indenização, pois a quantia fixada no juízo a quo não se mostrou suficiente a ponto de reparar o dano sofrido e ao mesmo tempo servir como meio pedagógico para se reprimir a reincidência do ato ilícito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aduziu, ainda, que os juros de mora sobre o valor da indenização devem incidir desde a data do fato danoso, na forma da súmula 54 do STJ, posto que se trata de ilícito extracontratual.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Leia mais: <a href="https://costaqueirozadvogados.com.br/consumidor-teve-nome-negativado-por-uma-fraude-deve-ser-indenizado/">Consumidor que teve o nome negativado por conta de fraude deve ser indenizado</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao decidir, o relator considerou que a fixação do valor para a reparação deve levar em conta o grau de culpa do ofensor, o nível socioeconômico das partes, a repercussão do fato e demais peculiaridades que o caso concreto apresentar, não se olvidando a necessária observância dos critérios de razoabilidade e proporcionalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;O montante também deve ser fixado em patamar que, ao mesmo tempo que constitua uma punição ao ofensor pelo ilícito praticado, a fim de servir de inibidor para futuras transgressões, também não caracterize instrumento de enriquecimento sem causa do ofendido. Deve, noutras palavras, haver um equilíbrio entre a punição do agente ofensor e a indenização à vítima.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o magistrado, na hipótese dos autos, em relação a condição econômico-financeira das partes, foi necessário destacar que a parte ofensora é uma das maiores operadoras de telefonia no país. Por outro lado, considerou que a ofendida teve em seu favor concedidos os beneficiosa da assistência judiciária gratuita, por não deter condições de arcar com os encargos financeiros do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Assim, à luz do entendimento desta c. 8ª câmara Cível, a quantia deve ser majorada para o valor de R$ 20 mil, pois bem compõe o dano sem importar em enriquecimento indevido da parte autora, e não se mostra excessiva, embora a ré esteja em processo de recuperação judicial.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação da reforma da sentença para o fim de que o termo inicia dos juros de mora passe a contar do fato danoso, os desembargadores entenderam que assiste razão à consumidora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o colegiado, &#8220;uma vez que sequer restou comprovada qualquer relação contratual entre a autora e a ré, os juros de mora incidir desde a data do fato danoso, ou seja, da inscrição indevida.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, os desembargadores deram integral provimento ao recurso, para majorar o quantum indenizatório ao patamar de R$ 20 mil e para que os juros de mora passem a contar a partir do evento danoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A banca<strong>&nbsp;Engel Advogados</strong>&nbsp;patrocina a consumidora.</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Processo:&nbsp;<a href="https://projudi.tjpr.jus.br/projudi_consulta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">0001499-28.2020.8.16.0024</a></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Leia a <a href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2021/5/89B3C5705F2D6F_oi-.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">decisão</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: <a href="https://www.sosconsumidor.com.br/noticias-54628-cliente-negativada-indevidamente-sera-indenizada-pela-oi-em-r-20-mil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Tags: direito do consumidor, Cliente negativado, telefonia Oi, indenização por nome negativado, advogado do direito do consumidor RJ, advogado de direito do consumidor no Rio de Janeiro</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Oi indenizará por cobrar plano diferente do contratado</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/oi-indenizara-por-cobrar-plano-diferente-do-contratado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2019 17:24:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Telefone]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consumidor receberá dez salários-mínimos. A empresa de telefonia Oi indenizara consumidor por não cumprir plano contratado, a 3ª câmara Cível do TJ/GO manteve decisão. O colegiado reconheceu que o cliente jamais obteve uma prestação de serviço adequada. Pelo mau serviço, a empresa terá de pagar dez salários-mínimos por dano moral. O consumidor alegou que um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Consumidor receberá dez salários-mínimos. </h4>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa de telefonia Oi indenizara consumidor por não cumprir plano contratado,  a  3ª câmara Cível do TJ/GO manteve decisão. O  colegiado reconheceu que o cliente jamais obteve uma prestação de  serviço adequada. Pelo mau serviço, a empresa terá de pagar dez  salários-mínimos por dano moral.<br><br>O <a rel="noreferrer noopener" aria-label="consumidor (abre numa nova aba)" href="https://costaqueirozadvogados.com.br/consumidor-que-ficou-oito-meses-sem-energia-sera-indenizado/" target="_blank">consumidor</a> alegou que um  número desconhecido foi adicionado como titular; que não conseguiu  incluir os dependentes na conta como havia contratado e que o valor  acordado nunca foi observado. Sustentou também que tentou por diversas  vezes resolver o problema com a empresa e chegou até a formalizar  reclamação no Procon. Por não reconhecer os débitos, o cliente parou de  pagar as faturas, o que causou o bloqueio de sua linha telefônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juízo de 1º grau declarou a inexistência dos débitos e determinou 
que a empresa alterasse o plano do cliente. Também determinou o 
pagamento de dez salários-mínimos de dano moral. Diante da decisão, a Oi
 recorreu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relator, o juiz de Direito em substituição Romério do Carmo Cordeiro 
reconheceu que o cliente jamais obteve uma prestação de serviço 
adequada. O magistrado constatou a sucessão de equívocos da empresa e 
observou o “desgaste excessivo” do cliente para obter seus direitos de 
consumidor.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Conclui-se que, sem sombra de dúvidas, restou configurado o  descumprimento da obrigação pela recorrente, fato que autoriza a busca  de adequação contratual e reparação pelos danos gerados ao consumidor,  sobremodo, porquanto a apelante não afastou sua responsabilidade pelos  erros e falhas ocasionados ao apelado, tampouco demonstrou haver  cumprido o que fora pactuado.”</p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, mantiveram a sentença no tocante aos danos morais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados Simplicio José de Sousa Filho e Murilo Sousa e Silva atuaram pelo consumidor.&nbsp;&nbsp;&nbsp; </p>



<p class="wp-block-paragraph">•&nbsp;&nbsp; &nbsp;Processo: 0098202.71.2016.8.09.0051</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja a <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.migalhas.com.br/arquivos/2019/6/art20190610-03.pdf" target="_blank">íntegra da decisão.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: </strong><a rel="noreferrer noopener" aria-label="SOS Consumidor (abre numa nova aba)" href="https://www.sosconsumidor.com.br/noticias-51384-oi-indenizara-por-cobrar-plano-diferente-contratado" target="_blank"><strong>SOS Consumidor</strong></a></p>
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		<item>
		<title>Vivo será investigada pelo Ministério Público por uso de dados de 73 milhões de clientes</title>
		<link>https://costaqueirozadvogados.com.br/vivo-sera-investigada-pelo-ministerio-publico-por-uso-de-dados-de-73-milhoes-de-clientes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Costa Queiroz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 13:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[advocacia]]></category>
		<category><![CDATA[advogada]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
		<category><![CDATA[Clientes]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério Público]]></category>
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		<category><![CDATA[Telefone]]></category>
		<category><![CDATA[Vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivo Telefonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo Ministério Público, usuários não podem se opor ao uso de dados pela operadora O  MPDFT  (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) instaurou inquérito para apurar se a Vivo utiliza informações dos usuários para comercializar publicidade. O inquérito civil público considera que os interessados na investigação são os 73 milhões de usuários da operadora no Brasil. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Segundo Ministério Público, usuários não podem se opor ao uso de dados pela operadora</strong></p>
<p>O  MPDFT  (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) instaurou inquérito para apurar se a Vivo utiliza informações dos usuários para comercializar publicidade.</p>
<p>O inquérito civil público considera que os interessados na investigação são os 73 milhões de usuários da operadora no Brasil.</p>
<p>O serviço que será investigado pelo MPDFT é chamado de Vivo Ads, uma plataforma de marketing mobile da Vivo.</p>
<p>Segundo o pedido de abertura do inquérito feito pelos promotores Frederico Ceroy e Paulo Binicheskey, a Vivo usa dados dos clientes, como perfil, localização, comportamento de navegação para vender publicidade.</p>
<p>Os promotores usam como exemplo a possibilidade da empresa usar dados de localização de um consumidor submetido a tratamento médico. O mapeamento da circulação em clínicas e hospitais podem, segundo os promotores, serem usadas de maneira imprópria para venda do espaço publicitário.</p>
<p>O inquérito destaca que o serviço Vivo Ads não permite que os clientes se oponham ao uso de seus dados pessoais para fins de publicidade.</p>
<p><strong>ESCÂNDALO</strong></p>
<p>O Facebook é acusado de ter permitido à consultoria Cambridge Analytica usar os dados dos usuários para favorecer a candidatura de Donald Trump para a presidência dos EUA.</p>
<p>Os mesmos promotores do inquérito que investiga a Vivo instauraram inquérito em 21 de março para apurar se a Cambridge Analytica fez uso dos dados do usuários brasileiros da rede social.</p>
<p>Os promotores ressaltam, contudo, que a telefonia móvel no Brasil é uma concessão de serviço público, o que não ocorre com o Facebook.</p>
<p>O inquérito pode, segundo o MPDFT, resultar em uma ação civil coletiva de responsabilidade por danos aos usuários.</p>
<p><strong>OUTRO LADO</strong></p>
<p>A Vivo informou, em nota, que cumpre a legislação vigente e que não promove qualquer uso ilegal de dados pessoais de seus clientes.</p>
<p>“A Vivo assegura que as informações de seus clientes não são, em hipótese alguma, transferidas ou compartilhadas com anunciantes. A Vivo Ads é uma plataforma de mídia, na qual o cliente interage com publicidade apresentada pela própria operadora e, muitas vezes, ganha benefícios como pacotes de internet móvel ou descontos em produtos e serviços”, diz trecho da nota.</p>
<p>A empresa informa que a autorização do usuário é concedida quando o cliente assina o termo de adesão do serviço móvel. “A qualquer momento o cliente pode cancelá-la em canais de atendimento da Vivo. O centro de privacidade da empresa também contém orientações sobre o tema”, afirma.<a class="gallery-widget__header-counter-value" title="Minha Folha">  </a></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.sosconsumidor.com.br/noticias-49069-vivo-sera-investigada-pelo-ministerio-publico-por-uso-dados-73-milhoes-clientes" target="_blank" rel="noopener">SOS Consumidor</a></strong></p>
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